His posts referenced “civil war is here” and included anti-Islamic imagery. She acknowledged his military service, good character references, and mental health struggles… but still sent him to prison for words on the internet.
The same judge has also jailed others for social media posts in the post-riot crackdown, including 24-year-old David Morgan who received 20 months for tweets involving Nazi imagery and racist content.
Yet when Rees Newman — convicted of the historic rape of a girl under 14 — appeared before her for breaching his sex offender requirements, she suspended his two-month jail term, explicitly citing prison overcrowding.
A veteran with PTSD goes to prison for Facebook comments warning about cultural conflict.
A child rapist walks free because the jails are too full.
🚨REPUGNANTE: Esta é a juíza Tracey Lloyd-Clarke, de Cardiff. Ela condenou o ex-soldado Daffron Williams — um veterano de 41 anos que serviu no Iraque e no Afeganistão e sofre de TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) — a dois anos de prisão (metade da pena a ser cumprida em regime fechado) por postagens no Facebook feitas nos dias tensos após os assassinatos de crianças em Southport.
As suas postagens faziam referência à "guerra civil" e incluíam imagens anti-islâmicas. Ela reconheceu o seu serviço militar, as suas boas referências e os seus problemas de saúde mental... mas ainda assim enviou-o para a prisão por palavras proferidas na internet.
A mesma juíza também condenou outros por postagens em redes sociais durante a repressão pós-distúrbios, incluindo David Morgan, de 24 anos, que recebeu 20 meses por tweets com imagens nazistas e conteúdo racista.
No entanto, quando Rees Newman — condenado pela violação histórica de uma menina menor de 14 anos — compareceu perante ela por violar as exigências de sua liberdade condicional para agressores sexuais, ela suspendeu a sua pena de dois meses de prisão, citando explicitamente a superlotação carcerária.
Um veterano com PTSD vai para a prisão por comentários no Facebook alertando sobre conflitos culturais.
Um violador de crianças é libertado porque as prisões estão superlotadas.
David J Harris Jr 9/4/2026
Os Polícias da Opinião...
Também o tenho no meu Blog. Um must...
ACN - Ajuda à Igreja que Sofre 10/4/2026
O lançamento em Lisboa do livro “Os Mártires do Novo Milénio”, de Robert Royal, trouxe a temática da perseguição aos cristãos para a ordem do dia.
O autor, norte-americano, alertou para a ameaça terrorista que paira nomeadamente em África sobre as comunidades cristãs, ameaça que tem a marca do Islão radical, mas chamou também a atenção para outras realidades menos faladas, como a perseguição na China e os crimes de ódio cada vez mais frequentes na Europa. Os incêndios criminosos de edifícios religiosos em França são apenas um exemplo disso...
𝐍𝐀̃𝐎 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐑𝐄 𝐍𝐀𝐃𝐀 𝐐𝐔𝐄 𝐓𝐄𝐍𝐇𝐀 𝐎 "𝐒𝐄𝐋𝐎 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋" 𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚 𝐚 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋 (حلال). 𝐁𝐨𝐢𝐜𝐨𝐭𝐞 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋
A "certificação halal" é um artifício criado na segunda metade do século passado visando o controle da indústria alimentícia por grupos islâmicos e arregimentar recursos dos não muçulmanos para financiar a propagação do islamismo e da jihad islâmica. Não é uma "norma de higiene" como os adeptos defendem, mas uma forma de forçar os não muçulmanos a se submeterem e financiarem a sua submissão.
O truque é feito deste modo. Empresas islâmicas (recentemente criadas para isso) se aproximam da indústria alimentícia dizendo que os muçulmanos só podem comprar produtos que tenham sido "halal certificados", cobrando taxas vultosas para a certificação. Inicialmente isso visava exportação para países de maioria muçulmana, mas aí vem a conversa mansa que, 'qual o mal de fazer o mesmo aqui também para evitar duas linhas de produção?' As empresas PAGAM pela certificação para estas empresas islâmicas certificadores que desviam parte do dinheiro arrecadado para a "zakat", o dízimo islâmico. Sim, isso mesmo, cada vez que você compra algum produto (carnes, doces e até cosméticos) com este selo, você está pagando um DÍZIMO ISLÂMICO. Quatro motivos para boicotar HALAL 1. O abate é ritualístico, uma oferenda para uma divindade. Você concorda com o abate de animais para satisfazer uma divindade? E, ainda pior, depois comer a carne deste animal, na prática, participando do rito? 2. O abate halal é cruel, proibindo o atordoamento: o animal precisa estar consciente e sentir dor enquanto sangra até a morte. Abater animal em si é algo macabro. Mas avanços tecnológicos criaram processos de atordoamento para que o animal não sinta dor. O ritual Halal proibe isso. 3. Discriminação no Trabalho: Apenas muçulmanos podem abater o animal (reserva de mercado). Ao comprar produtos como o 'selo halal', estamos financiamos um sistema que exclui não muçulmanos do mercado de trabalho.4. Pagamento do zakat ("dízimo islâmico)": Financiando a expansão do Islão.As empresas de alimentos e cosméticos, pagam taxas vultosas a certificadoras islâmicas, e, claro, repassam este custo ao preço final do produto. Ou seja: o consumidor está pagando um "imposto religioso" que financia a construção de mesquitas, a imigração muçulmana e a propagação de uma ideologia político-religiosa com um histórico de perseguição sistemática contra todos aqueles que não aderem à ideologia ou a abandonam. Concluindo, alguns alertas para os cristãos oriundos das suas próprias escrituras: "Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios" (1 Coríntios 10,21)."Não vos coloqueis em jugo desigual com os incrédulos" (2 Coríntios 6,14).O Catecismo da Igreja Católica (§2418) ensina que "é indigno fazer sofrer inutilmente os animais". Financiar a crueldade ritualística (abate halal) fere a piedade cristã.Cristãos que consomem Halal estão a financiar a expansão de quem nega o Evangelho. Ateus que consomem Halal estão cometendo suicídio. Dois artigos sobre o assunto:Lei Islâmica em Ação - infielatento 9/4/2026
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