Mundo da Informação

terça-feira, 24 de março de 2026

Tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa - Newborn child name trends in Europe's Major Cities

 


Newborn child name trends in Europe's Major Cities.

Newborn name trends in Europe’s major cities reflect growing cultural diversity and demographic shifts, particularly in large urban centers. In cities such as Amsterdam, Berlin, London, Brussels, Manchester, and Oslo, variations of the name “Muhammad” rank among the most popular, highlighting the influence of multicultural communities and immigration patterns.

At the same time, not all cities follow this pattern, as seen in Warsaw, where a more traditional local name like “Nikodem” leads. This contrast shows how naming trends are shaped by a combination of cultural heritage, population diversity, and local preferences, resulting in different outcomes across European cities.

Right credits to @geodatarankings     20/3/2026

Tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa.

As tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa refletem a crescente diversidade cultural e as mudanças demográficas, particularmente nos grandes centros urbanos. Em cidades como Amsterdão, Berlim, Londres, Bruxelas, Manchester e Oslo, variações do nome "Muhammad" estão entre as mais populares, destacando a influência de comunidades multiculturais e padrões de imigração.

Ao mesmo tempo, nem todas as cidades seguem esse padrão, como se observa em Varsóvia, onde um nome local mais tradicional, como "Nikodem", predomina. Esse contraste mostra como as tendências de nomes são moldadas por uma combinação de herança cultural, diversidade populacional e preferências locais, resultando em diferentes desfechos nas cidades europeias.

Créditos da imagem: @geodatarankings

Países com as maiores reservas de Terras Raras - Quem controla os Recursos, controla o Futuro

 


Fórum da Escolha   24/3/2026

domingo, 22 de março de 2026

Os Países mais Felizes do Mundo - Relatório de 2026 - Afinal os países mais ricos não são os mais felizes

 


The World Happiness Report 2026 once again highlights Northern Europe as the world’s happiest region.

🇫🇮 Finland keeps the top spot, followed by 🇮🇸 Iceland and 🇩🇰 Denmark, countries consistently ranking high thanks to strong social support, trust in institutions, and high quality of life.

Beyond Europe, 🇨🇷 Costa Rica stands out in 4th place, while 🇮🇱 Israel also ranks in the top 10.

Happiness is measured through factors such as income, health, social support, freedom, generosity and perceptions of corruption.

Source: World Happiness Report 2026


The World in Maps

      21/3/2026

Crise na habitação é "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem"? - A cidade é para morar, não é só para trabalhar

preço das casas está completamente incomportável e a habitação é um direito. Se não sairmos agora à rua, um dia estamos nós na rua", alertou Carolina Silva.


A jovem de 24 anos foi uma das mais de mil pessoas que se manifestaram hoje em Lisboa em defesa do direito à habitação, num protesto que percorreu a Avenida da Liberdade até à Praça dos Restauradores, numa das zonas mais caras da capital.

Segundo um relatório do Conselho Europeu, Lisboa é a cidade da União Europeia (UE) onde os habitantes destinam uma maior percentagem do salário para pagar a habitação (a proporção entre o salário e a renda é de 116%, o que significa que apenas um rendimento médio não chega para alugar um apartamento) e a subida constante dos preços torna cada vez mais difícil o sonho de ter casa própria.

Carolina Silva diz não ter sequer perspetivas de o conseguir. "Vivo numa casa partilhada com colegas de casa, com uma renda que também continua a aumentar", contou à Lusa, sublinhando que o salário mal chega.

Dez anos mais velho, Arturo Rodriguez partilha dificuldades semelhantes e diz que o que ganha enquanto investigador mal chega para pagar a renda de um quarto. (...)

Entre os manifestantes encontravam-se também muitas pessoas que beneficiaram de um contexto em que era mais fácil comprar casa própria, mas nem por isso deixam de solidarizar-se.

José Caldeira é um desses exemplos. Qualificou a crise na habitação como "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem".

"É a crise da habitação, a crise dos despejos, a crise dos preços inacessíveis à maioria da população e a crise do acentuar de um ciclo de pobreza pela falta de habitação para os mais pobres e para a classe média", sublinhou o economista de 62 anos.

Apontando o aumento galopante dos preços da habitação, sem correspondência no crescimento dos salários, José Caldeira admite temer pelo futuro, não tanto pelo seu, mas sobretudo pelo da filha de 22 anos.

"É óbvio que vai defrontar o problema da habitação como a esmagadora maioria dos jovens hoje defronta. Ainda não tenho esse problema em casa, mas é um problema gravíssimo", afirmou. (...)

O ritmo, marcado pelo som dos tambores, era completado com palavras de ordem gritadas pelos manifestantes: "Menos renda e mais salário", "Do bairro à cidade, queremos dignidade" ou "A cidade é para morar, não é só para trabalhar".  (...)

"O Governo está a pensar no mercado e na exploração das casas como bens e não como casas para as pessoas que realmente precisam delas", criticou a porta-voz, argumentando que as medidas deitam gasolina sobre o problema.

Outra das manifestantes, Cristina Dias, juntou-se ao protesto por solidariedade. Depois de alguns anos a viver em Bruxelas, onde trabalhou na União Europeia, vendeu o apartamento em 2010 e regressou a Lisboa, onde comprou uma casa.

"Se fosse hoje não sei se conseguia, porque Lisboa está muito mais caro que Bruxelas", admitiu.

Além de Lisboa, 15 outras localidades responderam hoje ao apelo da plataforma Casa para Viver.

https://www.noticiasaominuto.com/    21/3/2026


Bispo enviou carta aberta ao rei Carlos (Charles). Será que isso irá alterar a postura claramente pró-islâmica do rei?

 


https://openletter.earth/a-bishops-appeal-to-the-crown-an-open-letter-to-hm-king-charles-iii-322b25cb?fbclid=IwY2xjawQtT6dleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBBUllqcTZmdFZlcVFNdnFCc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHqsLqZGvUWVJb2ntJAc6ktlJ85mVoPDKslYE2khCRvr4kEYF72yMYLSUOAPV_aem_UncboXVe1gkQX5gTTW2Crg


Lei Islâmica em Ação - infielatento       22/3/2026

Estudo acerca do QI em África

 


An Africa-based research team set out to challenge Western claims about IQ levels in African countries by running large-scale tests in Lagos, Nigeria.
Instead, the results showed over 50% of participants scoring below 70, with the median coming in at 69.7.
The findings have gone viral and sparked intense discussion online because they directly contradict what the researchers were hoping to prove. It’s one of those studies that’s getting a lot of attention right now.

Conservative Twins    20/3/2026
Uma equipa de pesquisa sediada em África decidiu desafiar as afirmações ocidentais sobre os níveis de QI em países africanos, realizando testes em larga escala, em Lagos, na Nigéria.
Em vez disso, os resultados mostraram que mais de 50% dos participantes obtiveram pontuação abaixo de 70, com a mediana em 69,7.
As descobertas viralizaram e geraram intensos debates online, pois contradizem diretamente o que os pesquisadores esperavam provar. É um daqueles estudos que está a receber muita atenção no momento.
 

Irão. Mísseis podem atingir todos os países da Europa (menos Portugal)


"Missiles can hit all European countries (except Portugal)"

Portugal Resident



O Irão possui mísseis balísticos capazes de atingir todos os países da Europa, exceto Portugal. A informação foi divulgada por especialistas em defesa após uma análise às tentativas de ataque a uma base britânica, a mais de 4.000 quilómetros de distância do Irão.

Irão tem mísseis com capacidade para atingir todos os países da Europa, com exceção de Portugal. A conclusão é do Defense Express, um site ucraniano especializado em defesa, e surge após as forças iranianas terem tentado atingir a base naval britânica Diego Garcia, no Oceano Índico.

Já se sabia que o Irão dispõe de um vasto arsenal de mísseis balísticos desenvolvidos localmente, incluindo os Shahab-3 com um alcance de 2.000 quilómetros. No entanto, já em outubro do ano passado, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já tinha adiantado que o país estava a "desenvolver mísseis balísticos intercontinentais com um alcance de oito mil quilómetros", algo que o Irão classificou como uma "ameaça imaginária"

Na sexta-feira, o Wall Street Journal, citando várias autoridades norte-americanas, noticiou que o Irão disparou dois mísseis balísticos em direção a Diego Garcia, mas nenhum atingiu o alvo. Um dos mísseis apresentou defeito durante o voo e o outro foi intercetado por um míssil disparado de um navio de guerra norte-americano.

Segundo a publicação, esta foi a "primeira utilização operacional do Irão de mísseis balísticos de alcance intermédio (IRBMs)" para tentar atingir um alvo fora do Médio Oriente.

Ora, segundo analisou o Defense Express, a distância mais curta que o míssil teria de percorrer do Irão até à base Diego Garcia é de aproximadamente 4.000 quilómetros. 

Tal significa que o Irão tem capacidade para atingir alvos a pelo menos 4.000 quilómetros de distância e, feitas as contas, o único país da Europa que fica a salvo é Portugal. Além disso, também a maior parte do Reino Unido, de Espanha e uma parte de França ficam a salvo.



Qual é, afinal, a importância da base Diego Garcia?

Localizada numa ilha remota do arquipélago de Chagos, Diego Garcia é uma das duas bases que o Reino Unido permitiu aos Estados Unidos utilizarem para "operações defensivas específicas contra o Irão".

Londres confirmou, na semana passada, que os norte-americanos poderiam usá-la para atacar alvos iranianos no estreito de Ormuz, uma decisão que Londres deveria ter tomado "muito antes", segundo o presidente dos EUA, Donald Trump.

A base de Diego Garcia é estratégica para os Estados Unidos, que mantêm submarinos nucleares, bombardeiros e contratorpedeiros ali estacionados.

O Reino Unido assinou um acordo em 2025 para devolver o arquipélago de Chagos às Maurícias, mantendo um arrendamento de 99 anos para manter a base de Diego Garcia.

Recorde-se que os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra o Irão, no passado dia 28 de fevereiro, aumentando a tensão no Médio Oriente.

Em retaliação aos ataques dos EUA e Israel, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

Incidentes com projéteis iranianos foram também registados em Chipre, na Turquia e no Azerbaijão.

www.noticiasaominuto.com/mundo     22/3/2026