ISIS burned 19 Yazidi girls alive in iron cages for refusing to convert to Islam and become sex slaves.
They paraded these innocent girls through the streets of Mosul like trophies, then set them on fire in front of hundreds of cheering spectators.
Not one feminist uttered a single word of protest or condemnation.
This is the face of Islam when it has power.
This is why we must keep Islam out of America and shut down the radical ideology that enables these horrors.
O Estado Islâmico queimou vivas 19 meninas yazidis em gaiolas de ferro por se recusarem a se converter ao Islão e se tornarem escravas sexuais.Eles desfilaram com essas meninas inocentes pelas ruas de Mosul (Iraque) como troféus e depois queimaram- nas diante de centenas de espetadores que aplaudiam.Nenhuma feminista proferiu uma única palavra de protesto ou condenação. Esta é a face do Islão quando ele detém o poder.É por isso que devemos manter o Islão fora dos Estados Unidos e acabar com a ideologia radical que permite esses horrores.
Terrence K Williams 16/4/2026
Sim, circularam relatos intensos em junho de 2016 de que o Estado Islâmico (Daesh) queimou vivas 19 meninas e mulheres yazidis em gaiolas de ferro no centro de Mosul, Iraque.Aqui estão os detalhes sobre esse relato:- O Motivo: Segundo ativistas e testemunhas citados pela ARA News na época, as jovens foram executadas por terem recusado ter relações sexuais com os combatentes do Estado Islâmico, que as mantinham como escravas sexuais.
- O Incidente: As vítimas teriam sido colocadas em gaiolas de ferro e queimadas vivas em praça pública, à vista de centenas de pessoas.
- Contexto: O episódio ocorreu em junho de 2016, quando o Estado Islâmico controlava Mosul. As meninas faziam parte das milhares de mulheres da minoria Yazidi sequestradas em Sinjar, no norte do Iraque, em agosto de 2014.
Verificação da Informação:
Embora a notícia tenha sido amplamente divulgada por vários meios de comunicação internacional na época, algumas fontes oficiais, incluindo representantes dos Assuntos Yazidis no Governo Regional do Curdistão, declararam dias depois que não conseguiram confirmar a veracidade do relato com fontes diretas e expressaram dúvidas sobre a sua confiabilidade. Outras fontes, como parlamentares britânicos, mencionaram na época que eram relatos graves sobre os quais não conseguiam obter verificação independente, mas que se encaixavam no padrão de atrocidades do grupo.A Amnistia Internacional e outras organizações relataram extensivamente a tortura, escravidão sexual e violência extrema cometida pelo EI contra as mulheres yazidis.https://www.facebook.com/watch?v=1250098413903930



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