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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

EAU proíbem os seus cidadãos de estudar no RU para evitar radicalização dos seus estudantes nas universidades britânicas

 



ISGAP - Institute for the Study of Global Antisemitism and Policy    13/1/2026    


#news M*slim country bans citizens from studying in the UK, so they won't become radicalized by M*slim Brotherhood Islamists on British campuses.

An Arab state now views a European state as a dangerous Islamist radicalization hotspot
The United Arab Emirates (UAE) has effectively banned its citizens from using government scholarships to study at British universities, saying they have deep concerns over the radicalizing influence of the M*slim Brotherhood on UK campuses.
The UAE's Ministry of Higher Education released an updated list of approved global universities for state-funded scholarships and qualification certifications.
The removed all British institutions from the list, including elite ones like Oxford and Cambridge.
UAE officials confirmed that they deliberately removed the institutions because they didn't want Emirati students to be exposed to radical Islamist influences during their studies abroad.
Abu Dhabi's decision is focused on the M*slim Brotherhood, an Islamist movement founded in Egypt in 1928 that has been designated a terrorist organization.
The UAE views the group as a direct threat to its stability,
UAE President Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan has repeatedly questioned London's approach to open borders, emphasizing that protecting young minds from indoctrination is paramount.
"[The UAE] don’t want their kids to be radicalised on campus"
The policy lines up with larger Emirati actions to fight against extremism, including domestic deradicalization programs and international alliances against groups like ISIS and Al-Qaeda.
Details:
🔹Exclusion applies to UK universities, while funding remains available for institutions in the US, France, Israel, and other nations deemed safer.
🔹The move could reduce the number of UAE nationals studying in Britain, where official data shows hundreds have attended in recent years, potentially costing UK universities millions in tuition revenue.
🔹The policy signals a warning to all Emiratis about the risks of Western education - which has been infiltrated with pro-Islamic extreme ideology.

#notícias País muçulmano proíbe cidadãos de estudar no Reino Unido para evitar radicalização por parte de islamitas da Irmandade Muçulmana em campi britânicos. #muçulmano Um estado árabe agora considera um estado europeu um perigoso foco de radicalização islâmica. #islão Os Emirados Árabes Unidos (EAU) proibiram efetivamente seus cidadãos de usar bolsas de estudo governamentais para estudar em universidades britânicas, alegando profunda preocupação com a influência radicalizadora da Irmandade Muçulmana em campi do Reino Unido. #EAU O Ministério da Educação Superior dos EAU divulgou uma lista atualizada de universidades globais aprovadas para bolsas de estudo financiadas pelo Estado e certificações de qualificação.

Todas as instituições britânicas foram removidas da lista, incluindo instituições de elite como Oxford e Cambridge. Autoridades dos Emirados Árabes Unidos confirmaram que removeram as instituições deliberadamente porque não queriam que estudantes emiratis fossem expostos a influências islâmicas radicais durante seus estudos no exterior. A decisão de Abu Dhabi concentra-se na Irmandade Muçulmana, um movimento islâmico fundado no Egito em 1928 e designado como organização terrorista. Os Emirados Árabes Unidos consideram o grupo uma ameaça direta à sua estabilidade. O presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan, questionou repetidamente a abordagem de Londres em relação às fronteiras abertas, enfatizando que proteger as mentes jovens da doutrinação é fundamental. "[Os Emirados Árabes Unidos] não querem que seus filhos sejam radicalizados no campus." A política está alinhada com ações mais amplas dos Emirados para combater o extremismo, incluindo programas domésticos de desradicalização e alianças internacionais contra grupos como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda.
Detalhes:
🔹A exclusão se aplica a universidades do Reino Unido, enquanto o financiamento permanece disponível para instituições nos EUA, França, Israel e outras nações consideradas mais seguras.
🔹A medida pode reduzir o número de cidadãos dos Emirados Árabes Unidos estudando na Grã-Bretanha, onde dados oficiais mostram que centenas frequentaram o país nos últimos anos, potencialmente custando milhões em receita de mensalidades às universidades britânicas.
🔹A política sinaliza um alerta a todos os emiratis sobre os riscos da educação ocidental, que foi infiltrada por ideologia extremista pró-islâmica.

Christina Aguayo News    10/1/2026

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