Mundo da Informação

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Portugal foi o país da União Europeia onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023

 

Os dados da Pordata revelam uma taxa de crescimento anual de 34% face a 8% a nível europeu. No entanto, e apesar deste aumento na entrada de imigrantes, Portugal está longe de ser o país com a maior percentagem de população estrangeira residente.

Portugal foi o Estado-membro da União Europeia onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023, de acordo com dados divulgados pela Pordata, apesar de estar longe de ser o país com a maior percentagem de população estrangeira.

Esta informação consta de uma plataforma interativa, lançada esta segunda-feira pela Pordata, que, com base nos dados estatísticos do Eurostat, faz um retrato comparativo dos 27 Estados-membros da União Europeia com base em quatro temas: população, economia, custo de vida e rendimentos, energia e ambiente.

No que se refere à população, a Pordata indica que Portugal foi o país da União Europeia (UE) onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023, "com uma taxa de crescimento médio anual de 34,3% face a 8,8%" a nível médio europeu.

O país com a segunda taxa mais elevada é a Estónia (30,3%), seguido da Lituânia (30,2%).

A diferença entre entradas e residentes

No entanto, apesar deste aumento na entrada de imigrantes, Portugal está longe de ser o país com a maior percentagem de população residente: com 9,6%, Portugal encontra-se em 12.º lugar, muito longe do Luxemburgo, onde cerca de 47,3% dos residentes são estrangeiros -- a taxa mais elevada a nível da UE.

De acordo com estes dados, Portugal é o segundo país mais envelhecido da UE, apenas ultrapassado pela Itália: há 53 jovens por cada 100 idosos. Na Irlanda, o país da UE com a população mais jovem, a proporção é significativamente maior: há 122 jovens por cada 100 idosos.

Em Portugal, de acordo com os dados da Pordata, apenas um quarto dos agregados familiares (25,6%) tem crianças, "menos 6,8 pontos percentuais do que em 2011", sendo a Eslováquia o país onde há mais famílias com crianças (35,6%).Portugal é também o país da UE onde a população ativa é menos escolarizada.

Ainda segundo a Pordata, quatro em cada 10 pessoas não têm ensino secundário em Portugal, muito acima de países como a Polónia ou a Lituânia, onde apenas uma pessoa em cada 10 não concluiu esse grau ensino.

No entanto, na população entre os 25 e os 34 anos, "Portugal já revela uma escolarização alinhada com a média global da UE (43,2% com ensino superior face a 44,1% na UE)", refere a Pordata.Há também cada vez mais pessoas a viver sozinhas na UE. Segundo a Pordata, entre 2011 e 2023, "mais de 25 milhões de pessoas passaram a viver sozinhas, um aumento de 28%".

"Em Portugal, foram mais 366 mil pessoas, um aumento de quase 50%", indica a Pordata.

A plataforma hoje lançada pela Pordata visa comemorar os 40 anos da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em janeiro de 1986. Com dados do Eurostat, esta plataforma permite comparar as estatísticas dos 27 Estados-membros da UE e analisar a posição de Portugal sobre os diferentes tópicos face aos restantes países europeus.

Lusa     23/2/2026

Só o hospital do Algarve tem por cobrar mais de um milhão de euros a utentes estrangeiros

 


 Só no Algarve há mais de 1,2 milhões de euros por cobrar. 

Fun - Animals are the best ( at vet)

https://www.facebook.com/reel/1421587199411824 



Organizações Internacionais e então o Irão???


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domingo, 22 de fevereiro de 2026

A ignorância gera mais confiança do que o Conhecimento - Wokismo na Sociedade Atual

 


Imigrantes levam Estado ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

 Ora então, uma activista, ligada a um Partido Pan-europeu encabeça esta acção contra o Estado português, ou seja, contra todos nós. A notícia é hoje relatada por este órgão de comunicação digital.

Eu deixo a pergunta: onde vamos parar? Qual é o limite? Activistas já têm este poder todo? Quem financia este Partido e que interesses se movem?
Leiam e digam de vossa justiça.
Portugal sob Mira: Imigrantes levam Estado ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
​O Estado português prepara-se para enfrentar uma ação judicial no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH). Em causa está o incumprimento sistemático das próprias leis de imigração e a alegada inércia das instituições públicas, que mantém milhares de cidadãos estrangeiros num "limbo jurídico" com consequências sociais severas.
​A iniciativa, impulsionada pela ativista Amanda Abreu com o apoio da associação Portuando, baseia-se em mais de 200 testemunhos de diversas nacionalidades. O processo, que deverá ser formalizado até ao próximo mês, foca-se naquilo que os promotores classificam como uma "obstrução de justiça" e uma violação dos direitos fundamentais previstos na Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
​O "Nó Cego" da AIMA.
​O principal alvo das críticas é a AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo). Desde a extinção do SEF, a transição administrativa tem sido marcada por atrasos crónicos. Segundo os dados mais recentes recolhidos para esta ação, a agência herdou um passivo de mais de 350 mil processos pendentes, e a falta de critérios na triagem tem colocado no mesmo "pacote" renovações urgentes e novos pedidos de residência.
​"O que exigimos é que o Estado cumpra a sua própria lei interna. A ausência de documentos significa, na prática, a invisibilidade social: sem médico, sem carta de condução e com famílias separadas", sublinha Amanda Abreu.
​A situação não é apenas burocrática; é humanitária. A falta de documentação atempada impede:
​Reagrupamento Familiar: Crianças e cônjuges ficam retidos nos países de origem por tempo indeterminado.
​Acesso à Saúde: Dificuldade em obter o Número de Utente do SNS.
​Direitos Laborais: Apesar de muitos imigrantes descontarem para a Segurança Social, a falta do título de residência físico limita a progressão na carreira e o acesso a apoios sociais.
​Além dos Tribunais.
​Este movimento já extravasou a esfera jurídica. Os relatos recolhidos serviram de base para um relatório entregue ao partido europeu Volt, visando influenciar a revisão legislativa no Parlamento Europeu, e estão a ser utilizados na elaboração de um artigo científico sobre políticas migratórias em Portugal.
Vila Real, 22 de Fevereiro 2026

O mesmo discurso já cansa porque é sempre a favor dos mesmos e sempre anti judeu e anti americano

https://www.facebook.com/reel/902632372757867 


Tremendo discurso desta eurodeputada!! Destrua o discurso progre!!