Mundo da Informação

quinta-feira, 5 de março de 2026

A Verdade da Mentira contada



 #news Fast Fact: Swedish dentist was fired and lost his home after examining migrant 'children' and revealing that 80% were actually adults

Bernt Herlitz made the warnings about immigration among asylum seekers 10 years ago - leading to his quick termination and loss of his home.
Herlitz, worked for a public dental clinic in Gotland, Sweden. He conducted routine checkups on unaccompanied migrant minors in 2016 during Europe's migration surge.
Based on wisdom tooth development, he estimated that a significant portion of the migrants, claiming to be under 18, were in fact grown adults.
He reported his findings to Sweden's Migration Board, believing it was his duty to flag potential abuses.
Instead of being praised, Herlitz was immediately suspended, investigated, and eventually terminated for violating patient confidentiality laws.
Herlitz fought back against what he said was retaliation.
Initial victory in a 2017 district court ruling, which awarded him modest damages for unfair termination, saying that his actions stemmed from a sense of civic responsibility
It was reversed by Sweden's Labor Court in 2018, which sided with his employer, ordering Herlitz to pay for legal fees totaling around $54,000.
Herlitz lost everything, almost went bankrupt and was forced to move out of Sweden.

Therian a nova moda reflexo da grande crise psicológica mundial

https://www.facebook.com/reel/886557264209856 


Até o verdadeiro canídeo, reagiu ao ultraje à sua espécie 😀    










quarta-feira, 4 de março de 2026

Qual é o problema em Irão se enriquecer de urânio e fabricar as mesmas armas que os EUA e outras potências militares fabricam?

 



Qual é o problema em Irão se enriquecer de urânio e fabricar as mesmas armas que os EUA e outras potências militares fabricam? RESPOSTA: A questão não é apenas “ter ou não ter a mesma arma que os EUA”, mas como isso afeta equilíbrio regional, tratados internacionais e risco de guerra.
Para entender o problema, é preciso separar três níveis: técnico, jurídico e geopolítico.
1️⃣ Enriquecimento de urânio não é ilegal por si só
O Irão é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).
Esse tratado permite que países enriqueçam urânio para fins civis, como geração de energia nuclear.
Muitos países fazem isso sem desenvolver bombas.
O problema surge quando:
O nível de enriquecimento se aproxima do grau militar.
Há falta de transparência com a Agência Internacional de Energia Atômica.
O país reduz cooperação com inspetores.
2️⃣ O que muda quando se fala em arma nuclear?
Fabricar uma bomba nuclear não é apenas “mais uma arma”. Ela tem três características que mudam o cálculo internacional:
🧨 Poder destrutivo massivo.
⚡ Capacidade de alterar equilíbrio estratégico regional.
🚀 Potencial de corrida armamentista.
Se o Irão desenvolvesse uma arma nuclear:
Israel (que já é amplamente considerado potência nuclear, embora não confirme oficialmente) poderia alterar sua postura militar.
Saudi Arabia poderia buscar sua própria bomba.
Turkey e Egypt poderiam considerar seguir o mesmo caminho.
Isso criaria uma corrida nuclear no Oriente Médio, uma das regiões mais instáveis do mundo.
3️⃣ “Mas os EUA têm. Por que o Irão não pode ter?”
Os Estados Unidos e outras potências nucleares reconhecidas (Rússia, China, França e Reino Unido) mantêm armas nucleares sob o próprio TNP, que reconheceu oficialmente cinco Estados como “potências nucleares” porque já possuíam essas armas antes de 1967.
Isso gera críticas sobre desigualdade no sistema — e muitos argumentam que é um padrão duplo.
Mas, do ponto de vista prático, o sistema internacional funciona hoje com base na tentativa de impedir novos países de entrarem no “clube nuclear”, porque cada novo membro aumenta o risco global.
4️⃣ O maior medo: proliferação e guerra preventiva
Outro fator importante:
Se um país adversário acredita que o Irão está prestes a obter arma nuclear, pode optar por um ataque preventivo.
Isso já aconteceu em outros casos:
Israel bombardeou reatores no Iraque (1981).
Também atacou instalações na Syria (2007).
Ou seja, o simples avanço rumo à arma pode gerar guerra antes mesmo de ela existir.
5️⃣ Argumento iraniano
Do ponto de vista iraniano, a lógica é:
Israel tem armas nucleares.
EUA têm armas nucleares.
A região é hostil.
Uma bomba serviria como dissuasão (como acontece com North Korea).
Esse é o argumento de “segurança defensiva”.
6️⃣ Então qual é o verdadeiro problema?
O problema não é apenas técnico. É estratégico:
Aumenta risco de guerra.
Aumenta chance de erro de cálculo.
Pode iniciar corrida armamentista.
Enfraquece o regime global de não proliferação.
Eleva o risco de que mais atores tenham acesso a material nuclear.
Em resumo:
O debate não é “se é justo ou injusto”, mas se o mundo fica mais seguro ou mais perigoso com mais um Estado nuclear numa região altamente volátil.

VNS News Brasil    3/3/2026 

"Desinformação é arma assimétrica que testa a solidez da democracia" - Atualidade / AI

 O vice-presidente da Assembleia da República Rodrigo Saraiva afirmou hoje que a desinformação é uma "arma assimétrica" e "um grande teste" à democracia, alertando para o impacto da manipulação informativa na erosão do consenso factual e na confiança democrática.

"Discutir desinformação é discutir poder, mas é também discutir verdade e escolhas", afirmou o responsável, na sessão "Desinformação e Democracia", promovida pela Assembleia da República, que procurou debater a desinformação enquanto desafio contemporâneo das democracias. 

Na intervenção de abertura do debate, o vice-presidente recordou que Portugal assinala meio século de democracia, defendendo que preservar esse legado exige hoje um combate firme à manipulação informativa.

Segundo o responsável, a desinformação não nasceu com a 'internet' nem com as redes sociais, "desde que existem comunidades políticas organizadas existe manipulação informativa", afirmou, evocando os regimes totalitários do século XX e as campanhas de influência durante a Guerra Fria como exemplos históricos.

A diferença, salientou, reside agora na capacidade tecnológica de amplificação e sofisticação, uma vez que "qualquer vídeo pode ser manipulado, qualquer áudio pode ser fabricado, qualquer documento pode ser simulado", referindo-se ao impacto da Inteligência Artificial (IA) generativa e aos conteúdos hiper-realistas que desafiam a perceção pública.

Rodrigo Saraiva alertou ainda para o cruzamento entre a desinformação e guerra híbrida, defendendo que estados autoritários utilizam a manipulação informativa como instrumento estratégico para fragilizar democracias.

"É uma arma barata, escalável e extremamente eficaz", além de ser assimétrica e "testar a solidez da democracia".

Ainda assim, o vice-presidente referiu que nem toda a desinformação tem origem externa, visto que "muitas vezes nasce dentro das próprias sociedades democráticas", alimentada pela polarização extrema e pela tentação populista de simplificar problemas complexos.

Como resposta, Rodrigo Saraiva apontou quatro eixos fundamentais: literacia, jornalismo, tecnologia e instituições.

No plano educativo, defendeu uma aposta concreta na literacia mediática e digital, que ensine a "dúvida saudável" e a verificação de factos.

"A desinformação prospera na ignorância, mas também na confirmação acrítica das próprias convicções", afirmou, apelando à responsabilidade individual na partilha de conteúdos.

Quanto ao papel da comunicação social, considerou que o jornalismo profissional é "um pilar estrutural" da democracia, mas alertou para a fragilidade dos modelos de financiamento e para a concorrência desigual das plataformas digitais.

"Sem jornalismo robusto, independente e economicamente sustentável, o espaço público será preenchido por ruído e manipulação", advertiu.

No domínio tecnológico, defendeu cautela no recurso a mecanismos de controlo, sublinhando que o combate à desinformação não pode servir de pretexto para vigilância excessiva ou restrições à liberdade de expressão.

"Se respondermos com censura, traímos os nossos princípios, se respondermos com indiferença, enfraquecemos o regime", afirmou.

Por fim, destacou a importância da transparência institucional, defendendo que as entidades públicas devem comunicar melhor, reconhecer erros e reduzir a opacidade para evitar que rumores prosperem.

Para o vice-presidente, a desinformação representa "um grande teste" à democracia e à "maturidade cívica" das sociedades, sustentando que a melhor resposta passa por "mais democracia, mais responsabilidade e mais transparência".

www.noticiasaominuto.com   4/3/2026



True British Voice   4/3/2026


GB News   3/3/2026


Mad Buddies     3/3/2026


 


Nadia Comaneci, ex-ginasta reconhecida por alcançar as primeiras pontuações perfeitas nos Jogos Olímpicos, manifestou-se a favor dos testes de verificação de género no desporto.
“Temos que salvaguardar as desportistas femininos e utilizar as normas para que todo mundo compita de forma justa. Foi uma decisão excelente do Comitê Olímpico Internacional”.
“Entendo a inclusão na participação, mas o desporto feminino é para as mulheres”, sentenciou a destacada medalhista olímpica.
Craques   3/3/2026

🚨Pep Chavarría got a 𝐑𝐄𝐃 card vs Real Madrid CF for a soft 𝐩𝐮𝐬𝐡 on Rodrygo while trying to GET the ball 🟥
Meanwhile today, Rudiger allegedly tried to 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐧𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐢𝐧𝐣𝐮𝐫𝐞 an opponent, but the ref did 𝐍𝐎𝐓 even listen to the GETAFE players ❌
No card, no foul, no VAR 🤷‍♂️ Real Madrid somehow always come with the 𝐛𝐞𝐬𝐭 𝐥𝐮𝐜𝐤 with referees 🔥


 
Football Vai    3/3/2026


O Elche empatou diante do Espanyol por 2-2. Aos 80 minutos, El Hilali, jogador do Espanyol, dirigiu-se ao árbitro do encontro informando-o que Rafa Mir, avançado do Elche, lhe teria dirigido um insulto racista.
Maisfutebol     2/3/2026


É por este tipo de ideologia que há muitas manifestações  de apoio no Ocidente...?!!!!!!!

Magen David   2/3/2003    



Um ato rápido de abandono virou uma história que se espalhou pela internet.

Segundo relatos que circularam nas redes sociais, câmeras de segurança registraram um homem deixando seu cachorro em uma rua escura e indo embora.

Pouco tempo depois, um raio atingiu o carro e teria colidido contra um poste.

As autoridades analisaram as imagens, responsabilizaram o homem por abandono de animal e o levaram sob custódia.

O cachorro sobreviveu.

E aqui começa a parte que importa: ele foi adotado por policiais locais e hoje vive em segurança, cercado de cuidado e atenção na delegacia.

O que começou como dor terminou em proteção, justiça e uma segunda chance.

No fim, quem realmente venceu foi ele.           Mundo dos Pets     3/3/2026



Todo fue gracias al Régimen Iraní 🇮🇷💔
Esto sucedió en Irán:

En 1986, una mujer de 35 años del pueblo de Kuhpayeh, llamada Soraya Manutchehri, fue falsamente acusada de adulterio y posteriormente lapidada(Apedreada) hasta la muerte.

Su esposo quería casarse con una niña de 14 años y, al no querer mantener dos familias, ni devolver los bienes de Soraya, fabricó acusaciones falsas de infidelidad en su contra.

Con la complicidad de autoridades corruptas del pueblo, Soraya fue condenada injustamente y ejecutada de manera brutal.

Posteriormente el periodista franco-iraní Freidoune Sahebjam relató este trágico suceso en su libro de 1990 La Femme Lapidée, traducido al inglés como The Stoning of Soraya M.

El libro fue posteriormente adaptado al cine con el mismo título, The Stoning of Soraya M., y retrata de forma desgarradora el calvario vivido por Soraya.

La crueldad no fue solo personal, sino institucional.
Historias como la de Soraya son un escalofriante recordatorio de cómo el Régimen Iraní, el poder, la corrupción y el silencio pueden destruir vidas inocentes.

Ahora entendemos cómo miles de Iraníes celebraron que su líder supremo Alí Jameneí haya muerto. 

Actualmente    2/3/2026   

O que está verdadeiramente em causa não é apenas um confronto entre “Ocidente” e “Islão”.

O que está em causa é algo muito mais profundo e universal:
O direito das mulheres estudarem, trabalharem e decidirem sobre a sua própria vida.
O direito de criticar o poder sem medo de prisão.
O direito de escolher a própria fé … ou de não ter nenhuma.

O primado da lei civil sobre qualquer imposição teocrática. A separação clara entre religião e Estado. 

Rui Paulo Sousa      1/3/2026