Relatórios internacionais de direitos humanos apontam que um bebê de apenas 2 anos teria sido enviado a um campo de prisioneiros políticos após seus pais serem flagrados com uma Bíblia, item considerado ilegal pelo regime norte-coreano.
O caso, que teria ocorrido em 2009, foi citado em documentos sobre liberdade religiosa divulgados anos depois por governos e organizações humanitárias.
Segundo esses relatos, toda a família foi punida com prisão perpétua sob o princípio de “culpa por associação”, prática comum no país.
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