Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Taxa de Violação em alguns países
Poland’s Immigration Policy Keeps Rape Rates at Rock Bottom as Musk Reposts Incredible Stats
Elon Musk sparked controversy on X by directly crediting Poland’s hardline refusal to accept Muslim refugees for its ultra-low rape statistics.
“Poland did not allow uncontrolled immigration,” he posted alongside shocking data.
Official figures reveal Poland records just 1.3 rapes per 100,000 people and by far the lowest in Europe.
Meanwhile, countries that opened their doors to millions of Muslim migrants from the Middle East, North Africa, and beyond have seen rape rates explode:
Austria 25.5
Norway 42.1
France 62.7
Sweden 84.4
England 117.2
Unlike its neighbors, Poland rejected EU Muslim refugee quotas and instead welcomed culturally similar Ukrainians.
The result? Demographic stability and streets that remain among Europe’s safest.
Western Europe’s experiment with mass Muslim immigration has brought the opposite:
Surging sexual violence overwhelmingly tied to the new arrivals. The numbers make the connection impossible to ignore and it’s time to put an end to this failed experiment.
Would love to hear from Muslims on this stat and let’s discuss it.
Fozoole Mahaleh فضول محله
A política de imigração da Polónia mantém as taxas de violação em níveis baixíssimos, como Musk republica estatísticas impressionantes
Elon Musk gerou controvérsia no Facebook ao atribuir diretamente à recusa rigorosa da Polónia em aceitar refugiados muçulmanos os baixíssimos índices de violação do país.
"A Polónia não permitiu a imigração descontrolada", publicou ele, juntamente com dados chocantes.
Números oficiais revelam que a Polónia registra apenas 1,3 violações por 100 mil habitantes, o menor índice da Europa.
Enquanto isso, países que abriram suas portas para milhões de imigrantes muçulmanos do Oriente Médio, Norte da África e outras regiões viram suas taxas de violação dispararem:
Áustria 25,5
Noruega 42,1
França 62,7
Suécia 84,4
Inglaterra 117,2
Ao contrário de seus vizinhos, a Polónia rejeitou as cotas de refugiados muçulmanos da União Europeia e, em vez disso, acolheu ucranianos, de origem cultural semelhante.
O resultado? Estabilidade demográfica e ruas que permanecem entre as mais seguras da Europa.
A experiência da Europa Ocidental com a imigração muçulmana em massa trouxe o resultado oposto:
Um aumento expressivo da violência sexual, fortemente ligado aos recém-chegados. Os números tornam a conexão impossível de ignorar e é hora de pôr fim a essa experiência fracassada.
27/2/2026
In 2022, the reported rate of sexual assault in Canada was approximately 87 incidents per 100,000 population, with women experiencing a significantly higher rate of 157.5 per 100,000 compared to 19.0 for men. Police-reported sexual assault increased by 38% between 2017 and 2022.
Jeff Lamontagne
A Guerra EUA e Irão começou
https://www.facebook.com/reel/1517521797039653
Kuwait Airport Struck by IranAeroporto do Kuwait atingido pelo Irão
https://www.facebook.com/reel/2504577039982858
On February 28, 2026, the United States and Israel launched coordinated military strikes against multiple targets inside Iran. These attacks hit several Iranian cities, including the capital Tehran, and were described by U.S. and Israeli leaders as pre-emptive actions against Iran’s missile and military capabilities. The stated goals were to reduce perceived security threats and prevent Iran from advancing its weapons programs. In the aftermath of the initial strikes, both countries declared states of emergency and heightened defenses.
Iran responded within hours with a widespread retaliation. Iranian forces fired ballistic missiles and drones toward Israel and toward U.S. military bases and facilities across the wider Middle East. Countries hosting or near those bases — including Gulf states such as Qatar, Kuwait, Bahrain, Saudi Arabia, and the United Arab Emirates — reported missile trajectories through their airspace, interceptions by air defenses, or impacts from debris. Some governments condemned the Iranian actions as violations of their sovereignty, and several regional airspaces were temporarily closed as a precaution.
The cycle of strikes and counterstrikes triggered urgent international calls for restraint and diplomatic engagement, as broader regional escalation unfolded throughout the day.Em 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques militares coordenados contra múltiplos alvos dentro do Irão. Esses ataques atingiram diversas cidades iranianas, incluindo a capital Teerão, e foram descritos por líderes americanos e israelitas como ações preventivas contra as capacidades militares e de mísseis do Irão. Os objetivos declarados eram reduzir as ameaças à segurança percebidas e impedir o Irão de avançar com os seus programas de armamento. Após os ataques iniciais, ambos os países declararam estado de emergência e reforçaram as suas defesas.
O Irão respondeu em poucas horas com uma ampla retaliação. As forças iranianas dispararam mísseis balísticos e drones contra Israel e contra bases e instalações militares americanas em todo o Oriente Médio. Países que abrigam ou estão próximos a essas bases — incluindo estados do Golfo como Catar, Kuwait, Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos — relataram trajetórias de mísseis cruzando o seu espaço aéreo, interceptações por defesas aéreas ou impactos de destroços. Alguns governos condenaram as ações iranianas como violações da sua soberania, e diversos espaços aéreos regionais foram temporariamente fechados como medida de precaução.
O ciclo de ataques e contra-ataques desencadeou apelos internacionais urgentes por moderação e diálogo diplomático, à medida que uma escalada regional mais ampla se desenrolava ao longo do dia.The World in Maps 28/2/2026
NATO está a acompanhar situação no Irão e a avaliar risco
A NATO está a acompanhar de perto os desenvolvimentos no Irão e na região, na sequência do ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel e das retaliações iranianas, disse hoje a porta-voz da Aliança Atlântica.
Segundo avançou Allison Hart, a Aliança está a avaliar os desdobramentos da situação para antecipar os possíveis impactos para a segurança na região e, eventualmente, para os países-membros da organização.Segundo a porta-voz, o objetivo é avaliar eventuais "consequências para a estabilidade regional e para missões de paz e defesa coletiva".
Apesar do acompanhamento permanente, não houve nenhum anúncio sobre a ativação de medidas imediatas pela NATO.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram hoje de manhã um ataque conjunto ao Irão, que atingiu a capital, Teerão.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos iniciaram "grandes operações de combate no Irão" e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque tem como objetivo "eliminar uma ameaça existencial representada" pelo regime iraniano.
Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e países vizinhos, como Arábia Saudita, Bahrein e Qatar.
www.noticiasaominuto.com 28/2/2026
Após o anúncio feito hoje pelos Estados Unidos e Israel sobre os ataques contra o Irão, eis os principais intervenientes envolvidos no conflito, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).Donald Trump
Em janeiro, durante um movimento de contestação no Irão, o Presidente norte-americano ameaçou "atacar muito duramente" o país caso as autoridades "começassem a matar pessoas como fizeram no passado".
Dias depois, escreveu na sua rede social: "Continuem a manifestar-se, a ajuda está a caminho", e enviou uma armada para o Golfo.
Trump tem alternado entre a agressividade e a diplomacia, mantendo aberto o canal de diálogo com a retoma, no início de fevereiro, de negociações indiretas, cuja última sessão decorreu na quinta-feira.
Hoje, afirmou que o objetivo era "eliminar ameaças iminentes".
"A hora da vossa liberdade está ao vosso alcance", disse aos iranianos a partir da sua residência na Florida.
"Quando terminarmos, tomem o poder, caberá a vós fazê-lo", afirmou.
Desde o primeiro mandato (2017-2021), foi o arquiteto da política de "pressão máxima" sobre o regime de Teerão.
Em 2018, retirou os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015.
Ao regressar ao poder em janeiro de 2025, afirmou querer "um acordo de paz", mas o processo foi interrompido pela guerra iniciada em junho por Israel, à qual os Estados Unidos se juntaram com ataques a instalações nucleares.
Ali Khamenei
O guia supremo iraniano, de 86 anos, encarna a República Islâmica e a postura de desafio perante os Estados Unidos e Israel.
Líder do sistema teocrático desde 1989, tem a última palavra sobre decisões estratégicas e supervisionou o programa nuclear.
A expansão da influência de Teerão no Líbano, Síria, Iraque e Iémen é central na política externa.
Após a retoma das negociações em fevereiro, avisou que o Irão poderia afundar navios de guerra norte-americanos no Golfo e rejeitou discutir o programa de mísseis.
Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelita apresenta o poder religioso no Irão como uma ameaça estratégica e existencial devido às ambições nucleares e ao apoio a grupos islamistas, que defendem a violência para fins religiosos e políticos.
Desde os anos 1990 que acusa os dignitários religiosos de quererem destruir Israel e, em junho de 2025, conduziu uma guerra de 12 dias contra o Irão.
"Se os 'ayatollahs' cometerem o erro de nos atacar, enfrentarão uma resposta que nem conseguem imaginar", afirmou Netanyahu, que enfrenta acusações de genocídio contra os palestinianos devido à ofensiva militar na Faixa de Gaza.
Aliado próximo de Trump, Netanyahu, que lidera um governo de coligação com a extrema-direita e ultraortodoxos, tem apelado repetidamente à população iraniana para derrubar o regime.
Reza Pahlavi
O filho mais velho do último xá do Irão posiciona-se como líder de uma transição democrática, embora não pise solo iraniano desde a revolução de 1979.
O antigo príncipe herdeiro, de 65 anos, ganhou visibilidade com os recentes protestos no Irão, que o regime reprimiu com um saldo de milhares de mortos.
"Comprometo-me a ser o líder da transição" para um "processo democrático e transparente", afirmou em meados de fevereiro em Munique, Alemanha.
Pahlavi, que reside nos Estados Unidos, é criticado por alguns setores da oposição devido ao apoio a Israel e por não se ter distanciado do regime autocrático do pai.
Mohamed bin Salman
O príncipe herdeiro e governante de facto da Arábia Saudita partilha o desejo de ver o Irão enfraquecido, mas teme que a desestabilização gere o caos regional.
Após anos de rivalidade, tendo chegado a chamar "Hitler" a Khamenei em 2017, Riade e Teerão reataram relações em 2023.
A estabilidade é crucial para o reino atrair investimento e turismo.
Em janeiro, a Arábia Saudita pediu a Washington que desse uma oportunidade à diplomacia, e o príncipe comprometeu-se a não permitir ataques contra o Irão a partir de território saudita, que acolhe uma base norte-americana.
Mundo "preocupado" com escalada do conflito após ataque ao Irão
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Arábia Saudita - A temida Praça Deera na capital do país é o palco onde pessoas são decapitadas às 6ª feiras, após as orações religiosas da semana
A Arábia Saudita não utiliza injeções letais modernas preferindo manter as execuções em praças públicas através do uso de espadas. A temida Praça Deera na capital do país é o palco onde assassinos e terroristas são decapitad0s às sextas feiras logo após as orações religiosas da semana. A população se reúne ao redor para assistir à sentença ser cumprida. O governo saudita acredita que essa demonstração brutal e visual é o maior fator de intimidação possível para impedir o crescimento da violência urbana e do crime.
Desvendando o infinito 25/2/2026
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Nem toda a Tradição merece ser preservada - Pés de Lotus
A fotografia foi feita na década de 1890 e mostra uma mulher chinesa que teve os pés enfaixados desde menina. Ela não era exceção. Para milhões de mulheres, aquela dor era o preço para existir dentro do que a sociedade considerava “adequado”.
A prática ficou conhecida como foot binding (enfaixamento dos pés). Começava quando as meninas ainda eram muito pequenas. Seus pés eram dobrados, os ossos propositalmente fraturados e depois enfaixados com extrema pressão para impedir o crescimento natural. Com o tempo, o pé assumia uma forma reduzida e deformada, chamada de “pé de lótus”. Os sapatos feitos para esses pés eram minúsculos, delicados e altamente valorizados.
Na China tradicional, pés pequenos simbolizavam status, refinamento e beleza feminina. Dizia-se que uma mulher com “pés de lótus” caminhava com graça. O que não se dizia era sobre a dor constante, as infecções, a dificuldade para ficar em pé e as limitações físicas que marcavam toda a vida.
Muitas mulheres mal conseguiam andar sem apoio. Algumas não conseguiam andar de jeito nenhum. Mesmo assim, o costume persistiu por séculos, porque estava ligado ao casamento, à honra da família e à posição social. Não era uma escolha individual , era uma imposição cultural profundamente enraizada.
No início do século XX, surgiram campanhas para erradicar a prática. A mudança foi lenta. Mulheres das áreas urbanas e de famílias mais abastadas foram as primeiras a abandonar o costume. Já nas zonas rurais, ele continuou por décadas.
Em 2007, restavam pouquíssimas mulheres na China que ainda viviam com os pés enfaixados. Com elas desaparecia não apenas uma tradição, mas o testemunho físico de uma ideia perigosa: a de que sofrimento pode ser confundido com beleza.
Essa imagem não fala sobre moda.
Não fala sobre estética.
Ela fala sobre controle.
Sobre normas sociais impostas.
Sobre corpos moldados à força para caber em um ideal.