Mundo da Informação

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Escravatura Infantil no Congo - MAIS DE 40 MIL CRIANÇAS…

 



🚨 MAIS DE 40 MIL CRIANÇAS…
estão a trabalhar nas minas de cobalto da República Democrática do Congo.
Algumas têm apenas 6 anos de idade.
Pense nisso por um segundo.
Enquanto muita gente dorme…
vai para escola…
ou reclama que o telemóvel descarregou rapidamente…
existem crianças africanas a descer para buracos abertos no chão e a carregar pedras mais pesadas que os próprios corpos.
Sem equipamentos de proteção.
Sem segurança.
A respirar poeira tóxica todos os dias.
Tudo isso por um mineral que está dentro da bateria do seu telemóvel.
Do seu notebook.
Do seu carro elétrico.
Da tecnologia que o mundo moderno chama de “progresso”.
E talvez a parte mais perturbadora da história seja esta:
grandes empresas globais foram acusadas de saber exatamente o que estava a acontecer.
Apple.
Google.
Tesla.
Microsoft.
Dell.
Todas foram processadas por supostamente beneficiarem do trabalho brutal de crianças nas minas de cobalto do Congo.
E os tribunais nos Estados Unidos?
Decidiram a favor das empresas.
O argumento foi simples:
👉 elas seriam apenas “compradoras” dos fornecedores.
Ou seja…
sabiam do problema.
mas não seriam legalmente responsáveis por ele.
Pense no peso disso.
O próprio sistema reconhece que o sofrimento existe…
mas ninguém responde por ele.
Enquanto isso, o Congo continua a fornecer mais de 70% do cobalto mundial.
Um dos minerais mais importantes da economia moderna.
E mesmo assim…
a República Democrática do Congo continua entre os países mais pobres do planeta.
Talvez isso não seja acidente.
Talvez seja um modelo de negócio.
Porque a história Africana sempre parece repetir o mesmo padrão:
o mundo inteiro depende dos recursos africanos…
mas raramente o povo africano recebe os benefícios dessa riqueza.
Primeiro foi ouro.
borracha.
diamantes.
pessoas escravizadas.
Agora?
minerais estratégicos.
E talvez seja exatamente aí que nasce a pergunta mais desconfortável de todas:
👉 quantas pessoas realmente estariam dispostas a abrir mão do conforto moderno…
se precisassem olhar diretamente para quem paga o preço dele?
Porque da próxima vez que o mundo inteiro celebrar o lançamento de um novo telemóvel…
talvez valha a pena lembrar:
alguém, em algum lugar do Congo, provavelmente sangrou para que aquela bateria funcionasse.

Bwe podcast     18/5/2026 

A Islamização do Ocidente apoiada pelo própria Papa

 


O Papa concedeu, igualmente, uma sala privada no Vaticano para os muçulmanos rezarem...

Os muçulmanos rezam em recintos de outras religiões, sendo que odeiam cristãos e judeus?!

Crimes na Alemanha e sua correlação com Nacionalidades - Insegurança Europeia

 









🇩🇪 Germany 2025 Crime Stats dropped and it once again confirms what we already know that mass migration is destroying western culture with violent crimes
🇩🇿Algerian nationals are committing crimes at 18x the rate of native Germans and 100% more than Japanese
Murder:
🇹🇳Tunisians at 27x the German rate
Rape & Sexual Assault:
🇬🇳Guinea 21x, 🇬🇲Gambia 19x, 🇩🇿Algeria 16x the
Robbery:
🇩🇿Algeria 111x, 🇱🇾Libya 50x the German rate
Your average Irish socialist will demand you focus in on the 0.46 Irish in the Rape / SA graph (Image 3), because you know, we commit crimes also!
@kirkloco

🇩🇪 As estatísticas de criminalidade da Alemanha para 2025 foram divulgadas e confirmam mais uma vez o que já sabemos: a imigração em massa está a destruir a cultura ocidental com crimes violentos.
🇩🇿Os cidadãos argelinos cometem crimes a uma taxa 18 vezes maior que a dos alemães nativos e 100% maior que a dos japoneses.
Assassinato:
🇹🇳Tunísios: 27 vezes a taxa alemã.
Violação e agressão sexual:
🇬🇳Guiné: 21 vezes, 🇬🇲Gâmbia: 19 vezes, 🇩🇿Argélia: 16 vezes.
Roubo:
🇩🇿Argélia: 111 vezes, 🇱🇾Líbia: 50 vezes a taxa alemã.
O típico socialista irlandês exigirá que você se concentre nos 0,46% de irlandeses no gráfico de violação/agressão sexual (Imagem 3), porque, você sabe, nós... também cometem crimes!

@kirkloco


Muslim Refugee Targets German Girl, Bicyclist STEPS IN & Saves Her!
From the quiet streets of Germany to the bustling neighborhoods of Dublin, a wave of digital footage is exposing a deep-seated anxiety across Europe. Compelling dashboard and TikTok clips reveal harrowing encounters that many claim represent a "failed social experiment" in mass integration. As women recount stories of being stalked in broad daylight while authorities remain seemingly paralyzed, a visceral debate over cultural assimilation and the rule of law has ignited. Is the West’s commitment to tolerance inadvertently creating a vacuum of safety? Explore how these "distress signals" are reshaping the continent’s political landscape and what they portend for the future.

Refugiado muçulmano persegue garota alemã, ciclista intervém e salva-a!

Das ruas tranquilas da Alemanha aos bairros movimentados de Dublin, uma onda de vídeos digitais está expondo uma profunda ansiedade em toda a Europa. Vídeos impactantes de câmeras de segurança e do TikTok revelam encontros angustiantes que muitos consideram um "experiência social fracassada" de integração em massa. Enquanto mulheres relatam histórias de perseguição em plena luz do dia, com autoridades aparentemente paralisadas, um debate visceral sobre assimilação cultural e o Estado de Direito se acendeu. O compromisso do Ocidente com a tolerância está a criar inadvertidamente um vácuo de segurança? Explore como esses "sinais de alerta" estão remodelando o cenário político do continente e o que eles prenunciam para o futuro.

Eamon Mcgee       12/5/2026 



Depois estranham uma manifestação com muitos milhares de patriotas como a que aconteceu ontem a exigir a deportação dos invasores.

"Um adolescente vítima de esfaqueamento morreu  a sangrar na rua em Southampton depois que a polícia britânica o prendeu e algemou em vez de seu suposto agressor sikh, após o suspeito alegar ter sido alvo de insultos racistas, de acordo com depoimentos em tribunal"



Fátima Cunha    17/5/2026



https://www.facebook.com/reel/1649724156243600


I'm not here for the speakers, I'm here for the people 🇬🇧


This is England


 https://www.facebook.com/reel/1235384098658451  

Menino na Suécia: "Pai, podemos brincar no parque?"

Pai: "Não pode ser filho, os parques na Suécia são controlados por muçulmanos radicais. Temos que ficar em casa. Não é seguro para nós."




What type of elite maritime medical-response engineers are these? This is “cross-border surgical deployment” at its absolute peak! Approaching the shores of Europe, these highly motivated clinical specialists appear fully prepared for immediate medical intervention, instruments already in hand and mission-ready. Whether arriving in France, Spain, or the United Kingdom, their dedication and readiness are impossible to ignore. A floating wave of future professionals heading toward Europe with purpose and precision.
Que tipo de engenheiros de resposta médica marítima de elite são esses?
Este é o "desdobramento cirúrgico transfronteiriço" no seu auge! Aproximando-se das costas da Europa, esses especialistas clínicos altamente motivados parecem totalmente preparados para intervenção médica imediata, com instrumentos já nas suas mãos e prontos para a missão. Quer cheguem à França, Espanha ou Reino Unido, a sua dedicação e prontidão são impossíveis de ignorar. Uma onda flutuante de futuros profissionais rumando para a Europa com propósito e precisão.

A Escola Portuguesa na Atualidade

 

Coagir professores por notas é aceitável? E não será causa de desânimo e abandono da profissão?

Há uns tempos, um colega contou-me uma história simples.

Uma divergência sobre redacção e correção de um teste (em que o professor tinha a razão científica do seu lado) levou a que uma mãe escrevesse um mail à DT da turma a exigir uma reunião para "esclarecer o professor"....

O professor (e bem) recusou "ser esclarecido" e exigiu ver o mail que não lhe queriam mostrar.

Penso que pondera reagir juridicamente ao texto ameaçador e ofensivo da sua competência profissional.

O problema é a pressão social das notas e a ideia de que existe um "direito ao sucesso", mesmo sem estudar e trabalhar.

A raiz são aqueles posts com as notas que certos pais exibirão "como obra da sua vida" nas redes sociais daqui a semanas ou as entrevistas laudatórias a alunos de "vinte a tudo" em televisões e jornais.

É a mentalidade de influencer na perceção de resultados escolares....

Sou ardente e ativo defensor do direito a estudar e aprender e a ter condições e meios para isso (numa tradição que continuo, nesta geração, com o meu irmão, e que vem de 4 gerações).

Mas não aceito que se foque tudo em notas artificiais e quadros de mérito e excelência vaidosos e exibicionistas.

Quando se atamanca o sistema para toda a gente ter 19, passa a ser "mérito" ter 20 e isso não pode ser assim tão difundido. E lá vêm conflitos pelo "mérito".

E até já há conflitos pelo dézinho ou trezito (no básico) a que "todos têm direito por aparecerem" o que gera pressões mesmo com alunos que nem o nome escrevem.

Acredito na cooperação com as famílias na vida escolar.

Mas o enfoque no termo "comunidade educativa", em detrimento de "percurso escolar" ou "vida escolar", leva a excessos de interferência que prejudicam a escola e as famílias. E mais ainda os alunos.

Quantos dos adultos, que hoje agridem pais velhos, não foram alunos que viram esses mesmos pais coagir e tentar pressionar professores a "dar a notinha, senão?"

Era um estudo sociológico engraçado....

Mas é preciso encarar o problema de frente.

As escolas e professores não podem cair reféns de pais que querem que se faça o seu papel educativo, que negligenciam, ou que, noutra face, querem notas e "excelência exibida" sem haver saber correspondentes.....

Notas não são prémio para exibir, são sinal de trabalho realmente feito.
E sinal transitório a confirmar em cada período e ano. Se coage quem as atribui, têm algum valor?

Acho que eram precisas algumas medidas com foco neste problema:

1. Mudar o sistema de gestão escolar e, para este caso, dar peso ao Conselho Pedagógico, como órgão com efetivo poder de controlo decisivo do que se passa nas escolas e na sua gestão.

2. Reforçar os mecanismos disciplinares dos alunos, com garantias dos direitos, mas com recursos atribuídos para castigar a tempo e prevenir antes de acontecer.

3. Reforçar as CPCJ para intervir junto dos pais desleixados ou abusadores e retirando-lhes a informalidade e lirismo dissolvente que por lá grassam.

4. Nos órgãos de representação geral das escolas (Conselho Geral ou equivalente) combater a captura de representação dos pais por grupos limitados, garantindo efetiva participação alargada de todos nas eleições, sem interferências políticas e com controle público da integridade dos atos eleitorais dos seus representantes. A maioria dos pais tem melhor atitude que alguns dos seus representantes (às vezes auto-designados).

5. Aplicar os mecanismos sancionatórios que já existem para abusos de pais e alunos.

6. Abolir quadros de mérito e de excelência. A excelência, se existir, é visível por si mesma nas notas que os professores atribuem e não é preciso pressionar com um mecanismo exterior de exibição, que gera conflitos e discussões. Os quadros de mérito são só vaidade e, por muito que seja alçada a valor nesta nossa sociedade, nunca foi virtude.

7. Verificar as efetivas condições legais e de representatividade de todas as associações de pais, evitando que alguns pais capturem a representação de todos (o que levaria à reforma dessa falácia chamada CONFAP).

8. Limitar o peso de elementos externos à escola (autarquias e sociedade civil, capturada também tantas vezes) na eleição da direção executiva (voltar a eleições alargadas, com professores e outros trabalhadores, a votarem diretamente num colégio alargado, junto com representantes de pais por cada turma, o sistema da lei de 1998 que Maria de Lurdes extinguiu ignobilmente).

9. Criar uma comissão de disciplina e conflitos em cada escola, eleita nesse colégio eleitoral para arbitrar conflitos. Uma espécie de provedor e juiz interno, isento e com prestígio interno entre pais e professores.

10. Reforçar os meios de segurança e aumentar penas e punição atempada para quem ameace, tente coagir ou agrida professores.

Participação dos pais não pode ser controle dos professores ou coação sobre a sua ação pedagógica e avaliativa livre.

Uma escola para a Democracia não pode ser coagida na sua ação principal: ensinar em Liberdade.

Acham que exagero? Vale a pena debater isto?


Luís Sottomaior Braga    17/5/2026   





Pára a aula, que temos xixi! 🚾🚻♿

Há notícias que, mais do que informar, parecem ser um atentado ao bom senso!
A recente reportagem da SIC sobre a queixa apresentada por alguns pais contra uma professora, acusada de não permitir que os alunos vão à casa de banho durante as aulas, é um desses casos em que rapidamente se tenta construir um tribunal popular antes de se perceber o contexto.
Pessoas, desde logo, importa esclarecer uma coisa simples: não existe nenhuma lei específica, nem sequer o Estatuto do Aluno e Ética Escolar, que determine que os alunos podem entrar e sair da sala de aula sempre que lhes apetece ir ao WC.
Essas regras são normalmente definidas pelos regulamentos internos das escolas, sempre com margem para o indispensável bom senso, sobretudo em situações clínicas devidamente identificadas que devem ser comunicadas ao Diretor de Turma e que informa todo o Conselho de Turma.
Tanto quanto se sabe pela medicina moderna, a capacidade da bexiga pode esperar 45 ou 50 minutos e que devem usar os intervalos para essas necessidades e não esperar por estar em aula.
Ora, se existir um aluno com autismo (conforme referia a notícia) na turma cuja condição justifique necessidades específicas, isso é naturalmente tido em consideração. As turmas devem ser mais pequenas, mas é inevitável que um só professor nestas turmas, tem de dividir a sua atenção por todos os alunos de forma equitativa para que ninguém fique para trás, para que ninguém fique prejudicado.
A dislexia é uma perturbação específica da aprendizagem, de origem neurobiológica, que afeta a leitura, a escrita e a ortografia.
A hiperatividade são alunos agitados e défice de atenção, não justificam faltas de respeito.
Nenhum dos dois justifica o facilitismo e ajudas em tudo o que é a aprendizagem, não é verdade. O professor tem a liberdade de ajustar as cotações sem mudar as perguntas ou requisitos. Cabe aos alunos esforço e vontade em aprender e ultrapassar dificuldades, e fora da escola cabe aos encarregados de educação o reforço das aprendizagens. Convém não entrar no campeonato nacional do facilitismo mas exigir com adequação, pois no final do ano queremos que todos atinjam o sucesso por mérito e não por relatórios médicos.
Convém recordar que o professor continua responsável pela segurança dos alunos durante o período de aula. E qualquer docente sabe que, em certos casos, uma simples ida ao WC pode rapidamente transformar-se numa corrida pelos corredores, numa excursão improvisada ou num episódio de perturbação para outras turmas. A escola não é um centro comercial onde cada um circula livremente com um “já venho”.
Nenhum professor digno desse nome ignora questões de saúde ou necessidades educativas reais. Aliás, os próprios pais de vários alunos vieram a público defender a docente, descrevendo-a como uma profissional dedicada, atenciosa e cumpridora das medidas de diferenciação pedagógica previstas na lei. Curiosamente, esses testemunhos parecem ter menos destaque do que a indignação fabricada em horário nobre.
Parece existir hoje uma tendência perigosa para desautorizar os professores ao primeiro incómodo, como se exercer autoridade pedagógica fosse um abuso e impor regras mínimas de funcionamento fosse uma afronta aos direitos humanos.
Depois admiram-se dos problemas de indisciplina, da falta de respeito dentro e fora das salas de aula apoiados pelos encarregados de educação como que só existe-se uma única verdade - a dos alunos- descredibilizando o papel dos docentes que tantas vezes conhecem melhor os filhos que os próprios pais.
No meio desta polémica, talvez valha a pena ouvir quem convive diariamente com a professora e reconhece nela competência, dedicação e equilíbrio. Porque, às vezes, o problema não está em professores exigirem regras. Está numa sociedade que começa a achar que qualquer regra é uma violência, e está principalmente em alguns pais que em casa não conseguem impor regras e dar educação, mas acham que mandam na escola e que podem sobrepor-se ao Regulamento Interno. Tenham vergonha!

SPEAKER´S CORNER     17/5/2026