sábado, 15 de agosto de 2026

Marrocos trava entrada de centenas de migrantes em Ceuta e ponto de situação após a invasão do território

 

As forças de segurança de Marrocos travaram hoje uma tentativa de centenas de migrantes, na maioria subsarianos, de entrarem irregularmente na cidade espanhola de Ceuta, indicaram à agência de notícias espanhola EFE fontes securitárias marroquinas.

Segundo as fontes, o incidente aconteceu numa zona montanhosa, nos arredores da cidade fronteiriça de Fnideq (Castillejos, em castelhano), a sudoeste de Ceuta.

Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.

No final de julho, cerca de 72.000 pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, e, à data de 06 de agosto, 70.000 já tinham voltado a Marrocos, segundo dados das autoridades de Espanha.

Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.

Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.

Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.

No final de julho, cerca de 72.000 pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, e, à data de 06 de agosto, 70.000 já tinham voltado a Marrocos, segundo dados das autoridades de Espanha.

Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.

Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.


Marrocos usa gás lacrimonogéneo para travar entradas em Ceuta

As forças de segurança marroquinas usaram hoje gás lacrimogéneo para dispersar centenas de migrantes, na maioria subsarianos, que pretendiam entrar irregularmente na cidade espanhola de Ceuta, constatou no local a agência de notícias espanhola EFE.


Os confrontos entre as autoridades e os migrantes, na maioria subsarianos, aconteceram a cerca de três quilómetros da fronteira de Ceuta, nos arredores da localidade marroquina de Fnideq (Castillejos, em castelhano).

Milhares de operacionais integram o dispositivo de segurança que foi montado por Marrocos para impedir a entrada em massa em Ceuta de migrantes que tinha sido convocada para hoje nas redes sociais.

No final de julho, mais de 80 mil pessoas entraram em 24 horas na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, das quais entre cinco mil e oito mil permanecem dispersas pelo território, estimam as autoridades de Espanha.

Nos próximos dias, uma equipa alargada do Ministério espanhol de Inclusão, Segurança Social e Migrações vai deslocar-se a Ceuta para tratar com urgência da criação de centros temporários de acolhimento de migrantes, adiantou hoje a EFE.

A comitiva, que acompanhará a ministra titular da pasta, Elma Sainz, terá como principal objetivo analisar no terreno os espaços que estão a ser equacionados para o acolhimento e determinar quais podem ser adaptados de forma mais célere.

A intenção do Governo é que pelo menos dois dos espaços, com capacidade total para perto de mil pessoas, possam estar operacionais na próxima semana.

A procura por espaços que possam ser transformados em centros temporários de acolhimento de migrantes tem sido um dos principais desafios das administrações de Ceuta, quer por a cidade ter apenas 19 km2, quer pela oposição dos vizinhos em relação aos locais que têm sido apontados para tal.

Ceuta, um pequeno território de 80 mil habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.


Marrocos interceta 111 migrantes que tentavam chegar à fronteira de Ceuta

As forças marroquinas intercetaram hoje 111 migrantes, na sua maioria da África subsaariana, quando tentavam chegar à fronteira de Ceuta, e detiveram 61 pessoas por incitarem à migração ilegal, disseram fontes de segurança marroquinas à agência noticiosa espanhola EFE.


15/08/2026    POR LUSA



🇪🇸 Em Ceuta, a taxa habitual de agressões sexuais registradas varia de 2 a 4 por mês e chega a 20 a 45 por ano.
Após a invasão em massa das fronteiras da Espanha por migrantes ilegais, foram relatados até 25 casos em um período de apenas duas semanas.
Autoridades médicas e judiciais identificaram especificamente vários menores entre as vítimas, incluindo uma menina de 10 anos e pelo menos cinco meninas com menos de 14 anos.
Os suspeitos são, quase exclusivamente, migrantes ilegais que entraram no país durante aquele fluxo migratório.

Visegrad24     17/8/2026


Em apenas duas semanas, os imigrantes africanos transformaram a cidade espanhola de Ceuta em bairros de lata africanos. Barracas feitos de ramos e cartão. Lixo e excrementos humanos por todo o lado. Um mau cheiro indescritível.
As autoridades de saúde declararam uma crise sanitária: sarna, tuberculose, cólera, sarampo, diarreia infecciosa, impetigo.
Mais de 10 mulheres já foram violadas, incluindo uma menina de 10 anos.

David J Harris Jr     18/8/2026   



Alexandra Leo    15/8/2026



UNO DE LOS ÁMBITOS QUE MÁS PREOCUPA ES EL DE LOS DELITOS SEXUALES

Los jueces de Ceuta piden auxilio al CGPJ por la invasión migratoria: los casos penales han aumentado un 800%


La invasión migratoria que vive Ceuta ha golpeado también a los jueces, que han solicitado al Consejo General del Poder Judicial (CGPJ) nuevos refuerzos ante el fuerte incremento de procedimientos que están llegando a los tribunales de la ciudad autónoma. Según fuentes del Consejo citadas por El Confidencial, los asuntos penales se han disparado hasta situarse un 800% por encima del volumen habitual tras las entradas masivas registradas los días 30 y 31 de julio.

Uno de los ámbitos que más preocupa es el de los delitos sexuales. Desde el pasado 5 de agosto se han abierto nueve diligencias previas por agresiones sexuales, ya sea a raíz de atestados policiales o de informes médicos. Esa cifra representa el 56,25% de todos los procedimientos de este tipo registrados durante el año en Ceuta. Fuentes judiciales resumen la situación asegurando que se está produciendo «una agresión sexual por día».


gaceta.es La Gaceta 19/8/2026


«HOY HAY VIOLADORES Y PEDERASTAS SUELTOS POR CEUTA»

Policías denuncian que inmigrantes ilegales marroquíes están secuestrando a niñas y violándolas en manada en montañas de Ceuta




La Gaceta 18/8/2026

Vecinos de Ceuta llaman a expulsar a la Cruz Roja por su actuación durante la invasión migratoria: «No tienen vergüenza»



Vecinos de la ciudad autónoma de Ceuta están exigiendo la salida inmediata de la Cruz Roja de su territorio tras lo que califican como una gestión sesgada durante la reciente invasión migratoria. Bajo el grito de «no tienen vergüenza», residentes locales reclaman que la organización abandone la ciudad y deje de priorizar a quienes cruzaron de forma ilegal.

Las protestas, avanzadas por 24h news, surgen porque, según los afectados, la entidad destina recursos abundantes —alimentos, indumentaria, cobijas y asistencia sanitaria— a los recién llegados, mientras ancianos, hogares con menores y propietarios de comercios se enfrentan a un entorno de creciente inseguridad y desprotección. Muchos ceutíes denuncian que las consecuencias diarias de la crisis recaen sobre ellos sin recibir una respuesta equivalente por parte de la misma institución.


A las quejas por el trato desigual se suman las dudas sobre el manejo interno de fondos. Critican que altos cargos de la organización disfruten de remuneraciones elevadas y que, en cambio, los españoles afectados por otras catástrofes no reciban un respaldo comparable. Ejemplos recurrentes en el discurso son la respuesta a la DANA en Valencia, la erupción volcánica de La Palma y los incendios forestales, episodios que utilizan para cuestionar la eficacia general de la entidad en emergencias.

El malestar se dirige también hacia el Ejecutivo de Pedro Sánchez, al que acusan de sostener con dinero público a una organización que, a juicio de los vecinos, desatiende a la población local. Los reclamantes piden una revisión a fondo de las subvenciones destinadas a grupos que intervienen en la gestión migratoria y exigen que las autoridades prioricen de una vez las necesidades de quienes residen de forma permanente en Ceuta.

En definitiva, las voces que se alzan en la ciudad autónoma insisten en que la Cruz Roja debe cesar su presencia allí y que las instituciones miren primero hacia los ceutíes, cansados de sentirse postergados en medio de la presión fronteriza.


La Gaceta 19 DE AGOSTO DE 2026




🇪🇸
 Moradores de Ceuta, na Espanha, estão exigindo a saída da Cruz Vermelha do território devido à forma como a organização reagiu à recente chegada em massa de imigrantes ilegais, acusando-a de prestar ampla assistência a esses imigrantes enquanto negligencia os moradores locais que enfrentam dificuldades.

Os moradores apontaram a distribuição de alimentos, roupas, cobertores e assistência médica aos recém-chegados, ao mesmo tempo em que idosos, famílias com crianças e empresas locais lidam com o que descrevem como uma insegurança crescente e falta de apoio adequado.

Os manifestantes resumiram a sua indignação com a frase: "Eles não têm vergonha".

Visegrad24    22/8/2026





Doentes com febre, sarna e infeções: a crise sanitária que se vive nas ruas de Ceuta

Ceuta está a enfrentar uma situação sanitária preocupante nas ruas, com migrantes a apresentarem febre, lesões cutâneas, sarna, impétigo e outros problemas de saúde, enquanto milhares de pessoas permanecem em condições precárias.

A situação levou o Colégio de Enfermería de Ceuta a pedir a declaração do estado de alarme, denunciando aquilo que considera ser um “colapso sanitário sem precedentes”.

O problema não se limita, contudo, aos hospitais. Organizações e profissionais que acompanham os migrantes no terreno relatam pessoas doentes, com feridas agravadas e sinais de infeção, muitas vezes depois de vários dias expostas às condições adversas nas ruas.

Entre 31 de julho e 14 de agosto, os serviços de saúde do INGESA registaram 5.801 assistências. A Cruz Vermelha realizou, por sua vez, mais de 2.500 atendimentos na zona da praia do Trampolín.

O número de atendimentos chegou a atingir um pico de 1.149 num único dia, a 31 de julho.

Há ainda uma dificuldade adicional: algumas das pessoas doentes evitam procurar os serviços de saúde por receio de serem identificadas e posteriormente deportadas, ficando dependentes da assistência prestada por organizações e voluntários.

O Governo espanhol, contudo, rejeita a existência de um colapso hospitalar. A ministra da Saúde, Mónica García, garante que a pressão sobre o hospital de Ceuta diminuiu desde o pico registado no final de julho e que continuam disponíveis cerca de metade das camas.

A crise está assim a desenrolar-se sobretudo fora das paredes do hospital, nas ruas e nos locais onde permanecem milhares de migrantes, num contexto de elevada pressão sobre os serviços de saúde e de assistência.

A situação continua a ser acompanhada pelas autoridades e organizações que prestam apoio no terreno.


www.suliberico.pt    19/8/2026


  


Rony Debs    22/8/2026




72 mil entradas em 24 horas: O que mudou em Ceuta um mês depois


"Plano de choque" de 309 milhões de euros para responder à crise



O Governo espanhol aprovou na terça-feira um "plano de choque" para Ceuta de 309 milhões de euros, a executar até ao final do ano, para responder à crise migratória e humanitária na cidade e ao impacto na economia da entrada ilegal de dezenas de milhares de pessoas.

Serão destinados 90 milhões de euros ao reforço da segurança na cidade, com mais meios humanos e outros das polícias e das forças armadas, assim como 118 milhões para responder às necessidades extraordinárias de acolhimento e humanitárias de milhares de migrantes.



Haverá ainda verbas para "o reforço de serviços essenciais" (como saúde, educação ou justiça) e 80 milhões de euros para apoio a empresas e trabalhadores, entre ajudas diretas e outras, com o Governo a destacar o impacto em setores como o turismo ou o pequeno comércio de Ceuta e que houve quebras de atividade no último mês na cidade de entre 30% e 60%, conforme os setores.


02/09/2026 POR LUSA






Sem comentários:

Enviar um comentário