Fonte: INE, Pordata, Aima, Eurostat
Entre 2005 e 2010, durante os governos de José Sócrates, Portugal construiu, em média, cerca de 59 mil habitações novas por ano.
Entre 2011 e 2015, durante o governo de Passos Coelho, essa média caiu para cerca de 15 mil.
Durante a geringonça, entre 2016 e 2019, desceu para aproximadamente 10 mil por ano.
Já entre 2020 e 2023, no governo de António Costa, subiu para cerca de 20 mil.
Nos primeiros dois anos completos do governo de Luís Montenegro, 2024 e 2025, a média aproximou-se dos 26 mil fogos anuais.
Isto significa que a construção está a recuperar. Mas será suficiente para responder a todas as necessidades habitacionais?
Entre 2005 e 2010, durante os governos de José Sócrates, Portugal construiu, em média, cerca de 59 mil habitações novas por ano.
Entre 2011 e 2015, durante o governo de Passos Coelho, essa média caiu para cerca de 15 mil.
Durante a geringonça, entre 2016 e 2019, desceu para aproximadamente 10 mil por ano.
Já entre 2020 e 2023, no governo de António Costa, subiu para cerca de 20 mil.
Nos primeiros dois anos completos do governo de Luís Montenegro, 2024 e 2025, a média aproximou-se dos 26 mil fogos anuais.
Isto significa que a construção está a recuperar. Mas será suficiente para responder a todas as necessidades habitacionais?
Podemos construir mais habitações e, ainda assim, continuar com falta de oferta acessível se a procura crescer mais depressa. Por isso, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗯𝗮𝘀𝘁𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼: é necessário planear a habitação em função da evolução demográfica e da capacidade real do país.
Os jovens portugueses, que trabalham, recebem salários insuficientes para os preços atuais e não conseguem sair de casa dos pais, constituir família ou ter filhos.
Mais habitação acessível, conhecimento efetivo do Saldo Migratório, salários dignos, condições para constituir família e correto Ordenamento do Território.
Adaptado de: Jorge Victor Torres 18/10/2026

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