Mais de 70% das juntas de freguesias da Capital - 17 das 24 - remeteram para o Ministério Público, Polícia Judiciária e AIMA milhares de pedidos de atestados de residência, de cidadãos estrangeiros, com moradas falsas e testemunhas repetidas. Há mais de 40 inquéritos em curso no DIAP de Lisboa. Maior rigor na emissão, com a instalação de sistemas antifraude, levou redes a virarem-se também para a falsificação
O julgamento arrancou no início de fevereiro. Pelo banco dos réus do Tribunal Central Criminal de Lisboa começaram a passar, à vez, 30 arguidos, indiciados por associação e auxílio à imigração ilegal, e falsificação de documentos. Juntos compunham uma rede, de liderança hindustânica, que operava na freguesia da Penha de França e que facilitava a emissão fraudulenta de atestados de residência a imigrantes, que lá não moravam mas que pagavam pelo... ( o resto é somente para os assinantes deste Jornal)
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