Mundo da Informação

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Nem toda a Tradição merece ser preservada - Pés de Lotus

 


A fotografia foi feita na década de 1890 e mostra uma mulher chinesa que teve os pés enfaixados desde menina. Ela não era exceção. Para milhões de mulheres, aquela dor era o preço para existir dentro do que a sociedade considerava “adequado”.

A prática ficou conhecida como foot binding (enfaixamento dos pés). Começava quando as meninas ainda eram muito pequenas. Seus pés eram dobrados, os ossos propositalmente fraturados e depois enfaixados com extrema pressão para impedir o crescimento natural. Com o tempo, o pé assumia uma forma reduzida e deformada, chamada de “pé de lótus”. Os sapatos feitos para esses pés eram minúsculos, delicados e altamente valorizados.

Na China tradicional, pés pequenos simbolizavam status, refinamento e beleza feminina. Dizia-se que uma mulher com “pés de lótus” caminhava com graça. O que não se dizia era sobre a dor constante, as infecções, a dificuldade para ficar em pé e as limitações físicas que marcavam toda a vida.

Muitas mulheres mal conseguiam andar sem apoio. Algumas não conseguiam andar de jeito nenhum. Mesmo assim, o costume persistiu por séculos, porque estava ligado ao casamento, à honra da família e à posição social. Não era uma escolha individual , era uma imposição cultural profundamente enraizada.

No início do século XX, surgiram campanhas para erradicar a prática. A mudança foi lenta. Mulheres das áreas urbanas e de famílias mais abastadas foram as primeiras a abandonar o costume. Já nas zonas rurais, ele continuou por décadas.

Em 2007, restavam pouquíssimas mulheres na China que ainda viviam com os pés enfaixados. Com elas desaparecia não apenas uma tradição, mas o testemunho físico de uma ideia perigosa: a de que sofrimento pode ser confundido com beleza.

Essa imagem não fala sobre moda.
Não fala sobre estética.
Ela fala sobre controle.
Sobre normas sociais impostas.
Sobre corpos moldados à força para caber em um ideal.


Fernanda Piloni Gomez    25/2/2026

Perigos reais da Sociedade Atual

 

No capitalismo, a mobilidade social é dinâmica: indivíduos enriquecem, empobrecem e ascendem conforme produtividade, poupança, inovação e trocas voluntárias.

A existência de bilionários não implica empobrecimento generalizado, mas é acompanhada por uma ampla classe média e pela redução histórica da pobreza.

No socialismo, a pirâmide se inverte apenas na retórica. Na prática, concentra poder e privilégios no topo político, enquanto a base da sociedade permanece nivelada pela escassez. A desigualdade não desaparece, apenas deixa de ser econômica para se tornar política.

Instituto Mises Brasil     21/2/2026

Escolas e universidades são locais de estudo , e não local de opção sexual , as escolhas afetivas são algo particular e individual de cada pessoa.

 



Tenta-se criminalizar o outro por ter opiniões diferentes das minhas e depois tenta-se a sua aniquilação...



Condenação sem Provas

 Ex-árbitro argentino Javier Crastilli faz duras críticas a Vinícius Júnior.

"Ele (Vinicius), humilha, despreza, denigre, gera violência este provocador em série, protegido pela impunidade que lhe é concedida por árbitros covardes, para depois se vitimizar numa defesa às mãos da imbecilidade humana. Acreditem neste engendro dos excessos woke.
A Uefa suspendeu Prestianni? Sem provas? A partir de agora, qualquer pessoa pode acusar sem provas. Essa é a especialidade humana e o nível de degradação que a Europa está a sofrer.
Sanciona por presunção, sem provas objetivas e, por outro, pelo contexto dos fatos, protege a impunidade da zombaria, a incitação à violência resultante da provocação ao público por parte de Vinícius. Tremendo e histórico."
Via: @EsportesCNN

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Portugal foi o país da União Europeia onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023

 

Os dados da Pordata revelam uma taxa de crescimento anual de 34% face a 8% a nível europeu. No entanto, e apesar deste aumento na entrada de imigrantes, Portugal está longe de ser o país com a maior percentagem de população estrangeira residente.

Portugal foi o Estado-membro da União Europeia onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023, de acordo com dados divulgados pela Pordata, apesar de estar longe de ser o país com a maior percentagem de população estrangeira.

Esta informação consta de uma plataforma interativa, lançada esta segunda-feira pela Pordata, que, com base nos dados estatísticos do Eurostat, faz um retrato comparativo dos 27 Estados-membros da União Europeia com base em quatro temas: população, economia, custo de vida e rendimentos, energia e ambiente.

No que se refere à população, a Pordata indica que Portugal foi o país da União Europeia (UE) onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023, "com uma taxa de crescimento médio anual de 34,3% face a 8,8%" a nível médio europeu.

O país com a segunda taxa mais elevada é a Estónia (30,3%), seguido da Lituânia (30,2%).

A diferença entre entradas e residentes

No entanto, apesar deste aumento na entrada de imigrantes, Portugal está longe de ser o país com a maior percentagem de população residente: com 9,6%, Portugal encontra-se em 12.º lugar, muito longe do Luxemburgo, onde cerca de 47,3% dos residentes são estrangeiros -- a taxa mais elevada a nível da UE.

De acordo com estes dados, Portugal é o segundo país mais envelhecido da UE, apenas ultrapassado pela Itália: há 53 jovens por cada 100 idosos. Na Irlanda, o país da UE com a população mais jovem, a proporção é significativamente maior: há 122 jovens por cada 100 idosos.

Em Portugal, de acordo com os dados da Pordata, apenas um quarto dos agregados familiares (25,6%) tem crianças, "menos 6,8 pontos percentuais do que em 2011", sendo a Eslováquia o país onde há mais famílias com crianças (35,6%).Portugal é também o país da UE onde a população ativa é menos escolarizada.

Ainda segundo a Pordata, quatro em cada 10 pessoas não têm ensino secundário em Portugal, muito acima de países como a Polónia ou a Lituânia, onde apenas uma pessoa em cada 10 não concluiu esse grau ensino.

No entanto, na população entre os 25 e os 34 anos, "Portugal já revela uma escolarização alinhada com a média global da UE (43,2% com ensino superior face a 44,1% na UE)", refere a Pordata.Há também cada vez mais pessoas a viver sozinhas na UE. Segundo a Pordata, entre 2011 e 2023, "mais de 25 milhões de pessoas passaram a viver sozinhas, um aumento de 28%".

"Em Portugal, foram mais 366 mil pessoas, um aumento de quase 50%", indica a Pordata.

A plataforma hoje lançada pela Pordata visa comemorar os 40 anos da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em janeiro de 1986. Com dados do Eurostat, esta plataforma permite comparar as estatísticas dos 27 Estados-membros da UE e analisar a posição de Portugal sobre os diferentes tópicos face aos restantes países europeus.

Lusa     23/2/2026




Só o hospital do Algarve tem por cobrar mais de um milhão de euros a utentes estrangeiros

 


 Só no Algarve há mais de 1,2 milhões de euros por cobrar.