Mundo da Informação

sábado, 10 de janeiro de 2026

Porque o Mundo Muçulmano não intercede pelo Irão como intercede pela Palestina?!

 


🚨 WHY THE SILENCE IS SO LOUD 🇮🇷 An Iranian woman just said what many are not understanding— and it explains a glaring contradiction.

She argues that much of the loudest “free Palestine” activism isn’t actually about universal human rights at all.

Iranian woman: "Let me tell you why all these pro-Palestine, all these pro-human rights people are silent right now. Because 90% of the people supporting Palestine are Muslims and they’re only supporting them because Palestinians are Muslim. So the one reason why they’re not supporting my people is because the country is being controlled by Islamic Republic. So the leaders are Muslim. So for them to support the Iranians would have to go against the Islamic Republic, which means they would have to go against their religion. So they’re silent. So it’s not about human rights anymore. This is about religion. Because us Iranians, we were never Muslims to begin with. Islam was forced on us. Because when the Arabs invaded our country, stole everything, assaulted our women - I don’t want to say the word but you know what they did, it was more than an assault - they forced Islam onto us. We were never Muslims to begin with. We are the descendants of Cyrus..."

Donald Trump For President      10/1/2026


Mulher iraniana: "Deixe-me explicar por que todos esses pró-Palestina, todos esses defensores dos direitos humanos, estão em silêncio agora. Porque 90% das pessoas que apoiam a Palestina são muçulmanas e só a apoiam porque os palestinos são muçulmanos. Então, o único motivo pelo qual não apoiam meu povo é porque o país está sendo controlado pela República Islâmica. Os líderes são muçulmanos. Para apoiarem os iranianos, teriam que ir contra a República Islâmica, o que significa ir contra sua religião. Por isso, estão em silêncio. Não se trata mais de direitos humanos. Trata-se de religião. Porque nós, iranianos, nunca fomos muçulmanos. O Islão nos foi imposto. Quando os árabes invadiram nosso país, roubaram tudo, agrediram nossas mulheres – não quero usar essa palavra, mas vocês sabem o que fizeram, foi mais do que uma agressão – eles nos impuseram o Islão. Nunca fomos muçulmanos. Somos descendentes de Ciro..."


O cilindro de Ciro foi descoberto em 1879, no Templo de Marduk, na Babilónia, pelo arqueólogo assírio Hormuzd Rassam. Pouco depois de Ciro conquistar a Babilónia, em 539 a.C., este cilindro foi fabricado em barro e, enquanto ainda estava molhado, foram impressas, em escrita cuneiforme, 45 linhas de um decreto real emitido por Ciro na sua superfície. O decreto desdenha do último rei babilónico, Nabónido, devido ao seu comportamento ímpio em relação a Marduk, o deus patrono da cidade, e exalta Ciro por ser um libertador de povos, incluindo os babilónios. Embora o texto seja claramente propagandista, valida a descrição de Ciro enquanto libertador transmitida pela Bíblia. No Livro de Ezra, Ciro permitiu o regresso a casa dos judeus que estavam exilados na Babilónia desde o tempo do rei Nabucodonosor. Em Isaías 45:1, Ciro é escolhido por Deus, sendo referido como: “Ciro, Seu ungido, a quem tomou pela mão para derrubar as nações diante dele”.

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