quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Hoje chegou o momento de devolver a camisola 7 aos Portugueses - CR 7 The GOAT and the BOAT

https://www.facebook.com/reel/1108772172052484 


Obrigado CR 7 por teres representado o melhor país do Mundo...

The real GOAT and BOAT.

És imortal e levaste o nome de Portugal para o Mundo.

És Universal, porque és a pessoa mais seguida no Planeta, sinal claro do reconhecimento totalmente merecido.

Os que te odiavam, apenas o faziam pela inveja, pela certeza que nunca poderiam ter o teu empenho, o teu estatuto, o teu valor.

Os que te amaram nos quais eu, obviamente, me incluo totalmente, gratidão eterna e partilho contigo o Amor a Portugal.

Obrigado por estes 23 anos.

Até Sempre, Cristiano Ronaldo.

Saudade é o que já sinto, nesta palavra unicamente portuguesa e sentida inteiramente por nós.

Bem haja.


quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Países mais corruptos do Mundo - Most Corrupt Countries in the World (dados de 2025)

 



Transparency International’s 2025 Corruption Perceptions Index once again places the same cluster of countries at the very bottom.

South Sudan and Somalia share the lowest score, followed closely by Venezuela. Yemen, Libya, Eritrea, Sudan, Nicaragua, Syria, North Korea and Equatorial Guinea complete the bottom group, with the final three tied on a score of 15.

These rankings reflect long-term problems including prolonged conflict, weak institutions, restricted civil society and limited government accountability.

The map shows how the world’s most severe perceived public-sector corruption remains concentrated in a relatively small number of states. 


O Índice de Perceção da Corrupção de 2025, da Transparência Internacional, coloca, mais uma vez, o mesmo grupo de países nas últimas posições.

 

O Sudão do Sul e a Somália partilham a pontuação mais baixa, seguidos de perto pela Venezuela. Iémen, Líbia, Eritreia, Sudão, Nicarágua, Síria, Coreia do Norte e Guiné Equatorial completam o grupo que ocupa os últimos lugares, sendo que os três últimos estão empatados com uma pontuação de 15.

 

Estas classificações reflectem problemas de longa data, incluindo conflitos prolongados, instituições fracas, uma sociedade civil restrita e uma prestação de contas governamental limitada.

 

O mapa mostra como a corrupção no sector público — tal como é percebida — mais grave do mundo permanece concentrada num número relativamente pequeno de Estados.


Geo All Day    26/10/2026

Se eclodisse uma grande guerra mundial, onde estariam as pessoas mais seguras? If a major world war broke out, where might people be safer?

 



If a major world war broke out, where might people be safer?

This map highlights five sovereign countries based on geography, resources, neutrality and preparedness. It does not compare individual remote islands or overseas territories. Remoteness may reduce exposure to fighting, but sustaining a population also requires food, energy, healthcare and reliable infrastructure. This is a speculative selection, not a scientific ranking.

Australia and New Zealand have geographic distance and substantial food production in their favor. Research suggests both could be relatively resilient to food shortages following a nuclear winter, although Australia’s alliance with the United States could increase its exposure to a wider conflict.

Switzerland combines longstanding neutrality with an extensive shelter network. Ireland also follows a policy of military neutrality. Iceland benefits from its isolated location and abundant renewable energy, but its strategic importance within NATO means it could still become involved.

A regional conflict could widen through retaliation and the involvement of military allies, though that outcome is not inevitable. Even countries outside the fighting could face shortages of fuel, medicine and essential supplies. These five have potential advantages, but none would be guaranteed safety.



Se eclodisse uma grande guerra mundial, onde estariam as pessoas mais seguras?


Este mapa destaca cinco países soberanos com base na sua geografia, recursos, neutralidade e nível de preparação. A análise não considera ilhas remotas isoladas nem territórios ultramarinos. Embora o isolamento possa reduzir a exposição aos combates, a manutenção de uma população exige também o acesso a alimentos, energia, serviços de saúde e uma infra-estrutura fiável. Trata-se de uma seleção especulativa, e não de um ranking científico.


A Austrália e a Nova Zelândia contam a seu favor com a distância geográfica e com uma produção alimentar significativa. As pesquisas sugerem que ambos os países poderão ser relativamente resilientes à escassez de alimentos após um "inverno nuclear"; contudo, a aliança da Austrália com os Estados Unidos poderá aumentar a sua exposição a um conflito de maior escala.


A Suíça combina uma neutralidade de longa data com uma ampla rede de abrigos. A Irlanda adopta também uma política de neutralidade militar. A Islândia beneficia da sua localização isolada e da abundância de energia renovável, mas a sua importância estratégica dentro da NATO significa que o país poderá ainda acabar envolvido num conflito.


Um conflito regional pode expandir-se através de retaliações e do envolvimento de aliados militares — embora este desfecho não seja inevitável. Mesmo os países que não participam diretamente nos combates podem enfrentar escassez de combustível, medicamentos e mantimentos essenciais. Embora estes cinco países apresentem vantagens potenciais, nenhum deles oferece uma garantia absoluta de segurança.

Geo All Day    3/11/2026

Atenção Europa, o que começa em França espalha-se por toda a Europa

https://www.instagram.com/reel/DfU3DaXnWmT/ 


França - Uma empresa que presta serviços de banco de sangue ao governo francês foi alvo de um ataque hacker que tentou elevar a temperatura de câmaras frias de -30°C para 110°C.

Os equipamentos armazenavam bolsas de plasma destinadas a transfusões e à fabricação de medicamentos.

Os alarmes detectaram a alteração a tempo, e os funcionários conseguiram evitar a perda do material. Este foi o terceiro ataque do tipo contra refrigeradores na Europa em menos de um mês.


portalg1    4/11/2026



Em 2026, na Europa os frigoríficos dos supermercados transformaram-se em instrumentos de sabotagem, em pelo menos onze países — da Bélgica à Suécia, Alemanha e Portugal —, hackers elevaram as temperaturas dos sistemas de refrigeração até aos 50 °C, obrigando a deitar fora toneladas de comida e provocando prejuízos de milhões.⁠ O primeiro ataque semelhante ocorreu apenas em França em Outubro, agora expandiram a mais países.
Em França, o mesmo tipo de ataque chegou aos bancos de sangue, unidades de armazenamento do Etablissement Français du Sang viram as temperaturas programadas de -30 °C para 110 °C, embora a deteção rápida tenha evitado danos operacionais.⁠ Instituições democráticas, redes administrativas e fornecedores de check-in aeroportuário não escaparam, o padrão é de alvos cada vez mais prosaicos, medido o caos pela facilidade com que se estragam alimentos e o plasma, elementos cruciais em caso de catástrofe.
Em paralelo, esta semana registou-se uma vaga de ameaças falsas de bomba a 271 escolas italianas e pelo menos sete voos europeus — com desvios, escoltas de caças e fechos temporários de aeroportos — e a um navio de cruzeiro operado por uma empresa israelita, o Crown Iris, evacuado na Grécia a caminho de Haifa.⁠ Nenhuma das ameaças se confirmou.
Quase ao mesmo tempo, o maior roubo de criptomoedas da história esvaziou cerca de 6,3 mil milhões de dólares da Binance em cerca de meia hora. O FBI e analistas de blockchain atribuem a operação ao grupo norte-coreano TraderTraitor, cujos proventos alimentam há anos o programa de armas do regime.⁠ O meio digital, tantas vezes apresentado como libertário, revela-se aqui um canal eficiente de financiamento para actores que pouco se preocupam com a estabilidade do Ocidente.
Estes episódios — frigoríficos, bancos de sangue, ameaças de bomba e assaltos a criptomoedas — têm a marca de ensaios, medem o tempo de resposta, a capacidade de conter danos e o grau de desorganização que se consegue gerar com recursos relativamente modestos. Não surgem isolados. Intensificaram-se enquanto, em França, Itália, Alemanha, Espanha e outros países, manifestações por custo de vida e educação evoluem com frequência crescente para confrontos, saques e ataques a forças de segurança, com grupos radicais a aproveitar o terreno.⁠
O calendário sobreposto permite aferir, com precisão quase experimental, quão rapidamente a ordem quotidiana se fractura quando pressão digital e pressão de rua coincidem.
A maioria dos cidadãos, por culpa da comunicação social, continua a tratar cada incidente como um acidente isolado ou como notícia de rodapé. A escalada sugere o contrário, uma fase de calibragem em que se testa o que a sociedade europeia aguenta antes de o caos deixar de ser experimental.
Prestar atenção e preparar-se — reforçar a resiliência de infraestruturas críticas, reduzir a exposição de sistemas industriais e não normalizar a violência nas ruas — é, neste momento, o mínimo de realismo.



Sofia Afonso Ferreira    4/11/2026



The consequences went beyond a computer outage. When cooling systems stopped maintaining safe temperatures, stores faced spoiled stock, empty shelves and the cost of replacing food.
The full number of affected stores and the total losses are still being investigated. The disruption shows how protecting everyday equipment has become an important part of keeping the food supply running.

As consequências ultrapassaram uma simples falha nos sistemas informáticos. Com a interrupção do controlo da temperatura, as lojas enfrentaram a perda de mercadoria, prateleiras vazias e os custos decorrentes da reposição dos alimentos.

 O número exato de lojas afetadas e o total dos prejuízos ainda estão sob investigação. O sucedido demonstra como a proteção dos equipamentos de uso diário se tornou um aspeto fundamental para garantir a continuidade do abastecimento alimentar.

Geo All Day 


3/11/2026




1. O Mega-Assalto à Binance (Outubro de 2026)

No dia 29 de outubro de 2026, criminosos conseguiram desviar 6,3 mil milhões de dólares 
(cerca de 5,6 mil milhões de euros) da Binance em apenas 20 minutos.

· Como aconteceu: Investigações revelaram que os hackers recorreram a uma sofisticada combinação de engenharia social e ferramentas de Inteligência Artificial. Um engenheiro de desenvolvimento da empresa descarregou uma ferramenta de IA adulterada (maliciosa). Através desse computador interno comprometido, os atacantes acederam aos servidores e realizaram levantamentos massivos de Bitcoin, Ether e stablecoins.


· Quem foi responsabilizado: O FBI e especialistas em cibersegurança atribuíram a autoria do ataque ao grupo TraderTraitor, uma unidade de piratas informáticos patrocinada pelo regime da Coreia do Norte

· Medidas de contenção: A Binance suspendeu temporariamente os depósitos e saques. A corretora, juntamente com parceiros como a Tether e a Circle, conseguiu congelar cerca de 3 mil milhões de dólares do montante desviado. Adicionalmente, a Binance comprometeu-se a utilizar as suas próprias reservas e o fundo de emergência (SAFU) para cobrir 100% dos prejuízos dos utilizadores.

2. O "Efeito Dominó" no Setor

O sucesso do ataque à Binance gerou réplicas imediatas e expôs a vulnerabilidade de outras plataformas ao longo do ano:

· Mercado Bitcoin (Brasil): Dias após o incidente da Binance, a maior corretora da América Latina sofreu um ataque hacker de cerca de 38 a 40 milhões de dólares. A empresa conteve a ação na madrugada de 2 de novembro de 2026, suspendendo as operações temporariamente e bloqueando parte dos fundos, garantindo que os clientes não teriam perdas. 

· Polymarket e Bitget: Outros alvos de grande perfil incluíram a Polymarket, que sofreu uma quebra através de um fornecedor de código externo, e a Bitget, que perdeu mais de 350 milhões de dólares devido ao comprometimento do seu backend.

 Resumo de IA





 

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Saldo Migratório, Habitação e Ordenamento do Território

 Como o PÁGINA UM tem revelado, entre 2021 e 2024, o INE passou de uma estimativa de 631.141 para 1.575.409 entradas permanentes: mais 944.268 do que pensou até Junho passado. As saídas passaram de 123.615 para 602.300. Ficavam fora das contas quase seis em cada dez entradas e cerca de quatro em cada cinco saídas.


Corrigir as estimativas é indispensável, mas exigir explicações pelo tempo durante o qual elas deformaram o diagnóstico também devia ser, porque este erro vai – já está a ter gravíssimas consequências – nos próximos anos.


Portugal já atravessou grandes choques migratórios, com consequências profundas na organização do país. Depois do 25 de Abril, a descolonização trouxe uma chegada maciça de pessoas, reflectida num saldo migratório positivo de 347 mil em 1975, e colocou ao Estado a necessidade de assegurar alojamento e integração. Décadas depois, durante a crise económica, a preocupação dominante era a partida de residentes: em 2013, as 53.786 saídas permanentes ultrapassavam em muito as 17.757 entradas.


A revisão do INE revela agora uma dimensão extraordinária de um movimento intenso nos dois sentidos: afinal, Portugal recebia centenas de milhares de pessoas enquanto outras tantas dezenas de milhares partiam. Só em 2022, apuram-se 495.979 entradas e 128.536 saídas; no conjunto de 2021 a 2025, foram 1,83 milhões de entradas e 782 mil saídas.


As alterações metodológicas exigem alguma prudência na comparação com o passado, mas a dimensão destes números mostram que o Estado tinha pela frente uma falha: preparar o acolhimento de quem chegava, compreender por que partiam tantos residentes e adaptar a habitação e os serviços públicos a uma população em rápida transformação.


Num período tão curto em que a população residente em Portugal aumentou apenas por via do saldo migratório – o saldo natural continua bastante negativo –, torna-se chocante o volume de saídas de cidadãos portugueses no período em análise: 407.765 pessoas entre 2021 e 2025. Foram 223 portugueses por dia em todo o quinquénio a não encontrarem condições para se manterem no país.

Existem agora dados sobre idades e nacionalidades, mas aquilo que estes totais não explicam são os motivos, as condições de partida e os percursos de quem chegou para voltar a sair. Que jovens perdemos por falta de salário ou de casa? Quem conseguimos fixar? Além disso, um saldo positivo no saldo migratório – e a ‘felicidade’ dos políticos em verem engrossar as contribuições para a Segurança Social, esquecendo tudo o resto – não responde a estas perguntas, nem transforma cada entrada num trabalhador integrado.


Somar movimentos não equivale a contar pessoas distintas que permaneceram, e as entradas também incluem portugueses. Um saldo nacional positivo pode coexistir com perda de jovens num concelho e falta de casas noutro. Saber quem chega, onde fica, como trabalha e se volta a partir deveria ser uma obrigação fundamental de qualquer Governo. Sem esse retrato, o discurso sobre a imigração boa ou má serviu sobretudo para dispensar a pergunta que incomoda os dois campos: que condições reais estamos a oferecer a quem vive em Portugal?

Uma política de emigração e de imigração é também uma política demográfica, de habitação, de saúde e de educação. Porém, existem especificidades. Um aumento dos nascimentos exige logo cuidados de saúde, mas permite antecipar durante anos a chegada às escolas e ao mercado de trabalho. Já a entrada rápida de adultos e crianças de várias idades comprime esse prazo: precisam de alojamento e serviços desde a chegada. A saída de residentes também retira trabalhadores, contribuintes e profissionais. E esvazia os investimentos em educação e em identidade nacional, que é um património cultural. Aqui, os efeitos são imediatos e podem durar décadas.

Cruzar alguns valores da imigração repentina com a evolução da habitação é observar o desastre que, neste momento, mobilizam os protestos em cidades como Lisboa e Porto. Entre 2021 e 2024, mais de metade das entradas correspondeu a pessoas dos 20 aos 39 anos.





No mesmo período concluíram-se 87.919 fogos novos para habitação familiar. Não se divide uma coisa pela outra para descobrir quantas casas faltam: há famílias, partilhas, saídas e imóveis existentes. Mas quem chega precisa de dormir nessa noite, enquanto uma casa demora a construir ou reabilitar. Fingir que esta diferença de ritmos não conta é uma forma de recusar o problema.

Num mercado marcado pela escassez de oferta acessível, pelo licenciamento lento – embora não se deva defender a urbanização massiva em qualquer lado – e por anos de investimento insuficiente, uma procura que cresce depressa agrava a disputa por quartos e casas.

A imigração não explica sozinha a crise, nem os dados permitem atribuir-lhe uma percentagem da subida das rendas. Contudo, deveria exigir que quem define as regras de imigração articule essas regras com a capacidade de acolhimento, em vez de descobrir depois onde foram dormir.




Noutra linha, o SNS precisa de saber onde reforçar equipas; as escolas, onde abrir turmas e garantir apoio linguístico. As entradas de crianças até aos 14 anos somaram 203.691 no quadriénio 2021-2024. E nem se pode dizer que não houvesse sinais administrativos: as escolas já registavam alunos, a Segurança Social trabalhadores e a AIMA processos pendentes. A revisão não prova que todo o Estado nada soubesse, mas torna mais difícil aceitar que essa informação não fosse cruzada a tempo de melhorar o diagnóstico. (...)

Segundo o Observatório das Migrações, em 2024 viviam em casas sobrelotadas 24,3% dos adultos de nacionalidades exteriores à União Europeia, contra 9,1% dos portugueses. Defender a entrada sem assegurar condições de vida deixa quem chega vulnerável a senhorios e empregadores sem escrúpulos. Uma política que se proclama humanitária e entrega pessoas à sobrelotação falha o teste da dignidade de quem invoca.

Nos últimos anos, falhou em Portugal a obrigação ... de medir, cruzar informação, prever necessidades e responsabilizar quem beneficia de trabalho barato sem pagar os custos sociais. A revisão do INE não deve servir para mais uma guerra de bandeiras, mas deve obrigar os governos a explicar como planeiam o país com estes números. 


https://paginaum.pt/  31/10/2026


O Turismo massificado em Lisboa - Turismo/ Cidades

https://www.facebook.com/reel/1495974432364726 


O turismo transformou Lisboa e Veneza em cenários.

domingo, 1 de novembro de 2026

Descubra a verdadeira tradição portuguesa de "Pão por Deus" (Pão para Deus) - Tradições Portuguesas e Terramoto de 1755

 



Muito antes da chegada das abóboras luminosas e dos trajes de monstro, no dia 1 de novembro, em Portugal, o dia 1 de novembro, na data de São Estêvão, um terrível terremoto seguido por um tsunami e incêndios devastaram Lisboa.
A cidade estava em ruínas, e os pobres foram deixados a implorar almas, dizendo: "Pão por Deus" (Pão para Deus) para sobreviver.
Esta onda de generosidade popular tornou-se uma alegria, celebrada por crianças. No dia de São Estêvão, elas caminham pelas ruas de pedra, carregando uma pequena bolsa de tecido (geralmente feita à mão com fios de tecido coloridos) e cantando refrãos tradicionais para reivindicar a sua parte.
Como uma recompensa? Sem doces industriais, mas:
Pão (pequenos pães doces aromatizados com anis, canela e batata-doce)
Pêssego, nozes e amêndoas
Figo secos e frutas sazonais
É um belo momento de compartilhamento entre gerações, onde a bondade e a memória se misturam com os doces do outono.



Lovelisbonne 31/10/2026


Uma tradição para manter que é nossa, de mais ninguém.