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O Castor é o Engenheiro dos Ecossistemas...
Saiba por que é que estes animais são considerados verdadeiros «engenheiros de ecossistema» e apontados como uma solução eficaz na adaptação às alterações climáticas.
Por que devemos investir em medidas de adaptação às alterações climáticas? Quais são os custos de não o fazer? Catarina Roseta-Palma e Manel Rosa explicam como reduzir os danos da crise climática e como as soluções de base natural nos podem ajudar.
As alterações climáticas estão aí, e temos de aprender a lidar com os impactos económicos, sociais e ecológicos que serão cada vez mais intensos e frequentes.
Da noção de «resiliência climática» às principais medidas de adaptação, a economista explica como podemos evitar os custos da inação, sem esquecer que a adaptação também obriga a investir e tem de ser financiada.
Ao longo da conversa, a dupla aborda o que tem sido feito em Portugal e na Europa para minimizar os riscos climáticos, e explora os desafios globais de angariar financiamento de adaptação para países em vias de desenvolvimento.
Por fim, ficamos a saber porque é que as soluções baseadas na natureza podem trazer grandes benefícios para o bem-estar humano, para a biodiversidade e, até, para a economia. Sabia que o castor, o bisonte ou o morcego podem ser ótimos aliados para enfrentar as alterações climáticas?
Qual é o impacto económico das alterações climáticas? E que medidas podem reduzir os seus danos? A economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram os custos e vantagens da mitigação e da adaptação – as duas principais dimensões da ação climática.
A evidência científica mostra que o impacto das alterações climáticas na economia é negativo e tenderá a agravar-se ao longo do século. As estimativas apontam para perdas entre 2% a 3% do PIB mundial, em 2100. No entanto, estudos mais pessimistas admitem quedas que podem atingir 30% a 40% do PIB, à escala global.
A partir do comboio de tempestades que devastou o país no início de 2026, a dupla reflete sobre os efeitos das alterações climáticas e explica porque é que Portugal é dos países mais interessados em defender políticas climáticas.
Destacando o que distingue mitigação e adaptação – as duas grandes medidas de ação climática – levanta-se a dúvida: devemos dar prioridade à primeira – que visa reduzir emissões a nível global – ou à segunda – que investe em soluções para evitar danos locais? E de que forma as análises de custo-benefício e de custo-eficácia podem ajudar a decidir?
Pelo caminho, destacam-se ainda exemplos concretos de mitigação, como a economia circular e a alimentação, e o papel que podem desempenhar numa estratégia sustentável.
Porque agir localmente e pensar globalmente é um desafio coletivo, não perca este episódio [IN]Pertinente.
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