Cabecilhas de rede lucram milhões de euros ao ajudar 48 mil imigrantes a entrar em Portugal
Rede terá conseguido obter cerca de 35 milhões de euros a regularizar imigrantes ilegais. MP de Coimbra acusa 31 arguidos de milhares de crimes.
Dois alegados cabecilhas de uma rede criminosa terão obtido cerca de 35 milhões de euros através da regularização fraudulenta de milhares de imigrantes em Portugal. Segundo a acusação do Ministério Público de Coimbra, Abner, um cidadão brasileiro que chegou a Coimbra em fevereiro de 2022 para trabalhar como empregado de mesa, terá lucrado perto de 20 milhões de euros em três anos com a legalização ilícita de cerca de 30 mil imigrantes. Já Santosh, um cidadão nepalês de 46 anos, é acusado de ter obtido 16,3 milhões de euros através da falsificação de documentos destinados a cidadãos indostânicos que pretendiam obter autorização de residência em Portugal.
De acordo com a acusação, entre março de 2022 e maio de 2025, a organização criminosa liderada pelos dois suspeitos terá conseguido regularizar ilegalmente 47.901 cidadãos estrangeiros, recorrendo a documentos falsificados e à introdução de dados falsos nos processos de manifestação de interesse, mecanismo entretanto extinto, segundo o Jornal de Notícias.
Dois alegados cabecilhas de uma rede criminosa terão obtido cerca de 35 milhões de euros através da regularização fraudulenta de milhares de imigrantes em Portugal. Segundo a acusação do Ministério Público de Coimbra, Abner, um cidadão brasileiro que chegou a Coimbra em fevereiro de 2022 para trabalhar como empregado de mesa, terá lucrado perto de 20 milhões de euros em três anos com a legalização ilícita de cerca de 30 mil imigrantes. Já Santosh, um cidadão nepalês de 46 anos, é acusado de ter obtido 16,3 milhões de euros através da falsificação de documentos destinados a cidadãos indostânicos que pretendiam obter autorização de residência em Portugal.
De acordo com a acusação, entre março de 2022 e maio de 2025, a organização criminosa liderada pelos dois suspeitos terá conseguido regularizar ilegalmente 47.901 cidadãos estrangeiros, recorrendo a documentos falsificados e à introdução de dados falsos nos processos de manifestação de interesse, mecanismo entretanto extinto, segundo o Jornal de Notícias.
Correio da Manhã 01 de agosto de 2026