sábado, 31 de janeiro de 2026

⚠️ EM CASO DE CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS EXTREMAS: Sabe O QUE FAZER!?⚠️

 


⚠️ EM CASO DE CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS EXTREMAS: Sabe O QUE FAZER!?⚠️

➡️Deixamos aqui algumas recomendações:

Perante situações de condições climatéricas extremas, como tempestades, vento forte, chuva intensa, é fundamental agir com calma e responsabilidade.

🏠 COMO AGIR
✔️ Permaneça em casa sempre que possível
✔️ Afaste-se de janelas, portas e estruturas frágeis
✔️ Evite deslocações desnecessárias
✔️ Não se abrigue debaixo de árvores ou postes
✔️ Acompanhe apenas informações oficiais

🚨 IMPORTANTE SOBRE O SOCORRO🚨

Em situações de calamidade:
➡️ A resposta pode ser demorada
➡️ Os meios de socorro são limitados e seletivos
➡️ A prioridade é dada a situações com risco de vida

❗ Isto não significa abandono, mas sim gestão responsável dos meios disponíveis.‼️

📞 Ligue 112 apenas em emergências reais
Evite chamadas repetidas que possam bloquear as
linhas de emergência.

🧰 KIT BÁSICO DE EMERGÊNCIA
• Água
• Alimentos (preferencialmente enlatados)
• Medicamentos
• Lanterna
• Rádio a pilhas
• Telemóvel / power Bank
• Documentos

🤝 RESPONSABILIDADE DE TODOS:
• Ajude vizinhos idosos ou isolados
• Não espalhe boatos
• Mantenha a calma

A sua segurança também depende de si.
Preparação, calma e solidariedade salvam vidas.

Bombeiros Voluntários Pinhelenses        31/1/2026


Wokismo Europeu Atual

 


Mohammed Mahdi    29/1/2026

⚠️🌧️ Situação potencialmente catastrófica nos próximos dias - Estado do Tempo em Portugal nos próximos 15 dias - Estado de Calamidade até dia 8 de fevereiro de 2026

https://www.facebook.com/reel/1364142279084827 








TEMPO E METEOROLOGIA


Solos sem capacidade de reter mais água - e vem aí uma semana de
chuva muito intensa

Coimbra

Especialista alerta que 95% dos solos estão incapazes de acomodar a chuva dos próximos dias. Há riscos de inundações urbanas rápidas, de caudal de rios e ribeiras, quer de deslizamentos, queda de muros, abatimentos, alagamentos, queda de árvores e estruturas durante a próxima semana

GOVERNO

Montenegro anuncia 2,5 mil milhões em apoios a famílias, empresas e autarquias 

O Governo decidiu “prolongar até ao dia 8 de fevereiro a situação de calamidade", mantendo "em vigor áreas de coordenação e medidas que agilizam procedimentos” para fazer face às cheias que aí vêm, anunciou o primeiro-ministro no final do Conselho de Ministros Extraordinário.

“É expectável que com os níveis de precipitação surjam inundações: os solos estão saturados e há infraestrutura afetadas, que vão dificultar a situação. Há zonas ribeirinhas que enfrentarão maior necessidade, que poderão chegar à evacuação. Quero dizer que devem respeitar no tempo e no modo as indicações das autoridades, para evitar mais perdas — em vidas humanas e materiais”.

O primeiro-ministro anunciou que o Governo decidiu dar apoios à reconstrução de habitação própria, em intervenções até dez mil euros mesmo sem seguro, sem ser necessária documentação. Um procedimento que será acompanhado por uma vistoria das câmaras e da CCDR (Comissão de coordenação e desenvolvimento regional). O mesmo acontecerá em casos relacionados com agricultura e floresta.

Também as obras de reconstrução terão dispensa de licenciamento e controlo prévio, urbanístico, ambiental e administrativo. “Estamos numa situação de exceção”, justificou o chefe de Governo. ( Telhas, e outros arranjos)

Haverá ainda isenção de contribuições à Segurança Social nas zonas afetadas nos próximos seis meses.

Foi criada uma linha de crédito para tesouraria de empresas e associações, no limite de 500 milhões de euros (disponível numa semana). Outra linha de mil milhões de euros servirá para as estruturas empresariais sem cobertura de seguros (dentro de três semanas). Os mecanismos serão alvo de coordenação e maior agilidade, promete o Executivo.

Já do Orçamento, 400 milhões de euros serão transferidos para a IP - Infraestruturas de Portugal, apoiando intervenções urgentes na ferrovia. Outros 200 milhões seguirão para as CCDR (Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional), para que possam fazer chegar às autarquias o financiamento mais urgente para recuperar infraestruturas como escolas, entre outros. Os últimos 20 milhões de euros vão para a recuperação de património cultural. Ao todo, as medidas custarão cerca de 2,5 mil milhões de euros.

O Conselho de Ministros aprovou também uma estrutura de missão para recuperação das zonas afetadas, que vai funcionar em Leiria e será presidida nos próximos "anos" por Paulo Fernandes, ex-autarca do Fundão. Essa comissão vai coordenar os trabalhos das entidades públicas dos vários ministérios, as CCDR, autarquias, associações e empresas, de forma a agilizar os trabalhos no terreno.

“Perante um fenómeno meteorológico nunca antes visto em Portugal”, disse Montenegro, Portugal tem no terreno 34 mil operacionais.

Adaptado de: https://expresso.pt/   1/2/2026


Há cinco dias sem luz, sem rede nem internet, a Praia da Vieira vive “isolada de tudo” depois da tempestade Kristin. Os moradores e os voluntários trabalham lado a lado, queixam-se que o Estado nunca chegou e pedem às rádios que passem informações práticas sobre ajuda à população