She said that Latvia will not take in new migrants under the pact and will also refuse to pay any EU penalties related to non-participation.
Under the EU migration pact, member states are expected either to accept migrants relocated from other EU countries or to make a so-called “financial contribution” of €20,000 for each migrant they choose not to accept.
🚨🇱🇻 Durante o debate anual de política externa no parlamento da Letônia, a Ministra das Relações Exteriores, Baiba Braže, delineou a posição da Letônia sobre o pacto migratório da UE.
Ela afirmou que a Letônia não acolherá novos migrantes ao abrigo do pacto e também se recusará a pagar quaisquer penalidades da UE relacionadas à não participação.
De acordo com o pacto migratório da UE, espera-se que os Estados-membros aceitem migrantes realocados de outros países da UE ou façam uma chamada "contribuição financeira" de € 20.000 por cada migrante que optarem por não aceitar.Things You Don't Know 6/2/2026
Com base no novo Pacto de Migração e Asilo, que entra em vigor totalmente em junho de 2026, a UE implementou um sistema de "solidariedade obrigatória", que permite aos Estados-membros evitar a relocalização direta de requerentes de asilo através de contribuições financeiras ou apoio técnico.Países com posições mais restritivas ou que têm contestado as relocalizações:- Hungria: Historicamente, o governo húngaro recusa a entrada de imigrantes, adotando uma política de tolerância zero, declarando repetidamente que não aceitará o mecanismo de solidariedade.
- Polónia: Tem sido um dos países mais firmes na rejeição de cotas obrigatórias de acolhimento de imigrantes, argumentando que já acolhe um elevado número de refugiados (especialmente da Ucrânia).
- Eslováquia e República Checa: Têm, em momentos distintos, contestado ou resistido às políticas de relocalização de migrantes da UE.
Contexto da Nova Política (2025-2026):- Solidariedade Flexível: Países que não desejam receber imigrantes (como Portugal, por exemplo, em certas situações de solidariedade) podem pagar uma contribuição financeira (cerca de 20.000€ por imigrante não acolhido) para um fundo comum, em vez de os receberem fisicamente.
- Pressão Migratória: Países como Itália, Grécia, Malta, Espanha e Chipre, por serem a "porta de entrada" mediterrânica, exigem mais apoio e relocalizações, muitas vezes em confronto com os países que se recusam a receber.
- Endurecimento Geral: A tendência atual na UE é o endurecimento geral das regras contra a imigração ilegal, com 17 países apelando a novas formas de deportação e maior controle nas fronteiras.
Portanto, em vez de um bloqueio total de "recusa de receber", a UE moveu-se para um sistema onde os países podem pagar para não acolher, com Hungria e Polónia frequentemente a liderar a contestação ao acolhimento.
Sem comentários:
Enviar um comentário