Mundo da Informação

sábado, 29 de novembro de 2025

Wokismo - A ARTE DE CULPAR PORTUGAL


 A ARTE DE CULPAR PORTUGAL


Segundo o Presidente deposto da Guiné-Bissau, Portugal será o responsável por o país ter evoluído para um Estado falhado, com traços de narco-Estado.

Segundo o Presidente angolano, Portugal deverá igualmente carregar a culpa de Angola ser hoje uma cleptocracia incapaz de concretizar o seu imenso potencial.

E, segundo uma jornalista brasileira, numa exposição curiosamente financiada de forma masoquista pela Gulbenkian, “o que os homens portugueses começaram a fazer aqui, tão logo colocaram as suas botas e seus corpos infectados no ventre de areia das praias, seus pénis sifilíticos nas vaginas das mulheres originárias, foi construir ruínas”. Ou seja: também seríamos culpados pela tragédia brasileira.

Na Psicologia existe uma área denominada atribuição causal, que estuda as explicações a que recorremos para justificar o que nos acontece. Uma das conclusões mais sólidas é simples: quem atribui os seus fracassos a forças externas e incontroláveis, como o aluno que justifica as más notas com o azar ou com a suposta perseguição do professor, tende a não alterar comportamentos. Logo, permanece preso ao mesmo padrão de insucesso.
Pelo contrário, quem reconhece causas internas e controláveis ajusta o seu comportamento e, com isso, aumenta significativamente a probabilidade de melhorar.

Com os países passa-se exatamente o mesmo. Os que assumem responsabilidades e olham para dentro tendem a evoluir. Os que passam décadas a fabricar bodes expiatórios permanecem amarrados ao imobilismo.

Não é coincidência que os Estados Unidos sejam um dos poucos países que não gastam energia a culpar o colonizador pela sua condição atual.

Eu, que tenho genuína estima pelo espaço lusófono, e que, por isso mesmo, desejo que cada um desses países realize plenamente o seu potencial, gostaria de ver menos ressentimento e mais responsabilidade. Menos narrativas de desculpabilização e mais vontade de assumir o próprio destino.

Porque não é fabricando desculpas, nem alimentando mágoas e ressentimentos, que se constrói futuro. 

Miguel Alçada Baptista      28/11/2025

World Map of All the Disputed Territories 🧐 - Mapa-mundo de todos os territórios disputados ( faltam alguns)


 

Geo All Day       29/11/2925

Mais uma igreja queimada no RU, mais um ataque à Cultura e Religião Ocidental - Isso não deveria ser normal na Europa de 2025, nem na Nigéria ou no Mundo

https://www.facebook.com/reel/1504942547197023 



Isso não deveria ser normal na Europa de 2025
Um novo relatório da OIDAC Europa de 2025 acaba de revelar: 
- 2.211 crimes de ódio anticristãos num ano. 
- Ataques físicos contra fiéis estão a aumentar rapidamente. 
- Incêndios criminosos em igrejas quase DOBRARAM: 94 incêndios provocados intencionalmente, sendo que um em cada três, aconteceu na Alemanha. 
- França, Reino Unido, Alemanha, Espanha e Áustria lideram a lista. Portugal segue a tendência. 
- Um monge de 76 anos assassinado dentro de seu próprio mosteiro na Espanha. 

Isso não é "vandalismo aleatório". Isso é ódio direcionado à fé cristã, ao povo ocidental, seus lugares sagrados e suas tradições/ costumes.

This shouldn’t be normal in 2025 Europe.
A new report from OIDAC Europe just revealed:
2,211 anti-Christian hate crimes in one year.
Physical attacks on believers are rising fast.
Church arsons nearly DOUBLED — 94 fires set on purpose, with Germany alone seeing one in every three.
France, UK, Germany, Spain, and Austria top the list.
And one of the cases? A 76-year-old monk murdered inside his own monastery in Spain.
This isn’t “random vandalism.”
This is targeted hatred against our faith, our people, and our sacred places.

Josiah Alipate 27/11/2025



A cada duas horas, um cristão é morto na Nigéria. Contudo, ninguém fala sobre isso.

Os cristãos na Nigéria estão a ser caçados, sequestrados e assassinados, e de alguma forma isso quase não é noticiado pela media ocidental. A cada duas horas, um cristão é assassinado, mas o mundo não sabe de isso. 
Os grupos islâmicos atacam os fiéis, por que o governo nigeriano não consegue (ou não quer, o líder é muçulmano) impedir isso e por que o Ocidente age como se falar honestamente sobre a ideologia islâmica fosse algum tipo de crime social, como se fosse, Islamofobia. Os principais responsáveis são os grupos terroristas islâmicos             (jihadistas) do Boko Harem e Estado Islâmico da África Ocidental. 
Contudo não é somente na Nigéria que estes graves ataques acontecem. Estes também acontecem na Somália, no Sudão, no Quénia, basicamente onde há prevalência de população muçulmana.
Na Ásia, 2 em cada 5 cristãos são perseguidos e em África 1 em cada 5, 1 em cada 7 pelo mundo fora, somente por serem cristãos.   
Como cristãos seguimos Jesus, como islâmicos seguem Mohammed que foi um conquistador brutal e casou com uma menina Aisha quando esta tinha 6 anos. Ninguém pode deixar de ser muçulmano, pois a sentença é a morte. O Islão pretende estender o ESTADO ISLÂMICO a todo o mundo e matar os infiéis. 

Há a possibilidade de pagar a  jizia, jizyajizyahyizyadjizîa ou djizîat; em árabe é um imposto per capita cobrado a uma parte dos cidadãos não muçulmanos de um estado islâmico Na perspetiva dos governantes muçulmanos, a djizia é e era uma prova material da aceitação da sujeição ao estado e às suas leis por parte dos não muçulmanos, Segundo uma definição de um dicionário árabe, djizia é aquilo que é cobrado aos dhimmis, que é a quantia de dinheiro acordada no contrato que concede o estatuto de dhimmai. A palavra está relacionada com o verbo "recompensar, como se a djizia fosse a recompensa por não ser morto. O termo aparece no verso 9:29 do Alcorão, mas este livro não especifica que é um imposto per capita
A partir desse momento, são cidadãos de 2º categoria, que não terão privilégio nenhum, mas poderão viver. Se não pagarem a djizia serão escravos ou mortos.

Melissa Dougherty      28/11/2025




500 girls and women have been violently taken from their families and sold into sex slavery. At the same time, Christians and other minorities are being slaughtered by the thousands.

https://www.facebook.com/reel/2260222467777021
Ataque a padre na Igreja...


EXTREMISTAS ISLÂMICOS NO SUDÃO ESTÃO ENTERRANDO VIVAS CRIANÇAS, MULHERES E HOMENS — MILHARES JÁ FORAM MORTOS - No Sudão, a guerra civil desencadeada em 2023 escalou numa onda de crueldade tão grande que muitos civis relatam casos inacreditáveis de horror — há denúncias de pessoas sendo executadas sumariamente, de massacres em hospitais, de violência sistemática contra populações vulneráveis, incluindo mulheres e crianças.

*Publicado por Júlio César Prado

Segundo estimativas recentes, o número de mortos desde o início do conflito já ultrapassa 150 mil civis — o que revela a gravidade do desastre humanitário. Muitos relatos descrevem mulheres, jovens e crianças sendo assassinados, vilas inteiras destruídas, famintos morrendo de fome ou doenças, e populações deslocadas que sofrem sem abrigo, sem remédios, sem comida e sem água.

Nos arredores da cidade de El Fasher, na região de Darfur, forças paramilitares Rapid Support Forces (RSF) são acusadas de ter matado “pelo menos 1.500 pessoas” em poucos dias — entre civis que tentavam fugir, mulheres e crianças, e praticado execuções sumárias, violência sexual, saques e ataques a hospitais. Há também indícios de limpeza étnica: os alvos são frequentemente grupos não árabes, minorias étnicas e comunidades vulneráveis.

Além da matança direta, o conflito provocou uma crise humanitária gravíssima: fome generalizada, colapso dos serviços de saúde, epidemias de doenças como cólera e malária, e deslocamento em massa de milhões de pessoas. Crianças são especialmente afetadas — muitas morrem de desnutrição e doenças, outras ficam órfãs ou separadas da família.

Apesar das evidências alarmantes e dos inúmeros pedidos de socorro, a Organização das Nações Unidas (ONU) parece ter mantido silêncio prolongado — ou, no mínimo, sua atuação não tem sido suficiente para impedir a tragédia. Embora organismos da ONU tenham condenado a violência e chamado atenção para a crise, o número de mortos continua crescendo e milhões permanecem sem proteção.

É difícil confirmar com precisão números como “mais de 2.000 mortes por dia” ou “pessoas enterradas vivas” — a guerra, o colapso do Estado, a repressão e a fragmentação da mídia tornam o registro confiável muito complicado. Mas os relatos de massacres, execuções extrajudiciais, queimadas, estupros e mortes por fome ou doenças são amplamente documentados e amplificam o horror dessa guerra.

Quanto à perseguição a cristãos no Sudão, há relatórios que indicam que comunidades cristãs sofrem duplamente: vivem sob o fogo cruzado da guerra — como todos os civis — e também enfrentam hostilidade por causa da religião. Igrejas foram atacadas ou fechadas, fiéis aterrorizados, e muitos cristãos afirmam ter que se reunir secretamente com medo de represálias.

Porém, atribuir essa guerra como uma “limpeza religiosa motivada pelo Alcorão” simplifica demais: o conflito atual envolve disputa de poder entre forças do exército e paramilitares, disputas étnicas e interesses políticos. A motivação primária parece ser territorial, étnica e política — não uma guerra declarada de caráter religioso. Misturar todos os mortos como “perseguição cristã” ignora o sofrimento de civis de diversas crenças e origens, bem como a complexidade da guerra.

Mas é inegável que os cristãos (e outras minorias religiosas) estão entre os muitos que sofrem — vítimas da violência indiscriminada, da fome, da doença e do medo. A tragédia no Sudão deveria provocar indignação mundial, não silêncio (Foto: Divulgação).

*O autor, Júlio César Prado é jornalista 




Medidas para travar a migração ilegal/ Comércio desleal

https://www.facebook.com/watch?v=1556687769011075 

Turismo Ilha de S. Miguel - Vulcanismo

https://www.facebook.com/reel/1152856510306052

Mais uma razão para a Nacionalidade Portuguesa ser tão apetecível


Geo All Day       29/11/2025                


 Os detentores do passaporte português têm acesso sem visto ou com visto à chegada a destinos como Estados Unidos, Alemanha, França, China, Japão, Andorra, Áustria e Bélgica, assegurando uma capacidade de deslocação considerada “praticamente instantânea” para a maioria das regiões do globo.

Ainda assim, subsistem restrições. De acordo com a Lusa, os cidadãos portugueses continuam a necessitar de visto para entrar em cerca de 13 países, entre os quais Afeganistão, República Centro-Africana, República do Congo, Argélia, Eritreia, Gana e Libéria.

A queda é atribuída à polarização política e a políticas de imigração cada vez mais restritivas.

https://sapo.pt/

De acordo com estes critérios, Portugal surge na 28ª posição do ranking global, quatro lugares abaixo da lista anterior.

O passaporte português permite o acesso sem visto a 124 países e "isso torna-o num dos mais desejados do mundo, com pontuações muito elevadas em mobilidade e qualidade de vida", refere a GCS.

https://www.theportugalnews.com/


https://www.passportindex.org/pt/byRank.php

Consultar o ranking dos países a nível de passaportes