https://www.facebook.com/reel/2265603094244902
Para já tem tudo a ver com a matéria de Geografia, e depois questiono-me...
Que moralidade têm essas pessoas?!
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
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O Reino Unido está a testar rótulos de carbono para medir o nível de emissões em alguns produtos de supermercado. Um “rótulo ecológico” é um símbolo, logótipo ou gráfico que indica o “impacto ambiental de um produto” e constitui um tipo de «alegação ecológica».

Em 2021, a organização Foundation Earth apoiada pelo governo britânico e por marcas como a Nestlé, Marks e Costa Coffee, realizou, igualmente, um projecto-piloto em que media as pontuações ecológicas. A iniciativa foi parcialmente financiada pela EIT Food da Comissão Europeia. Alguns parceiros incluem o LIDL, Aldi e Starbucks.
No que diz respeito às pontuações/carbon scores, já existem propostas e estudos que exploram a atribuição a cada indivíduo de uma quota pessoal de emissões de carbono, cobrindo consumo de eletricidade doméstica, deslocações e viagens aéreas (uma espécie de carbon plafond).

De relembrar que, em 2005, Peter Brabeck-Letmathe (ex-CEO da Nestlé) afirmou que “a água ser um direito público é uma opinião extrema”, acrescentando, ainda, “a água é um género alimentício como qualquer outro e, como qualquer outro alimento, deve ter um valor de mercado”.

Paralelamente, o governo britânico está a implementar um sistema de identificação digital, o que levanta novas questões sobre privacidade, controlo e acesso a serviços. Esta preocupação não é inédita, durante a crise da covid-19, em vários países presenciou-se a uma suspensão das liberdades individuais, dado que, indivíduos que não apresentassem o comprovativo da vacina não podiam entrar em restaurantes, ginásios, shoppings, praticar desporto federado e viajar.
De forma semelhante, na China implementou-se o sistema de crédito social, que é um sistema de classificação de indivíduos, utilizando dados financeiros, legais, administrativos e sociais para avaliar a confiabilidade e comportamento dos cidadãos. Pontuações altas traduzem-se em recompensas como acessos a empréstimos, prioridade nos serviços públicos e descontos em transportes. Em contrapartida, pontuações baixas resultam em restrições de viagens, menos oportunidades de emprego, prioridade menor nos serviços públicos e estigma social, basicamente, uma progressiva exclusão da sociedade.
Fontes:
Foundation Earth – Environmental scoring of food & drink products
What is carbon food labelling – and how can it help the planet?
Carbon footprint labelling on food | safefood
Are carbon scores real stewardship—or virtue signalling? | UX Collective
Personal carbon allowances white paper | The Carbon Trust
Fontes Multimédia:
Controlo Humano na China
https://lobomedia.pt/2025/10/20/reino-unido-carbon-scores-alimentos/
Um estudo do CEU-CEFAS sobre o crime da demografia em Espanha revelou que os imigrantes africanos cometem 314% mais homicídios, 350% mais crimes sexuais e 537% mais crimes entre menores do que os nativos espanhóis.
Taxa de condenados por homicídio
A taxa de condenados por homicídio dos imigrantes africanos é 314% superior à dos nativos espanhóis. Já a taxa de condenados por homicídio dos imigrantes do continente americano é 300% superior à dos espanhóis.

Violência de sexo
Quanto aos condenados por homicídio baseado na violência de sexo, os imigrantes africanos têm 294% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.
Igualmente, os imigrantes do continente americano têm 276% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.

Taxas de roubo
Apesar de os estrangeiros entre os 18 e os 60 anos corresponderem apenas a 15% da população total em Espanha, estes cometeram 43% dos roubos com violência, 33% dos roubos e 29% dos roubos com força em casas.


Condenados por crimes sexuais
A taxa de condenação por crimes sexuais dos imigrantes africanos é 350% superior à dos nativos em Espanha.

Condenação menores de idade
Relativamente aos menores de idade, a taxa de condenação dos imigrantes africanos masculinos é 537% superior à dos nativos espanhóis.

Nota: Percentagens calculadas a partir das taxas comparativas apresentadas no relatório.
Bibliografia:
Informe_21_ObsDem_CEFAS_digital.indd
Os portugueses contribuem +97% para a Segurança Social que os imigrantes não-ocidentais e +129% comparado aos imigrantes indianos. Enquanto que, os imigrantes espanhóis contribuem +174% que os PALOP e os franceses +205% que os asiáticos, segundo um relatório de indicadores de imigrantes publicado em 2023.
Em comparação, os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido, excepto Europa do Leste, apresentam rácios de contribuição superiores à média dos contribuintes estrangeiros.

Rácio de contribuições
Segundo um relatório do Observatório de Migrações, os portugueses têm rácios de contribuição 97% superiores aos de imigrantes não-ocidentais e 129% superiores aos de imigrantes indianos. Relativamente aos PALOP, os portugueses contribuem +87% que os imigrantes da lusofonia.
Abaixo analisaremos os rácios de contribuições mais elevados e baixos (distância face ao total de contribuintes estrangeiros de 2022):
Espanha: +2.041
França: +1.880
Reino Unido: +1.378
Alemanha: +1.139
Oceânia: +1.026
Moldávia: -2.608
Índia: -2.458
S. T. Príncipe: -2.176
Angola: -2.141
Cabo Verde: -2.034
Todos os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido apresentam rácios de contribuição superiores à média de contribuintes estrangeiros, excepto os países da Europa de Leste. Igualmente, imigrantes da Oceânia têm rácios de contribuição positivos.
Nota: Os rácios de contribuição apresentados são por pessoas singulares. O relatório dos indicadores de imigrantes utilizado como base para este artigo foi publicado pelo Observatório das Migrações, sendo que a versão mais actualizada é a de 2023. Dado não existir um rácio publicado especificamente para os nativos portugueses, o rácio médio do total de contribuintes foi utilizado como proxy para efeitos comparativos. A categoria ‘não-ocidentais’ corresponde ao conjunto de países fora da Europa e Oceânia.
Bibliografia:
Relatórios Indicadores de Integração de Imigrantes – Observatório das Migrações. (2023). Aima.gov.pt. https://om.aima.gov.pt/index.php/2025/04/12/1190/
Segurança Social. Imigrantes contribuíram afinal menos de metade do que o valor médio dos portugueses? — Polígrafo. (2023, December 28). Polígrafo. https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/seguranca-social-imigrantes-contribuiram-afinal-menos-de-metade-do-que-o-valor-medio-dos-portugueses/
Fontes Multimédia:
“Chicago Airport – ND0_5463” by Nicola since 1972 is licensed under CC BY 2.0.
As pessoas escravizadas em África eram capturadas primariamente por chefes e guerreiros de reinos ou etnias africanas rivais, ou por vezes vendidas devido a dívidas ou condenações judiciais locais. Posteriormente, esses cativos eram comercializados e trocados com traficantes e corsários árabes, europeus e luso-brasileiros em feitorias costeiras.