APRESENTADOR DA TV LIBANÊS AO HEZBOLÁ: «VÁ embora»
O apresentador libanês Walid Abboud lançou uma mensagem demolidora ao Hezbollah:
«Deixem-nos. Pegue suas armas, seus drones, seus foguetes, suas bandeiras, seu Líder Supremo - seu Irão - e vá embora. »
Isto não vem de Israel.
Isto vem de dentro do Líbano.
E você não vai ler em nenhum meio.
Via Adrian Duer
Guisheft News 15/4/2026
Por agora, altos funcionários iranianos apontam o dedo a Washington pelo impasse nas negociações, referindo que o bloqueio naval imposto pelos EUA nos portos iranianos está a dificultar a existência de conversações - que já existiram numa primeira ronda, em Islamabade, no Paquistão, sem que nenhum acordo fosse fechado.
Atualmente, também a Guarda Revolucionária do Irão diz ter capturado duas embarcações estrangeiras no Estreito de Ormuz e aberto fogo contra uma terceira após esta tarde, alegadamente, violado as normas marítimas.
Trump ordena para "disparar a matar" a barcos que coloquem minas em Ormuz
Ana Teresa Banha há 2 horas
O presidente dos EUA ordenou, esta quinta-feira, os militares norte-americanos a dispararem "a matar" em direção a barcos, pequenos ou grandes, que estejam a colocar minas no Estreito de Ormuz.
"Ordenei à Marinha dos Estados Unidos que dispare e destrua qualquer embarcação, por mais pequena que seja (os seus navios de guerra estão TODOS, 159 no total, no fundo do mar!), que esteja a colocar minas nas águas do Estreito de Ormuz", começou por escrever na Truth Social.
"Não deve haver qualquer hesitação. Além disso, os nossos caça-minas estão neste momento a limpar o Estreito. Por meio deste, ordeno que essa atividade continue, mas a um nível triplicado!", rematou.
Guerra pode causar mais 15.000 insolvências no mundo entre 2026 e 2027
Lusa há 3 horas
A escalada do conflito no Médio Oriente está a transformar-se num fator de contágio económico global, com potencial para gerar mais de 15 mil insolvências empresariais adicionais entre 2026 e 2027, segundo um relatório hoje divulgado.
De acordo com a Allianz Trade, o impacto direto da crise poderá traduzir-se em mais 7.000 falências em 2026 e 7.900 no ano seguinte, num contexto em que a economia mundial já acumula vários anos de aumento consecutivo de insolvências.
Herdeiro do Xá defende "intervenção humanitária" dos EUA
Lusa há 3 horas
O herdeiro do Xá iraniano deposto em 1979 pela Revolução Islâmica, Reza Pahlavi, pediu hoje uma "intervenção humanitária" dos Estados Unidos no Irão e criticou o atual cessar-fogo por oferecer uma trégua ao regime de Teerão.
Pahlavi, que vive exilado nos Estados Unidos, defendeu a ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o Irão como uma "intervenção humanitária pedida por milhões de iranianos", durante uma conferência de imprensa em Berlim.
Segundo o herdeiro do Xá, esta intervenção já conseguiu eliminar um ditador - referindo-se ao líder supremo Ali Khamenei, morto nos ataques dos norte-americanos e israelitas -, em contraste aos esforços da diplomacia, que "já teve oportunidades suficientes" para resolver o conflito.
"É uma oportunidade de ouro. O regime nunca esteve tão frágil como agora", afirmou Pahlavi, lamentando que a interrupção temporária dos ataques poderá confundir aqueles que consideravam desertar do aparelho de Estado e, assim, travar o processo de colapso que já está em curso.
Energia? "Enfrentamos a maior ameaça à segurança energética da história"
Ana Teresa Banha há 5 horas
O diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, disse, esta quinta-feira, que o mundo está a enfrentar a maior ameaça à segurança energética da história. "Estamos a enfrentar a maior ameaça à segurança energética da história", apontou Birol, em declarações à CNBC.
"Assistiremos a uma pressão descendente sobre a procura em resultado do aumento dos preços e, em alguns casos, em resultado de algumas medidas que os governos estão a tomar ou irão tomar" para fazer face a esta crise,acrescentou.
O diretor da agência apontou ainda que na sequência da guerra do Irão, milhões de barris de petróleo foram perdidos: "Até agora perdemos 13 milhões de barris de petróleo por dia".
23/04/2026 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Bruxelas admite possíveis ações caso falte combustível de aviação na UE
Na sequência dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana, há cerca de dois meses, têm vindo a verificar-se perturbações no estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, o que afeta o combustível para aviação já que este depende diretamente do preço e disponibilidade do petróleo bruto.
Os ministros dos Transportes da UE vão reunir-se na terça-feira, numa videoconferência informal, para debater os impactos do conflito no Médio Oriente para o setor, nomeadamente para a aviação dada a pressão sobre o combustível.
Na passada quinta-feira, o diretor da Agência Internacional de Energia disse que a Europa tem "talvez mais seis semanas de combustível para aviões", alertando para possíveis cancelamentos de voos em breve se o abastecimento de petróleo continuar bloqueado.
No mesmo dia, a Associação das Companhias Aéreas em Portugal disse que, para já, não há impacto na operação, mas admite a possibilidade de cancelamentos de voos e preços mais altos se a crise energética persistir.
As leis da UE obrigam os Estados-membros a manter reservas estratégicas para 90 dias, tanto de petróleo como de gás.
Uma escalada do conflito que envolve Irão, Estados Unidos e Israel tem impactos diretos no setor dos transportes, nomeadamente marítimo em qualquer perturbação no Estreito de Ormuz.
Na aviação, assiste-se a fecho ou a restrição do espaço aéreo, maior consumo de combustível e custos operacionais mais elevados.
20/04/2026 POR LUSA
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