
Nuclear power remains a major part of Europe’s energy map, but the continent is far from united on it.
France, the United Kingdom, Spain, Sweden, Finland and several countries across Central and Eastern Europe still operate commercial nuclear power reactors. Russia and Ukraine also rely heavily on nuclear generation.
France stands out most clearly. Nuclear power supplies a large share of its electricity, making it one of the most nuclear-dependent countries in the world.
Other countries have moved in the opposite direction. Germany shut down its final nuclear power reactors in 2023, while Italy abandoned nuclear power decades earlier. Lithuania closed its last reactor in 2009.
Türkiye is currently building its first nuclear power plant at Akkuyu. Once its first unit begins commercial operation, the country will join the group producing electricity from nuclear power.
Croatia is an unusual case. It does not have a nuclear power plant within its own borders, but it owns half of Slovenia’s Krško Nuclear Power Plant and receives roughly half of the electricity it generates.
Large parts of Europe, including Norway, Ireland, Portugal, Greece and several Balkan countries, do not currently operate nuclear power reactors.
The reasons vary. Some countries see nuclear power as an important source of low-carbon electricity and energy security. Others have phased it out or avoided it because of cost, safety concerns, radioactive waste or public opposition.
So Europe has no single approach to nuclear energy.
Some countries depend on it heavily, some are expanding into it, some have shut their reactors down, and others have never adopted commercial nuclear power at all.
A energia nuclear continua a ser uma parte importante do panorama energético da Europa, mas o continente está longe de ter uma posição unificada sobre o assunto.
França, Reino Unido, Espanha, Suécia, Finlândia e vários países da Europa Central e Oriental ainda operam reatores nucleares comerciais. A Rússia e a Ucrânia também dependem fortemente da geração de energia nuclear.
A França é o caso que mais se destaca. A energia nuclear fornece uma grande fatia da sua eletricidade, tornando o país um dos mais dependentes desta fonte no mundo. Outros países seguiram o caminho oposto.
A Alemanha desativou os seus últimos reatores nucleares em 2023, enquanto a Itália abandonou a energia nuclear décadas antes. A Lituânia fechou o seu último reactor em 2009.
A Turquia está actualmente a construir a sua primeira central nuclear em Akkuyu. Assim que a primeira unidade entrar em operação comercial, o país passará a integrar o grupo de nações que produzem eletricidade a partir da energia nuclear.
A Croácia é um caso peculiar. O país não possui uma central nuclear no seu próprio território, mas detém metade da Central Nuclear de Krško, na Eslovénia, e recebe cerca de metade da electricidade gerada por esta.
Grande parte da Europa — incluindo a Noruega, a Irlanda, Portugal, a Grécia e vários países dos Balcãs — não opera atualmente reatores nucleares. As razões variam. Alguns países vêem a energia nuclear como uma importante fonte de electricidade de baixo carbono e de segurança energética. Outros eliminaram esta fonte ou evitaram-na devido a custos, preocupações de segurança, questões relacionadas com resíduos radioactivos ou oposição da opinião pública.
Por conseguinte, não existe uma abordagem única para a energia nuclear na Europa.
Alguns países dependem fortemente dela, outros estão a expandir a sua utilização, alguns desativaram os seus reatores e outros nunca adotaram a energia nuclear comercial
Sem comentários:
Enviar um comentário