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O que esta notícia evidencia é a necessidade de um debate sério sobre aquilo que o ADN tem vindo a defender: o SNS deve, em primeiro lugar, servir os portugueses ou quem contribui para ele ao longo de anos.
O sistema não pode continuar sujeito a uma pressão crescente sem critérios claros, nem ser tratado como um serviço de acesso praticamente ilimitado, desligado da capacidade de resposta e do esforço contributivo que o sustenta.
Também no caso dos abortos (IVG) , quando estamos perante situações que não envolvem risco clínico ou enquadramentos excepcionais, faz sentido discutir até que ponto deve ser o contribuinte a suportar decisões que são, em última análise, individuais.
Portugal precisa de um SNS equilibrado, sustentável e focado na sua função essencial, que é salvar vidas e garantir cuidados de saúde aos portugueses.
O assunto aborto em Portugal é deveras interessante. Esta temática foi a única que teve dois referendos em Portugal.
A 28 de Junho de 1998, foi efectuado referendo, no qual o "Não" ao aborto, venceu o referendo.
Nove anos depois, houve um novo referendo, em 2007, no qual o "Sim" ganhou.
Existem países europeus, como por exemplo a Alemanha, Austria, Roménia, que dispõem de sistemas de saúde públicos, no qual, por norma, cobram para que seja realizado o acto.
Aborto aumentou 5% e atinge o valor mais alto da última década
Aborto aumentou 5% e atinge o valor mais alto da última década
Quase 40% das interrupções da gravidez por opção da mulher foram de estrangeiras. DGS associa número ao crescimento da população imigrante em Portugal e a barreiras no acesso ao planeamento familiar.
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