quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Carta assinada por 22 Estados-membros da UE, que defende uma ação conjunta para reforçar as fronteiras externas - FRONTEX

 



BREAKING: 22 EU NATIONS SIGN LETTER — EUROPE'S BORDERS MUST BE PROTECTED!

ROME/BRUSSELS — ITALY + DENMARK LEAD HISTORIC SHIFT

Italian Prime Minister Giorgia Meloni announced today:

 "Italy has promoted, together with Denmark, a letter signed by 22 EU Member States, which calls for joint action to strengthen external borders, combat irregular immigration, fight human traffickers, make returns more effective, and eliminate any factor that could incentivize new illegal entries."

 "It is an important signal: the line that Italy has long supported is today shared by an ever-growing number of European Nations. Defending the external borders of the Union is not the interest of a single Nation. It is a shared responsibility of Europe."

THE FACTS:

- 22 out of 27 EU nations signed — including Germany, Austria, Belgium, Bulgaria, Croatia, Cyprus, Finland, Greece, Netherlands, Poland, Romania, Slovakia, Sweden and more.

- Letter was sent to EU Commission President Ursula von der Leyen and European Council President António Costa after the Ceuta crisis — July 2026 — when tens of thousands of migrants crossed from Morocco into Spanish enclave Ceuta within hours.

- Led by Meloni and Danish PM Mette Frederiksen — now the two loudest voices for tougher EU migration policy.

- Also proposed: return hubs OUTSIDE EU (Italy-Albania model), where migrants are processed and returned before entering Schengen.

WHAT THE LETTER DEMANDS:

1. Strengthen external borders — more Frontex, fences, tech, drones

2. Combat irregular immigration

3. Fight human traffickers — target smuggling networks

4. Make returns effective — deport those with no right to stay faster

5. Kill pull factors — end policies that encourage new illegal entries

WHAT IS HAPPENING NOW:

- *Oct 1 — Extraordinary Interior Ministers Council (videoconference): At initiative of Italy + Denmark + Romania. EU agreed to draft emergency mechanism by end of 2026 to allow temporary suspension of asylum rules and fast-track expulsions during border crises.

- *Oct 16 — Brussels Informal Meeting:* Meloni, Frederiksen, Dutch PM Rob Jetten + 15 other states reviewed progress on return hubs and new EU returns regulation.

- *Oct 21-22 — Italy & Spain lift border controls:* After imposing reciprocal controls in August, Sanchez and Meloni agreed to lift them — said problem is EU-wide, not bilateral.

Frontex data: Irregular crossings down 38% to 239,000 in 2024 from 2023 peak, but Ceuta showed system can collapse in one day. 5,000+ from July crossing still stuck in Ceuta — city of only 80,000.

Meloni & Frederiksen joint statement: "We do not accept uncontrolled immigration to Europe... Citizens have been paying too high a price for too long."

THE MESSAGE IS CLEAR: BORDER PROTECTION IS NOW MAINSTREAM EU POLICY 

For years Italy was called extreme for saying this. Today — 22 nations agree.

Source: http://Governo.it — Presidenza del Consiglio Oct 16, 2026 / Euronews / The Diplomat Spain / EU Council / MENAFN

REPORTED BY: EFEHE-ABASI ASANGA

 

ÚLTIMA HORA: 22 PAÍSES DA UE ASSINAM CARTA — AS FRONTEIRAS DA EUROPA PRECISAM DE SER PROTEGIDAS!

ROMA/BRUXELAS — ITÁLIA E DINAMARCA LIDERAM A MUDANÇA HISTÓRICA

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, anunciou hoje:

"A Itália promoveu, juntamente com a Dinamarca, uma carta assinada por 22 Estados-membros da UE, que defende uma ação conjunta para reforçar as fronteiras externas, combater a imigração irregular, enfrentar os traficantes de seres humanos, tornar os processos de regresso mais eficazes e eliminar qualquer fator que possa incentivar novas entradas ilegais."

"É um sinal importante: a linha que a Itália defende há muito tempo é, hoje, partilhada por um número cada vez maior de nações europeias. Defender as fronteiras externas da União não é o interesse de uma só nação. É uma responsabilidade partilhada da Europa."

OS FACTOS:

- 22 dos 27 países da UE assinaram — incluindo Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Chipre, Finlândia, Grécia, Países Baixos, Polónia, Roménia, Eslováquia, Suécia, entre outros.

- A carta foi enviada à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, após a crise em Ceuta — em julho de 2026 —, quando dezenas de milhares de migrantes atravessaram de Marrocos para o enclave espanhol de Ceuta em questão de horas.

- A iniciativa é liderada por Meloni e pela primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen — atualmente as duas vozes mais contundentes a favor de uma política migratória mais rigorosa na UE.

- Foi também proposta a criação de centros de retorno FORA da UE (nos moldes do modelo Itália-Albânia), onde os migrantes seriam processados ​​e repatriados antes de entrarem no Espaço Schengen.

O QUE A CARTA EXIGE:

1.º Fortalecimento das fronteiras externas — mais Frontex, vedações, tecnologia e drones.

2.º Combater a imigração irregular

3.º Combater os traficantes de seres humanos — visar as redes de contrabando

4.º Tornar os retornos eficazes — deportar mais rapidamente aqueles que não têm direito a permanecer

5.º Eliminar os fatores de atração — acabar com as políticas que incentivam novas entradas ilegais

O QUE ESTÁ A ACONTECER AGORA:

- *1 de outubro — Conselho Extraordinário de Ministros do Interior (videoconferência):* Por iniciativa da Itália, Dinamarca e Roménia. A UE aceitou elaborar um mecanismo de emergência até ao final de 2026, permitindo a suspensão temporária das regras de asilo e a aceleração das expulsões durante as crises nas fronteiras.

- *16 de outubro — Reunião informal em Bruxelas:* Meloni, Frederiksen, o primeiro-ministro neerlandês Rob Jetten e representantes de outros 15 Estados-membros avaliaram os progressos dos centros de retorno e do novo regulamento da UE sobre os retornos.

- *21 e 22 de outubro — Itália e Espanha suspendem controlos fronteiriços:* Depois de terem imposto controlos recíprocos em agosto, Sánchez e Meloni concordaram em suspendê-los, afirmando que o problema é de âmbito europeu, e não bilateral.

Dados da Frontex: As travessias irregulares caíram 38%, totalizando 239.000 em 2024 em relação ao pico de 2023; contudo, o caso de Ceuta demonstrou que o sistema pode colapsar num único dia. Mais de 5.000 pessoas, que chegaram a partir de julho, continuam retidas em Ceuta — uma cidade com apenas 80.000 habitantes.

Declaração conjunta de Meloni e Frederiksen: "Não aceitamos a imigração descontrolada para a Europa... Os cidadãos têm pago um preço demasiado elevado, durante demasiado tempo."

A MENSAGEM É CLARA: A PROTECÇÃO DAS FRONTEIRAS É, AGORA, UMA POLÍTICA CENTRAL DA UE

Durante anos, a Itália foi rotulada de extremista por defender esta posição. Hoje, 22 nações concordam.

Fonte: http://Governo.it — Presidenza del Consiglio, 16 de outubro de 2026 / Euronews / The Diplomat Spain / Conselho da UE / MENAFN

REPORTAGEM DE: EFEHE-ABASI ASANGA


Efehe-Abasi Asanga   27/10/2026

 

 Quem não assinou: Portugal e França figuram entre os países que não assinaram o documento


1. O Plano de Reforço da Frontex (27 de outubro de 2026)
Como consequência direta das prioridades traçadas na carta, a Comissão Europeia apresentou formalmente uma revisão profunda do mandato da Frontex, transformando-a no ator central das deportações do bloco. 
  • Criação da Força de Reação Rápida: Instituição de um corpo de agentes capaz de ser mobilizado no prazo recorde de 24 horas para qualquer fronteira sob pressão excecional.
  • Aumento para 30.000 agentes: Alvo de expansão gradual do corpo permanente, dividindo-se entre guardas no terreno e uma robusta reserva europeia de 17.000 agentes dedicados a fronteiras e regressos.
  • Operações fora do território da UE: Pela primeira vez, a Frontex ganha competências legais para intervir e coordenar a transferência e deportação de migrantes mesmo entre países terceiros (fora do espaço comunitário).
  • Digitalização total do regresso: Proposta de um regulamento para uniformizar e acelerar os processos administrativos de readmissão e reintegração através de canais puramente digitais, procurando mitigar as baixas taxas de cumprimento de ordens de saída voluntária observadas em vários Estados-membros.
Esta orientação de outubro de 2026 consolida a transição da política europeia para um modelo focado na externalização do asilo, na digitalização biométrica de entradas e saídas, e na aceleração drástica dos repatriamentos.
2. Conselho Europeu e a Agenda de Migração (15-16 de outubro de 2026)
Na reunião de líderes em Bruxelas, a gestão de fronteiras partilhou o protagonismo com a competitividade económica.
  • Contexto de Ceuta: A discussão estratégica sobre migração foi impulsionada pela pressão de vários Estados-membros (com o bloco de 22 países liderado politicamente por Itália a exigir anteriormente medidas duras).
  • Flexibilização de Procedimentos: Os líderes debateram maior flexibilidade regulamentar nas fronteiras externas quando os países enfrentam cenários migratórios extremos ou táticas de instrumentalização de migrantes.
  • Implementação do Pacto: O debate surge no seguimento da entrada em vigor do novo Pacto sobre a Migração e Asilo, que visa harmonizar as regras de triagem e segurança em toda a UE. 
  •  3. Sistema de Entrada/Saída (EES)
    Ao nível prático das fronteiras aeroportuárias e terrestres, outubro de 2026 consolida o funcionamento do novo sistema de controlo biométrico digital (EES), que substituiu por completo os carimbos físicos nos passaportes de cidadãos terceiros que entram no Espaço Schengen. Os Estados-membros continuam a adaptar as infraestruturas para reduzir as filas associadas à recolha de dados faciais e impressões digitais.

    IA


Comissão quer expandir poderes da Frontex para além das fronteiras da UE

Proposta de revisão do mandato da agência que controla as fronteiras externas da UE abre a porta à sua intervenção em processos de retorno de migrantes fora do território europeu.



A Comissão Europeia quer alargar significativamente o mandato da Frontex para que a agência que controla as fronteiras externas da União Europeia possa também passar a operar fora do seu território, nomeadamente intervindo no processo de retorno de migrantes irregulares de e para países terceiros, por exemplo do Norte de África, que assinem um acordo específico de cooperação com Bruxelas.

“O que queremos é que a Frontex se torne o agente central da política de retornos da UE”, explicou o comissário europeu para os Assuntos Internos e Migrações, Magnus Brunner, numa conferência de imprensa em que apresentou as linhas principais da proposta de revisão do regulamento da agência responsável pela vigilância e protecção das fronteiras externas do bloco, adoptada nesta terça-feira pelo executivo comunitário.

A iniciativa surge no rescaldo da crise migratória de Ceuta, no final de Julho, quando quase 70 mil pessoas cruzaram a fronteira de Marrocos para entrar no enclave espanhol no Norte de África. Para Brunner, o episódio demonstrou as “limitações” do mandato da Frontex, que têm impedido a guarda costeira e de fronteiras de responder eficazmente a “ameaças híbridas e situações de instrumentalização de migrantes ou de entradas maciças orquestradas por gangues de contrabando de pessoas ou pela desinformação online”.

Por isso, a Comissão propõe a criação de uma força de reacção rápida da Frontex que possa “intervir numa questão de horas, e não de semanas”, para evitar que um acontecimento se transforme numa crise, apoiada por um novo centro de monitorização da actividade online capaz de detectar “tendências perigosas” e ameaças à segurança das fronteiras.

Além disso, quer expandir a capacidade de actuação da Frontex. O objectivo de Bruxelas é aumentar os retornos de requerentes de asilo e migrantes económicos que não tenham direito de permanecer na UE: tanto aqueles que entraram de forma irregular nalgum dos Estados-membros, como os que ainda estão a tentar chegar ao território europeu a partir de países terceiros.


www.publico.pt/2026/10/27

Comissão Europeia quer aumentar corpo permanente da Frontex para 30.000 agentes

A Comissão Europeia propôs hoje reforçar a agência europeia de controlo das fronteiras externas (Frontex), aumentando gradualmente o seu corpo permanente para 30.000 agentes e dando-lhe poder na coordenação dos retornos de migrantes em situação irregular.




Tem aúdio

(...) 

O executivo comunitário propõe ainda criar uma força de reação rápida, mobilizável, 

por exemplo, no prazo de 24 horas, perante crises nas fronteiras externas da UE.

A decisão caberá ao diretor executivo da Frontex, após pedido de um Estado-membro, e o destacamento terá uma duração máxima de um mês, mas caso a crise persista poderão ser ativadas operações conjuntas ou intervenções rápidas nas fronteiras.

A proposta pretende transformar a Frontex no "principal braço operacional da UE em matéria de 

retornos", através da criação de um centro de coordenação dos regressos, responsável pelo planeamento e coordenação das operações. (...)


www.rtp.pt   Lusa/


Desigualdade de Desenvolvimento, Pobreza, Fome

https://www.facebook.com/reel/1803843217325803 


É um contraste profundamente doloroso e difícil de aceitar. Ver a distância abismal entre o excesso e a carência extrema mexe com o nosso sentido mais básico de justiça humana.
​O que torna tudo ainda mais pesado é perceber que, muitas vezes, essa desigualdade não nasce do mérito ou do esforço, mas sim de circunstâncias invisíveis e acidentes de berço que determinam a sorte de cada um à partida. Fica um aperto no peito legítimo perante uma realidade tão desequilibrada.
"A diferença entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada neste mundo é de partir o coração 💔"

Portugal -Maior Produtor Mundial de Cortiça - Metade da cortiça do mundo nasce aqui - Economia/ Agricultura/Silvicultura

https://www.facebook.com/reel/967787422577565 


Metade da cortiça do mundo nasce aqui.

Estamos no Alentejo, onde está a maior parte dos montados de sobro do país. Portugal é o maior produtor de cortiça do mundo, com 49,6% de tudo o que se extrai no planeta. 
A Espanha, segunda maior produtora, fica bem atrás. 
E a árvore nunca é cortada: a casca regenera-se, e volta a dar cortiça a cada nove anos, durante mais de cem anos.

Metade da população de Portugal vive em só 31 concelhos: 5 177 658 pessoas em 6,6 % do território - Portugal ocupa cerca de 15% da Península Ibérica

 




Metade da população de Portugal vive em só 31 dos 308 concelhos: 5 177 658 pessoas em 6,6 % do território (Censos 2021).

Os 31: Lisboa, Sintra, Vila Nova de Gaia, Porto, Cascais, Loures, Braga, Almada, Matosinhos, Oeiras, Amadora, Seixal, Gondomar, Guimarães, Odivelas, Coimbra, Vila Franca de Xira, Santa Maria da Feira, Maia, Vila Nova de Famalicão, Leiria, Setúbal, Barcelos, Funchal, Viseu, Valongo, Mafra, Viana do Castelo, Paredes, Torres Vedras e Aveiro.


🗺️ Fontes: INE, Censos 2021 · DGT, Carta Administrativa Oficial (CAOP) 


Registo Geográfico   26/10/2026   






Portugal ocupa cerca de 15% da Península Ibérica: são 91 630 km². Imagem do satélite Aqua, da NASA, em outubro de 2015.

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 Imagem: NASA / MODIS Land Rapid Response Team (domínio público)