domingo, 18 de outubro de 2026

HE LISBON TRAGEDY: Europe’s Richest City, Gone in a Single Morning - Terramoto de 1755


 




Protestos em Itália, Bélgica, França... ... a instabilidade europeia. Europa à procura de Paz

 




















Il Giornale   17/10/2026     




https://www.facebook.com/reel/1414519367470983 


Italy - Total chaos outside in Milan







A ONDA DE VIOLÊNCIA QUE SE ESPALHA DA FRANÇA PARA A BÉLGICA ESTÁ EXPONDO ... A EXPERIÊNCIA  GLOBALISTA DA EUROPA.  







Visegrad24   17/10/2026          











Mario Vallejo

   17/10/2026    


Onde estão as bandeiras da França?

Porquê somente bandeiras estrangeiras? 

São marchas pela Educação?




I am currently watching and monitoring the riots in France, and one thing I have noticed is that these so-called ‘young college students’, instead of flying the French flag during the riots, are predominantly flying African, Arab and Palestinian flags.

I wonder what these flags have to do with what is ‘obviously’ and ‘clearly’ a local issue in France.

Many of these ‘college students’ are second-generation immigrants who often rely on Article 8 of the European Convention on Human Rights to resist deportation to their parents’ countries of origin whenever they commit heinous and appalling crimes.

By flying these flags, they are certainly raising questions about where their allegiances lie, which, by the way, is not necessarily a bad thing in itself.

But what baffles me is this: if their allegiances clearly lie with their parents’ countries of origin, why should they not be deported there when the law permits it?

If they can proudly fly African, Arab and Palestinian flags during these riots, why should they then rely on Article 8, alongside French, European and wider Western human rights protections, to resist deportation?

This is yet another example of people exploiting the very rights and freedoms afforded by Western societies while at the same time engaging in behaviour that clearly and obviously undermines those same societies and their values.

A serious government should review how these protections are applied and close all loopholes that are preventing these deportations on national security grounds. 

Estou a acompanhar e a observar os distúrbios em França e reparei que estes supostos "jovens estudantes universitários", em vez de hastearem a bandeira francesa durante os tumultos, exibem, predominantemente, bandeiras de nações africanas, árabes e da Palestina. 

Pergunto-me qual a relação destas bandeiras com aquilo que é, "obviamente" e "claramente", uma questão local em França. Muitos destes "estudantes universitários" são imigrantes de segunda geração que, frequentemente, recorrem ao artigo 8.º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos para evitar a deportação para os países de origem dos seus pais, mesmo depois de cometerem crimes hediondos e chocantes. 

Ao hastearem estas bandeiras, levantam, sem dúvida, questões sobre onde reside a sua lealdade — o que, por si só, não é necessariamente algo mau. Contudo, o que me intriga é o seguinte: se a lealdade deles reside, claramente, nos países de origem de seus pais, por que não deveriam ser deportados para lá, nos casos em que a lei permite? 

Se podem exibir, com orgulho, bandeiras africanas, árabes e palestinianas durante estes distúrbios, porque recorrem, então, ao artigo 8.º — bem como a outras proteções dos direitos humanos francesas, europeias e ocidentais — para impedir a sua deportação? 

Este é mais um exemplo de indivíduos que se aproveitam dos direitos e liberdades garantidos pelas sociedades ocidentais, ao mesmo tempo que adotam comportamentos que, de forma clara e evidente, minam essas mesmas sociedades e os seus valores. 

Um governo sério deveria rever a aplicação destas proteções e eliminar as lacunas legais que impedem a realização de deportações fundamentadas em questões de segurança nacional.

Zarra Okumephuna   18/10/2026




https://www.facebook.com/reel/1641585327359001



O apoio às nossas forças de aplicação da lei ameaçadas com a morte e violentamente atacadas por manifestantes.  



Confrontos graves em França






 Tradução: Não saqueiam livrarias



Masked crowds march for justice, education and the people, then break into Gucci, Louis Vuitton and the Apple Store. Strangely, nobody ever loots the bookshop next door.
If the cause were education, the first thing they’d grab would be a book. Instead, it’s designer bags and the latest iPhone. The revolution always seems to end in the luxury aisle.

Multidões de máscara marcham por justiça, educação e pelo povo, mas, em seguida, invadem a Gucci, a Louis Vuitton e a Apple Store. Curiosamente, nunca ninguém saqueia a livraria que fica ao lado. Se a causa fosse a educação, a primeira coisa que pegariam seria um livro. Em vez disso, levam malas de marca e o mais recente iPhone. A revolução parece terminar sempre na secção de artigos de luxo

Basic Optimism   18/10/2026






No meio do caos de Paris 
Esta imagem de um casal de idosos a ser despojado não só dos seus pertences, mas principalmente de toda a sua dignidade é chocante, repugnante e tem q fazer pensar cada um de nós.



🔴 ALERTA: Incêndio no coração de Paris, o restaurante La Barrique está em chamas.




Músicas famosas filmadas em Portugal


 









Árvores nativas de Portugal continental - Ambiente e Clima

 


As árvores nativas de Portugal continental abrangem uma amplitude de tamanho que vai do medronheiro arbustivo de 3 metros ao pinheiro-bravo que pode atingir 40 metros — e cada tamanho corresponde a uma estratégia evolutiva diferente para diferentes condições de habitat.

O medronheiro (Arbutus unedo) representa a estratégia do arbusto-árvore adaptado a solos ácidos e a incêndios: mantém-se compacto, com múltiplos troncos que se ramificam desde a base, rebrotando rapidamente das raízes após o fogo. A casca avermelhada que descasca em placas é tão distintiva que o identifica a grande distância. E em Outubro é a única árvore de Portugal que tem simultaneamente flores brancas abertas e frutos vermelhos maduros — o fruto do ano anterior que demorou 12 meses a amadurecer está presente ao mesmo tempo que as flores do próximo ano abrem.

O sobreiro (Quercus suber) tem uma das histórias de vida mais extraordinárias disponíveis na flora portuguesa: pode viver mais de 700 anos, e a cada 9 a 12 anos tem a casca (cortiça) retirada sem qualquer dano à árvore. A primeira descortiça — chamada desbóia — ocorre quando a árvore tem 25 a 30 anos. Cada cortiça retirada regenera completamente ao longo do período de espera. O sobreiro mais antigo de Portugal, o Sobreiro do Zambujeiro em Águas de Moura, tem 231 anos e já produziu mais de 100.000 rolhas de cortiça ao longo da sua vida sem que o processo tenha diminuído a sua vitalidade.

O pilriteiro — que a maioria considera um arbusto — pode atingir 10 metros em condições ideais, com tronco único e copa densa. Em Outubro, as bagas vermelhas que cobrem os ramos são o único recurso alimentar para tordos, piscos e estorninhos em muitos jardins da Europa Central onde outras fontes de baga se esgotaram.


Segredos do Jardim Verde    15/10/2026

Açores, Melhor Destino de Aventura da Europa 2026 / Lisboa, Melhor Destino de Cidade da Europa e Melhor Destino de Cruzeiros da Europa - Turismo

 

Açores conquistam prémio de Melhor Destino de Aventura da Europa 2026


Os Açores foram distinguidos com o prémio de Melhor Destino de Aventura da Europa 2026, concedido pelo World Travel Awards, que reconhece a região como um destino de excelência para experiências de natureza e aventura.



Os Açores receberam o prémio de Melhor Destino de Aventura da Europa 2026 do World Travel Awards, que "reforça a projeção internacional do arquipélago enquanto destino de excelência para experiências de natureza e aventura", foi hoje divulgado.

Segundo uma nota de imprensa do Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), a distinção reconhece a "singularidade do território açoriano, a qualidade das experiências disponibilizadas aos visitantes e o trabalho contínuo dos agentes públicos e privados na valorização sustentável do destino".

"Este é mais um importante reconhecimento internacional da qualidade da oferta turística dos Açores e do caminho que a região tem vindo a percorrer na afirmação de um modelo de desenvolvimento turístico assente na sustentabilidade, na autenticidade e na valorização dos recursos naturais", afirma a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, citada na nota.

Para a governante, o prémio constitui igualmente um "importante instrumento de promoção internacional", contribuindo para aumentar a notoriedade dos Açores junto dos mercados emissores, reforçar a confiança dos visitantes e consolidar o posicionamento competitivo da região num segmento turístico de elevado valor acrescentado.

Com esta distinção, os Açores "fortalecem o seu posicionamento como destino de aventura, oferecendo experiências autênticas, em harmonia com a natureza e disponíveis ao longo de todo o ano", lê-se.

O executivo recorda que os Açores contam já com um "percurso assinalável nos World Travel Awards, tendo recebido esta distinção europeia em diferentes ocasiões, bem como o prémio de Melhor Destino de Aventura do Mundo".


Lisboa conquista 2 prémios internacionais. Melhor Destino de Cidade e...


Lisboa foi distinguida como Melhor Destino de Cidade da Europa e Melhor Destino de Cruzeiros da Europa nos World Travel Awards Europe 2026, numa cerimónia realizada no Montenegro, anunciou a Associação Turismo de Lisboa (ATL).


Lisboa foi distinguida como Melhor Destino de Cidade da Europa e Melhor Destino de Cruzeiros da Europa nos World Travel Awards Europe 2026, numa cerimónia realizada hoje no Montenegro, anunciou a Associação Turismo de Lisboa (ATL

Os prémios foram atribuídos nas categorias "Europe's Leading City Destination" e "Europe's Leading Cruise Destination", reconhecendo a capital portuguesa em duas áreas da atividade turística.

"Estas distinções revelam como Lisboa é um destino único e autêntico. Lisboa diferencia-se dos principais destinos europeus pela valorização da sua identidade dando resposta a diferentes motivações de viagem. São também o reconhecimento de um trabalho coletivo de qualificação e valorização da oferta turística", afirma o diretor geral da ATL, António Valle, citado no comunicado.

O responsável destaca também o trabalho desenvolvido pelo setor, considerando que os prémios são "o reconhecimento de um trabalho coletivo de qualificação e valorização da oferta turística".

A ATL aponta ainda a qualificação da oferta turística, a valorização do património e da cultura e a diversidade de experiências na Área Metropolitana de Lisboa como fatores centrais para a competitividade internacional do destino, defendendo uma estratégia que incentive estadias mais prolongadas e a descoberta de diferentes zonas do território.

Lisboa já tinha sido eleita, na segunda-feira, Melhor Destino de Cruzeiros da Europa nos World Cruise Awards, numa cerimónia realizada na Jamaica, conquistando a distinção pela terceira vez, depois das vitórias em 2021 e 2024, segundo indicou a Administração do Porto de Lisboa.

Na ocasião, a administração portuária atribuiu o prémio ao empenho dos profissionais e entidades ligados ao turismo de cruzeiros e à hospitalidade dos lisboetas, considerando que a distinção reforça a posição da capital como destino competitivo e sustentável.

Os World Travel Awards distinguem anualmente destinos, unidades hoteleiras, companhias aéreas e outras entidades do setor do turismo, através da votação de profissionais da indústria e do público internacional.

18/10/2026   POR LUSA