domingo, 1 de fevereiro de 2026

Duas nascentes no distrito de Santarém - Nascente do Rio Alviela e Nascente do Rio Almonda

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Organização Barnardo’s: hoje uma das maiores instituições de apoio à infância no Reino Unido - Ajuda Humanitária / Cidadania / AI



 Um estudante de medicina encontrou crianças dormindo sobre um telhado de metal congelado em 1866. O que ele fez em seguida salvaria mais vidas do que qualquer carreira médica que ele pudesse ter — e mudaria para sempre a forma como o mundo trata crianças abandonadas.

Thomas Barnardo tinha um futuro traçado. Aos 21 anos, estudava medicina no London Hospital, planejando tornar-se missionário e partir para a China. Mas, naquela noite de 1866, tudo mudou.
Enquanto ensinava numa ragged school — escola gratuita para crianças pobres — percebeu que um menino descalço ainda estava ali quando todos já haviam ido embora. Seu nome era Jim Jarvis.
“Onde você mora?”, Barnardo perguntou.
“Não moro em lugar nenhum.”
A resposta o paralisou. Onde aquele menino dormiria naquela noite? Jim deu de ombros: talvez sob uma lona, talvez numa porta, se tivesse sorte.
Então veio a pergunta que mudaria a vida de ambos:
“Existem outros como você?”
“Muitos”, Jim respondeu. “Posso te mostrar.”
Jim o guiou pelas ruas escuras até o mercado de Billingsgate. No telhado de um galpão, sob uma lona fina, onze meninos se encolhiam sobre um metal gelado — crianças invisíveis, sem lar, sem proteção, sem futuro.
Era assim o East End de Londres na década de 1860. Crianças dormiam em portas, pontes, tubos de esgoto. Eram chamadas de “árabes de rua”, “moleques de sarjeta” — problemas a ignorar, não vidas a salvar.
Dias depois, Jim Jarvis estava morto. Mais uma criança esquecida.
Se Jim existiu exatamente como Barnardo contou, historiadores discutem. Mas não há dúvida: o que Barnardo viu naquela noite o transformou completamente.
Ele desistiu do plano de ir para a China. Por que atravessar o mundo quando crianças estavam morrendo diante dos seus olhos?
Em 1870, aos 25 anos, abriu seu primeiro lar para meninos abandonados. Na porta, pendurou o lema que definiu sua vida:
“Nenhuma criança necessitada será recusada.”
Não era slogan. Era promessa.
Quando o abrigo lotava, Barnardo cedia a própria cama. Quando não havia espaço, alugava outro prédio. Dormia sentado em uma cadeira enquanto todas as camas eram ocupadas por crianças que precisavam mais do que ele.
Vieram as críticas. Diziam que ele era imprudente — não se pode aceitar toda criança que aparece. Era preciso regras, investigações, burocracia.
A resposta de Barnardo era simples: enquanto vocês investigam, crianças morrem.
Foi acusado até de sequestro por retirar menores de casas abusivas. A lei era vaga; Barnardo acreditava que a segurança da criança vinha antes de qualquer direito parental. Muitos discordavam.
Também criticaram seu uso de fotos “antes e depois”, algumas encenadas, para arrecadar fundos. Sim, era dramático. Sim, funcionava. E salvou milhares de vidas.
Barnardo não era um santo perfeito. Era determinado, teimoso, controverso — acreditava que os fins justificavam os meios quando o destino de uma criança estava em jogo.
E o resultado foi gigantesco.
Nos anos 1880, tinha múltiplos lares, escolas, vilas de treinamento e até programas de migração para dar oportunidades a crianças pobres. Ele não apenas alimentava e abrigava — educava, treinava, devolvia futuro.
E jamais, jamais fechava a porta.
O trabalho o consumiu. Arrecadou fundos sem parar, administrou dezenas de casas, lutou na justiça, supervisionou pessoalmente milhares de crianças. Colapsou várias vezes de exaustão. Sempre voltava: descansar significava deixar crianças morrerem.
Quando morreu em 19 de setembro de 1905, aos 60 anos, havia ajudado diretamente cerca de 60 mil crianças — talvez até 90 mil, segundo alguns relatos.
Sessenta mil vidas que, sem ele, teriam terminado em frio, fome e esquecimento.
Seu funeral reuniu milhares, entre eles centenas de crianças que só estavam vivas por causa dele.
E sua obra não morreu com ele. Tornou-se a organização Barnardo’s, hoje uma das maiores instituições de apoio à infância no Reino Unido.
A sociedade vitoriana acreditava que pobreza era falha moral e que só os “merecedores” deviam receber ajuda. Barnardo rejeitou tudo isso.
Ele sabia algo revolucionário:
Crianças não são culpadas pelas circunstâncias em que nascem.
Seu legado moldou leis de proteção infantil, serviços sociais e a própria ideia de que nenhuma criança é descartável.
Thomas Barnardo poderia ter sido médico na China, salvando centenas ao longo da vida.
Escolheu algo maior: devolver milhares de futuros a crianças que o mundo havia abandonado.
Ele não curou doenças.
Ele curou o desespero.
E 150 anos depois, essa cura ainda continua salvando vidas.

7 Destinos Turísticos Únicos em Portugal

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A ONU SÓ TEM DINHEIRO PARA FUNCIONAR ATÉ JULHO DE 2026

 


O secretário-geral da ONU informou aos Estados-membros que a organização corre o risco de um “colapso financeiro iminente”, citando taxas não pagas e uma regra orçamentária que obriga o órgão global a devolver o dinheiro não gasto, de acordo com uma carta vista pela Reuters nesta sexta-feira.
Antonio Guterres tem falado repetidamente sobre o agravamento da crise de liquidez da organização, mas este é seu aviso mais severo até o momento, e surge em um momento em que seu principal contribuinte, os Estados Unidos, está se afastando do multilateralismo em várias frentes.
“A crise está se aprofundando, ameaçando a execução dos programas e causando risco de colapso financeiro. E a situação se deteriorará ainda mais no futuro próximo”, afirmou Guterres em uma carta aos Estados-membros datada de 28 de janeiro.
Os EUA cortaram o financiamento voluntário às agências da ONU e se recusaram a fazer pagamentos obrigatórios aos seus orçamentos regulares e de manutenção da paz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu a ONU como tendo “grande potencial”, mas disse que ela não está cumprindo esse papel e lançou um Conselho da Paz que alguns temem que possa minar o órgão internacional.
Fundada em 1945, a ONU tem 193 Estados-membros e trabalha para manter a paz e a segurança internacionais, promover os direitos humanos, fomentar o desenvolvimento social e econômico e coordenar a ajuda humanitária.
Em sua carta, Guterres disse que “as decisões de não honrar as contribuições que financiam uma parte significativa do orçamento regular aprovado foram agora formalmente anunciadas”.
Ele não disse a qual Estado ou Estados se referia, e um porta-voz da ONU não estava disponível para comentar imediatamente.

“CICLO KAFKIANO"
De acordo com as regras da ONU, as contribuições dependem do tamanho da economia de cada Estado-membro. Os EUA respondem por 22% do orçamento principal, seguidos pela China, com 20%.
Mas, no final de 2025, havia um recorde de US$1,57 bilhão em dívidas pendentes, disse Guterres, sem nomear os países.
“Ou todos os Estados-membros honram suas obrigações de pagar integralmente e em dia, ou os Estados-membros devem reformular fundamentalmente nossas regras financeiras para evitar um colapso financeiro iminente”, disse ele.
Guterres lançou no ano passado uma força-tarefa de reforma, conhecida como UN80, que busca cortar custos e melhorar a eficiência. Para esse fim, os Estados concordaram em cortar o orçamento de 2026 em cerca de 7%, para US$3,45 bilhões.
Ainda assim, Guterres alertou na carta que a organização poderia ficar sem dinheiro até julho.
Um dos problemas é uma regra agora considerada antiquada, segundo a qual o órgão global tem que creditar de volta centenas de milhões de dólares em contribuições não gastas aos Estados a cada ano.
“Em outras palavras, estamos presos em um ciclo kafkiano que exige a devolução de dinheiro que não existe”, disse Guterres, referindo-se ao autor Franz Kafka, que escreveu sobre processos burocráticos opressivos.

Fonte: Reuters    31/1/2026

sábado, 31 de janeiro de 2026

Ciclone - Bomba Kristin em Portugal ficou conhecido como a “maior tempestade deste século”

 
















9 people were killed! Scores injured (specific numbers not released)
About 4.5 million people have been cut off!
Houses, roofs, trees, power lines and roads were extensively damaged.
Road and rail traffic has been disrupted.

15 pessoas morreram! Dezenas ficaram feridas (números específicos não divulgados).
Cerca de 4,5 milhões de pessoas ficaram isoladas!
Casas, telhados, árvores, linhas de energia e estradas foram extensamente danificados.
O tráfego rodoviário e ferroviário foi interrompido.

HELLO Portugal  31/1/2026       


“Perante um fenómeno meteorológico nunca antes visto em Portugal”, disse Montenegro, Portugal tem no terreno 34 mil operacionais.

Ao todo, as medidas custarão cerca de 2,5 mil milhões de euros.
O Governo decidiu “prolongar até ao dia 8 de fevereiro a situação de calamidade",
Existem 69 municípios portugueses em estado de calamidade.










Dinamarca vai expulsar cidadãos não dinamarqueses se forem presos durante pelo menos um ano por crimes graves

https://pt.euronews.com/2026/01/30/dinamarca-vai-expulsar-cidadaos-nao-dinamarqueses-se-forem-presos-durante-pelo-menos-um-an 

Tem vídeo

A primeira-ministra Mette Frederiksen reconheceu que o governo estava a agir de forma "pouco convencional" ao não esperar pelas decisões dos tribunais nos casos de deportação.

A Dinamarca vai expulsar os cidadãos não dinamarqueses que tenham cumprido penas de prisão iguais ou superiores a um ano por crimes graves, no âmbito de novas medidas destinadas a reforçar a política de imigração, anunciou o governo na sexta-feira.

"Os estrangeiros condenados a pelo menos um ano de prisão por crimes graves, como agressão agravada e violação, devem, em princípio, ser expulsos", declarou o ministério da Imigração em comunicado.

De acordo com os regulamentos atuais, as expulsões não são automáticas, uma vez que a Dinamarca cumpre as convenções internacionais que protegem o direito à vida privada e familiar e proíbem tratamentos desumanos.

O país escandinavo, juntamente com o Reino Unido, apelou recentemente à Europa para que proceda à reforma da Convenção Europeia dos Direitos do Homem (CEDH), que protege as liberdades fundamentais.

"É correto e necessário que os países europeus se sentem à volta de uma mesa e digam que preferem proteger os seus países em vez de proteger os infratores", afirmou a primeira-ministra Mette Frederiksen aos jornalistas.

"Quando as regras internacionais foram elaboradas, penso que ninguém imaginou que alguém fugisse do Médio Oriente para vir para o melhor país do mundo e começasse a violar raparigas e mulheres".

"Na altura, não se imaginava de forma alguma que a vítima se tornaria o criminoso. E posso garantir-vos que, infelizmente, muitos deles se tornaram", acrescentou.

Em maio do ano passado, Frederiksen e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, juntamente com outros nove dirigentes europeus, assinaram uma carta aberta a apelar a uma reinterpretação da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

Além disso, o governo, que insistiu que "os refugiados devem estar na Dinamarca a título temporário", tenciona aumentar os incentivos ao regresso voluntário e tornar mais rigorosas as regras aplicáveis aos estrangeiros nos centros de partida.

O governo de Frederiksen tem seguido uma política de "zero refugiados" desde que chegou ao poder em 2019.

O ano passado marcou um mínimo histórico nas admissões de asilo para o país escandinavo. De acordo com o governo, 839 pedidos foram concedidos até ao final de novembro.

Foi apenas a quarta vez que foram aceites menos de 1000 pedidos desde 1983.

O anúncio dinamarquês surge no momento em que a UE revelou uma nova estratégia quinquenal em matéria de migração. O bloco pretende reforçar as parcerias com países terceiros para garantir o regresso dos cidadãos e reduzir a migração irregular para a Europa.


https://pt.euronews.com/         30/1/2026


Descargas nas Barragens Portuguesas - Preocupação Acrescida

https://www.facebook.com/reel/1169983531627088

Descarga na Barragem da Aguieira, Coimbra


https://www.facebook.com/reel/1207592304902313

Vilarinho das Furnas, Gerês


https://www.facebook.com/reel/2714422732227011 

Contra relógio nas barragens face às previsões de muita chuva nos próximos dias.