sábado, 3 de outubro de 2026

Países Europeus com mais Turistas do que Residentes

 



In parts of Europe, the number of international tourists arriving each year is larger than the country’s entire resident population.

This is especially common across Southern Europe and the Mediterranean. Countries such as Spain, Portugal, Greece, Croatia, Slovenia, Montenegro, Albania, Cyprus and Malta receive exceptionally large numbers of tourists relative to the number of people who actually live there.

Iceland is another striking example. Despite having a population of fewer than half a million people, it welcomes enough international tourists each year to comfortably exceed its resident population.

The same pattern appears in Austria and Switzerland, where year-round tourism built around skiing, Alpine scenery, historic cities and summer travel attracts visitors on a scale that is enormous relative to their populations.

Meanwhile, many of Europe’s largest countries still have more residents than annual international tourist arrivals. Germany, the United Kingdom, Poland and much of Northern and Eastern Europe fall into this group.

Population size plays a major role. A country can receive tens of millions of tourists and still remain blue on the map if its resident population is even larger. Smaller tourism-heavy countries can cross the one-tourist-per-resident threshold much more easily.

One important detail is that these figures count international tourist arrivals, not unique people. A traveler visiting several European countries can be counted once in each, and repeat trips during the year are counted separately.

So this map is not showing which European countries receive the most tourists overall.

It shows where international tourism is largest relative to the size of the local population, revealing just how strongly visitors can shape some of Europe’s smallest and most tourism-dependent countries.


Em algumas partes da Europa, o número de turistas internacionais que chegam a cada ano supera a população residente total do país. Isso é particularmente comum no sul da Europa e na região do Mediterrâneo. 
Países como Espanha, Portugal, Grécia, Croácia, Eslovênia, Montenegro, Albânia, Chipre e Malta recebem um número excepcionalmente alto de turistas em relação à quantidade de pessoas que realmente vivem neles. A Islândia é outro exemplo notável. Apesar de ter uma população inferior a meio milhão de habitantes, o país recebe turistas internacionais em número suficiente para superar com folga sua população residente. O mesmo padrão ocorre na Áustria e na Suíça, onde o turismo — centrado no esqui, nas paisagens alpinas, nas cidades históricas e nas viagens de verão — atrai visitantes em uma escala enorme em comparação com as populações locais.
 Por outro lado, muitos dos maiores países da Europa ainda têm mais residentes do que chegadas anuais de turistas internacionais. Alemanha, Reino Unido, Polônia e grande parte do norte e do leste da Europa enquadram-se nesse grupo. O tamanho da população desempenha um papel fundamental. Um país pode receber dezenas de milhões de turistas e ainda aparecer em azul no mapa se sua população residente for ainda maior. 
Países menores com forte vocação turística conseguem ultrapassar com muito mais facilidade a marca de um turista por habitante. 
Um detalhe importante é que esses números contabilizam as chegadas de turistas internacionais, e não pessoas únicas. Um viajante que visita vários países europeus pode ser contabilizado uma vez em cada um deles, e viagens repetidas ao longo do ano são contadas separadamente. 
Portanto, este mapa não indica quais países europeus recebem o maior número absoluto de turistas. Ele mostra onde o turismo internacional é mais expressivo em relação ao tamanho da população local, revelando o grande impacto que os visitantes podem exercer sobre alguns dos menores países da Europa — aqueles que mais dependem do turismo.

Geo All Day   2/10/2026

Um exemplo bem sucedido da luta contra o Terrorismo

 



A tentativa de sequetrado e atentado contra o avião carrega um símbolo muito forte para todos nós: "Mundo, estamos no mesmo avião!"

Lutem!  Vamos unir forças! Nós devemos salvar esse Mundo das mãos daqueles que buscam nos eliminar.

Levantem-se ! Façam a sua parte !


Iannis Santos     2/10/2026






- Captain Smit Machchhar, who fought the attacker and opened the cockpit
- Asaf Redjuan, who rushed at the attacker
- Israeli dad Tzvika Mans, who tied the attacker with a cable so he couldn't move
- Yaniv Hayon, who handled the aircraft and kept it stable
- Dr. Shota Musaev, who treated the captain and stopped the excessive bleeding.

They all worked together and made sure all those 180 passengers landed safely. Truly, men are brave
🙏🏽
 

David J Harris Jr      2/10/2026- 



- Capitão Smit Machchhar, que lutou contra o atacante e abriu a cabine de comando
-  Asaf Redjuan, que avançou contra o atacante 
- O pai israelense Tzvika Mans, que amarrou o atacante com um cabo para que ele não pudesse se mover 
- Yaniv Hayon, que manobrou a aeronave e a manteve estável 
- Dr. Shota Musaev, que tratou o capitão e estancou o sangramento excessivo. 
 Todos trabalharam juntos e garantiram que todos aqueles 180 pacientes









🇺🇸 WHEN REALITY SURPASSES IMAGINATION‼️
This AI video illustrating the courage, bravery and extraordinary chain of miracles aboard yesterday’s FlyDubai flight is going viral.
I have no idea who created it, but whoever did is a genius. In just seconds, it captures the incredible sequence of events that unfolded at 30,000 feet.
You couldn’t script it.
But it happened.
🇪🇸 CUANDO LA REALIDAD SUPERA LA IMAGINACIÓN‼️
Este video creado con IA, que ilustra la valentía, el coraje y la extraordinaria cadena de milagros ocurridos ayer a bordo del vuelo de FlyDubai, se está haciendo viral.
No tengo idea de quién lo creó, pero quien lo hizo es un genio. En apenas segundos logra capturar la increíble sucesión de hechos que se vivieron a 30.000 pies de altura.
No se podría haber escrito un guion así.
Pero ocurrió.




Apresentamos: Hamam Al-Hamami, um omanense que passou por um processo de radicalização islâmica e tentou replicar os ataques de 11 de setembro.
O segundo piloto do voo da FlyDubai atacou o comandante da aeronave com um machado de emergência e tentou assumir o controle do avião, informou o procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos.


Israel nas Notícias     3/10/2026 

A França a ferro e fogo, trata-se de um protesto estudantil...

 

 França no dia 1 de outubro de 2026




 








O coração histórico da civilização ocidental desapareceu para sempre, graças às fronteiras abertas!
1- Estudantes franceses de origem ... filmam bombeiro depois de lhe atearem fogo
2 - Um professor tentou impedir que os alunos vandalizassem uma escola e foi agredido.
3 - Agressão a Professora por parte de estudantes...
4 - Incendiaram a igreja Sainte-Madeleine durante o seu ataque contra a escola secundária Jean-Geiler-de-Kaysersberg
As escolas estão a ARDER por toda a França. Professores e transeuntes estão a ser atacados.
UM CAOS TOTAL causado pelos wokistas e pelo próprio Governo!


Cristina Delgado Jorge    3/10/2026 




A headteacher was doused in petrol, and fires were started in two schools, officials have said, as violent student protests rage in France.

The headteacher in Marseille’s Victor Hugo high school suffered injuries after the attack, the prosecutor’s office said, as thousands of young people rallied against staff shortages and dilapidated school buildings. 


Autoridades informaram que um diretor de escola foi encharcado de gasolina e focos de incêndio foram iniciados em duas escolas, em meio a violentos protestos estudantis na França.


O diretor da escola de ensino médio Victor Hugo, em Marselha, sofreu ferimentos após o ataque, segundo a promotoria, enquanto milhares de jovens se manifestavam contra a falta de funcionários e as condições precárias das instalações escolares. 


The Independent   2/10/2026






Don’t you dare look away. Don’t you let them downplay it. This isn’t “unrest” — this is a nation being dismantled brick by brick — right in front of our eyes — and every politician, every news anchor, every bloody coward in power is lying straight to your face about what’s actually happening.

THIS ISN’T PROTEST — IT’S SAVAGE, UNLEASHED FURY:

Lille — mobs swarmed the city centre. Bus stops smashed to dust. Riot shields battered. Anyone who dared film got chased and threatened. They didn’t want justice — they wanted destruction. Pure, mindless, absolute wreckage — just because they could.

Marseille — Victor Hugo High — this is where it turns your blood cold. Four senior staff — principal, deputy, secretary, team leader — cornered, trapped, and DOUSED IN PETROL. Fucking petrol. They stood there and soaked human beings in flammable liquid — ready to set them ablaze in their own school. That’s not anger. That’s not frustration. That’s cold-blooded attempted murder. And you’re meant to swallow the lie this is about class sizes? PISS OFF. That’s hatred. That’s a war being waged from the inside.

Saint-Exupéry High — fires lit inside classrooms. Firefighters turned up to save the building — got swarmed, pelted with bricks, beaten back from their own engines. Then they set the fire truck on fire. They didn’t want it saved — they wanted it gone. They attacked the very people running toward the flames — that’s how far the rot has spread.

Nantes. Lyon. Bordeaux. Paris suburbs. — 640+ schools hit in a single day. Buses torched. Roads barricaded. Whole neighbourhoods locked down by mobs, not police. 625 arrested in 24 hours — most barely old enough to vote. 305 officers gored — battered, bloodied, outnumbered and outgunned on their own streets. And still the state’s response? “It’s about education funding.” WHAT A LOAD OF BOLLOCKS.

THE TRUTH THEY DARE NOT SPEAK:

They’ll feed you lines about overcrowding and budget cuts. Those are real grievances — yes — but do empty classrooms explain petrol on teachers? Do funding shortages explain fire crews hunted down? Do tight budgets explain 751 official NO-GO ZONES where French law doesn’t even apply anymore?

Look who’s out there. Look who’s leading it. Every reporter on the ground knows — the faces of this fury are overwhelmingly from migrant and second-generation backgrounds. Districts where police don’t enter without full riot gear. Where French is heard less and less. Where loyalty to France — to anything — has been replaced by something else entirely. Communities stacked side by side but enemies. No mixing. No merging. No nation — just separation. That’s what decades of “multiculturalism” actually delivers — division. Hatred. Collapse.

THEY KILLED ITS SOUL — AND ACTED SURPRISED WHEN IT DIED:

France wasn’t always this hollow. They gutted it on purpose.

- Once 90% Christian — barely 45% now, and fading fast. The heritage, the values, the shared story — all erased.
​
- 843 churches vandalised in one year — smashed, desecrated, abandoned, sold off. They bulldozed their own history — then wondered why nobody felt they belonged.
​
- Nearly half the country — no faith, no pride, no flag, no future — nothing to hold onto. When you rip out the roots, the tree doesn’t just lean — it CRASHES.

IS IT INCOMPETENCE — OR IS IT THE PLAN?


This is the question they’ll ban you for asking. Is it all going wrong by accident? Or is it going exactly to plan?

Agenda 2030. Managed decline. Dissolve borders. Erase national identity. Break every bond that holds people together — until no country is strong enough to resist — until we all bow to the same unelected masters. Conspiracy theory? Or the script playing out live?

Look at the pattern — identical in every capital:
✅ Borders thrown wide — never secured
✅ National heritage mocked, erased, replaced
✅ Authorities surrendering neighbourhoods without a fight
✅ Media covering it all up — minimising, blaming “poverty”
✅ The same chaos — same silence — same betrayal — across every Western nation at once

Is it stupidity? Or is it deliberate? Are they useless — or are they working for someone else?

Who knows for certain? Not me. But I know what my eyes see. I see France burning. I see the same things happening here. And it don’t look like chance. It looks like a schedule.

They told us it would be enrichment. They told us it would be strength. They called anyone who dared question it a bigot. Look at it now. Schools burning. Teachers soaked in petrol. Fire trucks torched. A nation tearing itself apart.

France didn’t collapse overnight. It was given away. Vote by vote. Lie by lie. Generation by generation — by leaders who hated their own country. And now the bill has arrived — and it’s devastation. 

Dean Ward

     2/10/2026


Não ouse desviar o olhar. Não deixe que minimizem isso. Isto não é "agitação social" — é uma nação a ser desmantelada tijolo a tijolo, mesmo à frente dos nossos olhos, e todo o político, todo o apresentador de telejornal, todo o maldito cobarde no poder está a mentir-lhe na cara sobre o que realmente está a acontecer. ISTO NÃO É PROTESTO — É UMA FÚRIA SELVAGEM E DESENFREADA: 
Lille — multidões invadiram o centro da cidade. Paragens de autocarro reduzidas a pó. Escudos de choque golpeados. Quem ousava filmar era perseguido e ameaçado. Não queriam justiça — queriam destruição. Devastação pura, irracional e absoluta — simplesmente porque podiam. 
Marselha — Liceu Victor Hugo — é aqui que o sangue gela. Quatro membros da direção — diretor, subdiretor, secretário e chefe de equipa — encurralados, presos e ENCHARCADOS DE GASOLINA. Maldita gasolina. Ficaram ali e banharam seres humanos em líquido inflamável — prontos a incendiá-los dentro da própria escola. Isto não é raiva. Isto não é frustração. Isto é tentativa de homicídio a sangue-frio. E querem que engula a mentira de que se trata do tamanho das turmas?  Isto é ódio. Isto é uma guerra travada por dentro. Liceu Saint-Exupéry — incêndios provocados no interior das salas de aula. Os bombeiros chegaram para salvar o edifício — foram cercados, atingidos por tijolos e repelidos dos seus próprios camiões. Depois, incendiaram o camião dos bombeiros. Não queriam que o edifício fosse salvo — queriam que desaparecesse. Atacaram precisamente as pessoas que corriam em direção às chamas — é a este ponto que a podridão se alastrou.
Nantes. Lyon. Bordéus. Subúrbios de Paris. — Mais de 640 escolas afetadas num só dia. Autocarros incendiados. Estradas bloqueadas por barricadas. Bairros inteiros isolados por multidões, não pela polícia. 625 detenções em 24 horas — a maioria de jovens mal tendo idade para votar. 305 polícias feridos — espancados, ensanguentados, em desvantagem numérica e de poder de fogo nas suas próprias ruas. 
E qual é a resposta do Estado? "Trata-se de financiamento da educação". QUE ABSURDO COMPLETO. A VERDADE QUE NÃO OUSAM DIZER: Vão contar-lhe histórias sobre superlotação e cortes orçamentais. São queixas reais — sim —, mas será que as salas de aula vazias explicam o uso de gasolina contra os professores? A falta de verbas explica os bombeiros serem caçados? Orçamentos apertados explicam as 751 "zonas proibidas" (no-go zones) oficiais, onde a lei francesa já nem sequer se aplica? Veja quem está lá fora. Veja quem está a liderar isso. Todo o repórter no terreno sabe: os rostos desta fúria pertencem, na sua esmagadora maioria, a imigrantes e a pessoas de segunda geração. Distritos onde a polícia não entra sem equipamento de choque completo. Onde o francês se ouve cada vez menos. Onde a lealdade à França — ou a qualquer outra coisa — foi substituída por algo totalmente diferente. Comunidades a viver lado a lado, mas como inimigas. Sem mistura. Sem integração. Sem nação — apenas separação. É isso que décadas de "multiculturalismo" realmente produzem: divisão. Ódio. Colapso. MATARAM A ALMA DO PAÍS — E FINGIRAM SURPRESA QUANDO ELA MORREU: A França nem sempre foi assim tão vazia de sentido. Esvaziaram-na de propósito. - Antes 90% cristã — hoje mal chega aos 45%, e este número desce rapidamente. A herança, os valores, a história partilhada — tudo apagado. - 843 igrejas vandalizadas num só ano — destruídas, profanadas, abandonadas, vendidas. Arrasaram a própria história — e depois perguntaram-se porque é que ninguém sentia que pertencia àquele lugar.
- Quase metade do país — sem fé, sem orgulho, sem bandeira, sem futuro — sem nada a que se agarrar. Quando se arrancam as raízes, a árvore não pende apenas para o lado — DESABA. É INCOMPETÊNCIA — OU SERÁ O PLANO? Essa é a pergunta pela qual o vão banir se a fizer. Tudo está a correr mal por acaso? Ou está a acontecer exatamente conforme o planeado? Agenda 2030. Declínio previsto. Dissolver fronteiras. Apagar a identidade nacional. Quebrar todos os laços que unem as pessoas — até que nenhum país seja suficientemente forte para resistir — até que todos nos curvemos perante os mesmos senhores não eleitos. Teoria da conspiração? Ou o guião a ser encenado ao vivo? Note-se o padrão — idêntico em todas as capitais: ✅ Fronteiras escancaradas — nunca protegidas ✅ Património nacional ridicularizado, apagado, substituído ✅ Autoridades a entregar bairros sem lutar ✅ Comunicação social a encobrir tudo — minimizando, culpando a "pobreza" ✅ O mesmo caos — o mesmo silêncio — a mesma traição — em todas as nações ocidentais simultaneamente É estupidez? Ou é algo deliberado? São incompetentes — ou estão a trabalhar para outra pessoa? Quem sabe ao certo? Eu não sei. Mas sei o que os meus olhos vêem. Vejo a França em chamas. Vejo as mesmas coisas a acontecer aqui. E não parece obra do acaso. Parece um horário a ser seguido. Disseram-nos que seria um enriquecimento. Disseram-nos que traria força. Chamaram intolerante a qualquer pessoa que ousasse questionar isso. Olhe para a situação agora. Escolas em chamas. Professores encharcados em gasolina. Camiões de bombeiros incendiados. Uma nação a despedaçar-se. A França não colapsou da noite para o dia. Ela foi entregue. Voto a voto. Mentira a mentira. Geração a geração — por líderes que odiavam o seu próprio país. E agora a conta chegou — e o resultado é a devastação.




Em Paris, um jovem "francês" incendeiu o rosto de uma mulher durante um protesto. Em poucas horas, a cidade foi incendiada por grupos de ... que exploraram a manifestação para desencadear caos e violência: a polícia e os bombeiros foram até atacados com gasolina e foguetes.
Isto não é um protesto e não é integração: é pura violência...





Na linha de fundo de um lockdown em uma escola secundária em Marse, uma mulher foi queimada no rosto por um homem que usou um spray como um lança-chamas.
Não estamos falando de uma briga ou de um colapso nervoso. No vídeo, você pode ver um homem saindo com um spray, acendendo-o e mirando em um rosto. Este gesto é muito sério, e ninguém pode minimizá-lo.
Isto não é um erro. Isto não é um ato descontrolado. É um ato deliberado, pensado e executado. Ele escolhe seu alvo, escolhe a área, escolhe queimar.
Portanto, ninguém deve encontrar desculpas no contexto, no lockdown ou na atmosfera. Não está a mirar no rosto por acaso. A pessoa que faz isso sabe exatamente o que está a fazer.

The Great Yassine

   2/10/2026