O MÉDIO ORIENTE PARECE ESTAR CADA VEZ MAIS PERTO DA GUERRA, COM A ACUMULAÇÃO DE FORÇAS AMERICANAS NA REGIÃO.....E O IRÃO ABANDONA QUALQUER SUBTILEZA EM RESPOSTA.
Em exercícios numa das vias navegáveis mais estratégicas do mundo, o Irão deixou poucas dúvidas sobre as suas capacidades com ataques de mísseis a alvos simulados e simulações de apreensão de petroleiros. O Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei, também não poupou nas palavras.
"Um navio de guerra é um dispositivo perigoso", disse. "Mas mais perigosa do que isso é uma arma que pode afundar este navio de guerra nas profundezas do mar."
Um quinto do fornecimento mundial de petróleo passa pelo Estreito de Ormuz, e os exercícios iranianos fecharam-no, ainda que temporariamente, dando uma clara noção do que poderia acontecer se os EUA atacassem o Irão.
A apenas algumas centenas de quilómetros a leste, um formidável contingente de forças militares norte-americanas está também a concentrar-se.
O grupo de ataque do porta-aviões USS Lincoln tem vindo a realizar os seus próprios exercícios. O tipo de exercício que só se faz quando se está a preparar para uma ação ofensiva. Entretanto, está a chegar à zona de guerra pelo lado do Mediterrâneo o maior e mais moderno porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, deslocado dos mares das Caraíbas onde foi usado para o derrube de Maduro na Venezuela.
Em exercícios numa das vias navegáveis mais estratégicas do mundo, o Irão deixou poucas dúvidas sobre as suas capacidades com ataques de mísseis a alvos simulados e simulações de apreensão de petroleiros. O Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei, também não poupou nas palavras.
"Um navio de guerra é um dispositivo perigoso", disse. "Mas mais perigosa do que isso é uma arma que pode afundar este navio de guerra nas profundezas do mar."
Um quinto do fornecimento mundial de petróleo passa pelo Estreito de Ormuz, e os exercícios iranianos fecharam-no, ainda que temporariamente, dando uma clara noção do que poderia acontecer se os EUA atacassem o Irão.
A apenas algumas centenas de quilómetros a leste, um formidável contingente de forças militares norte-americanas está também a concentrar-se.
O grupo de ataque do porta-aviões USS Lincoln tem vindo a realizar os seus próprios exercícios. O tipo de exercício que só se faz quando se está a preparar para uma ação ofensiva. Entretanto, está a chegar à zona de guerra pelo lado do Mediterrâneo o maior e mais moderno porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, deslocado dos mares das Caraíbas onde foi usado para o derrube de Maduro na Venezuela.
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