Mundo da Informação

quarta-feira, 3 de junho de 2026

A nova estratégia de agressão na Europa que está na moda: alegar Racismo, quando os racistas são eles próprios

 

https://www.facebook.com/reel/2212795876134664


Até dói a alma, ver este ato racista...


https://www.facebook.com/reel/974576592226178


Henry Nowak, um jovem de 18 anos, foi esfaqueado cinco vezes por um cidadão indiano. O agressor tinha autorização para transportar uma faca por motivos religiosos — e foi precisamente essa faca que utilizou para atacar Henry.
Ferido e a sangrar, Henry procurou ajuda da polícia. Mas, em vez de protegerem a vítima, os agentes decidiram acreditar na versão do agressor, que alegou ter sido atacado e vítima de racismo. Resultado: foi Henry quem acabou algemado.
Enquanto era detido, gritou nove vezes que não conseguia respirar. Foi ignorado. Acabou por morrer algemado, tratado como um criminoso quando era a vítima.




“His pupils aren’t even reacting,” said a female police officer watching Henry Nowak agonize for three minutes.

Henry Nowak had already suffered profound brain hypoxia when the officers finally decided to call the ambulance.

As Henry lay handcuffed on the ground, becoming completely unresponsive, a female officer shone a flashlight into his eyes to check whether he was still responsive.

She then said to her colleague, “His pupils aren’t even reacting.”

Only then did they call an ambulance.

Fixed, dilated, or unreactive pupils are one of the clearest warning signs of severe oxygen deprivation to the brain or cardiac arrest.

Yet before this moment, the officers treated Henry’s sluggishness, heavy breathing, and inability to speak as if he was simply drunk.

This occurred all while Henry was still pinned on the ground in handcuffs, slowly dying.

The police heard the word "racism" echoing so loudly in their ears that they couldn't hear Henry's cries of "I can't breathe."

The fear of the word "racism" has spread so deeply into every institution in the UK (and Europe) that the voices of the indigenous people are drowned out by it. 


“As pupilas dele nem reagem”, disse uma policial enquanto observava Henry Nowak agonizar por três minutos.

Henry Nowak já tinha sofrido hipóxia cerebral profunda quando os policiais finalmente decidiram chamar a ambulância.

Enquanto Henry jazia algemado no chão, completamente inconsciente, uma policial apontou uma lanterna para seus olhos para verificar se ele ainda respondia.

Ela então disse à colega: “As pupilas dele nem reagem”.

Só então chamaram a ambulância.

Pupilas fixas, dilatadas ou que não reagem são um dos sinais de alerta mais claros de grave privação de oxigênio no cérebro ou de paragem cardíaca.

No entanto, antes desse momento, os policiais trataram a lentidão, a respiração ofegante e a incapacidade de falar de Henry como se ele estivesse simplesmente bêbado.

Tudo isso enquanto Henry ainda estava imobilizado no chão, algemado, a morrer lentamente.

A polícia ouviu a palavra "racismo" ecoando tão alto em seus ouvidos que não conseguiu ouvir os gritos de Henry: "Não consigo respirar".

O medo da palavra "racismo" se espalhou tão profundamente por todas as instituições do Reino Unido (e da Europa) que as vozes dos povos originários são abafadas por ele.

House of Common Sense    3/6/2026



Robert Barwick     2/6/2026



Nayib Bukele


Joao Nuno   3/6/2026   



Cllr T     2/6/2026










Reino Unido a caminho da Guerra Civil?

 



Ontem, após a sentença de vickrum Digwa, homicida Indiano que matou Henry Novak com 4 facadas nas costas, milhares de pessoas reuniram-se em Southampton, local onde ocorreu o crime para mostrarem o seu descontentamento com as políticas de imigração miseráveis de Inglaterra e com a atuação da Polícia neste caso, em que após a vítima ter dito que tinha sido esfaqueada e que não conseguia respirar, acusaram-no de mentir e ainda o algemaram no chão após o agressor ter mentido, inventando que tinha sido alvo de insultos racistas, fazendo com que perdesse a vida minutos depois por falta de assistência.
Até hoje, tudo o que tenho escrito e partilhado aqui na minha página, quer seja acerca das vacinas do COVID-19, quer seja acerca da trafulhice das alterações climáticas, quer seja acerca da União Europeia ser o maior bando organizado de criminosos, ou seja acerca da imigração em massa de indivíduos oriundos de países de terceiro mundo de modo a efectuar a substituição populacional e um caos social desejado pelas elites, tenho acertado em tudo, tudo!!
Não sou eu que o digo, são os factos, são os indicadores, é a dualidade de critérios por parte da polícia como neste caso de Henry Novak, é a lavagem cerebral diária por parte da comunicação social e é pela censura e tentativa de silenciamento deste tipo de casos aqui nas redes sociais, nomeadamente aqui no Facebook ( toda a gente que cria conteúdo e que fala acerca de vacinas e/ou de imigração, se queixa do mesmo, o algoritmo limita o alcance e suspende muitas contas quando se tornam demasiado grandes).
Em relação á guerra civil em Inglaterra vou acertar também, aposto que Keir Starmer se vai demitir, ou Inglaterra entra em Guerra Civil e ele sai na mesma, mas a mal...
Eu digo que até dia 21 de Setembro de 2026 o governo cai.
Apostam ou teimam?

Sandro Fernandes   3/6/2026

O Português é uma língua global

 


Português é uma língua global!
Falado na América do Sul, Europa, África e Ásia - com muitos sotaques, continentes e culturas diferentes, histórias e formas de viver!
Uma língua. Muitos mundos!


Manuel Beninger      3/6/2026

terça-feira, 2 de junho de 2026

E pensar que fui condenada por falar do casamento infantil na sala de aula

https://www.facebook.com/reel/2265603094244902 


Para já tem tudo a ver com a matéria de Geografia, e depois questiono-me...

Que tipo de moralidade têm essas pessoas?!

Maria Antão

Persa que fugiu do Irão faz o seu desabafo sobre Londres

https://www.facebook.com/reel/1059810643664119 


O alerta desse iraniano merece ser ouvido. Quem viveu sob um regime islâmico conhece, na prática, as consequências da perda de liberdades individuais. É curioso ver a esquerda apoiar ou minimizar movimentos islamistas em nome do multiculturalismo, sem perceber que muitas das pautas que defendem entram em conflito direto com a visão desses grupos extremistas. Em diversos países onde o islão é a principal religião, os primeiros a sofrer restrições foram justamente dissidentes, ativistas, minorias religiosas, opositores políticos e defensores de pautas progressistas. Ouvir quem viveu essa realidade é aprender com a experiência de quem conhece os riscos do extremismo.

Reino Unido começa a introduzir “carbon scores” nos alimentos de supermercados

 

O Reino Unido está a testar rótulos de carbono para medir o nível de emissões em alguns produtos de supermercado. Um “rótulo ecológico” é um símbolo, logótipo ou gráfico que indica o “impacto ambiental de um produto” e constitui um tipo de «alegação ecológica».

Em 2021, a organização Foundation Earth apoiada pelo governo britânico e por marcas como a Nestlé, Marks e Costa Coffee, realizou, igualmente, um projecto-piloto em que media as pontuações ecológicas. A iniciativa foi parcialmente financiada pela EIT Food da Comissão Europeia. Alguns parceiros incluem o LIDL, Aldi e Starbucks.

No que diz respeito às pontuações/carbon scores, já existem propostas e estudos que exploram a atribuição a cada indivíduo de uma quota pessoal de emissões de carbono, cobrindo consumo de eletricidade doméstica, deslocações e viagens aéreas (uma espécie de carbon plafond).

De relembrar que, em 2005, Peter Brabeck-Letmathe (ex-CEO da Nestlé) afirmou que “a água ser um direito público é uma opinião extrema”, acrescentando, ainda, “a água é um género alimentício como qualquer outro e, como qualquer outro alimento, deve ter um valor de mercado”.

Paralelamente, o governo britânico está a implementar um sistema de identificação digital, o que levanta novas questões sobre privacidade, controlo e acesso a serviços. Esta preocupação não é inédita, durante a crise da covid-19, em vários países presenciou-se a uma suspensão das liberdades individuais, dado que, indivíduos que não apresentassem o comprovativo da vacina não podiam entrar em restaurantes, ginásios, shoppings, praticar desporto federado e viajar.


De forma semelhante, na China implementou-se o sistema de crédito social, que é um sistema de classificação de indivíduos, utilizando dados financeiros, legais, administrativos e sociais para avaliar a confiabilidade e comportamento dos cidadãos. Pontuações altas traduzem-se em recompensas como acessos a empréstimos, prioridade nos serviços públicos e descontos em transportes. Em contrapartida, pontuações baixas resultam em restrições de viagens, menos oportunidades de emprego, prioridade menor nos serviços públicos e estigma social, basicamente, uma progressiva exclusão da sociedade.

Fontes:

Foundation Earth – Environmental scoring of food & drink products

Carbon food labelling: When will we have the information to understand the carbon footprint of our shopping basket? | Deloitte UK

What is carbon food labelling – and how can it help the planet?

FDTP: towards consistent, accurate and accessible environmental impact quantification for the agri-food industry – GOV.UK

Carbon footprint labelling on food | safefood

Carbon labelling on campus menus: how Foodsteps calculates carbon in different foods : Broadcast: News items : University of Sussex

Are carbon scores real stewardship—or virtue signalling? | UX Collective

Traffic-light system of ‘eco-scores’ to be piloted on British food labels | Food & drink industry | The Guardian

Personal carbon allowances white paper | The Carbon Trust

Fontes Multimédia:

File:Flickr – World Economic Forum – Peter Brabeck-Letmathe – World Economic Forum on East Asia 2008.jpg – Wikimedia Commons



Controlo Humano na China


https://lobomedia.pt/2025/10/20/reino-unido-carbon-scores-alimentos/

O crime da demografia em Espanha revelou que os imigrantes africanos cometem 314% mais homicídios, 350% mais crimes sexuais e 537% mais crimes entre menores do que os nativos espanhóis

 



Um estudo do CEU-CEFAS sobre o crime da demografia em Espanha revelou que os imigrantes africanos cometem 314% mais homicídios, 350% mais crimes sexuais e 537% mais crimes entre menores do que os nativos espanhóis.

Taxa de condenados por homicídio

A taxa de condenados por homicídio dos imigrantes africanos é 314% superior à dos nativos espanhóis. Já a taxa de condenados por homicídio dos imigrantes do continente americano é 300% superior à dos espanhóis.

Violência de sexo

Quanto aos condenados por homicídio baseado na violência de sexo, os imigrantes africanos têm 294% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.

Igualmente, os imigrantes do continente americano têm 276% mais propensão para este tipo de crimes comparado aos nativos espanhóis.