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Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
terça-feira, 9 de junho de 2026
Praia fluvial do Agroal
A verdade não deve depender da identidade do agressor nem da identidade da vítima...parcialidade de uma parte da comunicação social
Jorge Victor Torres 9/6/2026
https://www.facebook.com/reel/1345818910816859
Police in Surrey, England, carried out an unusual month-long operation to tackle harassment against women in public places. Instead of wearing uniforms, female police officers dressed in ordinary clothes and posed as joggers in areas where complaints about harassment were common.
The goal was to catch offenders in the act and better understand the experiences many women face while walking or exercising alone. While the officers jogged through these locations, specialist police teams stayed nearby, ready to step in if any threatening or inappropriate behavior occurred.
The results were surprising. During the operation, police arrested 18 people for offences including harassment, physical assault, and theft. According to Inspector Jon Vale, one undercover officer was honked at by a driver within just 10 minutes of starting her jog. Only 30 seconds later, another vehicle slowed down and the occupants made inappropriate gestures toward her.
These incidents highlighted how quickly harassment can occur in public spaces. The operation was designed not only to catch offenders but also to raise awareness of a problem many women regularly experience.
The issue appeared to be widespread. A survey conducted by Surrey County Council found that 94% of female residents had experienced some form of harassment. Despite this, nearly half said they had never reported it to authorities.
Police said the operation helped identify offenders and encouraged more victims to come forward. It also provided important evidence about the challenges many women face in everyday life.
The undercover initiative became an example of how law enforcement can use creative methods to address public safety concerns and better protect members of the community.
A polícia de Surrey, na Inglaterra, realizou uma operação incomum de um mês para combater o assédio contra mulheres em locais públicos. Em vez de usar uniformes, policiais femininas vestiram roupas comuns e fizeram-se passar por corredoras em áreas onde as queixas de assédio eram frequentes.
O objetivo era flagrar os agressores em flagrante e entender melhor as experiências que muitas mulheres enfrentam ao caminhar ou se exercitar sozinhas. Enquanto as policiais corriam por esses locais, equipes policiais especializadas permaneciam nas proximidades, prontas para intervir caso ocorresse qualquer comportamento ameaçador ou inadequado.
Os resultados foram surpreendentes. Durante a operação, a polícia prendeu 18 pessoas por crimes como assédio, agressão física e furto. Segundo o inspetor Jon Vale, uma policial disfarçada teve sua buzina disparada por um motorista apenas 10 minutos após começar a correr. Apenas 30 segundos depois, outro veículo diminuiu a velocidade e os ocupantes fizeram gestos inapropriados em sua direção.
Esses incidentes destacaram a rapidez com que o assédio pode ocorrer em espaços públicos. A operação foi planeada não apenas para prender os agressores, mas também para conscientizar sobre um problema que muitas mulheres enfrentam regularmente.
O problema parecia ser generalizado. Uma pesquisa realizada pelo Conselho do Condado de Surrey revelou que 94% das residentes do sexo feminino haviam sofrido algum tipo de assédio. Apesar disso, quase metade afirmou nunca ter denunciado o caso às autoridades.
A polícia afirmou que a operação ajudou a identificar os agressores e incentivou mais vítimas a denunciarem o caso. Também forneceu evidências importantes sobre os desafios que muitas mulheres enfrentam no dia a dia.
A iniciativa secreta tornou-se um exemplo de como as forças policiais podem usar métodos criativos para lidar com questões de segurança pública e proteger melhor os membros da comunidade.
The goal was to catch offenders in the act and better understand the experiences many women face while walking or exercising alone. While the officers jogged through these locations, specialist police teams stayed nearby, ready to step in if any threatening or inappropriate behavior occurred.
The results were surprising. During the operation, police arrested 18 people for offences including harassment, physical assault, and theft. According to Inspector Jon Vale, one undercover officer was honked at by a driver within just 10 minutes of starting her jog. Only 30 seconds later, another vehicle slowed down and the occupants made inappropriate gestures toward her.
These incidents highlighted how quickly harassment can occur in public spaces. The operation was designed not only to catch offenders but also to raise awareness of a problem many women regularly experience.
The issue appeared to be widespread. A survey conducted by Surrey County Council found that 94% of female residents had experienced some form of harassment. Despite this, nearly half said they had never reported it to authorities.
Police said the operation helped identify offenders and encouraged more victims to come forward. It also provided important evidence about the challenges many women face in everyday life.
The undercover initiative became an example of how law enforcement can use creative methods to address public safety concerns and better protect members of the community.
A polícia de Surrey, na Inglaterra, realizou uma operação incomum de um mês para combater o assédio contra mulheres em locais públicos. Em vez de usar uniformes, policiais femininas vestiram roupas comuns e fizeram-se passar por corredoras em áreas onde as queixas de assédio eram frequentes.
O objetivo era flagrar os agressores em flagrante e entender melhor as experiências que muitas mulheres enfrentam ao caminhar ou se exercitar sozinhas. Enquanto as policiais corriam por esses locais, equipes policiais especializadas permaneciam nas proximidades, prontas para intervir caso ocorresse qualquer comportamento ameaçador ou inadequado.
Os resultados foram surpreendentes. Durante a operação, a polícia prendeu 18 pessoas por crimes como assédio, agressão física e furto. Segundo o inspetor Jon Vale, uma policial disfarçada teve sua buzina disparada por um motorista apenas 10 minutos após começar a correr. Apenas 30 segundos depois, outro veículo diminuiu a velocidade e os ocupantes fizeram gestos inapropriados em sua direção.
Esses incidentes destacaram a rapidez com que o assédio pode ocorrer em espaços públicos. A operação foi planeada não apenas para prender os agressores, mas também para conscientizar sobre um problema que muitas mulheres enfrentam regularmente.
O problema parecia ser generalizado. Uma pesquisa realizada pelo Conselho do Condado de Surrey revelou que 94% das residentes do sexo feminino haviam sofrido algum tipo de assédio. Apesar disso, quase metade afirmou nunca ter denunciado o caso às autoridades.
A polícia afirmou que a operação ajudou a identificar os agressores e incentivou mais vítimas a denunciarem o caso. Também forneceu evidências importantes sobre os desafios que muitas mulheres enfrentam no dia a dia.
A iniciativa secreta tornou-se um exemplo de como as forças policiais podem usar métodos criativos para lidar com questões de segurança pública e proteger melhor os membros da comunidade.Unknown Facts 8/6/2026
Portugal Patriota 8/6/2026
Portugal em números (junho 2026)
𝟭𝟬 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗻𝗵𝗼 | 𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹, 𝗱𝗲 𝗖𝗮𝗺𝗼̃𝗲𝘀 𝗲 𝗱𝗮𝘀 𝗖𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮𝘀
Celebramos hoje Portugal, os portugueses, a língua e a cultura que unem comunidades em todo o mundo.
Assinalado na data da morte de Luís de Camões, este dia homenageia a identidade, a história e a presença portuguesa além-fronteiras.
Nesta publicação, partilhamos alguns indicadores estatísticos que enquadram Portugal no contexto da União Europeia, evidenciando diferentes dimensões da realidade nacional através dos dados oficiais.
Consulte www.ine.pt ![]()
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Sente-se cidadão da União Europeia? Depois dos tumultos em França, agora é a vez da Bélgica
Do you feel like a citizen of the European Union?
Geo All Day 8/6/2026
https://www.facebook.com/reel/922697204116603
🚨🇧🇪🇪🇺 BEM-VINDOS À CAPITAL DA EUROPA ....DEPOIS DE PARIS, CHEGOU A VEZ DE BRUXELAS... Um grande grupo de imigrantes de segunda e terceira geração está a promover tumultos em Bruxelas, a capital da União Europeia. ....Barricadas, incêndio de edifícios, saque de lojas, pedras e bombas incendiárias contra a polícia...
domingo, 7 de junho de 2026
Redes de imigração ilegal detetadas em 17 freguesias de Lisboa: numa mesma rua dois apartamentos tinham 4349 moradores
Mais de 70% das juntas de freguesias da Capital - 17 das 24 - remeteram para o Ministério Público, Polícia Judiciária e AIMA milhares de pedidos de atestados de residência, de cidadãos estrangeiros, com moradas falsas e testemunhas repetidas. Há mais de 40 inquéritos em curso no DIAP de Lisboa. Maior rigor na emissão, com a instalação de sistemas antifraude, levou redes a virarem-se também para a falsificação
O julgamento arrancou no início de fevereiro. Pelo banco dos réus do Tribunal Central Criminal de Lisboa começaram a passar, à vez, 30 arguidos, indiciados por associação e auxílio à imigração ilegal, e falsificação de documentos. Juntos compunham uma rede, de liderança hindustânica, que operava na freguesia da Penha de França e que facilitava a emissão fraudulenta de atestados de residência a imigrantes, que lá não moravam mas que pagavam pelo... ( o resto é somente para os assinantes deste Jornal)
| A Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa dedicada à legalização fraudulenta de milhares de imigrantes em Portugal. A investigação concluiu que o esquema estava espalhado por 17 das 24 freguesias de Lisboa e utilizava moradas falsas para registar cidadãos estrangeiros junto das autoridades.
Em alguns casos, dois apartamentos localizados na mesma rua concentravam centenas de registos de residência. As autoridades encontraram situações em que dezenas de pessoas apareciam oficialmente a viver na mesma habitação, apesar de nunca terem residido nesses locais.
Segundo a investigação, a organização recorria a empresas inativas ou já encerradas para criar contratos de trabalho fictícios, documentos essenciais para processos de regularização e obtenção de autorizações de residência. A rede cobrava milhares de euros aos clientes por cada processo.
A operação resultou em dezenas de buscas e vários arguidos. As autoridades acreditam que o esquema terá permitido a legalização irregular de milhares de cidadãos estrangeiros e provocado prejuízos de vários milhões de euros ao Estado, incluindo à Segurança Social.
A investigação continua para apurar a dimensão total da rede e identificar todos os beneficiários do esquema.