Um relatório publicado no mês passado descreveu Marrakech, cidade que se espera que sedie jogos do Mundial de Futebol, como um "centro de matança".
Imagens chocantes e relatos de cães a serem mortos no Marrocos atraíram a atenção global para uma campanha ligada aos preparativos do país para o Mundial de 2030.
A nação norte-africana foi confirmada em 2023 como coanfitriã do evento, ao lado de Espanha e Portugal, uma decisão que, segundo grupos de defesa dos animais, coincidiu com um abate generalizado de cães de rua nas cidades marroquinas.
Ativistas afirmam que a suposta ação visa tornar as cidades e os pontos turísticos mais limpos e seguros, além de mais atraentes para visitantes internacionais, torcedores e media, numa tentativa de evitar a perceção negativa associada aos cães de rua.
Estima-se que três milhões de cães de rua vivam em Marrocos.
Reports show that methods being used to k*ll the dogs are shooting, poisoning, burning alive, drowning in cages.
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