terça-feira, 29 de setembro de 2026

The 25 Smallest Countries in the World - Os 25 Países mais pequenos do Mundo

 



VGraphs     28/9/2026

Mulheres estrangeiras representam 44,2% das interrupções da gravidez realizadas em 2025 - Saúde e População

 



REVISTA DE IMPRENSA | A maioria das interrupções, 18.239, ocorreu por opção da mulher

O número de interrupções da gravidez realizadas em Portugal estabilizou em 2025, com 18.869 casos registados, menos 0,1% face ao ano anterior, avança o jornal Público.

Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), 44,2% das interrupções foram realizadas por mulheres de nacionalidade estrangeira, num aumento que a entidade relaciona com o crescimento da população feminina em idade fértil de nacionalidade não portuguesa e com o número de bebés nascidos de mães estrangeiras.

A maioria das interrupções, 18.239, ocorreu por opção da mulher. A DGS destaca ainda que tanto o número total de abortos como a relação entre interrupções e nados-vivos se mantiveram estáveis entre as mulheres estrangeiras. A tendência, segundo o Público, representa uma inversão face aos aumentos registados nos três anos anteriores.

As mulheres de naturalidade estrangeira foram responsáveis por 33% dos 87.764 bebés nascidos em Portugal em 2025. Perante estes dados, a DGS considera necessário garantir no Serviço Nacional de Saúde respostas “acessíveis, inclusivas e adequadas à diversidade linguística, social e cultural”, de forma a reduzir barreiras no acesso à informação e aos cuidados de saúde sexual e reprodutiva.

CNN Portugal 29/9/2026



Uma democracia faz de conta é também isto: uma classe política que consegue distorcer completamente até o resultado de um referendo.

O referendo sobre a IVG foi sobre a sua despenalização. Não foi um referendo sobre se Portugal se deveria transformar num local onde qualquer pessoa do planeta Terra pode simplesmente vir abortar, ficando os portugueses a pagar a factura.

Essa questão nunca foi colocada aos portugueses. Nunca lhes perguntaram se queriam financiar, através do SNS e dos seus impostos, interrupções voluntárias da gravidez de pessoas vindas de outros países. O consentimento dado no referendo tinha um objecto concreto. Depois, como tantas vezes acontece, o sistema foi alargando o alcance político e material desse consentimento muito para além da pergunta que efectivamente foi submetida a voto.

É este o problema de uma democracia que demasiadas vezes funciona apenas na aparência. Mesmo quando existe uma consulta popular directa, mesmo quando os cidadãos são chamados a decidir, a classe política encontra posteriormente forma de reinterpretar, ampliar e transformar aquilo que lhe foi autorizado.

Até quando parece existir representação democrática, o sistema arranja maneira de abusar do consentimento que lhe foi dado.

E depois ainda nos dizem que o povo decidiu. Não. O povo decidiu aquilo que lhe perguntaram. O resto foi decidido por quem aprendeu que, nesta democracia, uma autorização limitada pode ser tratada como um cheque em branco. Eu não consenti na transformação de Portugal num país onde o planeta pode vir abortar com o dinheiro dos meus impostos. Ninguém consentiu. 


João Pereira dos Santos - Advogado    29/9/2026



Vista geral de IA
Em Portugal, registaram-se 18.869 interrupções da gravidez (IG) em 2025, um valor que estabilizou face ao ano anterior, segundo os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS) em setembro de 2026. [1, 2]
Estatísticas Principais (Dados de 2025)
  • Total de intervenções: 18.869 casos (menos 0,1% do que em 2024).
  • Mulheres estrangeiras: Representaram 44,2% do total de interrupções da gravidez realizadas no país, um reflexo do crescimento da população feminina em idade fértil de nacionalidade não portuguesa.
  • Motivo principal: A grande maioria dos procedimentos continua a ser feita por opção da mulher (nas primeiras 10 semanas de gestação)    

  • Vista geral de IA
    Uma Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) no Serviço Nacional de Saúde (SNS) não tem qualquer custo direto para a utente, sendo totalmente gratuita.
    Para o Estado português, o custo operativo interno varia consoante o procedimento realizado (medicamentoso ou cirúrgico) e os recursos hospitalares envolvidos, estimando-se tabelas de referência que rondam os 830€ a 1.074€ por intervenção em ambiente hospitalar público (valores de referência regulamentados para internamento/procedimento).
  • Feitas as contas, serão cerca de 7 milhões de euros em custos médicos.

domingo, 27 de setembro de 2026

Inteligência Artificial pode ser uma arma letal para a Humanidade

 



“Nunca houve uma arma tão poderosa como a combinação de pessoas com más intenções a utilizar as mais recentes ferramentas de inteligência artificial", considera o fundador da Microsoft.


📝 DN/Lusa    27/9/2026


 Bill Gates diz que IA pode levar a "mil milhões de mortes". Regulação "tem de ser requisito"

O cofundador e antigo CEO da Microsoft deu uma entrevista onde disse que "nunca existiu uma arma tão poderosa como a combinação de pessoas com más intenções a usar as ferramentas de IA mais recentes".

https://www.jornaldenegocios.pt/   25/9/2026


O fundador da Microsoft alertou que a inteligência artificial (IA) é uma ferramenta “suficientemente poderosa” para dizimar uma parte substancial da humanidade.

“A IA é certamente poderosa o suficiente para provocar eventos que, sabe, causem milhares de milhões de mortes”, afirmou Bill Gates, num excerto de uma entrevista ao programa Meet the Press, da NBC, que será transmitido este fim de semana.

“Nunca houve uma arma tão poderosa como a combinação de pessoas com más intenções a utilizar as mais recentes ferramentas de IA", acrescentou o magnata norte-americano, que assim se junta a um número crescente de líderes e funcionários do setor tecnológico que alertam para os riscos existenciais da IA.

Bill Gates considera que a autorregulação não é suficiente. "É necessário que as autoridades policiais e os políticos participem na discussão sobre a forma como as salvaguardas e a monitorização devem ser implementadas. E isso precisa de ser obrigatório", vincou o magnata, que num ensaio publicado no último mês já havia defendido que os agentes mal-intencionados poderiam utilizar ferramentas de IA cada vez mais poderosas para ataques cibernéticos, fraudes, desinformação e outras formas de ataques em grande escala contra hospitais, instituições financeiras, redes elétricas e sistemas governamentais.

Silicon Valley tem intensificado os alertas sobre o potencial de danos catastróficos causados ​​pela IA, à medida que a tecnologia vai evoluindo rapidamente.

Jacob Coxon, funcionário da Anthropic PBC, demitiu-se no início deste mês e acusou os seus antigos empregadores — a Anthropic e a OpenAI — de “brincarem com as nossas vidas” ao “correrem em direção a uma IA superinteligente”.

Outro responsável da Anthropic afirmou acreditar que há mais de 10% de hipóteses de a IA eliminar todos os humanos na próxima década.

Recentemente, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, defendeu um abrandamento no desenvolvimento da IA, uma proposta que foi rapidamente apoiada por colegas como Sam Altman, CEO da OpenAI, e Elon Musk.


https://sapo.pt/    25/9/2026

Inversão de Valores na Escola Atual





🚨 SOMEHOW THE TEACHER BECAME THE BAD GUY FOR EXPECTING KIDS TO DO SCHOOL.
THAT'S where we are now.
Teacher says:
“Put the phone away.”
She's doing too much.
“Stop talking while I'm teaching.”
She's picking on them.
“Turn in the assignment.”
She's putting too much pressure on kids.
“You can't speak to me like that.”
She needs to build a better relationship.
“No, you cannot redo six months of work during the last week.”
Why isn't she being more flexible?
😐
WHEN DID BASIC EXPECTATIONS BECOME CONTROVERSIAL?
They're asking them to...
come to class.
Do some work.
Follow directions.
Treat people decently.
Learn something.
And somehow the adult enforcing those expectations can end up defending HERSELF.
A student can refuse.
Argue.
Ignore.
Disrupt.
Go home and tell half the story.
And before the teacher has even finished her coffee the next morning...
there's an email.
👀
Now there's a parent upset.
Now there's a meeting.
Now everybody wants to know what the teacher could have done differently.
And the original issue?
THE STUDENT'S BEHAVIOR?
Somehow that has disappeared from the conversation.
That's the part that makes teachers feel like they're losing their minds.
Because teachers are told to have high expectations...
until enforcing those expectations makes somebody uncomfortable.
They're told to manage their classrooms...
until somebody doesn't like being managed.
They're told to hold students accountable...
until accountability produces an angry email.
Then suddenly the teacher becomes the problem.
No wonder teachers start second-guessing everything.
Should I correct it?
Should I let it go?
Is this worth the email?
Is this worth the meeting?
Is this worth becoming the bad guy AGAIN?
Teachers shouldn't need courage to enforce completely normal classroom expectations.
And a profession cannot keep stripping authority from the adult in the room...
then blaming that adult when the room becomes harder to manage.

🚨 De alguma forma, a professora virou a vilã por esperar que os alunos cumprissem as suas obrigações escolares. É nesse ponto que estamos agora. 
A professora diz: “Guarde o telemóvel.” Ela está a exagerar. 
“Pare de conversar enquanto estou a explicar a matéria.” Ela está a persegui-los. 
“Entregue a tarefa.” Ela está a pressionar demais as crianças. 
“Você não pode falar comigo desse jeito.” Ela precisa construir um relacionamento melhor. 
“Não, você não pode refazer seis meses de trabalho na última semana.” Por que ela não é mais flexível? 😐 Quando foi que expectativas básicas se tornaram polêmicas? 

Eles estão a pedir para... vir à aula. Fazer as atividades. Seguir instruções. Tratar as pessoas com decência. Aprender algo. 
E, de alguma forma, o adulto que cobra essas expectativas acaba a ter que se defender. 
Um aluno pode recusar-se.  Argumentar. Ignorar. Atrapalhar a aula. 
Ir para casa e contar apenas metade da história. 
E, antes mesmo de a professora terminar o café na manhã seguinte... chega um e-mail. 👀
Agora tem um pai ou mãe chateado. Agora tem uma reunião. 
Agora todo mundo quer saber o que a professora poderia ter feito de diferente. 

E o problema original? 
O COMPORTAMENTO DO ALUNO? 
De alguma forma, isso desapareceu da conversa. 
Essa é a parte que faz os professores sentirem que estão a perder a cabeça. 
Porque dizem aos professores para terem expectativas elevadas... até que ao cobrar essas expectativas deixe alguém desconfortável. 
Dizem para gerir as suas salas de aula... até que alguém não goste de ser gerido. 
Dizem para responsabilizarem os alunos... até que a responsabilização gere um e-mail de indignação. Então, de repente, a professora é o problema. 
Não é à toa que os professores começam a questionar tudo. Devo corrigir isso? Devo deixar passar? Vale a pena receber um e-mail por isso? Vale a pena uma reunião por isso? Vale a pena ser o vilão de novo? Os professores não deveriam precisar de coragem para fazer valer as expectativas de sala de aula que são perfeitamente normais. 
E uma profissão não pode continuar a tirar a autoridade do adulto presente na sala... para depois culpá-lo quando a turma se torna mais difícil de controlar.


Classroom to Corporate - Teacher Transition Program    26/9/2026






Teachers are supposed to teach. But how much of the lesson is actually left for teaching once everything else has been dealt with?

A behavior issue needs addressing.

Someone is refusing to work.

A phone needs putting away for the fifth time.

Two students are arguing.

Someone is wandering around the room.

Another student is deliberately disrupting everyone around them.

Then there's the paperwork, documentation, emails, interventions, accommodations, data collection, and everything else competing for the teacher's attention.

Individually, each interruption might only take a few minutes. But those minutes add up.

And every minute spent dealing with something else is a minute that cannot be spent explaining, questioning, helping, challenging, or actually teaching.

Teachers can plan brilliant lessons.

Schools can introduce new curricula.

We can demand higher standards and better results.

But none of it changes one basic reality:

The problem isn’t that teachers don’t know how to teach. It’s that too much of their teaching time is being taken away from them.

And when that happens lesson after lesson, day after day, students inevitably lose out.

How much more could students learn if teachers were actually allowed to spend their lessons teaching? 

Espera-se que os professores ensinem. Mas quanto tempo da aula realmente sobra para o ensino depois de se lidar com todo o resto?
Um problema de comportamento precisa ser resolvido.
Alguém se recusa a realizar a atividade. 
Um telemóvel precisa de ser guardado pela quinta vez. 
Dois alunos estão a discutir. 
Alguém está a andar pela sala. 
Outro aluno está a perturbar deliberadamente todos os que o rodeiam. 
Há ainda a papelada, a documentação, os e-mails, as intervenções, as adaptações, a recolha de dados e tudo o mais que disputa a atenção do professor. Individualmente, cada interrupção pode demorar apenas alguns minutos. 
Mas esses minutos acumulam-se. E cada minuto gasto a lidar com outra coisa é um minuto que não pode ser dedicado a explicar, questionar, ajudar, desafiar ou, na verdade, ensinar. 
Os professores podem planificar aulas brilhantes. 
As escolas podem implementar novos currículos. Podemos exigir padrões mais elevados e melhores resultados. Mas nada disto altera uma realidade fundamental: 
O problema não é os professores não saberem ensinar. É que grande parte do tempo destinado ao ensino está a ser-lhes retirado. E, quando isso acontece aula após aula, dia após dia, os alunos saem inevitavelmente a perder. 
Quanto mais poderiam os alunos aprender se os professores pudessem realmente passar as suas aulas a ensinar?

Learn Laugh Teach    27/9/2026




Ms. Claire worked at the middle school here in Kinder for 22 yrs. and with me here at the skating rink for 41 years. There were many kids that went through the middle school, that also came to the rink, and as Ms. Claire said a many of time, the same kids that would act out or be disrespectful at the middle school, would be more respectful to us and did not dare act up with us at the rink. Why? Because they knew we could kick them right out of our business if they did not act like civilized people and we could ban them for 6 months from coming to the rink, and their parents couldn't do a darn thing about it. It starts at home, my good people, and I know it's not easy. We raised 3 sons. We weren't perfect parents and my boys weren't perfect children. But they knew we loved them, but they also knew where the line was drawn.


A Sra. Claire trabalhou na escola primária aqui em Kinder durante 22 anos e comigo, aqui na pista de patinagem, durante 41 anos. Muitos jovens que passavam pela escola também frequentavam a pista e, como a Sra. Claire dizia muitas vezes, aqueles mesmos alunos que se portavam mal ou eram desrespeitosos na escola mostravam-se mais respeitadores connosco e nem sequer se atreviam a fazer das suas na pista. Por quê? Porque sabiam que podíamos expulsá-los do nosso estabelecimento se não se comportassem como pessoas civilizadas — podíamos bani-los da pista durante seis meses, e os pais deles não podiam fazer absolutamente nada a esse respeito. Tudo começa em casa, minha gente, e eu sei que não é fácil. Criámos três filhos. Não fomos pais perfeitos, e os meus meninos não foram filhos perfeitos. Mas eles sabiam que nós os amávamos e também sabiam onde estava o limite.


Roger Fontenot 22/9/2026




Há uma nova missão de vida a correr as escolas do país, e não vem no programa escolar. É uma missão silenciosa, mas feroz, partilhada por um número crescente de pais e encarregados de educação: a de impedir, a todo o custo, que os filhos esbarrem contra o muro das consequências.
O diagnóstico social é claro, mas a prática quotidiana nas salas de aula revela contornos quase teatrais. Se a criança faltou ao respeito a um funcionário, a culpa não é da audácia; alguém a provocou. Se o adolescente se envolveu num conflito físico no recreio, o veredicto parental surge imediato: foi o outro que começou. Se perturbou a aula consecutivamente, a culpa é da matéria, que o aborrecia. Se ignorou uma regra elementar de convivência, a regra é que é exagerada, obsoleta ou, quem sabe, fascista.
Neste ecossistema de desculpabilização permanente, a escola deixa de ser um espaço de aprendizagem partilhada e passa a ser vista como um campo de batalha ou uma instituição inquisitória. Se há uma sanção disciplinar, grita-se "perseguição!". Se a nota no teste é um redondo "insuficiente", decreta-se que o professor embirrou com o miúdo. E se o trabalho de casa ficou em branco, haverá sempre uma conjunção astral, uma maleita súbita ou uma razão extraordinária que justifica a honrosa exceção.
O filho, este novo ser imaculado, nunca erra. Quando muito, dizem os manuais da moderna condescendência, “tem reações”.
O problema desta blindagem parental não é apenas o esgotamento nervoso dos professores e diretores, transformados em réus permanentes, que precisam de justificar cada linha vermelha que traçam. O verdadeiro drama joga-se no futuro destas crianças. Ao limparmos todas as pedras do caminho, ao aplainarmos cada relevo e ao inventarmos uma narrativa externa para cada falha interna, estamos a criar uma geração de analfabetos emocionais.
Aprender a errar, a falhar e a assumir a responsabilidade pelo prejuízo causado é a fundação da resiliência. É no desconforto de uma nota negativa que nasce o esforço para o teste seguinte. É no peso de um castigo merecido que se compreende o valor do respeito pelo outro. Quando os pais roubam aos filhos o direito à consequência, roubam-lhes também a oportunidade de crescer.
Se continuarmos a educar os nossos jovens na ilusão de que o mundo é um júri injusto e que eles são eternas vítimas incompreendidas, não estamos a fazer mais nada senão prepará-los para o abismo. Porque o mercado de trabalho não quer saber das "reações", a vida adulta não aceita justificações extraordinárias para a incompetência e as relações humanas exigem a humildade de saber pedir desculpa.
Educar dá trabalho. E, às vezes, o trabalho mais difícil de um pai não é defender o filho do mundo, mas sim defender o filho de si próprio. É deixá-lo cair, acolher o choro e, sem procurar culpados no quintal do vizinho, apontar para o chão e dizer-lhe com firmeza:
“Tu erraste. Agora levanta-te e resolve isto."