As forças de segurança de Marrocos travaram hoje uma tentativa de centenas de migrantes, na maioria subsarianos, de entrarem irregularmente na cidade espanhola de Ceuta, indicaram à agência de notícias espanhola EFE fontes securitárias marroquinas.
Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.
No final de julho, cerca de 72.000 pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, e, à data de 06 de agosto, 70.000 já tinham voltado a Marrocos, segundo dados das autoridades de Espanha.
Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.
Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.
Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.
No final de julho, cerca de 72.000 pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, e, à data de 06 de agosto, 70.000 já tinham voltado a Marrocos, segundo dados das autoridades de Espanha.
Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.
Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.
Marrocos usa gás lacrimonogéneo para travar entradas em Ceuta
As forças de segurança marroquinas usaram hoje gás lacrimogéneo para dispersar centenas de migrantes, na maioria subsarianos, que pretendiam entrar irregularmente na cidade espanhola de Ceuta, constatou no local a agência de notícias espanhola EFE.
Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.
No final de julho, mais de 80 mil pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, das quais entre cinco mil e oito mil permanecem dispersas pelo território, estimam as autoridades de Espanha.
Nos próximos dias, uma equipa alargada do Ministério espanhol de Inclusão, Segurança Social e Migrações vai deslocar-se a Ceuta para tratar com urgência da criação de centros temporários de acolhimento de migrantes, adiantou hoje a EFE.
A comitiva, que acompanhará a ministra titular da pasta, Elma Sainz, terá como principal objetivo analisar no terreno os espaços que estão a ser equacionados para o acolhimento e determinar quais podem ser adaptados de forma mais célere.
A intenção do Governo é que pelo menos dois dos espaços, com capacidade total para perto de mil pessoas, possam estar operacionais na próxima semana.
A procura por espaços que possam ser transformados em centros temporários de acolhimento de migrantes tem sido um dos principais desafios das administrações de Ceuta, quer por a cidade ter apenas 19 km2, quer pela oposição dos vizinhos em relação aos locais que têm sido apontados para tal.
Ceuta, um pequeno território de 80 mil habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.