John Cleese, Monty Python.
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A oliveira de Mouriscas, em Constância, no Ribatejo, tem uma datação de carbono 14 que aponta para 3.350 anos de idade, tornando-a a candidata mais antiga conhecida para o título de oliveira cultivada mais velha do mundo.
Com 3.350 anos, esta árvore estava já centenária quando a cidade de Roma foi fundada. Tinha 1.350 anos quando Cristo nasceu. Quando Portugal foi fundado como nação independente no século XII, esta oliveira tinha já mais de 2.000 anos de história. Quando Vasco da Gama chegou à Índia, tinha 2.500 anos.
O aspeto exterior não corresponde à vitalidade interior — como qualquer oliveira muito antiga, o tronco é oco, partido em múltiplos arcos de casca retorcida e aparentemente morta. Mas o câmbio vivo num arco de casca periférica mantém o fluxo de nutrientes e de açúcares, e a copa produz folhas e azeitonas com uma regularidade que parece biologicamente impossível nesta escala de tempo.
Portugal tem a maior concentração de oliveiras milenárias da Europa — não apenas a de Mouriscas, mas também a oliveira do Mouchão em Constância com cerca de 2.850 anos, e múltiplos exemplares na região de Serpa com datações entre 2.000 e 3.000 anos.
O azeite produzido por estas árvores existe em quantidades muito limitadas e tem sido objecto de estudo — investigadores têm analisado se décadas de vida concentram compostos fenólicos de forma diferente do que as oliveiras jovens.
A oliveira que está no campo há 3.350 anos. Ainda a trabalhar.
O vice-chanceler alemão e ministro das Finanças, Lars Klingbeil, que presidiu hoje ao Conselho de Ministros, salientou que "desta forma, os jovens acumularão um património próprio ao longo dos anos e aprenderão desde tenra idade como funciona a previsão financeira nos mercados de capitais".
"Atualmente, isto depende com demasiada frequência da situação económica da família. Esta desigualdade prolonga-se frequentemente até à velhice. Queremos mudar isso", acrescentou.
Os pais poderão abrir uma conta de investimento e complementá-la mediante contribuições voluntárias.
As crianças para as quais não for aberta uma conta individual beneficiarão do apoio - que ainda tem de ser aprovado pelo Parlamento alemão - através de um investimento coletivo nos mercados de capitais, sob a gestão do Banco Central alemão, ou Bundesbank.
A partir da maioridade, a conta passará para o sistema de previdência privada para a reforma, com vantagens fiscais.
Os rendimentos do dinheiro depositado estarão isentos de impostos até ao início da fase de levantamento.
Regra geral, o capital subvencionado não poderá ser levantado antes de se completarem 65 anos.
Poderão ser efetuadas contribuições adicionais até 6.840 euros por ano.
O Ministério das Finanças calcula que, apenas com as contribuições do Estado, a conta atingirá aproximadamente 2.200 euros ao completar os 18 anos.
Sem efetuar qualquer contribuição adicional, esse montante poderia ascender a cerca de 53.000 euros na altura da reforma.
Se os pais contribuírem ainda com 10 euros por mês, a conta poderá atingir aproximadamente 107.000 euros na altura da reforma.
O vice-chanceler alemão e ministro das Finanças, Lars Klingbeil, que presidiu hoje ao Conselho de Ministros, salientou que "desta forma, os jovens acumularão um património próprio ao longo dos anos e aprenderão desde tenra idade como funciona a previsão financeira nos mercados de capitais".
"Atualmente, isto depende com demasiada frequência da situação económica da família. Esta desigualdade prolonga-se frequentemente até à velhice. Queremos mudar isso", acrescentou.
Os pais poderão abrir uma conta de investimento e complementá-la mediante contribuições voluntárias.
As crianças para as quais não for aberta uma conta individual beneficiarão do apoio - que ainda tem de ser aprovado pelo Parlamento alemão - através de um investimento coletivo nos mercados de capitais, sob a gestão do Banco Central alemão, ou Bundesbank.
A partir da maioridade, a conta passará para o sistema de previdência privada para a reforma, com vantagens fiscais.
Os rendimentos do dinheiro depositado estarão isentos de impostos até ao início da fase de levantamento.
Regra geral, o capital subvencionado não poderá ser levantado antes de se completarem 65 anos.
Poderão ser efetuadas contribuições adicionais até 6.840 euros por ano.
O Ministério das Finanças calcula que, apenas com as contribuições do Estado, a conta atingirá aproximadamente 2.200 euros ao completar os 18 anos.
Sem efetuar qualquer contribuição adicional, esse montante poderia ascender a cerca de 53.000 euros na altura da reforma.
Se os pais contribuírem ainda com 10 euros por mês, a conta poderá atingir aproximadamente 107.000 euros na altura da reforma.
O vice-chanceler alemão e ministro das Finanças, Lars Klingbeil, que presidiu hoje ao Conselho de Ministros, salientou que "desta forma, os jovens acumularão um património próprio ao longo dos anos e aprenderão desde tenra idade como funciona a previsão financeira nos mercados de capitais".
"Atualmente, isto depende com demasiada frequência da situação económica da família. Esta desigualdade prolonga-se frequentemente até à velhice. Queremos mudar isso", acrescentou.
Os pais poderão abrir uma conta de investimento e complementá-la mediante contribuições voluntárias.
As crianças para as quais não for aberta uma conta individual beneficiarão do apoio - que ainda tem de ser aprovado pelo Parlamento alemão - através de um investimento coletivo nos mercados de capitais, sob a gestão do Banco Central alemão, ou Bundesbank.
A partir da maioridade, a conta passará para o sistema de previdência privada para a reforma, com vantagens fiscais.
Os rendimentos do dinheiro depositado estarão isentos de impostos até ao início da fase de levantamento.
Regra geral, o capital subvencionado não poderá ser levantado antes de se completarem 65 anos.
Poderão ser efetuadas contribuições adicionais até 6.840 euros por ano.
O Ministério das Finanças calcula que, apenas com as contribuições do Estado, a conta atingirá aproximadamente 2.200 euros ao completar os 18 anos.
Sem efetuar qualquer contribuição adicional, esse montante poderia ascender a cerca de 53.000 euros na altura da reforma.
12/08/2026 POR LUSA
Este ano, uma família de javalis decidiu ir também à cidade e mostrou que conhece, pelo menos, algumas regras de trânsito.
A internauta Agatha Karla apanhou (e filmou) os animais selvagens a atravessar uma passadeira de Setúbal, como se fossem verdadeiros peões.
O vídeo foi, posteriormente, partilhado nas redes sociais e tornou-se viral.
Nas redes sociais muitos são os que brincam com a situação. "Quem os ensinou?", "são mais educados do que certos animais que conheço", "estão a trabalhar para um futuro melhor" são apenas alguns dos comentários.
Já outros alertam para o problema da invasão. "Eles estão com fome", nota uma internauta.
Segundo a RTP, a Câmara Municipal de Setubal e o ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas vão reunir-se esta semana para encontrar soluções para travar o "descontrolo" desta espécie selvagem e tentar minimizar o impacto da invasão.
12/08/2026 POR NATACHA NUNES COSTA
https://www.instagram.com/p/DbOyQiNtn3O/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_video_watch_again
vídeo
Este inseto, também conhecido como mosquito-tigre-asiático pode transmitir doenças como dengue, chikungunya e zika. Mas, esclarece a ULS, "para que ocorra transmissão é necessário que estejam reunidas outras condições, nomeadamente a circulação do agente infecioso".
"A presença deste mosquito não significa que exista transmissão de doença", pode ler-se na mesma nota, com a autoridade de saúde a garantir que "até à presente data, não estão identificados casos de doenças transmitidas por este mosquito em Guimarães".
"A ULS Alto Ave encontra-se a acompanhar a situação e reforçou a vigilância entomológica, em articulação com as entidades competentes", remata.
O mosquito-tigre-asiático (Aedes albopictus) reproduz-se sobretudo em pequenas acumulações de água, frequentemente existentes junto das habitações. A eliminação destes locais é uma das medidas mais eficazes para reduzir a sua proliferação.
Mas há outras medidas de precaução, como:
Portugal já está no TOP 10 da União Europeia com maior peso de população estrangeira.
E isto não pode ser discutido aos gritos, nem escondido debaixo do tapete.
Precisamos de imigração? Claro que sim. Mas precisamos, acima de tudo, de imigração controlada, regulada e de acordo com aquilo que o país consegue suportar.
Não vale a pena receber cada vez mais pessoas se depois faltam casas, médicos, professores, creches e capacidade nos serviços públicos.
Isto não é ser contra os imigrantes. É defender que quem chega seja integrado com dignidade e que quem já cá vive não veja a sua qualidade de vida piorar.
A pergunta é simples:
Portugal está preparado para continuar a receber imigração ao ritmo dos últimos anos?