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Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
terça-feira, 14 de abril de 2026
Perante a Sociedade violenta atual, mais vale prevenir do que remediar... Cidadania/ Segurança
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Nunca deixe ninguém se aproximar demais de você numa situação hostil 🚨
O olhar do predador revela a intenção!!!
Irão exige na ONU indenização de países árabes por cumplicidade em ataques de EUA e Israel
This map shows the five countries Iran has accused of helping facilitate the recent air campaign against it by allowing access to airspace, bases, or logistical support. According to Iranian state media, Tehran is now seeking $270 billion in reparations from Bahrain, Saudi Arabia, Qatar, the UAE, and Jordan.
The claim is tied to Iran’s argument that these countries were not neutral observers, but active enablers of the operation carried out by the U.S. and Israel. That makes this more than just a financial demand. It is also a political message aimed at reshaping how responsibility for the conflict is framed across the region.
Whether anything like this is ever paid is a completely different question. But the demand itself shows how far the fallout of the war could spread beyond the main battlefield. In simple terms, this map is about how regional alliances, access, and geography can turn nearby states into part of a much bigger conflict.
Geo All Day 14/4/2026
Representante permanente iraniano afirma que Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia facilitaram ofensiva contra território persa
A Missão Permanente da República Islâmica do Irão junto às Nações Unidas (ONU) apresentou uma reclamação de indemnização contra cinco países da região: Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Jordânia. Teerão responsabiliza diretamente essas nações por sua participação e facilitação da guerra travada pelos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano.
O Representante Permanente do Irão, Amir Saeid Iravani, denunciou esses Estados por se envolverem em atos internacionalmente ilícitos, violando suas obrigações soberanas e princípios fundamentais do direito internacional. Segundo a declaração oficial, essa cumplicidade ativa na agressão regional gera uma responsabilidade internacional inescapável que obriga os envolvidos a reparar integralmente os danos causados por suas ações.
A exigência de Teerão inclui indenização integral por todos os danos materiais e morais resultantes das hostilidades. O diplomata iraniano enfatizou que o uso de territórios regionais ou de recursos logísticos para apoiar a ofensiva de Washington e Tel Aviv constitui uma violação da segurança coletiva e, portanto, os países envolvidos devem arcar com as consequências financeiras e jurídicas de seu alinhamento com as potências agressoras.
Esta ação judicial perante a ONU marca uma nova fase na estratégia de defesa da República Islâmica, que busca estabelecer um precedente quanto à responsabilidade dos Estados que facilitam ataques externos contra nações vizinhas. A exigência de indemnização soma-se às acusações anteriores do Irão sobre a perda de soberania desses governos devido à influência do eixo imperialista no Oriente Médio.
A agressão que começou em 28 de fevereiro, perpetrada pelos EUA e por Israel sob o pretexto de uma “mudança de governo”, resultou em 3.375 mortes, incluindo 383 menores, após 39 dias de ataques.
A ofensiva não só teve como alvo instalações-chave como o terminal da Ilha de Kharg, o aeródromo de South Pars, a ponte B1 Karaj-Teerão e a escola Shajareh Tayyebeh, mas também devastou uma vasta rede de outras infraestruturas vitais em todo o país. Essas perdas massivas paralisaram os serviços de energia, saúde e transporte, violando direitos fundamentais da nação persa.
operamundi.uol.com.br 14/4/2026
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Guerra vai continuar até que o Irão seja indenizado,
diz conselheiro militar
segunda-feira, 13 de abril de 2026
Wokistas nas estradas
https://www.facebook.com/reel/1850863225621678
🚨Police in Switzerland deployed WATER CANNONS to pummel pro-Islamist and Marxist agitators in the streets!https://www.facebook.com/reel/2466430083816587
O que é o “Portão das Lágrimas”? O ponto crítico que pode juntar-se a Ormuz e travar o mundo
O Bab el-Mandeb é um estreito com cerca de 50 quilómetros de extensão e apenas 16 quilómetros de largura, localizado entre o Iémen e o Djibouti. Esta passagem liga o Mar Vermelho ao Oceano Índico, sendo uma peça-chave na rota marítima que conecta o Mediterrâneo — através do Canal de Suez — aos mercados asiáticos
A crescente tensão no Médio Oriente está a trazer para o centro do debate um dos pontos mais sensíveis do comércio global: o chamado “Portão das Lágrimas”, nome dado ao Bab el-Mandeb, um estreito estratégico que pode tornar-se o próximo alvo do conflito.
A informação é avançada pelo ‘The Independent’, que destaca o risco de os rebeldes houthis, aliados do Irão, atacarem esta rota marítima crucial — numa altura em que o Estreito de Ormuz já enfrenta fortes constrangimentos devido à guerra.
O que é o “Portão das Lágrimas”?
O Bab el-Mandeb é um estreito com cerca de 50 quilómetros de extensão e apenas 16 quilómetros de largura, localizado entre o Iémen e o Djibouti. Esta passagem liga o Mar Vermelho ao Oceano Índico, sendo uma peça-chave na rota marítima que conecta o Mediterrâneo — através do Canal de Suez — aos mercados asiáticos.
Pelo estreito passam diariamente milhões de barris de petróleo e grandes volumes de gás natural liquefeito, além de mercadorias essenciais para a economia global.
Porque é tão importante para a economia global?
Cerca de 12% do petróleo mundial transita por esta via. Nos últimos anos, o volume chegou a atingir 9,3 milhões de barris por dia, evidenciando a sua relevância estratégica.
Além disso, esta rota permite o acesso a portos fundamentais na região, incluindo infraestruturas na Arábia Saudita, no Corno de África e no Golfo de Áden.
Qualquer interrupção neste corredor teria impacto direto nas cadeias de abastecimento globais, sobretudo na Europa e na Ásia, fortemente dependentes de energia proveniente do Médio Oriente.
Porque pode ser alvo de ataques?
O risco aumentou significativamente após o envolvimento dos rebeldes houthis no conflito com Israel e os seus aliados. O grupo, apoiado por Teerão, já realizou ataques a navios comerciais na região, levando várias empresas a desviarem rotas.
Perante a ameaça do presidente americano, Donald Trump, de bloquear o Estreito de Ormuz, analistas admitem que o Irão possa responder indiretamente, incentivando os houthis a intensificar ataques no Bab el-Mandeb.
Esse cenário criaria um efeito dominó, afetando simultaneamente dois dos principais pontos de estrangulamento do comércio energético mundial.
Que impacto teria um eventual bloqueio?
As consequências poderiam ser severas. Já em 2024, ataques nesta zona levaram a uma queda de cerca de 50% no tráfego do Canal de Suez, segundo dados citados pelo Fundo Monetário Internacional.
Muitas transportadoras optaram por contornar África, pelo Cabo da Boa Esperança, aumentando o tempo de viagem entre 10 a 14 dias e elevando significativamente os custos.
Se o Bab el-Mandeb fosse totalmente bloqueado, o impacto seria ainda mais profundo — desde o aumento dos preços da energia até perturbações generalizadas no comércio internacional.
Um segundo “estrangulamento” global?
Com o Estreito de Ormuz já sob pressão — responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo —, o encerramento do “Portão das Lágrimas” representaria um cenário extremo.
Analistas alertam que a combinação dos dois bloqueios poderia provocar uma crise energética global de grandes dimensões, superando até choques históricos no fornecimento de petróleo.
executivedigest.sapo.pt 13/4/2026
domingo, 12 de abril de 2026
Home - Documentário Ambiental / Mudanças Climáticas
Home é um documentário lançado em 2009, produzido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand. O filme é inteiramente composto de imagens aéreas de vários lugares da Terra. Mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico. Home is a 2009 documentary by Yann Arthus-Bertrand. The film is almost entirely composed of aerial shots of various places on Earth. It shows the diversity of life on Earth and how humanity is threatening the ecological balance of the planet.