Os cristãos na Nigéria estão a ser caçados, sequestrados e assassinados, e de alguma forma isso quase não é noticiado pela media ocidental. A cada duas horas, um cristão é assassinado, mas o mundo não sabe de isso.
Os grupos islâmicos atacam os fiéis, por que o governo nigeriano não consegue (ou não quer, o líder é muçulmano) impedir isso e por que o Ocidente age como se falar honestamente sobre a ideologia islâmica fosse algum tipo de crime social, como se fosse, Islamofobia. Os principais responsáveis são os grupos terroristas islâmicos (jihadistas) do Boko Harem e Estado Islâmico da África Ocidental.
Contudo não é somente na Nigéria que estes graves ataques acontecem. Estes também acontecem na Somália, no Sudão, no Quénia, basicamente onde há prevalência de população muçulmana.
Na Ásia, 2 em cada 5 cristãos são perseguidos e em África 1 em cada 5, 1 em cada 7 pelo mundo fora, somente por serem cristãos.
Como cristãos seguimos Jesus, como islâmicos seguem Mohammed que foi um conquistador brutal e casou com uma menina Aisha quando esta tinha 6 anos. Ninguém pode deixar de ser muçulmano, pois a sentença é a morte. O Islão pretende estender o ESTADO ISLÂMICO a todo o mundo e matar os infiéis.
Há a possibilidade de pagar a jizia, jizya, jizyah, yizya, djizîa ou djizîat; em árabe é um imposto per capita cobrado a uma parte dos cidadãos não muçulmanos de um estado islâmico Na perspetiva dos governantes muçulmanos, a djizia é e era uma prova material da aceitação da sujeição ao estado e às suas leis por parte dos não muçulmanos, Segundo uma definição de um dicionário árabe, djizia é aquilo que é cobrado aos dhimmis, que é a quantia de dinheiro acordada no contrato que concede o estatuto de dhimmai. A palavra está relacionada com o verbo "recompensar, como se a djizia fosse a recompensa por não ser morto. O termo aparece no verso 9:29 do Alcorão, mas este livro não especifica que é um imposto per capita.
A partir desse momento, são cidadãos de 2º categoria, que não terão privilégio nenhum, mas poderão viver. Se não pagarem a djizia serão escravos ou mortos.
500 girls and women have been violently taken from their families and sold into sex slavery. At the same time, Christians and other minorities are being slaughtered by the thousands.
https://www.facebook.com/reel/2260222467777021
Ataque a padre na Igreja...

EXTREMISTAS ISLÂMICOS NO SUDÃO ESTÃO ENTERRANDO VIVAS CRIANÇAS, MULHERES E HOMENS — MILHARES JÁ FORAM MORTOS - No Sudão, a guerra civil desencadeada em 2023 escalou numa onda de crueldade tão grande que muitos civis relatam casos inacreditáveis de horror — há denúncias de pessoas sendo executadas sumariamente, de massacres em hospitais, de violência sistemática contra populações vulneráveis, incluindo mulheres e crianças.
*Publicado por Júlio César Prado
Segundo estimativas recentes, o número de mortos desde o início do conflito já ultrapassa 150 mil civis — o que revela a gravidade do desastre humanitário. Muitos relatos descrevem mulheres, jovens e crianças sendo assassinados, vilas inteiras destruídas, famintos morrendo de fome ou doenças, e populações deslocadas que sofrem sem abrigo, sem remédios, sem comida e sem água.
Nos arredores da cidade de El Fasher, na região de Darfur, forças paramilitares Rapid Support Forces (RSF) são acusadas de ter matado “pelo menos 1.500 pessoas” em poucos dias — entre civis que tentavam fugir, mulheres e crianças, e praticado execuções sumárias, violência sexual, saques e ataques a hospitais. Há também indícios de limpeza étnica: os alvos são frequentemente grupos não árabes, minorias étnicas e comunidades vulneráveis.
Além da matança direta, o conflito provocou uma crise humanitária gravíssima: fome generalizada, colapso dos serviços de saúde, epidemias de doenças como cólera e malária, e deslocamento em massa de milhões de pessoas. Crianças são especialmente afetadas — muitas morrem de desnutrição e doenças, outras ficam órfãs ou separadas da família.
Apesar das evidências alarmantes e dos inúmeros pedidos de socorro, a Organização das Nações Unidas (ONU) parece ter mantido silêncio prolongado — ou, no mínimo, sua atuação não tem sido suficiente para impedir a tragédia. Embora organismos da ONU tenham condenado a violência e chamado atenção para a crise, o número de mortos continua crescendo e milhões permanecem sem proteção.
É difícil confirmar com precisão números como “mais de 2.000 mortes por dia” ou “pessoas enterradas vivas” — a guerra, o colapso do Estado, a repressão e a fragmentação da mídia tornam o registro confiável muito complicado. Mas os relatos de massacres, execuções extrajudiciais, queimadas, estupros e mortes por fome ou doenças são amplamente documentados e amplificam o horror dessa guerra.
Quanto à perseguição a cristãos no Sudão, há relatórios que indicam que comunidades cristãs sofrem duplamente: vivem sob o fogo cruzado da guerra — como todos os civis — e também enfrentam hostilidade por causa da religião. Igrejas foram atacadas ou fechadas, fiéis aterrorizados, e muitos cristãos afirmam ter que se reunir secretamente com medo de represálias.
Porém, atribuir essa guerra como uma “limpeza religiosa motivada pelo Alcorão” simplifica demais: o conflito atual envolve disputa de poder entre forças do exército e paramilitares, disputas étnicas e interesses políticos. A motivação primária parece ser territorial, étnica e política — não uma guerra declarada de caráter religioso. Misturar todos os mortos como “perseguição cristã” ignora o sofrimento de civis de diversas crenças e origens, bem como a complexidade da guerra.
Mas é inegável que os cristãos (e outras minorias religiosas) estão entre os muitos que sofrem — vítimas da violência indiscriminada, da fome, da doença e do medo. A tragédia no Sudão deveria provocar indignação mundial, não silêncio (Foto: Divulgação).
*O autor, Júlio César Prado é jornalista