
NATO and BRICS create two very different patterns on the world map.
NATO currently has 32 members, concentrated overwhelmingly in Europe and North America. It was founded in 1949 as a military alliance built around collective defense, meaning an armed attack against one member can be treated as an attack against them all.
Its latest expansion came after Russia’s full-scale invasion of Ukraine. Finland joined NATO in 2023, followed by Sweden in 2024, bringing the alliance to its current 32 members.
BRICS is something very different.
It is not a military alliance. Instead, it is a political and economic cooperation forum focused on areas such as trade, finance, development and reform of global institutions.
The group began with Brazil, Russia, India and China, with South Africa joining later. It expanded dramatically in 2024 and 2025 to include Egypt, Ethiopia, Iran, the United Arab Emirates, Saudi Arabia and Indonesia, bringing the official membership to 11 countries.
That expansion gives BRICS a very different geographic footprint.
Its members stretch across South America, Africa, the Middle East and Asia and include some of the world’s largest countries by population, land area and economic output.
NATO, meanwhile, remains centered on the North Atlantic and European security system and contains many of the world’s wealthiest advanced economies.
The two groups should not be seen as direct equivalents. NATO is fundamentally a defense alliance, while BRICS is a much looser forum with no collective-defense commitment and members that often have very different political and strategic interests.
What the map does show is how two major forms of international cooperation are distributed across the world: one centered largely on the transatlantic alliance system, and another increasingly built around major emerging economies and countries of the Global South.
A NATO e os BRICS criam dois padrões muito distintos no mapa-mundo.
A NATO conta atualmente com 32 membros, concentrados maioritariamente na Europa e na América do Norte. A organização foi fundada em 1949 como uma aliança militar baseada na defesa coletiva, o que significa que um ataque armado contra um membro pode ser considerado um ataque contra todos eles.
A sua mais recente expansão ocorreu após a invasão da Ucrânia pela Rússia em larga escala. A Finlândia aderiu à NATO em 2023, seguida pela Suécia em 2024, elevando a aliança aos seus atuais 32 membros.
O BRICS é algo muito diferente.
Não se trata de uma aliança militar. É, na verdade, um fórum de cooperação política e económica dirigido a áreas como o comércio, as finanças, o desenvolvimento e a reforma das instituições globais.
O grupo começou com o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, tendo a África do Sul aderido posteriormente. Sofreu uma grande expansão em 2024 e 2025, incorporando o Egito, Etiópia, Irão, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Indonésia, o que elevou o número oficial de membros para 11 países.
Esta expansão confere aos BRICS uma configuração geográfica muito distinta. Os seus membros estão distribuídos pela América do Sul, África, Médio Oriente e Ásia, incluindo alguns dos maiores países do mundo em termos de população, extensão territorial e produção económica.
A NATO, por seu lado, mantém-se centrada no sistema de segurança do Atlântico Norte e da Europa, englobando muitas das economias avançadas mais ricas do mundo.
Os dois grupos não devem ser vistos como equivalentes diretos. A NATO é, fundamentalmente, uma aliança de defesa, enquanto os BRICS são um fórum muito mais flexível, sem compromisso de defesa colectiva e composto por membros que, muitas vezes, têm interesses políticos e estratégicos bastante distintos.
O que o mapa demonstra é como duas importantes formas de cooperação internacional se distribuem pelo mundo: uma centrada, em grande medida, no sistema de alianças transatlânticas, e outra cada vez mais estruturada em torno das grandes economias emergentes e dos países do Sul Global.
Germany is forecast to spend 2.7% of GDP on defence in 2026, and the government plans 3.5% by 2029, 6 years ahead of NATO’s new target.
The armed forces have 70% of the soldiers they aim for by 2035, and military service remains voluntary.
A military questionnaire is now required for all men born in 2008 or later.
Germany is Ukraine’s largest European arms donor and opened its first permanent brigade abroad, in Lithuania, in 2025.
Prevê-se que a Alemanha gaste 2,7% do PIB em defesa em 2026, e o governo planeia atingir os 3,5% até 2029 — seis anos antes da nova meta da NATO.
As forças armadas contam com 70% do efectivo de militares ambicionado para 2035, e o serviço militar mantém-se voluntário.
O preenchimento de um questionário militar passou a ser obrigatório para todos os homens nascidos em 2008 ou posteriormente.
A Alemanha é o maior doador europeu de armamento para a Ucrânia e inaugurou a sua primeira brigada permanente no estrangeiro, na Lituânia, em 2025.
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