domingo, 11 de outubro de 2026

A Europa já está a arder? Da França para outros países europeus...

 



A Europa já está a arder?

Não se prevê um futuro em que uma civilização gravemente doente se cure pelo voto. Aliás, nem se prevê cura nenhuma mas, dado que a violência puxa violência, múltiplos fragmentos de guerras civis


Não contem comigo para criticar a demora das televisões portuguesas em referir, ainda que ao de leve, a balbúrdia que assola a França há semanas. Percebo sem dificuldade que, nos últimos anos, décadas ou quiçá séculos, seja quase impossível distinguir os períodos em que a França se encontra em estado de sítio dos períodos restantes, que são aqueles em que a França se encontra na mesma em estado de sítio mas com uma quantidade diária de actos de vandalismo ligeiramente inferior à média nacional.

Desta vez, e também sem grande surpresa, os protestos são da variante “estudantil”. Em Setembro, os alunos de um liceu suburbano em Créteil decidiram que as turmas tinham excesso de gente, que havia falta de docentes e que o mobiliário escolar exibia sinais de degradação. Para quem, como eu e o português comum, frequentou “secundárias” públicas tão luxuosas quanto o “lounge” Chase Sapphire do aeroporto LaGuardia, estes relatos da miséria causam um nó na garganta. Por isso não admira que, se os resmungos em Créteil foram genericamente pacíficos, num ápice centenas de milhares de “estudantes” franceses concordassem necessitar de melhores condições de aprendizagem e desatassem a demolir e a incendiar a propriedade alheia que lhes bloqueava o progresso académico. A sede de conhecimento daqueles miúdos comove. Os mais ousados nas reivindicações pedagógicas agrediram polícias, pegaram fogo a um bombeiro e lançaram ácido no rosto de uma idosa que não apreciou a prossecução de um bonito “graffiti”. Cada episódio foi filmado por bandos de colegas que empunhavam telemóveis na vertical e riam muito.

Do pouco que espreitei, as nossas televisões teimam em comparar os protestos em curso com os de Maio de 1968. Não faço ideia se as reportagens notaram a actualização, em 2026, do slogan de então (“Sous le pavés, la plage” – sob o asfalto, a praia): “Sous les cahiers, la rage” – sob os cadernos, a fúria (“Atrás do telemóvel, um selvagem” seria igualmente uma alternativa). Suponho que os “media”, que por regra tratam a barbárie “revolucionária” com bonomia ou entusiasmo, não tenham explorado a analogia a fundo. À semelhança de 1968, a extrema-esquerda continua parte activa na baderna, hoje com o partido França Insubmissa a instigar o caos e o seu líder, o sr. Mélenchon, a procurar sair do caos como líder do país ou, no mínimo, da oposição global à sra. Le Pen. A diferença face a 1968 é a curiosa aliança da extrema-esquerda com o jihadismo islâmico, favorecido pela demografia local e, no caso, traduzido na abundância de “estudantes” franceses chamados Mohamed ou Amir. Além de empunharem cartazes contra a violência em Gaza enquanto atacam polícias em Paris, a partilha de lenços keffiyeh e bandeiras da Palestina entre os manifestantes muçulmanos e os restantes celebra uma união que, um dia, talvez termine a celebrar as tradições humanistas, e assaz francesas, da perseguição dos dissidentes e da guilhotina. Um dia.

Para já, a França é apenas um posto avançado do desprendimento suicida que o Ocidente resolveu acarinhar. O que acontece por lá antecipa, com particular presciência, aquilo que, não tarda, acontecerá na Alemanha e na Suécia, no Reino Unido e na Holanda e na Bélgica. Até na periferia do continente o fantasma do Bloco de Esquerda surgiu a convocar protestos e rebaldaria. No meio da sua incontrolável verborreia, anteontem o sr. Trump tentou resumir a situação: “O que se passa em França é somente o resultado da imigração descontrolada. Isto não é sobre escolas, mas sobre o Islão querer conquistar um país outrora grandioso!” Se descontarmos a discutível “grandeza” passada da França, adicionarmos a influência da esquerda radical e espalharmos o caldo pela Europa fora, o resumo é razoável. À conta da “tolerância” e da debilidade, as brechas que o continente abriu são bem maiores que as próprias fronteiras, e por elas entraram não só milhões e milhões de representantes de uma cultura hostil: entrou na cabeça de inúmeros “activistas” profissionais e totalitários inatos a noção de que o ambiente se tornara propício à devastação que sempre ambicionaram. A noção estava correcta.

Outro americano, Marco Rubio, ecoou esta semana em Atenas o discurso de J.D. Vance há um ano e tal em Munique: ou a Europa desperta para defender os respectivos “valores” fundacionais ou os “valores” dissipam-se e a Europa, a Europa que conhecemos, dissipa-se com eles. Por diplomacia ou convicção, Rubio exagerou no optimismo. De que maneira é que se resolvem os problemas com que voluntariamente a Europa se consome? Para uma parcela dos eleitorados, resolvem-se através da concessão do poder à direita, que o mainstream político e jornalístico designa por “extrema-direita” e cujo advento consideram a única consequência preocupante dos “excessos” [sic] da extrema-esquerda, que o mainstream político e jornalístico designa por “esquerda”. Há aqui alguns equívocos.

Acima de tudo, o que assusta, ou devia assustar, nos “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico) não é o embalo que isso concede aos movimentos ditos “fascistas”: são os “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico). A ascensão eleitoral de forças menos amigas do “multiculturalismo” é consequência secundária e natural da incapacidade do “centro”, actualmente um vespeiro de oportunistas e irresponsáveis, em garantir um esboço de equilíbrio e sossego nas respectivas nações. A chatice é que, no mundo que temos, os ditos “fascistas” são institucionais e ascendem ou prometem ascender ao mando pela via democrática. E à “democrática” extrema-esquerda, excluída da simpatia popular e numa relação instrumental com migrantes “inadaptados” e organizações terroristas, sobra a rua, onde pratica a violência que, para não destoar na geografia, é a sua raison d’être.

Em suma, não se prevê um futuro em que uma civilização gravemente doente se cure pelo voto. Aliás, nem se prevê cura nenhuma mas, dado que a violência puxa violência, múltiplos fragmentos de guerras civis ou a abdicação definitiva. Não é um futuro promissor, se é que chega a ser um futuro.


observador.pt  10 out. 2026




Artigo memorável da Chantal Delsol no Le Figaro de 07/10/2026:
**Os alunos do ensino secundário são vítimas da mentira igualitária da escola**
«Os alunos do ensino secundário do Maio de 68, imbuídos das tolices de Mao ou Trotsky, estavam convencidos de estar a construir a felicidade pura e simples ou “os amanhãs que cantam”, mas eram também fruto da escola republicana. E, como tal, possuíam muitas palavras (demasiadas?), recitavam de cor Aragon e Lenine (Ah! Materialismo e empiriocriticismo!). (…)
Os alunos do ensino secundário de hoje enfrentam uma mentira bem diferente, a de Bourdieu, mais recente mas na mesma linha, que já não procura a igualdade perfeita através da subversão das instituições, mas sim através da destruição da cultura. O nível de cultura gera desigualdades. A exigência que a escola republicana demonstrava para com os alunos significava a crença no valor do mérito - produzia um Camus através da aprendizagem árdua e da apropriação da cultura. Na escola bourdieusiana, o mérito, por ser ainda desigualitário, deve ele próprio ser excluído. Assim, a ignorância espalha-se.
No primeiro dia dos acontecimentos actuais, os alunos do ensino secundário, empenhados em expulsar um jornalista de quem não gostavam, só encontraram para lhe dizer «Vai-te foder» e «Filho da p...». É o vocabulário do ciclope de Homero.
A escola bourdieusiana já não produz Camus, filho de uma analfabeta; produz diretamente analfabetos, em nome da igualdade. E os alunos do ensino secundário alinham-se por trás dessa bandeira, em nome da igualdade. Em suma, serviram-se mentiras aos alunos do ensino secundário, tanto no passado como hoje.
Mas a mentira de hoje, que não passa de uma herdeira da primeira, é, no entanto, muito mais grave, porque os atinge logo no início, está no cerne da questão e começa na escola primária. Por essa razão, causa danos irreparáveis: quando se privilegia a ignorância desde o início (basta, por ideologia, não exigir qualquer esforço da criança), torna-se quase impossível reparar, porque os danos estão já causados na idade em que tudo se decide. (…)
A mentira bourdieusiana consiste em dizer isto à criança: a obtenção de lugares com base no mérito é uma injustiça. A justiça exige que todos pertençam à elite (viremos um pouco o mundo de cabeça para baixo, fica bem, a vida é tão triste). Portanto, todos serão aprovados nos exames - do bacharelato até ao mestrado. É isso que é a justiça, e é isso que é o futuro; caso contrário, “há violências legítimas”.
A mentira em questão está tão disseminada que invadiu a publicidade: “todos temos direito ao melhor, ao melhor preço”.
Não nos apercebemos de que, se o melhor está em todo o lado, o melhor já não existe; que, se todos são a elite, já não há elite. Ou melhor, apercebemo-nos disso e sabemos bem o que isso significa: uma sociedade completamente igualitária, a dos sonhos socialistas que acabam em Cuba, na Coreia do Norte, na Venezuela (regime que, precisamente, Jean-Luc Mélanchon tanto aprecia).
Em vez de serem incentivados e obrigados a trabalhar, os alunos do ensino secundário de 2026 são constantemente vitimizados. São vitimizados porque sofrem com as catástrofes climáticas, porque viveram os confinamentos, porque as suas escolas carecem de recursos, como se as gerações anteriores não tivessem, cada uma, vivido os seus problemas e os seus dramas, na maioria das vezes muito mais trágicos. São vitimizados por serem «pertencentes a minorias étnicas», como se a França não fosse o país que concede mais subsídios e serviços gratuitos (saúde, educação) a todos os níveis e a todos os seus cidadãos, mesmo aos que estão em situação irregular. (…)
Os alunos do ensino secundário do Maio de 68 eram ingénuos, mas não eram vítimas (tinham toda a cultura necessária para não caírem nas armadilhas enganosas da ideologia, o que, no entanto, aconteceu). Os alunos do ensino secundário de hoje não têm esse beneficio da dúvida, não são ingénuos: caem nas armadilhas ideológicas porque não têm palavras, e um espírito sem palavras deixa-se engolir pelo primeiro tubarão que aparece.
São vítimas porque não há nem a vontade (por parte dos ideólogos) nem a coragem (por parte da maioria dos outros, impressionados pelos ideólogos) de demonstrar exigência para os formar, o que a palavra “aluno” transmite. (...)
Vejo um cartaz numa manifestação de terça-feira: «Não queremos passar a vida a ganhá-la», que, por si só, descreve a dimensão da ilusão com que foram embalados por vigaristas de promessas.
Hoje em dia, os defensores institucionais do movimento - a LFI e os seus apoiantes - assemelham-se mais a Mao do que a qualquer outra figura do passado. Mao atiçava as brasas da Revolução Cultural, apelando a “um grande caos sob o céu” para “extrair do grande caos uma ordem suprema” (admiremos o génio inventivo! Um pensamento respeitoso e admirativo para Yang Jisheng e a sua monumental história da Revolução Cultural, “Virar o Céu e a Terra”).
Era preciso destruir tudo o que restava de desigual no mundo antigo. Aí onde a realidade resiste à vontade igualitária, é preciso destruí-la. (…)
Os grupos de alunos fanatizados começam por atear fogo às lixeiras e, em seguida, aproximam-se dos professores e, em vez de falar com eles (não têm palavras! Nunca nos esqueçamos disso), espancam-nos ou atiram-lhes gasolina. “Têm razão, o que fazem é poderoso”, afirma Jean-Luc Mélenchon.
Tudo o que se opõe à mentira igualitária é marcado pela infâmia, e nunca se ouviram tantas vozes a exigir a proibição das escolas privadas, ainda capazes dessa virtude esquecida pelos educadores: a exigência.
Eliminar o que funciona para que, por comparação, não se perceba o desastre do sistema vigente: é a única solução que resta ao charlatão perseguido.»

Rodrigo Penedo 9/10/2026




Those silly “students” are now rioting in Belgium too. Who knew that school conditions were this bad across so many EU countries that also recently experienced mass immigration. 🤷🏻‍♂️


Aqueles "estudantes" insensatos estão agora também a promover tumultos na Bélgica. Quem diria que as condições escolares eram tão más em tantos países da UE que também viveram imigração em massa recentemente?

Hal Van Hercke    9/10/2026  



Brussels alone has only 21.5% of its population that are Belgian. 






Exemplos de Justiça Grotesca na Europa

 



Um motorista TVDE em Lisboa, vai na terceira violação, que se saiba. Três são oficiais e já tinha sido condenado, por outras duas e ainda desconfiam de outras!

A terceira vítima completamente incapaz de oferecer resistência! O indivíduo é detido e adivinhem?

Após ser presente a primeiro interrogatório judicial, em Lisboa, o arguido ficou apenas sujeito às medidas de coação de proibição de contactos com a vítima e apresentações periódicas em posto policial.

É assim que este país, com estas leis, lida com um violador em série que é motorista TVDE!

Andamos a debater a necessidade de mais segurança e mais polícias, para depois um violador em série ser presente a tribunal e ir para o conforto da sua casa.

É assim que está a justiça, no nosso país.


Vasco Santa Rita   8/10/2026



🚨BREAKING: A British court jailed an ex-boxer for saying, on video, that young white girls are being raped by grooming gangs.

Derek Heggie, 41, from Carlisle, was sentenced to 10 months and two weeks for two YouTube videos posted in August 2024, during the unrest after Southport. One video had nearly 500,000 views.

The BBC reports the court heard that, in videos referring to Muslims, Heggie said “young white girls are being raped by these grooming gangs.” The judge called the comments ill-informed and potentially dangerous, and said he wanted them heard by many.

He pleaded guilty to sending a grossly offensive communication. Britain has spent years documenting grooming-gang cases. He still went to jail for saying it out loud. 


🚨ÚLTIMA HORA: Um tribunal britânico condenou um ex-pugilista à prisão por afirmar, em vídeo, que jovens brancas estão a ser violadas por gangues de aliciadores (*grooming gangs*). 
Derek Heggie, de 41 anos e natural de Carlisle, foi condenado a 10 meses e duas semanas de prisão devido a dois vídeos no YouTube publicados em agosto de 2024, durante os distúrbios ocorridos após o incidente em Southport. Um dos vídeos atingiu quase 500 mil visualizações. 
Segundo a BBC, foi noticiado em tribunal que, em vídeos que mencionavam muçulmanos, Heggie afirmou que "jovens brancas estão a ser violadas por estes gangues de aliciadores". O juiz classificou os comentários como mal informados e potencialmente perigosos, referindo que o arguido queria que fossem ouvidos por muitas pessoas. 
Declarou-se culpado pela transmissão de uma comunicação grosseiramente ofensiva. O Reino Unido tem vindo a documentar casos de quadrilhas de aliciadores há anos; ainda assim, foi preso por expressar esta afirmação publicamente.


David J Harris Jr.    5/10/2026



🇸🇪🇨🇩 The Congolese migrant who beat the Swedish off-duty policeman Christian Zedig to death in a FIFA World Cup fan zone in Copenhagen was sentenced to 1 year.

The judge also banned Nkumba Tshiembe from going to bars, restaurants, nightclubs and other places where alcohol is served after midnight for a year after his release from prison.

The Congolese migrant is a repeat offender who has previously been sentenced for r*ping a woman, stabbing a man right next to the heart in a nightclub and several random assaults in public.

The short sentence has caused outrage in Denmark and people are now calling for the law on “simple violence” to be amended so that longer sentences can be issued. 


O imigrante congolês que espancou até à morte o polícia sueco Christian Zedig — que estava de folga — numa *fan zone* do Campeonato do Mundo da FIFA, em Copenhaga, foi condenado a um ano de prisão. 
O juiz proibiu ainda Nkumba Tshiembe de frequentar bares, restaurantes, discotecas e outros locais onde se sirva álcool depois da meia-noite, pelo período de um ano após a sua libertação. 
O imigrante congolês é reincidente; já tinha sido condenado anteriormente por violar uma mulher, esfaquear um homem na altura do coração numa discoteca e cometer várias agressões aleatórias em locais públicos. 
A pena branda causou indignação na Dinamarca, havendo agora apelos para que a lei sobre a "violência simples" seja alterada, permitindo a aplicação de penas mais severas.


Visegrad24

   8/10/2026



A BURCA NAS RUAS É LIBERDADE RELIGIOSA. UMA BÊNÇÃO CATÓLICA NUMA ESCOLA É UM ESCÂNDALO!

Quem é, afinal, a Comissão da Liberdade Religiosa, que tanto se incomoda com uma bênção católica na inauguração de uma escola pública? (...)


Uma bênção! Num país com quase nove séculos de história, profundamente marcado pelo cristianismo, uma simples bênção transforma-se num atentado à legalidade.

Portugal é um Estado não confessional, não um Estado obrigado a tratar o catolicismo como uma doença contagiosa. A separação entre o Estado e as igrejas não exige o apagamento da nossa história.

É legítimo discutir os limites jurídicos das cerimónias oficiais. O que é absurdo é transformar uma bênção num escândalo nacional, enquanto se invoca a liberdade religiosa para defender manifestações de fé muito mais ostensivas no espaço público.

Aparentemente, todas as religiões merecem tolerância. A católica é que tem de pedir desculpa por existir.

O problema de Portugal não é um padre abençoar uma escola. É uma certa elite que parece convencida de que respeitar todas as culturas exige começar por apagar a nossa.




O Parlamento Europeu decidiu classificar a Irmandade Muçulmana como Organização terrorista

 


José Cerca   9/10/2026



On October 8, 2026, the European Parliament adopted a resolution calling for a coordinated EU strategy to counter Islamist entryism and the influence of Muslim Brotherhood-linked networks.

The resolution passed with 381 votes in favor, 167 against and 15 abstentions. Most national delegations of MEPs supported the proposal, while Spain and Finland stood out as the only countries where a majority voted against it.

The Muslim Brotherhood was founded in Egypt in 1928 and has since developed into a broader Islamist movement with affiliated or ideologically connected organizations in several countries.

The resolution focuses on what lawmakers describe as Islamist entryism, referring to attempts by Islamist networks to gain influence within political institutions, civil society organizations and other established structures.

It calls for greater scrutiny of EU funding, closer monitoring of related networks and an assessment of whether certain linked individuals or organizations should be considered for the EU terrorist list.

Importantly, the resolution is non-binding. It does not ban the Muslim Brotherhood or automatically designate any organization as terrorist.

The vote signals substantial support within the European Parliament for closer examination of these networks, although the proposed measures would require further action by EU institutions.

A 8 de outubro de 2026, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que apela a uma estratégia coordenada da UE para combater o "entrismo" islamista e a influência das redes ligadas à Irmandade Muçulmana. 
A resolução foi aprovada com 381 votos a favor, 167 contra e 15 abstenções. A maioria das delegações nacionais de eurodeputados apoiou a proposta, enquanto a Espanha e a Finlândia se destacaram como os únicos países onde a maioria votou contra. 
A Irmandade Muçulmana foi fundada no Egipto em 1928 e, desde então, evoluiu para um movimento islamista mais amplo, com organizações afiliadas ou ideologicamente ligadas em vários países. 
A resolução centra-se no que os legisladores descrevem como "entrismo" islamista, referindo-se às tentativas das redes islamistas de ganhar influência dentro das instituições políticas, organizações da sociedade civil e outras estruturas estabelecidas. 
O texto apela a um escrutínio mais rigoroso do financiamento da UE, a uma monitorização mais atenta das redes relacionadas e a uma avaliação sobre se determinados indivíduos ou organizações ligadas ao grupo devem ser incluídos na lista de terroristas da UE. 
É importante realçar que a resolução não é vinculativa. Não proíbe a Irmandade Muçulmana nem classifica automaticamente qualquer organização como terrorista. A votação sinaliza um apoio substancial no Parlamento Europeu para um exame mais detalhado destas redes, embora as medidas propostas exijam ações adicionais por parte das instituições da UE.

Geo All Day

   10/10/2026

Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit para 72 horas.

 


A Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit de emergência capaz de garantir 72 horas de autonomia. Saiba o que deve incluir.
https://link.diariodistrito.pt/q72


Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit para 72 horas. Veja o que deve ter em casa

Proteção Civil sugere kit de emergência para 72 horas.


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda que cada família tenha em casa um kit de emergência capaz de garantir 72 horas de autonomia. A mesma orientação consta da estratégia de preparação da União Europeia e é partilhada pela Cruz Vermelha Portuguesa.

O apagão de 28 de abril de 2025 deu outra força a esta recomendação.

A água é o ponto de partida: pelo menos três litros por pessoa e por dia. O resto do kit cabe numa mochila resistente.


  • Comida que não precise de ser cozinhada, como enlatados, bolachas, chocolate ou barras energéticas
  • Comprimidos para purificar água
  • Rádio a pilhas ou de manivela, lanterna e pilhas de reserva
  • Power bank carregado e um relógio que não dependa de eletricidade
  • Kit de primeiros socorros e a medicação habitual de cada pessoa para vários dias
  • Sabão, toalhitas, papel higiénico, escova e pasta de dentes
  • Cópias dos documentos de identificação e contactos de emergência numa bolsa impermeável
  • Canivete multiusos, isqueiro ou fósforos, velas, apito e uma corda resistente
  • Roupa quente, mantas térmicas e uma muda de roupa
  • Fraldas, leite em pó e comida de bebé, quando há crianças pequenas, e água, comida e trela para os animais

Dinheiro vivo no kit de emergência

Notas e moedas fazem parte da lista, porque numa crise os pagamentos com cartão podem falhar. Em Portugal não há um valor de referência oficial. Em Espanha, o banco central aponta para 70 a 100 euros por pessoa.

A Proteção Civil sugere ainda que cada família combine um ponto de encontro e uma forma de contacto para o caso de a rede móvel ir abaixo.

Uma lista destas é útil a quem vive sozinho ou tem familiares mais velhos: passe-a a quem possa precisar.


diariodistrito.sapo.pt    09/10/2026