Uma petição que pede a exclusão da Argentina da Copa do Mundo de 2030 ultrapassou a marca de 23 milhões de assinaturas após a vitória da seleção argentina por 2 a 1 sobre a Inglaterra na semifinal da Copa deste ano. O movimento ganhou força por causa da exibição de uma faixa afirmando que as Ilhas Malvinas pertencem à Argentina e também por alegações de supostos favorecimentos à equipe durante o torneio. Com 23.316.108 assinaturas, a campanha tornou-se uma das maiores petições já registradas, ficando próxima do recorde mundial.
A FIFA informou que analisará os acontecimentos e também abriu investigação sobre incidentes envolvendo integrantes da seleção argentina após a partida. Entre os casos citados estão um aparente soco de Nahuel Molina em Rodri e um desentendimento entre Leandro Paredes e Eric Garcia, ambos da seleção espanhola. De acordo com os regulamentos da entidade, as condutas investigadas podem se enquadrar em infrações relacionadas ao comportamento antidesportivo e à preservação da imagem do futebol.
O texto da petição acusa a FIFA e a arbitragem de favorecimento à Argentina e afirma que milhões de pessoas, de cerca de 170 países, aderiram ao movimento em poucos dias. Apesar da grande repercussão, uma petição pública não tem poder para determinar a exclusão de uma seleção de uma competição, cabendo exclusivamente à FIFA avaliar os fatos e decidir se há fundamento para a aplicação de eventuais sanções previstas em seus regulamentos.
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quinta-feira, 23 de julho de 2026
Rescaldo do Mundial de 2026
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