terça-feira, 1 de setembro de 2026

Insegurança e tensão crescente em várias partes da Europa

https://www.facebook.com/reel/942482301557485 


Um homem transmitiu em direto o momento em que esfaqueava pessoas junto à Estação Central de Amesterdão.












Joao Welsh    31/8/2026







Ceuta



🇪🇸 Ontem, Espanha saiu à rua e o governo de Pedro Sánchez voltou a fazer contas como quem gere um orçamento — para baixo. Enquanto a delegação do governo em Madrid insistia nas 50 mil almas na Plaza de Cibeles, a câmara da capital, e as imagens, apontavam para 150 mil. Em Ceuta, terra de 80 mil habitantes, entre 20 e 25 mil pessoas encheram as ruas no que foi classificado como a maior manifestação da história recente da cidade. Em Andaluzia foram mais de 160 mil, em Castela e Leão 70 mil só nas capitais de província, nas Canárias 10 mil. No total, centenas de milhares de espanhóis em quase duas mil localidades (1996, segundo o PP e a Federação de Municípios), um quarto dos concelhos do país.

Em Portugal, o silêncio foi quase ensurdecedor.

Um mês depois da entrada de mais de 72 mil pessoas em 24 horas, a invasão que Madrid teima em chamar ‘afluência massiva’, Ceuta continua com cinco a dez mil migrantes nas ruas, praias e acampamentos improvisados. Um relatório policial agora em mãos da justiça aponta para ‘apoio activo’ das forças de segurança marroquinas, contradizendo a versão de Sánchez, que insiste não haver provas contra Rabat e prefere falar em desinformação russa e israelita.

Para aplacar a opinião pública, o Conselho de Ministros aprovou na terça-feira um ‘plano de choque’ de 309 milhões de euros, 16% do PIB anual da cidade, para segurança, acolhimento e apoio a empresas. Dinheiro que chega tarde e que muitos em Ceuta vêem como uma pensão de viúva para um problema que o Governo foi incapaz de gerir.

Juanma Moreno   2/8/2026   




🇳🇴 NORWAY IS RETHINKING ITS WELFARE APPROACH — AND THIS COULD SPARK A HUGE DEBATE.

Should welfare support for refugees have conditions that encourage people to enter the workforce faster, or should governments continue providing broad benefits while people settle into a new country?

Supporters say work creates independence and helps integration. Critics argue that cutting support could place vulnerable families under even greater pressure.

The bigger question is uncomfortable: Is welfare a safety net—or can it sometimes become a barrier to getting people into work?

Norway isn’t the only country wrestling with this issue. Where should the line be drawn? 


🇳🇴 A Noruega está a repensar a sua abordagem em relação aos benefícios sociais — e isso pode desencadear um grande debate.
Os benefícios sociais destinados a refugiados deveriam estar condicionados a medidas que incentivem o ingresso mais rápido no mercado de trabalho, ou os governos deveriam continuar oferecendo auxílios abrangentes enquanto as pessoas se estabelecem em um novo país?
Os defensores argumentam que o trabalho gera independência e favorece a integração. Já os críticos sustentam que cortar o apoio poderia submeter famílias vulneráveis ​​a uma pressão ainda maior.
A questão mais ampla é desconfortável: os benefícios sociais funcionam como uma rede de proteção ou podem, por vezes, tornar-se um obstáculo para a inserção das pessoas no mercado de trabalho?
A Noruega não é o único país a enfrentar esse dilema. Onde deve ser traçado o limite?

Beyond The Horizon    2/8/2026

https://www.facebook.com/reel/1075981828734004
No Reino Unido, um muçulmano ataca uma mulher que está a caminhar com o seu cão por ser haram e acusa-a de "assustar" as suas filhas a mais de 20 metr…


https://www.facebook.com/reel/1087959383641330
Protesters hung a Palestinian flag over H&M on Dam Square and Dutch citizens ripped it dow






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