segunda-feira, 6 de julho de 2026

Agressão Climática em Portugal - A falsa Energia Verde / Catástrofe Térmica

 


⚠️🚨 ALERTA: CATÁSTROFE AMBIENTAL E MICROCLIMÁTICA ÀS PORTAS DE ÉVORA! 🚨⚠️
Atenção, eborenses. O que está prestes a acontecer entre Évora e a Graça do Divor não é apenas "transição energética" — é uma alteração drástica e perigosa do nosso clima local. Estamos a falar de cobrir MAIS DE 1.300 HECTARES de solo e montado com um mar de 1,5 MILHÕES DE PAINÉIS SOLARES.
A ciência já provou o perigo real que aí vem: o Efeito de Ilha de Calor Fotovoltaica (PVHI).
🔬 O QUE DIZ A CIÊNCIA? (Estudo publicado na prestigiada revista NATURE)
Uma investigação liderada pelo Dr. Barron-Gafford ("The Photovoltaic Heat Island Effect") provou que as mega-centrais solares aumentam a temperatura do ar local entre 3°C a 4°C em comparação com as zonas naturais vizinhas.
🔥 PORQUE É QUE ISTO É UMA CATÁSTROFE TÉRMICA?
1️⃣ O Silício Ferve: Os painéis solares absorvem a luz, mas convertem apenas cerca de 20% em eletricidade. Os restantes 80% transformam-se em CALOR PURO. No pico do verão alentejano, estes 1,5 milhões de painéis vão atingir temperaturas sufocantes entre os 50°C e os 65°C.
2️⃣ Destruição do Ar Condicionado Natural: Ao arrancar a vegetação para colocar metal e vidro, destruímos a evapotranspiração das plantas — o sistema natural que arrefece a nossa região.
3️⃣ Impacto Direto na Cidade: Esta colossal barreira térmica industrializada, localizada mesmo a norte de Évora (Central do Divor, Graça do Divor e Sol de Évora), vai empurrar massas de ar sobreaquecido para cima da cidade. O resultado? Verões ainda mais insuportáveis, secas do solo agravadas e noites tropicais sufocantes.
Os promotores apresentam os projetos de forma isolada para camuflar o impacto, mas o clima não conhece fronteiras. O efeito cumulativo de três mega-projectos colados uns aos outros ameaça desertificar ainda mais o nosso território e sufocar o microclima de Évora.
Energia verde SIM, mas NÃO à custa da destruição do nosso futuro e do nosso clima! É preciso travar este gigantismo cego.
📢 Partilha! Évora precisa de saber o que estão prestes a fazer à nossa volta.

João Fernandes      5/7/2026 

domingo, 5 de julho de 2026

Escola - Alunos e suas atitudes lamentáveis


 

Wokismo atual... promotores de ódios fortuitos

 


Aceitem que dói menos:
A nossa geração foi tolerante e muito, sem sequer pensar nisso.
Vocês sim, inventaram os problemas de género, ódios e fobias.
Somos de gerações que ouviram e amaram David Bowie, Lou Read e que nunca colocaram problemas às preferências sexuais que eles tinham.
Não ligamos a isso e ficamos satisfeitos e felizes porque a música deles nos tocou!
Elton John, Freddy Mercury e George Michael..
Nós também somos as gerações que amavam Led Zeppelin, Deep Purple, Neil Young ou Eagles, sem criar problemas com as suas letras, hoje consideradas machistas!
Quando Boy George surgiu, com a sua imagem diferente, não perguntamos se era gay, hetero ou bi! Apenas curtimos a sua música.
E quando Jimmy Sommerville nos contou sua história de infância, nos emocionamos e cantamos com ele.
Não havia leis que nos obrigassem a sermos solidários ou a mostrarmos posições publicamente.
Não existiam ameaças de sanções ou autoproclamados que nos censurassem quando alguém fazia uma piada sobre algum destes assuntos.
Alyson Moyet era definitivamente gorda, mas ninguém achava que ela valia menos que uma Claudia Schiffer.
Gostaria de entender o que aconteceu entretanto pois, na minha opinião, todos esses censores têm o único efeito de gerar o que censuram. A tolerância nunca cresce por intolerância, mas sim o ódio e a divisão!
Não precisávamos de restrições. A educação que os nossos pais nos transmitiram e valores como assistência, empatia, amor ao próximo e tolerância são reais e infracções traziam desvantagens sociais!
Agora vieram impor-nos um culto de crítica e culpabilização, colocando-nos uns contra os outros!

De: Inga Grimme

sábado, 4 de julho de 2026

Tiragem da Cortiça - Agricultura e trabalho duro

https://www.facebook.com/reel/1351499853745069 


Qual é o jovem de hoje em dia que se vai querer sujeitar à dureza da tiragem da cortiça? O resultado é simples: um desequilíbrio na relação da oferta e procura que faz com que este tipo de trabalho seja pago a peso de ouro

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Misoginia - Ódio, desprezo ou aversão às mulheres simplesmente por serem mulheres


O termo deriva do grego miseó (ódio) e gyné (mulher). A misoginia está frequentemente associada a sistemas patriarcais e machistas, funcionando para manter a dominação masculina e controlar comportamentos femininos.
Esta atitude enraizada culturalmente manifesta-se através de discriminação, estereótipos nocivos, objetificação sexual, violência e desvalorização da mulher em diferentes esferas da sociedade.