domingo, 11 de outubro de 2026

O Parlamento Europeu decidiu classificar a Irmandade Muçulmana como Organização terrorista

 


José Cerca   9/10/2026



On October 8, 2026, the European Parliament adopted a resolution calling for a coordinated EU strategy to counter Islamist entryism and the influence of Muslim Brotherhood-linked networks.

The resolution passed with 381 votes in favor, 167 against and 15 abstentions. Most national delegations of MEPs supported the proposal, while Spain and Finland stood out as the only countries where a majority voted against it.

The Muslim Brotherhood was founded in Egypt in 1928 and has since developed into a broader Islamist movement with affiliated or ideologically connected organizations in several countries.

The resolution focuses on what lawmakers describe as Islamist entryism, referring to attempts by Islamist networks to gain influence within political institutions, civil society organizations and other established structures.

It calls for greater scrutiny of EU funding, closer monitoring of related networks and an assessment of whether certain linked individuals or organizations should be considered for the EU terrorist list.

Importantly, the resolution is non-binding. It does not ban the Muslim Brotherhood or automatically designate any organization as terrorist.

The vote signals substantial support within the European Parliament for closer examination of these networks, although the proposed measures would require further action by EU institutions.

A 8 de outubro de 2026, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que apela a uma estratégia coordenada da UE para combater o "entrismo" islamista e a influência das redes ligadas à Irmandade Muçulmana. 
A resolução foi aprovada com 381 votos a favor, 167 contra e 15 abstenções. A maioria das delegações nacionais de eurodeputados apoiou a proposta, enquanto a Espanha e a Finlândia se destacaram como os únicos países onde a maioria votou contra. 
A Irmandade Muçulmana foi fundada no Egipto em 1928 e, desde então, evoluiu para um movimento islamista mais amplo, com organizações afiliadas ou ideologicamente ligadas em vários países. 
A resolução centra-se no que os legisladores descrevem como "entrismo" islamista, referindo-se às tentativas das redes islamistas de ganhar influência dentro das instituições políticas, organizações da sociedade civil e outras estruturas estabelecidas. 
O texto apela a um escrutínio mais rigoroso do financiamento da UE, a uma monitorização mais atenta das redes relacionadas e a uma avaliação sobre se determinados indivíduos ou organizações ligadas ao grupo devem ser incluídos na lista de terroristas da UE. 
É importante realçar que a resolução não é vinculativa. Não proíbe a Irmandade Muçulmana nem classifica automaticamente qualquer organização como terrorista. A votação sinaliza um apoio substancial no Parlamento Europeu para um exame mais detalhado destas redes, embora as medidas propostas exijam ações adicionais por parte das instituições da UE.

Geo All Day

   10/10/2026

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