Graças a Deus a situação foi controlada
Portugal Patriota 23/6/2026
Sindicato policial acusa Vida Justa e SOS Racismo de alimentarem narrativa anti-PSP
Diário do Distrito 22/6/2026
O Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) lançou duras críticas às associações Vida Justa e SOS Racismo, questionando a sua utilidade pública e acusando-as de promoverem uma narrativa sistematicamente hostil à Polícia de Segurança Pública (PSP).
Em comunicado divulgado nas redes sociais, o sindicato começa por reafirmar que a atuação policial deve ser escrutinada e que eventuais abusos ou crimes cometidos por agentes devem ser investigados e punidos.
Contudo, considera que algumas organizações utilizam o combate ao racismo, a intervenção cívica e a defesa dos direitos humanos para colocar a PSP sob suspeita permanente.
Fernando Nunes 20/6/2026
Ministra da Saúde culpa imigração pelo aumento de pessoas sem médico de família
No congresso do PSD, Ana Paula Martins referiu que há mais médicos de família a trabalhar em Portugal, mas o "aumento populacional brusco" e a entrada de "imigrantes que entram sem regras e sem humanismo" fazem com que “não apareça o sucesso” do Governo.
A ministra da Saúde culpou este sábado a imigração e as redes de imigração ilegal pela perceção de incusesso do Governo na área e pelo número de pessoas sem médico de família.
Mais de 1,5 milhão de utentes sem médico de família.
Tem vídeo (muito importante)
Visegrad24 22/6/2026
The UK Grooming Gang Inquiry Report Is Out, And It Should Make Your Blood Boil
The long-awaited report confirms the scale of one of the worst scandals in British history:
• At least 250,000 young White girls (as young as 11) were systematically groomed, r*ped, trafficked, and tortured across the country
• Perpetrators, predominantly Muslim Pakistani gangs, used the same playbook: gifts, drugs, alcohol, then group r*pes, violence, blackmail, forced pregnancies, and trafficking.
• They operated in 149 local authority districts. Groups from Somali, Iranian, Syrian, Turkish, and other Muslim backgrounds were also involved.
• UK institutions (police, social services, schools, NHS, politicians) catastrophically failed the victims. They ignored reports, destroyed evidence, criminalized the girls, and prioritized “political correctness” and fears of being called racist over protecting children.
The perpetrators viewed non-Muslim White girls as “White trash” and “property” under their honor-shame culture.
This wasn’t a few bad apples.
This was industrial-scale child exploitation enabled by institutional cowardice.
People need to go to prison for this.
Real accountability is long overdue.
Conservative Twins 19/6/2026
David J Harris Jr. 19/6/2026
Lary prepara-se para o 7 primeiro ministro britânico em Downing Street.
BBC Breakfast 22/6/2026
TRAGIC: In the last few weeks we have seen a 138 year old Astoria church burn and a 173 year old Bushwick church burn.
David J Harris Jr 21/6/2026
PJ faz buscas a elementos do Coletivo pela Libertação da Palestina por suspeitas de associação criminosa
She was initially sentenced to a six-month suspended prison term and a €3,000 fine, but yesterday a Paris court upheld her conviction, dropped the suspended prison sentence, and lowered the fine to €1,000.
The Tunisian migrant who sexually assaulted her is still at large.
Uma francesa que foi agredida sexualmente por um imigrante tunisiano foi considerada culpada de "incitação ao ódio racial" após afirmar que "o principal perigo para as mulheres na França são os homens negros africanos e imigrantes árabes".
Inicialmente, ela foi condenada a seis meses de prisão suspensa e a uma multa de € 3.000, mas ontem um tribunal de Paris confirmou a condenação, anulou a pena de prisão suspensa e reduziu a multa para € 1.000.
O imigrante tunisiano que a agrediu sexualmente continua foragido.Visegrad24 19/6/2026
O Parlamento Europeu deu luz verde final a uma nova lei da UE que permite polémicos centros de retorno de migrantes fora do bloco e buscas domiciliárias, após conservadores se aliarem à extrema-direita para aprovar a legislação
Parlamento Europeu dá luz verde final a lei da UE que permite centros de retorno polémicos fora do bloco e buscas domiciliárias, aprovada com votos da direita e da extrema-direita
Parlamento Europeu aprovou, esta quarta-feira, uma lei destinada a acelerar o regresso de migrantes sem direito legal a permanecer na UE, graças ao apoio de grupos políticos de centro-direita e de extrema-direita.
O «regulamento dos regressos» representa a mudança mais rigorosa na política migratória do bloco em décadas. É considerado polémico, uma vez que permitiria aos países da UE criarem centros de expulsão fora do bloco, conhecidos como centros de regresso, através de acordos com países terceiros.
Estes centros poderiam funcionar como instalações de trânsito, onde as pessoas aguardam o regresso ao país de origem, ou como locais onde os migrantes permanecem por períodos prolongados, potencialmente sem prazo definido ou garantia de repatriamento. Apenas os menores não acompanhados ficariam isentos da medida, enquanto as famílias com crianças poderiam ser transferidas para estes centros.
A lei foi aprovada por 418 votos contra 218, com 30 abstenções. Após o anúncio do resultado, os defensores do diploma aplaudiram, enquanto alguns eurodeputados da ala direita do hemiciclo entoaram «mandem-nos de volta», em referência aos migrantes em situação irregular.
Para além dos centros de regresso, a nova lei introduz também uma disposição que permite revistar o «local de residência ou outras instalações relevantes» de migrantes em situação irregular, o que ONG e organizações da sociedade civil comparam às rusgas conduzidas pelo serviço norte-americano de Imigração e Controlo Aduaneiro (ICE).
Outras disposições preveem períodos de detenção mais longos, proibições de entrada mais severas e novos poderes para localizar migrantes em situação irregular.
A lei aumenta o prazo máximo legal de detenção de migrantes em situação irregular a aguardar regresso, de seis meses para dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses e duração ilimitada para pessoas consideradas uma ameaça à segurança.
As proibições de entrada também se tornam significativamente mais rígidas, passando de cinco para dez anos na maioria dos casos, com possibilidade de interdições vitalícias para quem for considerado um risco para a segurança.
O Pacto das Migrações e Asilo da UE entrou em vigor na sexta-feira passada. E, logo no primeiro dia, temos a prova do que ele realmente é: Portugal terá de pagar 8,4 milhões de euros, sabe-se desde janeiro, para evitar ter de acolher 420 imigrantes ilegais, vulgo “requerentes de asilo”.
Isto não é uma gestão de fronteiras séria, é um sistema de compensações completamente desequilibrado para um problema que nunca se quis verdadeiramente resolver na raiz.
Não precisamos de mais burocracia de partilha, precisamos de ter as nossas fronteiras protegidas e de ter soberania efetiva dos Estados-Membros para decidir quem entra ou não entra. O Pacto não é a solução, é a institucionalização do problema.
Se mesmo quem desenhou as regras prefere pagar a cumprir, que nos diz isso sobre a confiança que a própria UE deposita no seu Pacto.
Tiago Moreira de Sá 19/6/2026
https://www.facebook.com/reel/985868164152794
There’s a disturbing new trend: If a Black guy asks a white woman for her number and you reject him, it'll result in violence with punches and kicks.
Existe uma nova tendência preocupante: se um homem negro pedir o número de telefone de uma mulher branca e ela o rejeitar, isso resultará em violência com socos e chutes
https://www.facebook.com/reel/2505263786585812https://www.facebook.com/reel/1030827959397967
O amor no seu melhor...
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