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Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
quinta-feira, 5 de março de 2026
A Verdade da Mentira contada
Therian a nova moda reflexo da grande crise psicológica mundial
https://www.facebook.com/reel/886557264209856
Até o verdadeiro canídeo, reagiu ao ultraje à sua espécie
quarta-feira, 4 de março de 2026
Qual é o problema em Irão se enriquecer de urânio e fabricar as mesmas armas que os EUA e outras potências militares fabricam?
"Desinformação é arma assimétrica que testa a solidez da democracia" - Atualidade / AI
O vice-presidente da Assembleia da República Rodrigo Saraiva afirmou hoje que a desinformação é uma "arma assimétrica" e "um grande teste" à democracia, alertando para o impacto da manipulação informativa na erosão do consenso factual e na confiança democrática.
Na intervenção de abertura do debate, o vice-presidente recordou que Portugal assinala meio século de democracia, defendendo que preservar esse legado exige hoje um combate firme à manipulação informativa.
Segundo o responsável, a desinformação não nasceu com a 'internet' nem com as redes sociais, "desde que existem comunidades políticas organizadas existe manipulação informativa", afirmou, evocando os regimes totalitários do século XX e as campanhas de influência durante a Guerra Fria como exemplos históricos.
A diferença, salientou, reside agora na capacidade tecnológica de amplificação e sofisticação, uma vez que "qualquer vídeo pode ser manipulado, qualquer áudio pode ser fabricado, qualquer documento pode ser simulado", referindo-se ao impacto da Inteligência Artificial (IA) generativa e aos conteúdos hiper-realistas que desafiam a perceção pública.
Rodrigo Saraiva alertou ainda para o cruzamento entre a desinformação e guerra híbrida, defendendo que estados autoritários utilizam a manipulação informativa como instrumento estratégico para fragilizar democracias.
"É uma arma barata, escalável e extremamente eficaz", além de ser assimétrica e "testar a solidez da democracia".
Ainda assim, o vice-presidente referiu que nem toda a desinformação tem origem externa, visto que "muitas vezes nasce dentro das próprias sociedades democráticas", alimentada pela polarização extrema e pela tentação populista de simplificar problemas complexos.
Como resposta, Rodrigo Saraiva apontou quatro eixos fundamentais: literacia, jornalismo, tecnologia e instituições.
No plano educativo, defendeu uma aposta concreta na literacia mediática e digital, que ensine a "dúvida saudável" e a verificação de factos.
"A desinformação prospera na ignorância, mas também na confirmação acrítica das próprias convicções", afirmou, apelando à responsabilidade individual na partilha de conteúdos.
Quanto ao papel da comunicação social, considerou que o jornalismo profissional é "um pilar estrutural" da democracia, mas alertou para a fragilidade dos modelos de financiamento e para a concorrência desigual das plataformas digitais.
"Sem jornalismo robusto, independente e economicamente sustentável, o espaço público será preenchido por ruído e manipulação", advertiu.
No domínio tecnológico, defendeu cautela no recurso a mecanismos de controlo, sublinhando que o combate à desinformação não pode servir de pretexto para vigilância excessiva ou restrições à liberdade de expressão.
"Se respondermos com censura, traímos os nossos princípios, se respondermos com indiferença, enfraquecemos o regime", afirmou.
Por fim, destacou a importância da transparência institucional, defendendo que as entidades públicas devem comunicar melhor, reconhecer erros e reduzir a opacidade para evitar que rumores prosperem.
Para o vice-presidente, a desinformação representa "um grande teste" à democracia e à "maturidade cívica" das sociedades, sustentando que a melhor resposta passa por "mais democracia, mais responsabilidade e mais transparência".
www.noticiasaominuto.com 4/3/2026
GB News 3/3/2026
Mad Buddies 3/3/2026
O Elche empatou diante do Espanyol por 2-2. Aos 80 minutos, El Hilali, jogador do Espanyol, dirigiu-se ao árbitro do encontro informando-o que Rafa Mir, avançado do Elche, lhe teria dirigido um insulto racista.
É por este tipo de ideologia que há muitas manifestações de apoio no Ocidente...?!!!!!!!
Magen David 2/3/2003
Um ato rápido de abandono virou uma história que se espalhou pela internet.
Segundo relatos que circularam nas redes sociais, câmeras de segurança registraram um homem deixando seu cachorro em uma rua escura e indo embora.
Pouco tempo depois, um raio atingiu o carro e teria colidido contra um poste.
As autoridades analisaram as imagens, responsabilizaram o homem por abandono de animal e o levaram sob custódia.
O cachorro sobreviveu.
E aqui começa a parte que importa: ele foi adotado por policiais locais e hoje vive em segurança, cercado de cuidado e atenção na delegacia.
O que começou como dor terminou em proteção, justiça e uma segunda chance.
No fim, quem realmente venceu foi ele. Mundo dos Pets 3/3/2026
Todo fue gracias al Régimen Iraní
Esto sucedió en Irán:
En 1986, una mujer de 35 años del pueblo de Kuhpayeh, llamada Soraya Manutchehri, fue falsamente acusada de adulterio y posteriormente lapidada(Apedreada) hasta la muerte.
Su esposo quería casarse con una niña de 14 años y, al no querer mantener dos familias, ni devolver los bienes de Soraya, fabricó acusaciones falsas de infidelidad en su contra.
Con la complicidad de autoridades corruptas del pueblo, Soraya fue condenada injustamente y ejecutada de manera brutal.
Posteriormente el periodista franco-iraní Freidoune Sahebjam relató este trágico suceso en su libro de 1990 La Femme Lapidée, traducido al inglés como The Stoning of Soraya M.
El libro fue posteriormente adaptado al cine con el mismo título, The Stoning of Soraya M., y retrata de forma desgarradora el calvario vivido por Soraya.
La crueldad no fue solo personal, sino institucional.
Historias como la de Soraya son un escalofriante recordatorio de cómo el Régimen Iraní, el poder, la corrupción y el silencio pueden destruir vidas inocentes.
Ahora entendemos cómo miles de Iraníes celebraron que su líder supremo Alí Jameneí haya muerto.
Actualmente 2/3/2026
O que está verdadeiramente em causa não é apenas um confronto entre “Ocidente” e “Islão”.
O que está em causa é algo muito mais profundo e universal:
O direito das mulheres estudarem, trabalharem e decidirem sobre a sua própria vida.
O direito de criticar o poder sem medo de prisão.
O direito de escolher a própria fé … ou de não ter nenhuma.
O primado da lei civil sobre qualquer imposição teocrática. A separação clara entre religião e Estado.…
O que está em causa é algo muito mais profundo e universal:
O direito das mulheres estudarem, trabalharem e decidirem sobre a sua própria vida.
O direito de criticar o poder sem medo de prisão.
O direito de escolher a própria fé … ou de não ter nenhuma.
O primado da lei civil sobre qualquer imposição teocrática. A separação clara entre religião e Estado.…

