Atenção, eborenses. O que está prestes a acontecer entre Évora e a Graça do Divor não é apenas "transição energética" — é uma alteração drástica e perigosa do nosso clima local. Estamos a falar de cobrir MAIS DE 1.300 HECTARES de solo e montado com um mar de 1,5 MILHÕES DE PAINÉIS SOLARES.
A ciência já provou o perigo real que aí vem: o Efeito de Ilha de Calor Fotovoltaica (PVHI).
Uma investigação liderada pelo Dr. Barron-Gafford ("The Photovoltaic Heat Island Effect") provou que as mega-centrais solares aumentam a temperatura do ar local entre 3°C a 4°C em comparação com as zonas naturais vizinhas.
Os promotores apresentam os projetos de forma isolada para camuflar o impacto, mas o clima não conhece fronteiras. O efeito cumulativo de três mega-projectos colados uns aos outros ameaça desertificar ainda mais o nosso território e sufocar o microclima de Évora.
Energia verde SIM, mas NÃO à custa da destruição do nosso futuro e do nosso clima! É preciso travar este gigantismo cego.
#JuntosPeloDivor #Evora #Alentejo #CriseClimatica #IlhaDeCalor #OrdenamentoDoTerritorio #Ambiente #AlertaEvora
Ajuda a salvar a natureza e o mundo rural!!
5 RAZÕES PARA LUTARMOS CONTRA AS PSZAER (Plataformas de Sobre-elevação de Zonas de Aceleração para Energias Renováveis):
1. As ZAER destroem habitats de muitos animais e levam ao abatimento de milhares e milhares de árvores.
2. As ZAER reduzem muito a possibilidade das populações, juntas de freguesia e câmaras de poderem rejeitar estes projetos nas suas regiões.
3. As ZAER praticamente anulam a existencia da APA e ICNF como organismos de defesa da natureza.
4. A transição energética também precisa de proteger a natureza
Produzir energia limpa é importante, mas muitos especialistas defendem que deve ser privilegiada a instalação em telhados, zonas industriais e áreas já degradadas antes de ocupar áreas naturais.
5. Apenas as grandes empresas são beneficiadas podendo vender a energia para o exterior, não beneficiando as pessoas que moram nos locais
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