Mundo da Informação

domingo, 22 de março de 2026

Os Países mais Felizes do Mundo - Relatório de 2026 - Afinal os países mais ricos não são os mais felizes

 


The World Happiness Report 2026 once again highlights Northern Europe as the world’s happiest region.

🇫🇮 Finland keeps the top spot, followed by 🇮🇸 Iceland and 🇩🇰 Denmark, countries consistently ranking high thanks to strong social support, trust in institutions, and high quality of life.

Beyond Europe, 🇨🇷 Costa Rica stands out in 4th place, while 🇮🇱 Israel also ranks in the top 10.

Happiness is measured through factors such as income, health, social support, freedom, generosity and perceptions of corruption.

Source: World Happiness Report 2026


The World in Maps

      21/3/2026

Crise na habitação é "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem"? - A cidade é para morar, não é só para trabalhar

preço das casas está completamente incomportável e a habitação é um direito. Se não sairmos agora à rua, um dia estamos nós na rua", alertou Carolina Silva.


A jovem de 24 anos foi uma das mais de mil pessoas que se manifestaram hoje em Lisboa em defesa do direito à habitação, num protesto que percorreu a Avenida da Liberdade até à Praça dos Restauradores, numa das zonas mais caras da capital.

Segundo um relatório do Conselho Europeu, Lisboa é a cidade da União Europeia (UE) onde os habitantes destinam uma maior percentagem do salário para pagar a habitação (a proporção entre o salário e a renda é de 116%, o que significa que apenas um rendimento médio não chega para alugar um apartamento) e a subida constante dos preços torna cada vez mais difícil o sonho de ter casa própria.

Carolina Silva diz não ter sequer perspetivas de o conseguir. "Vivo numa casa partilhada com colegas de casa, com uma renda que também continua a aumentar", contou à Lusa, sublinhando que o salário mal chega.

Dez anos mais velho, Arturo Rodriguez partilha dificuldades semelhantes e diz que o que ganha enquanto investigador mal chega para pagar a renda de um quarto. (...)

Entre os manifestantes encontravam-se também muitas pessoas que beneficiaram de um contexto em que era mais fácil comprar casa própria, mas nem por isso deixam de solidarizar-se.

José Caldeira é um desses exemplos. Qualificou a crise na habitação como "a maior crise social que a cidade de Lisboa e o país vivem".

"É a crise da habitação, a crise dos despejos, a crise dos preços inacessíveis à maioria da população e a crise do acentuar de um ciclo de pobreza pela falta de habitação para os mais pobres e para a classe média", sublinhou o economista de 62 anos.

Apontando o aumento galopante dos preços da habitação, sem correspondência no crescimento dos salários, José Caldeira admite temer pelo futuro, não tanto pelo seu, mas sobretudo pelo da filha de 22 anos.

"É óbvio que vai defrontar o problema da habitação como a esmagadora maioria dos jovens hoje defronta. Ainda não tenho esse problema em casa, mas é um problema gravíssimo", afirmou. (...)

O ritmo, marcado pelo som dos tambores, era completado com palavras de ordem gritadas pelos manifestantes: "Menos renda e mais salário", "Do bairro à cidade, queremos dignidade" ou "A cidade é para morar, não é só para trabalhar".  (...)

"O Governo está a pensar no mercado e na exploração das casas como bens e não como casas para as pessoas que realmente precisam delas", criticou a porta-voz, argumentando que as medidas deitam gasolina sobre o problema.

Outra das manifestantes, Cristina Dias, juntou-se ao protesto por solidariedade. Depois de alguns anos a viver em Bruxelas, onde trabalhou na União Europeia, vendeu o apartamento em 2010 e regressou a Lisboa, onde comprou uma casa.

"Se fosse hoje não sei se conseguia, porque Lisboa está muito mais caro que Bruxelas", admitiu.

Além de Lisboa, 15 outras localidades responderam hoje ao apelo da plataforma Casa para Viver.

https://www.noticiasaominuto.com/    21/3/2026


Bispo enviou carta aberta ao rei Carlos (Charles). Será que isso irá alterar a postura claramente pró-islâmica do rei?

 


https://openletter.earth/a-bishops-appeal-to-the-crown-an-open-letter-to-hm-king-charles-iii-322b25cb?fbclid=IwY2xjawQtT6dleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBBUllqcTZmdFZlcVFNdnFCc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHqsLqZGvUWVJb2ntJAc6ktlJ85mVoPDKslYE2khCRvr4kEYF72yMYLSUOAPV_aem_UncboXVe1gkQX5gTTW2Crg


Lei Islâmica em Ação - infielatento       22/3/2026

Estudo acerca do QI em África

 


An Africa-based research team set out to challenge Western claims about IQ levels in African countries by running large-scale tests in Lagos, Nigeria.
Instead, the results showed over 50% of participants scoring below 70, with the median coming in at 69.7.
The findings have gone viral and sparked intense discussion online because they directly contradict what the researchers were hoping to prove. It’s one of those studies that’s getting a lot of attention right now.

Conservative Twins    20/3/2026
Uma equipa de pesquisa sediada em África decidiu desafiar as afirmações ocidentais sobre os níveis de QI em países africanos, realizando testes em larga escala, em Lagos, na Nigéria.
Em vez disso, os resultados mostraram que mais de 50% dos participantes obtiveram pontuação abaixo de 70, com a mediana em 69,7.
As descobertas viralizaram e geraram intensos debates online, pois contradizem diretamente o que os pesquisadores esperavam provar. É um daqueles estudos que está a receber muita atenção no momento.
 

Irão. Mísseis podem atingir todos os países da Europa (menos Portugal)


"Missiles can hit all European countries (except Portugal)"

Portugal Resident



O Irão possui mísseis balísticos capazes de atingir todos os países da Europa, exceto Portugal. A informação foi divulgada por especialistas em defesa após uma análise às tentativas de ataque a uma base britânica, a mais de 4.000 quilómetros de distância do Irão.

Irão tem mísseis com capacidade para atingir todos os países da Europa, com exceção de Portugal. A conclusão é do Defense Express, um site ucraniano especializado em defesa, e surge após as forças iranianas terem tentado atingir a base naval britânica Diego Garcia, no Oceano Índico.

Já se sabia que o Irão dispõe de um vasto arsenal de mísseis balísticos desenvolvidos localmente, incluindo os Shahab-3 com um alcance de 2.000 quilómetros. No entanto, já em outubro do ano passado, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já tinha adiantado que o país estava a "desenvolver mísseis balísticos intercontinentais com um alcance de oito mil quilómetros", algo que o Irão classificou como uma "ameaça imaginária"

Na sexta-feira, o Wall Street Journal, citando várias autoridades norte-americanas, noticiou que o Irão disparou dois mísseis balísticos em direção a Diego Garcia, mas nenhum atingiu o alvo. Um dos mísseis apresentou defeito durante o voo e o outro foi intercetado por um míssil disparado de um navio de guerra norte-americano.

Segundo a publicação, esta foi a "primeira utilização operacional do Irão de mísseis balísticos de alcance intermédio (IRBMs)" para tentar atingir um alvo fora do Médio Oriente.

Ora, segundo analisou o Defense Express, a distância mais curta que o míssil teria de percorrer do Irão até à base Diego Garcia é de aproximadamente 4.000 quilómetros. 

Tal significa que o Irão tem capacidade para atingir alvos a pelo menos 4.000 quilómetros de distância e, feitas as contas, o único país da Europa que fica a salvo é Portugal. Além disso, também a maior parte do Reino Unido, de Espanha e uma parte de França ficam a salvo.



Qual é, afinal, a importância da base Diego Garcia?

Localizada numa ilha remota do arquipélago de Chagos, Diego Garcia é uma das duas bases que o Reino Unido permitiu aos Estados Unidos utilizarem para "operações defensivas específicas contra o Irão".

Londres confirmou, na semana passada, que os norte-americanos poderiam usá-la para atacar alvos iranianos no estreito de Ormuz, uma decisão que Londres deveria ter tomado "muito antes", segundo o presidente dos EUA, Donald Trump.

A base de Diego Garcia é estratégica para os Estados Unidos, que mantêm submarinos nucleares, bombardeiros e contratorpedeiros ali estacionados.

O Reino Unido assinou um acordo em 2025 para devolver o arquipélago de Chagos às Maurícias, mantendo um arrendamento de 99 anos para manter a base de Diego Garcia.

Recorde-se que os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra o Irão, no passado dia 28 de fevereiro, aumentando a tensão no Médio Oriente.

Em retaliação aos ataques dos EUA e Israel, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

Incidentes com projéteis iranianos foram também registados em Chipre, na Turquia e no Azerbaijão.

www.noticiasaominuto.com/mundo     22/3/2026



Marcha pela Vida - Milhares participaram na "Marcha pela Vida" contra o aborto e eutanásia

https://sicnoticias.pt/pais/2026-03-21-video-milhares-participaram-na-marcha-pela-vida-contra-o-aborto-e-eutanasia-631c5fbc 

vídeo 

Milhares de pessoas participaram este sábado na Marcha pela Vida, em várias cidades do país, contra o aborto e a eutanásia.

https://sicnoticias.pt/pais/2026-03-21

O ministro da Administração Interna condenou hoje o incidente ocorrido durante a Marcha pela Vida, no sábado em Lisboa, que classificou como uma demonstração de "extremismo violento", e elogiou a "pronta intervenção da PSP".


"Não toleramos qualquer forma de extremismo violento e continuaremos a agir com firmeza para o prevenir e combater, garantindo a segurança e a defesa dos valores democráticos", sublinha Luís Neves, numa nota enviada às redações.

A Marcha pela Vida, realizada no sábado à tarde no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem feridos, em que uma pessoa atirou um objeto incendiário para o meio dos participantes.

O agressor -- um homem de 39 anos -- foi de imediato detido no local pela PSP, cuja "pronta intervenção" foi elogiada pelo ministro, que destacou a "eficácia e o profissionalismo na proteção dos cidadãos".

De acordo com a PSP, o suspeito, que não participava no protesto, aproximou-se do local e "arremessou um engenho incendiário improvisado do tipo 'cocktail molotov', contendo gasolina, na direção das pessoas presentes".

No momento do incidente, participavam no protesto cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O engenho embateu junto de um grupo de manifestantes, mas não chegou a deflagrar no momento do impacto.

Ainda assim, a PSP relata, num comunicado divulgado hoje, que o incidente gerou "um clima de alarme e perturbação no local" e algumas pessoas foram atingidas pelo líquido inflamável.

"O suspeito foi detido pela PSP, tendo sido posteriormente conduzido às instalações policiais, com o objetivo de ser presente à autoridade judiciária competente para aplicação das medidas de coação consideradas adequadas", acrescenta o comunicado.

Além do suspeito, estavam no local outras pessoas, que acabaram por fugir e que, segundo a PSP, estariam integradas "num grupo alegadamente de conotação anarquista, tendo mais tarde sido identificados três membros em outra artéria".

A Marcha pela Vida, realizada em Lisboa no quadro da Caminhada pela Vida, que teve lugar em 12 cidades do país contra a interrupção voluntária da gravidez, começou no Largo do Carmo e seguiu até ao Palácio de São Bento.

www.noticiasaominuto.com    22/3/2026

sexta-feira, 20 de março de 2026

𝗙𝗟𝗔𝗦𝗛𝗕𝗔𝗖𝗞: 𝗧𝗛𝗘 𝗔𝗥𝗔𝗕 𝗪𝗢𝗠𝗔𝗡 𝗪𝗛𝗢 𝗦𝗔𝗜𝗗 𝗪𝗛𝗔𝗧 𝗡𝗢𝗕𝗢𝗗𝗬 𝗪𝗔𝗦 𝗔𝗟𝗟𝗢𝗪𝗘𝗗 𝗧𝗢 𝗦𝗔𝗬 — 𝗢𝗡 𝗔𝗟 𝗝𝗔𝗭𝗘𝗘𝗥𝗔. A mulher árabe que disse o que ninguém está autorizado a dizer na 𝗔𝗟 𝗝𝗔𝗭𝗘𝗘𝗥𝗔

https://x.com/MichaelARothman/status/2034986462652035296?fbclid=IwY2xjawQqftlleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBBUllqcTZmdFZlcVFNdnFCc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHubhWhCuJslhpx0WfaPfhb23knib7BeGP2ZiPWjQhNdB0Iq-fMZXqXvQ80HI_aem_OtrbZQO71D5lY-pU-MaUTw   

Vídeo


In 2006, a Syrian-American psychiatrist named Wafa Sultan sat down on Al Jazeera and said something that sent a shockwave through the Arab world. Not a Western conservative. Not an Israeli spokesman. An Arab woman, raised Muslim, speaking in Arabic, on the most-watched Arabic television network on earth.

She opened with a simple principle: 𝘉𝘳𝘰𝘵𝘩𝘦𝘳, 𝘺𝘰𝘶 𝘤𝘢𝘯 𝘣𝘦𝘭𝘪𝘦𝘷𝘦 𝘪𝘯 𝘴𝘵𝘰𝘯𝘦𝘴, 𝘢𝘴 𝘭𝘰𝘯𝘨 𝘢𝘴 𝘺𝘰𝘶 𝘥𝘰𝘯'𝘵 𝘵𝘩𝘳𝘰𝘸 𝘵𝘩𝘦𝘮 𝘢𝘵 𝘮𝘦. Believe what you want. But other people's beliefs are not your concern.

Then she drew the contrast that made this clip travel around the world:

The Jews came out of the Holocaust and forced the world to respect them — 𝗻𝗼𝘁 with terror, not with crying and yelling, but with work and knowledge. Fifteen million people scattered across the globe, producing the greatest scientific discoveries of the 19th and 20th centuries. United. Effective. Earned.

Then the challenge, delivered directly: 𝘞𝘦 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘯𝘰𝘵 𝘴𝘦𝘦𝘯 𝘢 𝘴𝘪𝘯𝘨𝘭𝘦 𝘑𝘦𝘸 𝘣𝘭𝘰𝘸 𝘩𝘪𝘮𝘴𝘦𝘭𝘧 𝘶𝘱 𝘪𝘯 𝘢 𝘎𝘦𝘳𝘮𝘢𝘯 𝘳𝘦𝘴𝘵𝘢𝘶𝘳𝘢𝘯𝘵. 𝘞𝘦 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘯𝘰𝘵 𝘴𝘦𝘦𝘯 𝘢 𝘴𝘪𝘯𝘨𝘭𝘦 𝘑𝘦𝘸 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘳𝘰𝘺 𝘢 𝘤𝘩𝘶𝘳𝘤𝘩. 𝘞𝘦 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘯𝘰𝘵 𝘴𝘦𝘦𝘯 𝘢 𝘴𝘪𝘯𝘨𝘭𝘦 𝘑𝘦𝘸 𝘱𝘳𝘰𝘵𝘦𝘴𝘵 𝘣𝘺 𝘬𝘪𝘭𝘭𝘪𝘯𝘨 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦.

Then the Buddha statues — the Taliban had just blown up the ancient Bamiyan Buddhas in Afghanistan. She noted: not a single Buddhist burned a mosque, k!lled a Muslim, or destroyed an embassy in response. Not one.

Her conclusion was not an attack on a faith. It was a demand for accountability from a civilization: 𝘛𝘩𝘦 𝘔𝘶𝘴𝘭𝘪𝘮𝘴 𝘮𝘶𝘴𝘵 𝘢𝘴𝘬 𝘵𝘩𝘦𝘮𝘴𝘦𝘭𝘷𝘦𝘴 𝘸𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘤𝘢𝘯 𝘥𝘰 𝘧𝘰𝘳 𝘩𝘶𝘮𝘢𝘯𝘬𝘪𝘯𝘥, 𝘣𝘦𝘧𝘰𝘳𝘦 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘥𝘦𝘮𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘩𝘶𝘮𝘢𝘯𝘬𝘪𝘯𝘥 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘮.

The host sat there with nothing to say.

Wafa Sultan paid a price for that appearance. D∗ath threats. Exile. The full machinery of religious fury directed at a woman who had the audacity to hold a mirror up to her own civilization.

She looked anyway.

This clip is almost twenty years old. Watch it and ask yourself how much of what she said has changed — and how much of it explains everything happening right now, as a regime that spent 47 years exporting exactly that violence finally faces the consequences.

𝗦𝗼𝗺𝗲 𝘁𝗿𝘂𝘁𝗵𝘀 𝗱𝗼𝗻'𝘁 𝗮𝗴𝗲.


Em 2006, uma psiquiatra sírio-americana chamada Wafa Sultan sentou-se na TV Al Jazeera e disse algo que causou um grande impacto no mundo árabe. Não era um conservador ocidental. Não era um porta-voz israelense. Era uma mulher árabe, criada no islamismo, falando em árabe, na rede de televisão árabe mais assistida do mundo. 
Ela começou com um princípio simples: Irmão, pode acreditar nas pedras, desde que não me atire com elas. Acredite no que quiser. Mas as crenças dos outros não são da sua conta. 

Então ela fez um discurso contrastante que fez esse vídeo circular pelo mundo:
Os judeus emergiram do Holocausto e obrigaram o mundo a respeitá-los — não com terror, não com choro e gritos, mas com trabalho e conhecimento. Quinze milhões de pessoas espalhadas pelo globo, produzindo as maiores descobertas científicas dos séculos XIX e XX. Unidas. Eficazes. Merecidas.

Então desafiou diretamente: não temos um único judeu que se tenha feito explodir num restaurante da Alemanha. Não vimos um único judeu destruir uma igreja. Não vimos nenhum judeu a matar como protesto.
Então, as estátuas de Buda — os Talibã tinham acabado de explodir os antigos Budas de Bamiyan, no Afeganistão. Ela observou: nenhum budista incendiou uma mesquita, matou um muçulmano ou destruiu uma embaixada em resposta. Nenhum. Apenas os muçulmanos defendem as suas crenças a queimar igrejas, a matar pessoas e a destruir embaixadas. Esta estratégia não levará a nenhum resultado.

A sua conclusão não foi um ataque à fé. Era uma exigência de responsabilidade por parte de uma civilização: os muçulmanos devem perguntar a si mesmos o que podem fazer pela Humanidade, antes de exigir que a Humanidade os respeite.
Os convidados ficaram sentados sem dizer nada. 
Wafa Sultan pagou um preço por aquela aparição. Ameaças de morte. Exílio. Toda a máquina da fúria religiosa direcionada a uma mulher que teve a audácia de expor a sua própria civilização. Ela seguiu em frente . Este vídeo tem quase vinte anos. Assista e pergunte-se o quanto do que ela disse mudou — e o quanto disso explica tudo o que está a acontecer agora, enquanto um regime que passou 47 anos exportando exatamente essa violência, finalmente, enfrenta as consequências.
Algumas verdades não envelhecem.

M.A. Rothman    20/3/2026