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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

O Hospital Amadora-Sintra identificou mais de 500 mulheres vítimas de mutilação genital feminina e acompanhou o nascimento de 240 meninas em risco real de perpetuação desta barbaridade.

 



O Hospital Amadora-Sintra identificou mais de 500 mulheres vítimas de mutilação genital feminina e acompanhou o nascimento de 240 meninas em risco real de perpetuação desta barbaridade. Não estamos a falar de casos isolados. É um fenómeno instalado.

MGF não é “tradição”, não é “diferença cultural”, não é relativizável.
É crime, é violência extrema contra crianças, é uma violação brutal dos direitos humanos.

Quem fecha os olhos em nome do multiculturalismo é cúmplice.
Quem relativiza por medo de parecer “politicamente incorreto” abandona meninas à mutilação.
Isto não é racismo.
Isto é defesa de crianças.
Quem não percebe isto já escolheu o lado errado. 

Rui Paulo Sousa    5/2/2026

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