Mundo da Informação

terça-feira, 2 de junho de 2026

Persa que fugiu do Irão faz o seu desabafo sobre Londres

https://www.facebook.com/reel/1059810643664119 


O alerta desse iraniano merece ser ouvido. Quem viveu sob um regime islâmico conhece, na prática, as consequências da perda de liberdades individuais. É curioso ver a esquerda apoiar ou minimizar movimentos islamistas em nome do multiculturalismo, sem perceber que muitas das pautas que defendem entram em conflito direto com a visão desses grupos extremistas. Em diversos países onde o islão é a principal religião, os primeiros a sofrer restrições foram justamente dissidentes, ativistas, minorias religiosas, opositores políticos e defensores de pautas progressistas. Ouvir quem viveu essa realidade é aprender com a experiência de quem conhece os riscos do extremismo.

Reino Unido começa a introduzir “carbon scores” nos alimentos de supermercados

 

O Reino Unido está a testar rótulos de carbono para medir o nível de emissões em alguns produtos de supermercado. Um “rótulo ecológico” é um símbolo, logótipo ou gráfico que indica o “impacto ambiental de um produto” e constitui um tipo de «alegação ecológica».

Em 2021, a organização Foundation Earth apoiada pelo governo britânico e por marcas como a Nestlé, Marks e Costa Coffee, realizou, igualmente, um projecto-piloto em que media as pontuações ecológicas. A iniciativa foi parcialmente financiada pela EIT Food da Comissão Europeia. Alguns parceiros incluem o LIDL, Aldi e Starbucks.

No que diz respeito às pontuações/carbon scores, já existem propostas e estudos que exploram a atribuição a cada indivíduo de uma quota pessoal de emissões de carbono, cobrindo consumo de eletricidade doméstica, deslocações e viagens aéreas (uma espécie de carbon plafond).

De relembrar que, em 2005, Peter Brabeck-Letmathe (ex-CEO da Nestlé) afirmou que “a água ser um direito público é uma opinião extrema”, acrescentando, ainda, “a água é um género alimentício como qualquer outro e, como qualquer outro alimento, deve ter um valor de mercado”.

Paralelamente, o governo britânico está a implementar um sistema de identificação digital, o que levanta novas questões sobre privacidade, controlo e acesso a serviços. Esta preocupação não é inédita, durante a crise da covid-19, em vários países presenciou-se a uma suspensão das liberdades individuais, dado que, indivíduos que não apresentassem o comprovativo da vacina não podiam entrar em restaurantes, ginásios, shoppings, praticar desporto federado e viajar.


De forma semelhante, na China implementou-se o sistema de crédito social, que é um sistema de classificação de indivíduos, utilizando dados financeiros, legais, administrativos e sociais para avaliar a confiabilidade e comportamento dos cidadãos. Pontuações altas traduzem-se em recompensas como acessos a empréstimos, prioridade nos serviços públicos e descontos em transportes. Em contrapartida, pontuações baixas resultam em restrições de viagens, menos oportunidades de emprego, prioridade menor nos serviços públicos e estigma social, basicamente, uma progressiva exclusão da sociedade.

Fontes:

Foundation Earth – Environmental scoring of food & drink products

Carbon food labelling: When will we have the information to understand the carbon footprint of our shopping basket? | Deloitte UK

What is carbon food labelling – and how can it help the planet?

FDTP: towards consistent, accurate and accessible environmental impact quantification for the agri-food industry – GOV.UK

Carbon footprint labelling on food | safefood

Carbon labelling on campus menus: how Foodsteps calculates carbon in different foods : Broadcast: News items : University of Sussex

Are carbon scores real stewardship—or virtue signalling? | UX Collective

Traffic-light system of ‘eco-scores’ to be piloted on British food labels | Food & drink industry | The Guardian

Personal carbon allowances white paper | The Carbon Trust

Fontes Multimédia:

File:Flickr – World Economic Forum – Peter Brabeck-Letmathe – World Economic Forum on East Asia 2008.jpg – Wikimedia Commons



Controlo Humano na China


https://lobomedia.pt/2025/10/20/reino-unido-carbon-scores-alimentos/

O crime da demografia em Espanha revelou que os imigrantes africanos cometem 314% mais homicídios, 350% mais crimes sexuais e 537% mais crimes entre menores do que os nativos espanhóis

 



Um estudo do CEU-CEFAS sobre o crime da demografia em Espanha revelou que os imigrantes africanos cometem 314% mais homicídios, 350% mais crimes sexuais e 537% mais crimes entre menores do que os nativos espanhóis.

Taxa de condenados por homicídio

A taxa de condenados por homicídio dos imigrantes africanos é 314% superior à dos nativos espanhóis. Já a taxa de condenados por homicídio dos imigrantes do continente americano é 300% superior à dos espanhóis.

Violência de sexo

Quanto aos condenados por homicídio baseado na violência de sexo, os imigrantes africanos têm 294% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.

Igualmente, os imigrantes do continente americano têm 276% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.

Segundo um relatório do Observatório de Migrações, os portugueses têm rácios de contribuição 97% superiores aos de imigrantes não-ocidentais

 


Os portugueses contribuem +97% para a Segurança Social que os imigrantes não-ocidentais e +129% comparado aos imigrantes indianos. Enquanto que, os imigrantes espanhóis contribuem +174% que os PALOP e os franceses +205% que os asiáticos, segundo um relatório de indicadores de imigrantes publicado em 2023.

Em comparação, os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido, excepto Europa do Leste, apresentam rácios de contribuição superiores à média dos contribuintes estrangeiros.

Escravatura Africana

As pessoas escravizadas em África eram capturadas primariamente por chefes e guerreiros de reinos ou etnias africanas rivais, ou por vezes vendidas devido a dívidas ou condenações judiciais locais. Posteriormente, esses cativos eram comercializados e trocados com traficantes e corsários árabes, europeus e luso-brasileiros em feitorias costeiras. 

A captura e comercialização faziam parte de uma complexa rede que envolvia múltiplos agentes:
  • Líderes e comerciantes africanos: Em busca de armas de fogo, tecidos e outros manufaturados, chefes locais capturavam prisioneiros em guerras de expansão ou emboscadas e os vendiam aos mercadores que operavam nos portos. 
  • Traficantes e comerciantes europeus: Portugueses, ingleses, franceses e holandeses financiavam o tráfico transatlântico. Embora tenham realizado incursões diretas e violentas nos primeiros anos (como ataques costeiros no século XV), rapidamente delegaram a captura ao interior do continente, focando na compra dos cativos aos intermediários. 
  • Traficantes Árabes: Dominavam as rotas de escravização no norte e no leste do continente (Tráfico Oriental e Transsaariano), capturando e movimentando populações durante séculos. 
IA