Blog de Geografia
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segunda-feira, 12 de outubro de 2026
domingo, 11 de outubro de 2026
A Europa já está a arder? Da França para outros países europeus...
Não contem comigo para criticar a demora das televisões portuguesas em
referir, ainda que ao de leve, a balbúrdia que assola a França há semanas.
Percebo sem dificuldade que, nos últimos anos, décadas ou quiçá séculos, seja
quase impossível distinguir os períodos em que a França se encontra em estado
de sítio dos períodos restantes, que são aqueles em que a França se encontra na
mesma em estado de sítio mas com uma quantidade diária de actos de vandalismo
ligeiramente inferior à média nacional.
Desta vez, e também sem grande surpresa, os protestos são da variante
“estudantil”. Em Setembro, os alunos de um liceu suburbano em Créteil decidiram
que as turmas tinham excesso de gente, que havia falta de docentes e que o
mobiliário escolar exibia sinais de degradação. Para quem, como eu e o
português comum, frequentou “secundárias” públicas tão luxuosas quanto o
“lounge” Chase Sapphire do aeroporto LaGuardia, estes relatos da miséria causam
um nó na garganta. Por isso não admira que, se os resmungos em Créteil foram
genericamente pacíficos, num ápice centenas de milhares de “estudantes”
franceses concordassem necessitar de melhores condições de aprendizagem e
desatassem a demolir e a incendiar a propriedade alheia que lhes bloqueava o
progresso académico. A sede de conhecimento daqueles miúdos comove. Os mais
ousados nas reivindicações pedagógicas agrediram polícias, pegaram fogo a um
bombeiro e lançaram ácido no rosto de uma idosa que não apreciou a prossecução
de um bonito “graffiti”. Cada episódio foi filmado por bandos de colegas que
empunhavam telemóveis na vertical e riam muito.
Do pouco que espreitei, as nossas televisões teimam em comparar os
protestos em curso com os de Maio de 1968. Não faço ideia se as reportagens
notaram a actualização, em 2026, do slogan de então (“Sous le pavés, la plage”
– sob o asfalto, a praia): “Sous les cahiers, la rage” – sob os cadernos, a
fúria (“Atrás do telemóvel, um selvagem” seria igualmente uma alternativa).
Suponho que os “media”, que por regra tratam a barbárie “revolucionária” com
bonomia ou entusiasmo, não tenham explorado a analogia a fundo. À semelhança de
1968, a extrema-esquerda continua parte activa na baderna, hoje com o partido
França Insubmissa a instigar o caos e o seu líder, o sr. Mélenchon, a procurar
sair do caos como líder do país ou, no mínimo, da oposição global à sra. Le
Pen. A diferença face a 1968 é a curiosa aliança da extrema-esquerda com o
jihadismo islâmico, favorecido pela demografia local e, no caso, traduzido na
abundância de “estudantes” franceses chamados Mohamed ou Amir. Além de
empunharem cartazes contra a violência em Gaza enquanto atacam polícias em
Paris, a partilha de lenços keffiyeh e
bandeiras da Palestina entre os manifestantes muçulmanos e os restantes celebra
uma união que, um dia, talvez termine a celebrar as tradições humanistas, e
assaz francesas, da perseguição dos dissidentes e da guilhotina. Um dia.
Para já, a França é apenas um posto avançado do desprendimento suicida que
o Ocidente resolveu acarinhar. O que acontece por lá antecipa, com particular
presciência, aquilo que, não tarda, acontecerá na Alemanha e na Suécia, no
Reino Unido e na Holanda e na Bélgica. Até na periferia do continente o
fantasma do Bloco de Esquerda surgiu a convocar protestos e rebaldaria. No meio
da sua incontrolável verborreia, anteontem o sr. Trump tentou resumir a
situação: “O que se passa em França é somente o resultado da imigração
descontrolada. Isto não é sobre escolas, mas sobre o Islão querer conquistar um
país outrora grandioso!” Se descontarmos a discutível “grandeza” passada da
França, adicionarmos a influência da esquerda radical e espalharmos o caldo
pela Europa fora, o resumo é razoável. À conta da “tolerância” e da debilidade,
as brechas que o continente abriu são bem maiores que as próprias fronteiras, e
por elas entraram não só milhões e milhões de representantes de uma cultura
hostil: entrou na cabeça de inúmeros “activistas” profissionais e totalitários
inatos a noção de que o ambiente se tornara propício à devastação que sempre
ambicionaram. A noção estava correcta.
Outro americano, Marco Rubio, ecoou esta semana em Atenas o discurso de
J.D. Vance há um ano e tal em Munique: ou a Europa desperta para defender os
respectivos “valores” fundacionais ou os “valores” dissipam-se e a Europa, a
Europa que conhecemos, dissipa-se com eles. Por diplomacia ou convicção, Rubio
exagerou no optimismo. De que maneira é que se resolvem os problemas com que
voluntariamente a Europa se consome? Para uma parcela dos eleitorados,
resolvem-se através da concessão do poder à direita, que o mainstream político e jornalístico designa por
“extrema-direita” e cujo advento consideram a única consequência preocupante
dos “excessos” [sic] da extrema-esquerda, que o mainstream político
e jornalístico designa por “esquerda”. Há aqui alguns equívocos.
Acima de tudo, o que assusta, ou devia assustar, nos “excessos” da
extrema-esquerda (e do fervor islâmico) não é o embalo que isso concede aos
movimentos ditos “fascistas”: são os “excessos” da extrema-esquerda (e do
fervor islâmico). A ascensão eleitoral de forças menos amigas do
“multiculturalismo” é consequência secundária e natural da incapacidade do
“centro”, actualmente um vespeiro de oportunistas e irresponsáveis, em garantir
um esboço de equilíbrio e sossego nas respectivas nações. A chatice é que, no
mundo que temos, os ditos “fascistas” são institucionais e ascendem ou prometem
ascender ao mando pela via democrática. E à “democrática” extrema-esquerda,
excluída da simpatia popular e numa relação instrumental com migrantes
“inadaptados” e organizações terroristas, sobra a rua, onde pratica a violência
que, para não destoar na geografia, é a sua raison d’être.
Em suma, não se prevê um futuro em que uma civilização gravemente doente se
cure pelo voto. Aliás, nem se prevê cura nenhuma mas, dado que a violência puxa
violência, múltiplos fragmentos de guerras civis ou a abdicação definitiva. Não
é um futuro promissor, se é que chega a ser um futuro.
observador.pt 10 out. 2026
Exemplos de Justiça Grotesca na Europa
Um motorista TVDE em Lisboa, vai na terceira violação, que se saiba. Três são oficiais e já tinha sido condenado, por outras duas e ainda desconfiam de outras!
A terceira vítima completamente incapaz de oferecer resistência! O indivíduo é detido e adivinhem?
Após ser presente a primeiro interrogatório judicial, em Lisboa, o arguido ficou apenas sujeito às medidas de coação de proibição de contactos com a vítima e apresentações periódicas em posto policial.
É assim que este país, com estas leis, lida com um violador em série que é motorista TVDE!
Andamos a debater a necessidade de mais segurança e mais polícias, para depois um violador em série ser presente a tribunal e ir para o conforto da sua casa.
É assim que está a justiça, no nosso país.
Vasco Santa Rita 8/10/2026
BREAKING: A British court jailed an ex-boxer for saying, on video, that young white girls are being raped by grooming gangs.
Derek Heggie, 41, from Carlisle, was sentenced to 10 months and two weeks for two YouTube videos posted in August 2024, during the unrest after Southport. One video had nearly 500,000 views.
The BBC reports the court heard that, in videos referring to Muslims, Heggie said “young white girls are being raped by these grooming gangs.” The judge called the comments ill-informed and potentially dangerous, and said he wanted them heard by many.
He pleaded guilty to sending a grossly offensive communication. Britain has spent years documenting grooming-gang cases. He still went to jail for saying it out loud.
David J Harris Jr. 5/10/2026

The Congolese migrant who beat the Swedish off-duty policeman Christian Zedig to death in a FIFA World Cup fan zone in Copenhagen was sentenced to 1 year.
The judge also banned Nkumba Tshiembe from going to bars, restaurants, nightclubs and other places where alcohol is served after midnight for a year after his release from prison.
The Congolese migrant is a repeat offender who has previously been sentenced for r*ping a woman, stabbing a man right next to the heart in a nightclub and several random assaults in public.
The short sentence has caused outrage in Denmark and people are now calling for the law on “simple violence” to be amended so that longer sentences can be issued.
Visegrad24 8/10/2026
A BURCA NAS RUAS É LIBERDADE RELIGIOSA. UMA BÊNÇÃO CATÓLICA NUMA ESCOLA É UM ESCÂNDALO!
Quem é, afinal, a Comissão da Liberdade Religiosa, que tanto se incomoda com uma bênção católica na inauguração de uma escola pública? (...)
Portugal é um Estado não confessional, não um Estado obrigado a tratar o catolicismo como uma doença contagiosa. A separação entre o Estado e as igrejas não exige o apagamento da nossa história.
É legítimo discutir os limites jurídicos das cerimónias oficiais. O que é absurdo é transformar uma bênção num escândalo nacional, enquanto se invoca a liberdade religiosa para defender manifestações de fé muito mais ostensivas no espaço público.
Aparentemente, todas as religiões merecem tolerância. A católica é que tem de pedir desculpa por existir.
O problema de Portugal não é um padre abençoar uma escola. É uma certa elite que parece convencida de que respeitar todas as culturas exige começar por apagar a nossa.
João Pereira dos Santos - Advogado 11/10/2026
O Parlamento Europeu decidiu classificar a Irmandade Muçulmana como Organização terrorista
On October 8, 2026, the European Parliament adopted a resolution calling for a coordinated EU strategy to counter Islamist entryism and the influence of Muslim Brotherhood-linked networks.
The resolution passed with 381 votes in favor, 167 against and 15 abstentions. Most national delegations of MEPs supported the proposal, while Spain and Finland stood out as the only countries where a majority voted against it.
The Muslim Brotherhood was founded in Egypt in 1928 and has since developed into a broader Islamist movement with affiliated or ideologically connected organizations in several countries.
The resolution focuses on what lawmakers describe as Islamist entryism, referring to attempts by Islamist networks to gain influence within political institutions, civil society organizations and other established structures.
It calls for greater scrutiny of EU funding, closer monitoring of related networks and an assessment of whether certain linked individuals or organizations should be considered for the EU terrorist list.
Importantly, the resolution is non-binding. It does not ban the Muslim Brotherhood or automatically designate any organization as terrorist.
The vote signals substantial support within the European Parliament for closer examination of these networks, although the proposed measures would require further action by EU institutions.
A 8 de outubro de 2026, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que apela a uma estratégia coordenada da UE para combater o "entrismo" islamista e a influência das redes ligadas à Irmandade Muçulmana.
Geo All Day 10/10/2026
Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit para 72 horas.
A Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit de emergência capaz de garantir 72 horas de autonomia. Saiba o que deve incluir.
https://link.diariodistrito.pt/q72
Proteção Civil recomenda que todas as famílias tenham um kit para 72 horas. Veja o que deve ter em casa
Proteção Civil sugere kit de emergência para 72 horas.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda que cada família tenha em casa um kit de emergência capaz de garantir 72 horas de autonomia. A mesma orientação consta da estratégia de preparação da União Europeia e é partilhada pela Cruz Vermelha Portuguesa.
O apagão de 28 de abril de 2025 deu outra força a esta recomendação.
A água é o ponto de partida: pelo menos três litros por pessoa e por dia. O resto do kit cabe numa mochila resistente.
- Comida que não precise de ser cozinhada, como enlatados, bolachas, chocolate ou barras energéticas
- Comprimidos para purificar água
- Rádio a pilhas ou de manivela, lanterna e pilhas de reserva
- Power bank carregado e um relógio que não dependa de eletricidade
- Kit de primeiros socorros e a medicação habitual de cada pessoa para vários dias
- Sabão, toalhitas, papel higiénico, escova e pasta de dentes
- Cópias dos documentos de identificação e contactos de emergência numa bolsa impermeável
- Canivete multiusos, isqueiro ou fósforos, velas, apito e uma corda resistente
- Roupa quente, mantas térmicas e uma muda de roupa
- Fraldas, leite em pó e comida de bebé, quando há crianças pequenas, e água, comida e trela para os animais
Dinheiro vivo no kit de emergência
Notas e moedas fazem parte da lista, porque numa crise os pagamentos com cartão podem falhar. Em Portugal não há um valor de referência oficial. Em Espanha, o banco central aponta para 70 a 100 euros por pessoa.
A Proteção Civil sugere ainda que cada família combine um ponto de encontro e uma forma de contacto para o caso de a rede móvel ir abaixo.
Uma lista destas é útil a quem vive sozinho ou tem familiares mais velhos: passe-a a quem possa precisar.
diariodistrito.sapo.pt 09/10/2026










