AVISO LEGAL E EDITORIAL
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Podemos construir mais habitações e, ainda assim, continuar com falta de oferta acessível se a procura crescer mais depressa. Por isso, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗯𝗮𝘀𝘁𝗮 𝗲𝘅𝗶𝗴𝗶𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼: é necessário planear a habitação em função da evolução demográfica e da capacidade real do país.
Os jovens portugueses, que trabalham, recebem salários insuficientes para os preços atuais e não conseguem sair de casa dos pais, constituir família ou ter filhos.
𝗥𝗘𝗦𝗣𝗢𝗡𝗦𝗔𝗕𝗜𝗟𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘𝗦 𝗣𝗢𝗟𝗜́𝗧𝗜𝗖𝗔𝗦
Mais habitação acessível, conhecimento efetivo do Saldo Migratório, salários dignos, condições para constituir família e correto Ordenamento do Território.
I am currently watching and monitoring the riots in France, and one thing I have noticed is that these so-called ‘young college students’, instead of flying the French flag during the riots, are predominantly flying African, Arab and Palestinian flags.
I wonder what these flags have to do with what is ‘obviously’ and ‘clearly’ a local issue in France.
Many of these ‘college students’ are second-generation immigrants who often rely on Article 8 of the European Convention on Human Rights to resist deportation to their parents’ countries of origin whenever they commit heinous and appalling crimes.
By flying these flags, they are certainly raising questions about where their allegiances lie, which, by the way, is not necessarily a bad thing in itself.
But what baffles me is this: if their allegiances clearly lie with their parents’ countries of origin, why should they not be deported there when the law permits it?
If they can proudly fly African, Arab and Palestinian flags during these riots, why should they then rely on Article 8, alongside French, European and wider Western human rights protections, to resist deportation?
This is yet another example of people exploiting the very rights and freedoms afforded by Western societies while at the same time engaging in behaviour that clearly and obviously undermines those same societies and their values.
A serious government should review how these protections are applied and close all loopholes that are preventing these deportations on national security grounds.
Estou a acompanhar e a observar os distúrbios em França e reparei que estes supostos "jovens estudantes universitários", em vez de hastearem a bandeira francesa durante os tumultos, exibem, predominantemente, bandeiras de nações africanas, árabes e da Palestina.
Pergunto-me qual a relação destas bandeiras com aquilo que é, "obviamente" e "claramente", uma questão local em França.
Muitos destes "estudantes universitários" são imigrantes de segunda geração que, frequentemente, recorrem ao artigo 8.º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos para evitar a deportação para os países de origem dos seus pais, mesmo depois de cometerem crimes hediondos e chocantes.
Ao hastearem estas bandeiras, levantam, sem dúvida, questões sobre onde reside a sua lealdade — o que, por si só, não é necessariamente algo mau.
Contudo, o que me intriga é o seguinte: se a lealdade deles reside, claramente, nos países de origem de seus pais, por que não deveriam ser deportados para lá, nos casos em que a lei permite?
Se podemexibir, com orgulho, bandeiras africanas, árabes e palestinianas durante estes distúrbios, porque recorrem, então, ao artigo 8.º — bem como a outras proteções dos direitos humanos francesas, europeias e ocidentais — para impedir a sua deportação?
Este é mais um exemplo de indivíduos que se aproveitam dos direitos e liberdades garantidos pelas sociedades ocidentais, ao mesmo tempo que adotam comportamentos que, de forma clara e evidente, minam essas mesmas sociedades e os seus valores.
Um governo sério deveria rever a aplicação destas proteções e eliminar as lacunas legais que impedem a realização de deportações fundamentadas em questões de segurança nacional.
Masked crowds march for justice, education and the people, then break into Gucci, Louis Vuitton and the Apple Store. Strangely, nobody ever loots the bookshop next door.
If the cause were education, the first thing they’d grab would be a book. Instead, it’s designer bags and the latest iPhone. The revolution always seems to end in the luxury aisle.
Multidões de máscara marcham por justiça, educação e pelo povo, mas, em seguida, invadem a Gucci, a Louis Vuitton e a Apple Store. Curiosamente, nunca ninguém saqueia a livraria que fica ao lado.
Se a causa fosse a educação, a primeira coisa que pegariam seria um livro. Em vez disso, levam malas de marca e o mais recente iPhone. A revolução parece terminar sempre na secção de artigos de luxo
Esta imagem de um casal de idosos a ser despojado não só dos seus pertences, mas principalmente de toda a sua dignidade é chocante, repugnante e tem q fazer pensar cada um de nós.
🔴 ALERTA: Incêndio no coração de Paris, o restaurante La Barrique está em chamas.
Milhões roubados. Montras partidas, fogo e lojas de luxo pilhadas em França em cenário de devastação
Há vídeos a circular nas redes sociais que mostram lojas como Louis Vuitton e Hermès completamente saqueadas. Perante o agravar dos confrontos em França, há relatos de que lojas de luxo mobilizaram as suas próprias equipas de segurança para tentar conter o caos.