Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
Jovens dos EUA questionados sobre atualidade: "Venezuela… É em Espanha?"
Um repórter da Fox News andou pela praia de Fort Lauderdale a entrevistar alguns estudantes que estão a desfrutar do Spring Break, nos Estados Unidos. Entre várias perguntas, questionou-os acerca de notícias da atualidade... e as respostas surpreenderam.
Um repórter da Fox News aproveitou o Spring Break (férias de primavera, em tradução livre) e foi até uma praia de Fort Lauderdale, na Florida, Estados Unidos, falar com alguns estudantes... que pouco ou nada sabiam sobre o que se está a passar no mundo.
Entre as várias questões colocadas estão, por exemplo, qual é o maior problema dos Estados Unidos ou o que é que Donald Trump tem feito nos últimos tempos... e a maioria das respostas surpreendeu. Mas, pela negativa ou positiva?
Uma das primeiras perguntas feitas foi sobre qual é o maior problema nos Estados Unidos e uma das jovens entrevistadas respondeu: "Bronzear-me. É a coisa mais importante agora".
Já outra disse: "É qual o biquíni que vou escolher amanhã?".
No entanto, houve quem respondesse, por exemplo, que os Serviços de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) fossem um dos maiores problemas, tendo em conta a repressão vivida nos últimos tempos. "Eu sou legal", afirmou.
Já sobre o que é que Donald Trump tem andado a fazer, as respostas também foram originais. Uma jovem respondeu: "O golfo da América. Esta foi a última coisa que acompanhei".
"Estamos a começar uma guerra com o Iraque. É uma loucura", disse uma outra rapariga.
O repórter da Fox News mencionou ainda que o aiatola do Irão, Ali Khamenei, tinha morrido e todos os entrevistados perguntaram: "Que diabos é aiatola?" ou "Nunca ouvi essa palavra antes".
"Nunca tinha ouvido falar. Fiquei a saber do Chuck Norris ontem, fiquei muito devastada", disse uma das jovens entrevistadas.
As perguntas continuaram com o repórter a questionar os jovens sobre como é que enfrentariam o Irão caso fossem eles a estar no comando.
Um rapaz referiu que iria "reunir umas raparigas de biquíni e elas correriam pelo campo de batalha" porque assim iriam distrair os inimigos. Por sua vez, a resposta de uma rapariga foi: "Namoriscar com eles".
E, por fim, o repórter perguntou se sabiam o que estava a acontecer na Venezuela: "Venezuela? Não é em Espanha?", respondeu uma jovem.
Ver o vídeo no Link
www.noticiasaominuto.com 25/3/2026
terça-feira, 24 de março de 2026
Tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa - Newborn child name trends in Europe's Major Cities
Newborn child name trends in Europe's Major Cities.
Newborn name trends in Europe’s major cities reflect growing cultural diversity and demographic shifts, particularly in large urban centers. In cities such as Amsterdam, Berlin, London, Brussels, Manchester, and Oslo, variations of the name “Muhammad” rank among the most popular, highlighting the influence of multicultural communities and immigration patterns.
At the same time, not all cities follow this pattern, as seen in Warsaw, where a more traditional local name like “Nikodem” leads. This contrast shows how naming trends are shaped by a combination of cultural heritage, population diversity, and local preferences, resulting in different outcomes across European cities.
Right credits to @geodatarankings 20/3/2026
Tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa.
As tendências de nomes de recém-nascidos nas principais cidades da Europa refletem a crescente diversidade cultural e as mudanças demográficas, particularmente nos grandes centros urbanos. Em cidades como Amsterdão, Berlim, Londres, Bruxelas, Manchester e Oslo, variações do nome "Muhammad" estão entre as mais populares, destacando a influência de comunidades multiculturais e padrões de imigração.
Ao mesmo tempo, nem todas as cidades seguem esse padrão, como se observa em Varsóvia, onde um nome local mais tradicional, como "Nikodem", predomina. Esse contraste mostra como as tendências de nomes são moldadas por uma combinação de herança cultural, diversidade populacional e preferências locais, resultando em diferentes desfechos nas cidades europeias.
Créditos da imagem: @geodatarankings
domingo, 22 de março de 2026
Os Países mais Felizes do Mundo - Relatório de 2026 - Afinal os países mais ricos não são os mais felizes
The World Happiness Report 2026 once again highlights Northern Europe as the world’s happiest region.
Finland keeps the top spot, followed by
Iceland and
Denmark, countries consistently ranking high thanks to strong social support, trust in institutions, and high quality of life.
Beyond Europe,
Costa Rica stands out in 4th place, while
Israel also ranks in the top 10.
Happiness is measured through factors such as income, health, social support, freedom, generosity and perceptions of corruption.
Source: World Happiness Report 2026
The World in Maps 21/3/2026
Crise na habitação é "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem"? - A cidade é para morar, não é só para trabalhar
A jovem de 24 anos foi uma das mais de mil pessoas que se manifestaram hoje em Lisboa em defesa do direito à habitação, num protesto que percorreu a Avenida da Liberdade até à Praça dos Restauradores, numa das zonas mais caras da capital.
Segundo um relatório do Conselho Europeu, Lisboa é a cidade da União Europeia (UE) onde os habitantes destinam uma maior percentagem do salário para pagar a habitação (a proporção entre o salário e a renda é de 116%, o que significa que apenas um rendimento médio não chega para alugar um apartamento) e a subida constante dos preços torna cada vez mais difícil o sonho de ter casa própria.
Carolina Silva diz não ter sequer perspetivas de o conseguir. "Vivo numa casa partilhada com colegas de casa, com uma renda que também continua a aumentar", contou à Lusa, sublinhando que o salário mal chega.
Dez anos mais velho, Arturo Rodriguez partilha dificuldades semelhantes e diz que o que ganha enquanto investigador mal chega para pagar a renda de um quarto. (...)
Entre os manifestantes encontravam-se também muitas pessoas que beneficiaram de um contexto em que era mais fácil comprar casa própria, mas nem por isso deixam de solidarizar-se.
José Caldeira é um desses exemplos. Qualificou a crise na habitação como "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem".
"É a crise da habitação, a crise dos despejos, a crise dos preços inacessíveis à maioria da população e a crise do acentuar de um ciclo de pobreza pela falta de habitação para os mais pobres e para a classe média", sublinhou o economista de 62 anos.
Apontando o aumento galopante dos preços da habitação, sem correspondência no crescimento dos salários, José Caldeira admite temer pelo futuro, não tanto pelo seu, mas sobretudo pelo da filha de 22 anos.
"É óbvio que vai defrontar o problema da habitação como a esmagadora maioria dos jovens hoje defronta. Ainda não tenho esse problema em casa, mas é um problema gravíssimo", afirmou. (...)
O ritmo, marcado pelo som dos tambores, era completado com palavras de ordem gritadas pelos manifestantes: "Menos renda e mais salário", "Do bairro à cidade, queremos dignidade" ou "A cidade é para morar, não é só para trabalhar". (...)
"O Governo está a pensar no mercado e na exploração das casas como bens e não como casas para as pessoas que realmente precisam delas", criticou a porta-voz, argumentando que as medidas deitam gasolina sobre o problema.
Outra das manifestantes, Cristina Dias, juntou-se ao protesto por solidariedade. Depois de alguns anos a viver em Bruxelas, onde trabalhou na União Europeia, vendeu o apartamento em 2010 e regressou a Lisboa, onde comprou uma casa.
"Se fosse hoje não sei se conseguia, porque Lisboa está muito mais caro que Bruxelas", admitiu.
Além de Lisboa, 15 outras localidades responderam hoje ao apelo da plataforma Casa para Viver.
https://www.noticiasaominuto.com/ 21/3/2026