Mundo da Informação

domingo, 5 de abril de 2026

Nova realidade da Sociedade Europeia

https://www.facebook.com/reel/2103220167193674 

Realidade francesa...



Britain has one legal system — British law. Sharia courts have no place in our country. We cannot allow parallel justice systems that treat women unequally or contradict our fundamental rights. Every person living in the UK must be subject to the same laws, the same courts, and the same protections. Equality before the law is a cornerstone of British justice. It's time to end any form of legal separatism and reaffirm that in Britain, it's one law for all — no exceptions. 

A Grã-Bretanha tem um único sistema jurídico — a lei britânica. Tribunais da sharia não têm lugar no nosso país. Não podemos permitir sistemas judiciais paralelos que tratem as mulheres de forma desigual ou que contradigam os nossos direitos fundamentais. Todas as pessoas que vivem no Reino Unido devem estar sujeitas às mesmas leis, aos mesmos tribunais e às mesmas proteções. A igualdade perante a lei é um pilar da justiça britânica. É hora de acabar com qualquer forma de separatismo jurídico e reafirmar que, na Grã-Bretanha, existe uma única lei para todos — sem exceções.

Uk Vibe   5/4/2026





"On March 12, 2026, Lille supporters displayed a large banner of Joan of Arc dressed in military armor holding a sword, alongside the French flag, during their Europa League Round of 16 first-leg match against Aston Villa. The slogans read “French Never D**,” “Proud. Strong. Fierce,” and “Joan raises her sword, and Lille continues to fight.”

UEFA’s Control, Ethics and Disciplinary Body fined Lille €17,500 for the banner under Article 16(2)(e), stating it was “transmitting a message that is not fit for a sports event.” The total fines, including offenses such as throwing objects, pyrotechnics, blocking passageways, and a delayed kickoff, reached €82,750.

A few weeks earlier, Red Star Belgrade was fined €40,000 for displaying a large Orthodox Christian icon during their Europa League match against Lille on February 26, along with a banner reading “May our faith lead you to victory.” Their total fines amounted to €95,500.

Joan of Arc is known as a Catholic saint and remains one of France’s most honored national figures. She was canonized by the Catholic Church in 1920. Critics argue her image represents cultural heritage rather than political messaging.

UEFA maintains that its rules apply equally to all non-sport-related displays inside stadiums."

A 12 de março de 2026, adeptos do Lille exibiram uma grande faixa com a imagem de Joana d'Arc vestida com armadura militar e empunhando uma espada, ao lado da bandeira francesa, durante o jogo de ida dos oitavos de final da Liga Europa contra o Aston Villa. Os slogans diziam "Franceses Nunca Se Acovardam", "Orgulhosos. Fortes. Ferozes" e "Joana ergue sua espada e o Lille continua lutando". 

O Órgão de Controle, Ética e Disciplina da UEFA multou o Lille em € 17.500 pela faixa, com base no Artigo 16(2)(e), alegando que ela "transmitia uma mensagem inadequada para um evento desportivo". O total das multas, incluindo infrações como arremesso de objetos, fogos de artifício, obstrução de vias e atraso no início da partida, chegou a € 82.750. 

Algumas semanas antes, o Estrela Vermelha de Belgrado foi multado em € 40.000 por exibir um grande ícone cristão ortodoxo durante uma jogo da Liga Europa contra o Lille, a 26 de fevereiro, juntamente com uma faixa com os dizeres “Que nossa fé vos conduza à vitória”. O total das multas aplicadas ao clube chegou a € 95.500. 

Joana d'Arc é conhecida como uma santa católica e permanece uma das figuras nacionais mais veneradas da França. Ela foi canonizada pela Igreja Católica em 1920. Críticos argumentam que a sua imagem representa o patrimônio cultural, e não uma mensagem política. 

A UEFA afirma que as suas regras aplicam-se igualmente a todas as exibições não relacionadas com o desporto dentro dos estádios.




🇭A Hungria segue firme: protegendo crianças e defendendo valores tradicionais.

O debate cresce em toda a Europa enquanto o país mantém leis que restringem certos conteúdos relacionados ao LGBTQ nas escolas, especialmente para os mais jovens.

Autoridades húngaras afirmam que essas medidas buscam proteger menores e garantir que temas sobre sexualidade e gênero sejam tratados principalmente pelas famílias, e não pelas instituições de ensino.

Por outro lado, a União Europeia critica essas leis, alegando que podem gerar discriminação contra pessoas LGBTQ e contrariar princípios do bloco.

O governo da Hungria sustenta que a questão envolve soberania nacional e o direito dos pais, defendendo que cada país deve decidir como abordar temas sensíveis na educação.

Para muitos cristãos, esse debate levanta reflexões mais profundas sobre família, fé e a responsabilidade dos pais na formação moral dos filhos.

📖 Provérbios 22:6
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”

Em toda a Europa e além, a discussão continua sobre como equilibrar liberdade, valores culturais e autoridade familiar na educação. 


SICKENING: Muslim MMA fighter in the UK filmed himself raping a teenage girl in his car.

She begged him to stop on video, and her life has been irreparably scarred.

He will go to jail for only 8 years, which is not that much longer than British citizens who post wrongthink online.

REPUGNANTE: Lutador muçulmano de MMA no Reino Unido filmou a si mesmo a violar uma adolescente dentro de seu carro. 

Ela implorou para que ele parasse, e sua vida ficou irremediavelmente marcada. 

Terrence K William   5/4/2026


Ele cumprirá apenas 8 anos de prisão, o que não é muito mais tempo do que cidadãos britânicos que publicam opiniões julgadas erradas online.


Musl!ms thought Europe would eventually bow down to Islam…
Then THIS happened.
In a stunning vote that shocked Brussels, the European Parliament just passed a sweeping new law to accelerate mass deportations across all 27 EU countries.
The vote? 389 to 26.
Center-right parties joined forces with conservative and patriot groups to push through the toughest deportation framework in over a century.
Longer detentions. Stricter return rules. External deportation hubs. Permanent bans for security risks.
Germany is preparing to repatriate nearly 800,000 Syrians. Countries are already negotiating return centers in Africa.
The same politicians who called patriots “extremists” are now doing exactly what the people have been demanding for years.
The globalist experiment is collapsing.
The Overton window has shifted — and it may have shifted permanently.
Europe is fighting back.
This is one of the most important political developments in recent years.
Want the full story and analysis of what this really means for Europe and the West?

Os muçulmanos pensavam que a Europa acabaria por se curvar ao Islão…
Então, aconteceu ISTO.
Em uma votação surpreendente que chocou Bruxelas, o Parlamento Europeu acaba de aprovar uma nova lei abrangente para acelerar as deportações em massa em todos os 27 países da UE.

A votação? 389 a 26.
Partidos de centro-direita uniram forças com grupos conservadores e patriotas para aprovar a estrutura de deportação mais rigorosa em mais de um século.

Detenções mais longas. Regras de retorno mais rígidas. Centros de deportação externos. Proibições permanentes por riscos à segurança.

A Alemanha está a preparar-se para repatriar quase 800.000 sírios. 
Os países já estão a negociar centros de retorno em África.
Os mesmos políticos que chamavam os patriotas de “extremistas” agora estão a fazer exatamente o que o povo exige há anos.

A experiência globalista está a ruir.
A janela de Overton mudou — e pode ter mudado permanentemente.

A Europa está a reagir.
Este é um dos desenvolvimentos políticos mais importantes dos últimos anos.
Quer saber a história completa e a análise do que isso realmente significa para a Europa e o Ocidente?

Marie Ben Mallon    5/4/2026

https://www.facebook.com/reel/2729446497419626







Nova realidade da Sociedade Portuguesa

https://www.facebook.com/reel/1717655075933287 

Linha de Sintra


https://www.facebook.com/reel/2466562150454190

Linha de Cascais


https://www.facebook.com/reel/1268043928562804


Agora até a própria polícia já admite que com as tempestades, algumas pessoas estão se a aproveitar da situação para roubar.


 "Se acha que isto é estabilidade ou aculturação..."


Aculturação - Fenómeno pelo qual um indivíduo ou um grupo humano de uma cultura definida entra em contacto permanente com uma cultura diferente e se adapta a ela ou dela ...



sábado, 4 de abril de 2026

Homossexualidade e exploração sexual/escravatura no Islão

https://www.facebook.com/reel/26193208017018164 


🚨In Afghanistan and across parts of the Islamist world, young boys are forced to dress as girls, dance for older men, and then sold for sexual abuse.

A Automatização e os perigos para a Civilização



Hoje fui ao Leroy Merlin de Cascais.

E aquilo que lá vi e vivi é simplesmente inaceitável.
Não havia uma única caixa com atendimento humano.
Nem uma.
Repito: nem uma única pessoa a fazer o trabalho para o qual a empresa supostamente existe e cobra.
Todos os clientes eram obrigados a fazer, eles próprios, o trabalho de caixa nas máquinas automáticas.
Ou seja:
👉 escolhemos os produtos
👉 passamos os artigos
👉 registamos a compra
👉 cobramos a nós próprios
👉 pagamos
👉 e no fim ainda temos de aceitar ser fiscalizados
Isto já não é atendimento ao público.
Isto é uma empresa milionária a transformar clientes em trabalhadores gratuitos.
E o mais revoltante é que, enquanto não havia ninguém para atender os clientes nas caixas, havia 3 funcionários do Leroy Merlin - para além do segurança - apenas a vigiar os clientes enquanto faziam o trabalho da loja.
Percebem o nível de descaramento?
Não há pessoas para atender.
Mas há pessoas para controlar.
Não há caixas com funcionários.
Mas há fiscalização para garantir que o cliente, que já fez o trabalho todo, não roubou nada.
ISTO É UMA VERGONHA.
E digo-o com todas as letras: é um atentado à dignidade dos clientes.
Isto não é modernidade.
Isto não é evolução.
Isto não é eficiência.
Isto é exploração.
É a normalização de uma lógica nojenta: cortar pessoal, transferir funções para o cliente e, no fim, ainda tratá-lo como suspeito.
EU NÃO ACEITO ISTO.
Só não deixei imediatamente as compras na caixa e saí porta fora porque estava com a minha esposa Ana Vasconcelos, e naturalmente respeitei a vontade dela. Mas se eu estivesse sozinho, era exactamente isso que teria feito. Largava tudo e vinha-me embora.
Mas depois do que aconteceu hoje, há uma coisa que fica decidida cá em casa: nem eu, nem a Ana, voltaremos a aceitar isto.
Nem no Leroy Merlin.
Nem em supermercado nenhum.
Nem em loja nenhuma.
Sempre que não existir uma única caixa com atendimento humano, deixamos as compras e vimos embora.
Sem discussão.
Sem negociação.
Sem colaborar.
Porque o cliente não é funcionário.
O cliente não é caixa.
O cliente não tem de trabalhar de borla para aumentar margens de lucro de empresas que faturam milhões.
E se ainda por cima, depois de fazer esse trabalho, o cliente é fiscalizado como potencial ladrão… então a situação já ultrapassou o ridículo e entrou directamente no campo da falta de respeito.
Reclamei.
E ouvi de uma funcionária algo que diz muito sobre o estado a que isto chegou: “Nem vale a pena reclamar, porque ainda há-de ser pior.”
Pois eu digo exactamente o contrário.
Só será pior se as pessoas se calarem. Só será pior se os clientes aceitarem isto de cabeça baixa. Só será pior se continuarmos a colaborar com a nossa própria humilhação.
Por isso deixo aqui um apelo muito claro:
Se forem a uma loja e não houver uma única caixa com atendimento humano, façam o favor de não alinhar.
Deixem as compras e venham-se embora.
É simples.
Se continuarmos a aceitar tudo, eles vão continuar a fazer tudo.
Mas no dia em que milhares de pessoas começarem a virar costas a este tipo de abuso, garanto-vos uma coisa: no dia seguinte aparecem caixas abertas e funcionários suficientes.
Isto não se resolve com resignação.
Resolve-se com reacção.
Eu recuso-me a aceitar este modelo de comércio sem rosto, sem respeito e sem vergonha.
E sinceramente, acho que ninguém o devia aceitar.
(P#158|2026)

José de Melo    30/3/2026