quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Já percebeste como estás nesta "dualidade de critérios"? Sociedade atual...

https://www.facebook.com/reel/2460771604413100 


Piadas sobre cristãos são permitidas, mas sobre as outras religiões não, devido a filtros diferentes com base no histórico de sensibilidade e impacto de piadas sobre cada grupo religioso?!!!

Sensibilidade? Ou temer a sua reação?

Dualidade de critérios nítida...

É a sociedade que temos: há os intocáveis e há aqueles que são questionados por tudo, mesmo que nada tenha a ver com o que alegam ser a verdade.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

No Comments - Life

 


Pensão de velhice: Mais de 1,6 milhões de reformados com menos de 870€ - Pobreza na 3ª Idade

 

Pensão de velhice: Mais de 1,6 milhões de reformados com menos de 870€




Em 2025, mais de 1,6 milhões de reformados da Segurança Social recebiam menos de 870 euros por mês de pensão de velhice, o equivalente ao salário mínimo nacional (SMN) naquele ano, de acordo com dados divulgados pela Pordata e consultados pelo Notícias ao Minuto

No total, havia 1.608.380 indivíduos no ano passado a receber uma reforma mensal inferior ao salário mínimo

A informação foi, num primeiro momento, avançada pelo Correio da Manhã, que fez as contas e revelou que o indicador mostra assim que quase três em cada quatro reformados por velhice recebem da Segurança Social menos do que o salário mínimo.

No caso da pensão por invalidez, o número também é expressivo: em 2025, 141.089 beneficiários recebiam abaixo dos 870 euros. 

O número total de pensionistas de velhice era de 2.165.034 também no ano passado, o valor mais elevado de sempre e mais 15.438 do que em 2024.

Relativamente aos valores que os pensionistas recebem, ainda não há números de 2025, mas em 2024 metade dos pensionistas por velhice recebia uma pensão abaixo dos 462 euros, apesar de a média ser de 645 euros, segundo dados analisados por economistas do Banco de Portugal (BdP).

De acordo com a análise aos microdados da Segurança Social referentes a 2024 feita pelos economistas do banco central, havia "uma dispersão elevada", com metade dos pensionistas de velhice do regime geral a receber menos de 462 euros e 5% a receber mais de 1.685 euros.

Velhice e doença absorveram mais de 75% das prestações sociais

A velhice e a doença absorveram mais de 75% das prestações sociaisrevelou o Instituto Nacional de Estatística (INE), ao divulgar os dados do Sistema de Estatísticas Integradas da Proteção Social relativos a 2024.

As despesas com pensões atingiram 37.677 milhões de euros, o que representa 56,1% do total do valor das prestações sociais concedidas pelos regimes de proteção social e reflete uma evolução do valor nominal menos acentuada do que a observada para as prestações sociais em geral.

As pensões de velhice continuam a ser a categoria "mais expressiva", representando 78,5% do valor total das pensões, segundo o INE.

Em 2024, as receitas do total de regimes de proteção social foram de 79.514 milhões de euros, sendo as contribuições das administrações públicas a principal fonte de receita, com 42,5% do total, seguindo-se as contribuições sociais dos empregadores (30,9%), indicou o INE no Destaque publicado online.

Da comparação com 2023, com a União Europeia, ressalta "o maior contributo das pensões para as despesas com a proteção social em Portugal": 53,6% contra 44,2% na União Europeia.

"Em termos de contributo para o total, as despesas em Portugal ficam aquém das verificadas na União Europeia sobretudo nas prestações associadas à habitação, ao desemprego e à família", assinalou o INE.

Em 2024, as receitas do conjunto dos regimes de proteção social ascenderam a 79,5 mil milhões de euros.  

18/08/2026  POR BEATRIZ VASCONCELOS, LUSA

Metade dos pensionistas por velhice com reforma abaixo dos 462 euros em 2024

Metade dos pensionistas por velhice recebia uma pensão abaixo dos 462 euros, apesar de a média de 645 euros, segundo dados analisados por economistas do Banco de Portugal (BdP), que assinalam ainda as diferenças entre géneros.

(...)

No total, havia 2,5 milhões de pensionistas de velhice dos regimes públicos, dos quais dois milhões pertencem ao sistema de Segurança Social e 440 mil à Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Em 2024, a idade média dos pensionistas era de 75 anos, sendo a das mulheres superior à dos homens em 15 meses, "refletindo uma esperança média de vida superior".

Em 2024, a pensão de velhice média para mulheres foi de 490 euros, contra 812 euros para homens. A diferença, em cerca de 40%, desce para 28% quando é considerada a soma das pensões de velhice e de sobrevivência.

Separando por grupo etário, as pensões médias mais baixas ocorrem nas faixas etárias mais elevadas, com os pensionistas com menos de 65 anos a terem uma pensão média próxima de 770 euros e que recua até aos 537 euros dos pensionistas com mais de 80 anos.

12/12/2025 POR LUSA

Presidente da República promulga "lei das burcas"

 Presidente da República promulgou, esta terça-feira, o Decreto da Assembleia da República que estabelece as regras de segurança e prevenção alusivas à identificação do cidadão a adotar em espaços públicos. Em causa, está a chamada "lei das burcas", inicialmente proposta pelo Chega e alterada pelo PSD para evitar acusações de discriminação.

"Estamos no domínio de uma matéria de grande sensibilidade social e cultural, onde é de extrema dificuldade definir fronteiras e valorizar de forma equilibrada direitos e deveres", escreve António José Seguro numa nota partilhada na página da Presidência da República, acrescentando que "tendo em conta estes pressupostos e o conteúdo do diploma, após as alterações legislativas introduzidas, o Presidente da República optou pela sua promulgação".

Seguro esclarece que "a integração social, a não discriminação de género e a segurança resultante de decisões no mesmo sentido do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos sustentam esta decisão".

"O Presidente da República partilha da convicção deste Tribunal, no sentido de o rosto ser considerado central à identidade e à comunicação humana, enquanto elemento mínimo de reconhecimento mútuo entre concidadãos. E admitir que as mulheres, e só elas, tenham de esconder todo o rosto implica uma assimetria incompatível com os valores de paridade e dignidade igualitária entre homens e mulheres, valores esses que enformam as democracias europeias", pode ler-se ainda.

18/08/2026 POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Com um investimento de €100 milhões, o parque eólico de Morgavel começa a injetar energia na rede no início de 2027 - a falsa energia verde

 Com um investimento de €100 milhões, o parque eólico de Morgavel começa a injetar energia na rede no início de 2027

Quem fizer o caminho entre Porto Covo e Sines, no Sudoeste Alentejano, vai reparar nas enormes pás eólicas empilhadas num estaleiro à beira da estrada. Mais à frente, o horizonte já não é dominado pelas duas torres de 225 metros da antiga central a carvão (entretanto demolidas), mas sim por uma turbina solitária, imóvel, com uma grua ao lado. Ao longe, é possível distinguir uma dezena de torres eólicas em linha, às quais ainda falta juntar a nacelle (cabine com o gerador e outros equipamentos), rotor e três pás.

expresso.pt/economia/2026-08-13




Milhares de sobreiros abatidos dão lugar a 12 eólicas em Sines!!!

Com um investimento de €100 milhões, o parque eólico de Morgavel começa a injetar energia na rede no início de 2027😡😡😡
    

Lucilia Campos    17/8/2026



Governo autoriza abate de quase 3.500 sobreiros em Sines

Em causa está a preparação dos terrenos para a instalação de vários projetos, como a central de energia solar para autoconsumo da Repsol.

O Governo publicou esta sexta-feira, em Diário da República, um despacho que autoriza o abate de 3.006 sobreiros, numa área de 13,81 hectares (quatro lotes) da Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS), avança o Expresso.

Há duas semanas, um despacho semelhante autorizou também o abate de mais 450 sobreiros numa área de 2,68 hectares, correspondente a 10 lotes da mesma zona industrial de Sines.

A preparação destes terrenos cabe à AICEP Global Parques, que terá de entregar aos seus clientes os lotes já desmatados, desflorestados e dotados das infraestruturas básicas necessárias à instalação das empresas. Entre os investimentos previstos para seis destes 10 lotes está a instalação, pela Repsol Polímeros, de uma central solar para autoconsumo.

https://eco.sapo.pt/2026/03/27


Nos últimos 20 anos foram abatidos quase 78 mil sobreiros e mais de 262 mil azinheiras, em Portugal, espécies protegidas por Decreto-Lei.
Projetos de imprescindível utilidade pública ou relevantes para a economia local têm permitido a devastação.
Um dos casos mais recentes envolve a permissão para o abate de mais de 1.800 sobreiros para a implementação do Parque Eólico de Morgavel, em Sines.
O projeto teve luz verde no verão passado através de um despacho assinado pelo ex-ministro do Ambiente e da ação climática, Duarte Cordeiro. Uma decisão que despertou a indignação da sociedade civil.
Várias foram as ações interpostas em Tribunal para travar o abate de sobreiros, ao longo dos últimos anos. Mas afinal o que se sobrepõe? A lei ou um despacho governamental?

https://www.facebook.com/watch/?v=590645943400568









segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Eis as 10 ruas mais caras para comprar casa em Portugal

 

Rua das Faias e Rua das Violetas, ambas em Cascais e Estoril, lideram o ranking das ruas mais caras do país. Aliás, comprar casa na rua mais cara de Portugal tem um preço mediano de 4.350.000 euros.




Comprar casa na rua mais cara de Portugal tem um preço mediano de 4.350.000 euros - sim, leu bem, mais de quatro milhões de euros. Os dados são da plataforma idealista, que revela também quais são as 10 ruas mais caras de Portugal. 

Segundo a plataforma, a Rua das Faias e a Rua das Violetas, ambas em Cascais e Estoril, lideram o ranking das ruas mais caras do país. 

"Comprar casa na rua mais cara de Portugal custa tem um preço de 4.350.000 euros. Este é, pelo menos, o valor pedido pelos proprietários da exclusiva Rua das Faias, localizada em Cascais. O top dez do ranking das ruas mais caras para comprar casa é dominado por imóveis que se encontram em Cascais, com três ruas no top 5", pode ler-se num comunicado enviado ao Notícias ao Minuto

Ora, a "completar o pódio deste ranking de luxo encontram-se a Rua das Violetas, também em Cascais, com um preço mediano de 4.300.000 euros, e a Urbanização Vale do Lobo, em Almancil (4.250.000 euros)".

"A quarta morada com os preços mais exclusivos para comprar uma casa está situada na Rua das Papoilas, em Cascais (4.000.000 euros). Seguem-se na tabela a Urbanização Fonte Algarve, localizada em Almancil (3.995.000 euros), e a Rua Soto Maior, em Sintra, onde o preço mediano da habitação de luxo ronda os 3.900.000 euros", adianta o idealista.

Depois, na "sétima posição encontra-se a Rua do Ouro, localizada no Porto, que conta com casas a um preço mediano de 3.690.000 euros".

"A lista das dez ruas mais caras fica completa com a Urbanização Quinta do Monte, em Lagos (3.250.000 euros), a Rua do Pinheiro Manso, na Quinta do Conde, no distrito de Setúbal (2.750.000 euros), e a Avenida Sabóia, no Estoril (2.400.000 euros)", pode ler-se na mesma nota divulgada.

Para a elaboração desta análise, revela o idealista, a plataforma "analisou o preço mediano absoluto de apartamentos e moradias anunciados na mesma rua".

"Para evitar distorções nos dados, apenas se consideraram as ruas que contavam com um mínimo de 10 anúncios, eliminando ainda imóveis duplicados. Esta análise apenas revela o preço mediano das ruas com imóveis à venda, o que não significa que sejam as casas mais caras de cada mercado", explica ainda.

Qual é a rua mais cara por distrito e ilha?

O idealista revela que a análise realizada "permitiu ainda identificar as ruas mais caras de cada distrito e ilha onde foi possível realizar esta análise".

"Na ilha da Madeira, a Rua João Paulo II, em São Martinho, regista o preço mediano mais elevado, com 1.500.000 euros. Em Leiria, a Rua dos Mártires destaca-se com 842.500 euros, enquanto em Viana do Castelo a Rua Doutor Adriano Magalhães atinge os 670.000 euros", pode ler-se. 

Já "nos restantes distritos analisados, os preços medianos mais altos encontram-se na Rua António da Rocha Madail, em Aveiro (493.500 euros), na Rua Princesa Cindazunda, em Coimbra (435.000 euros), na Rua Bernardino da Silva, em Braga (374.400 euros), na Rua 1º de Dezembro, em Santarém (330.000 euros), e na Rua Miguel Bombarda, em Viseu (300.000 euros) — a rua mais barata do ranking distrital".

"A diferença é acentuada: a Rua das Faias, a rua mais cara do país, custa cerca de 14 vezes mais do que a rua mais cara de Viseu", conclui a plataforma.

17/08/2026  POR NOTÍCIAS AO MINUTO


Máquinas agrícolas para a Agricultura sobretudo nos PED

https://www.facebook.com/watch?v=1882276250528089