Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
terça-feira, 31 de março de 2026
Mais cego é aquele que não quer ver - Esquerda junta-se ao islão esquerdista
Islamoesquerdismo - Contra os brancos e sua cultura: Democracia, religião, costumes, tolerância...
A França está a ir pelo caminho que o Irão foi, e já sabemos como isso vai acabar...
Bem vindos ao racismo moderno, onde os anti racistas se tornam racistas a tentar combater o racismo imaginário!...
A Nigerian man witnessed Muslims murdering Christians in nigeria says, last year alone 500,000 Christians were murdered in Nigeria.
"Muslims don't want christians to exist in the north of nigeria. They want to see a world where there are no christians at all. And they want to conquer not just nigeria, they want to conquer africa, they want to conquer europe, and they want to conquer america. The younger generation who want to live in a better world must speak out today. And i'm calling on all advocates of a free world to..."
Terrence K Williams 30/3/2026
“Who elected her?” — Nigel Farage’s blunt question silences Von der Leyen for a moment 

A sharp question from Nigel Farage echoed through the chamber and instantly changed the tone of the debate, leaving Ursula von der Leyen on the defensive. Observers suggest this moment exposed a deeper insecurity about democratic legitimacy, power without a mandate, and decisions made outside the reach of voters. What followed was an uncomfortable silence, speaking volumes more than any prepared response, with critics viewing the exchange as symbolic of her growing estrangement from the public. As the clip quickly went viral, this incident reignited an old but explosive debate that EU leaders have struggled to quell.
🔥 “Quem a elegeu?” — A pergunta incisiva de Nigel Farage silencia Von der Leyen por um momento ⚠️🇪🇺
Uma pergunta incisiva de Nigel Farage ecoou pela câmara e mudou instantaneamente o tom do debate, colocando Ursula von der Leyen na defensiva. Observadores sugerem que esse momento expôs uma insegurança mais profunda sobre a legitimidade democrática, o poder sem mandato e as decisões tomadas fora do alcance dos eleitores. O que se seguiu foi um silêncio desconfortável, que disse muito mais do que qualquer resposta preparada, com críticos vendo a troca de palavras como um símbolo de seu crescente distanciamento do público. Como o vídeo rapidamente viralizou, esse incidente reacendeu um debate antigo, mas explosivo, que os líderes da UE têm lutado para conter.
A sharp question from Nigel Farage echoed through the chamber and instantly changed the tone of the debate, leaving Ursula von der Leyen on the defensive. Observers suggest this moment exposed a deeper insecurity about democratic legitimacy, power without a mandate, and decisions made outside the reach of voters. What followed was an uncomfortable silence, speaking volumes more than any prepared response, with critics viewing the exchange as symbolic of her growing estrangement from the public. As the clip quickly went viral, this incident reignited an old but explosive debate that EU leaders have struggled to quell.
🔥 “Quem a elegeu?” — A pergunta incisiva de Nigel Farage silencia Von der Leyen por um momento ⚠️🇪🇺
Uma pergunta incisiva de Nigel Farage ecoou pela câmara e mudou instantaneamente o tom do debate, colocando Ursula von der Leyen na defensiva. Observadores sugerem que esse momento expôs uma insegurança mais profunda sobre a legitimidade democrática, o poder sem mandato e as decisões tomadas fora do alcance dos eleitores. O que se seguiu foi um silêncio desconfortável, que disse muito mais do que qualquer resposta preparada, com críticos vendo a troca de palavras como um símbolo de seu crescente distanciamento do público. Como o vídeo rapidamente viralizou, esse incidente reacendeu um debate antigo, mas explosivo, que os líderes da UE têm lutado para conter.
Ciara Obara Katie 31/3/2026
https://forumworld.feji.io/blog/who-elected-her-nigel-farages-blunt-question-silences-von-der-leyen-for-a-moment-vannguyen
Países sem petróleo? "Comprem aos EUA ou vão ao estreito buscá-lo"
Países sem petróleo? "Comprem aos EUA ou vão ao estreito buscá-lo"
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, avisou hoje os países sem produção de petróleo que têm de arranjar o seu próprio combustível, reiterando críticas a aliados por causa da situação no estreito de Ormuz.
O republicano escreveu, ainda, que estes países "têm de começar a aprender a defender-se" porque os Estados Unidos "não vão mais estar lá para ajudar, como não estiveram para nós". "Arranjem o vosso próprio petróleo", terminou.
Entretanto, os bombardeamentos conjuntos de EUA e Israel continuaram hoje sobre o Irão, com uma das principais instalações de energia nuclear a ser atingida, enquanto as forças da República Islâmica atacaram um petroleiro kuwaitiano.
Cerca de uma mês desde o início da ofensiva militar contra o Irão, o conflito já provocou mais de três mil mortos, principalmente no Irão, e causou grandes perturbações no fornecimento mundial de petróleo e gás natural.
Hoje, o preço médio da gasolina nos EUA ultrapassou os quatro dólares por galão (3,8 litros), seguindo a tendência global de aumentos.
Trump, que tem oscilado entre insistir que há progressos nas negociações diplomáticas com o Teerão e ameaçar a escalada da guerra, partilhou imagens do ataque à central nuclear de Isfahan.
Aquelas instalações é um dos três locais de enriquecimento nuclear atacados pelos EUA e Israel na guerra de 12 dias, em junho do ano passado, e os peritos acreditam que grande parte do urânio enriquecido está lá armazenado.
O 'estrangulamento' iraniano da passagem marítima no estreito de Ormuz - via por onde passava um quinto do petróleo mundial entre o golfo Pérsico e o golfo de Omã -, fez disparar os preços globais do petróleo, assim como os ataques de Teerão à infraestrutura energética regional vizinha, abalando mercados de ações em todo o Mundo, assim como outros produtos.
Os preços índice de petróleo Brent, o padrão internacional, alcançaram cerca de 106 dólares/barril (92 euros), um aumento de mais de 45% desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
Trump alertou esta semana que, se um cessar-fogo não for alcançado "em breve" e se o estreito não for reaberto, os EUA vão ampliara ação militar, inclusive atacando o centro de exportação de petróleo da ilha de Kharg e, possivelmente, fábricas de dessalinização de água.
No Irão, as autoridades afirmam que já morreram mais de 1.900 foram mortas, face a 19 relatadas em Israel, enquanto outras duas dezenas de pessoas morreram nos estados do golfo Pérsico e na Cisjordânia ocupada.
No Líbano, as autoridades disseram que mais de 1.200 pessoas foram mortas e mais de um milhão foram obrigadas a deslocar-se, tendo morrido 10 soldados israelitas naquele país vizinho e 13 militares norte-americanos nos diversos confrontos da região.
31/03/2026 13:58 ‧ POR LUSA COM NOTÍCIAS AO MINUTO
Prince William has just done something no member of the British royal family has ever done in modern history. vannguyen
Prince William has just done something no member of the British royal family has ever done in modern history. vannguyen
Economic data that had been ignored for years was suddenly on the table. The truth now coming to light: Britain is far less dependent on Europe than von der Leyen and her cronies have always claimed.
Germany’s industrial giants are the first to feel the effects. Volkswagen, BMW, and Mercedes-Benz export hundreds of thousands of vehicles to the British Isles every year – a market that alone generates billions of euros in revenue for the automotive sector. If British ports suddenly hamper German imports with new testing procedures and tariffs, these corporations will lose their competitiveness against American and Asian alternatives. Internal calculations by German business associations, which are already circulating, speak of up to 50,000 jobs at risk in the automotive industry alone.
“This is no longer just negotiating pressure – this is an existential threat,” lobbyists whisper behind closed doors in Berlin. The Scholz government suddenly finds itself with its back against the wall.
France, too, recognizes the catastrophe. French wine, cheese, luxury goods, and agricultural products worth billions of euros flow to Great Britain annually. The powerful French agricultural lobby, which has already brought down governments, is furious. Discreet phone calls are already being made in Paris to Brussels: “Von der Leyen didn’t consult us, and now we’re supposed to foot the bill?” The French government is distancing itself quietly but clearly. The British consumer, who has faithfully bought French products until now, is now thinking twice: Do I really want to send my money to those who have publicly humiliated my king?
But the worst thing for von der Leyen isn’t just the economy. It’s the silence from Buckingham Palace. While William spoke, King Charles III deliberately remained silent. No conciliatory statement, no diplomatic retreat, no “unofficial channels.” This silence isn’t weakness—it’s a conscious decision at the highest level. Palace sources confirm: The king didn’t stop his son. On the contrary. William’s words are the monarch’s own response. The House of Windsor, which had just declared Europe illegitimate, is now advancing united. “The Crown has decided to fight,” say sources in London.
And William hinted: “Britain has not yet played its strongest card.”
What is this map? Rumors are already swirling. Insiders speak of secret plans for new trade alliances with the US, Canada, and Commonwealth countries that could completely bypass Europe. Other sources whisper of an imminent royal address by King Charles in which he will personally name EU officials. Still others report on internal documents showing how Britain could, if necessary, even terminate military and security cooperation agreements. Downing Street, under Rishi Sunak, has already called an emergency cabinet meeting. The question wasn’t “whether” to react—the only question was “how drastically.” The result: A complete, line-by-line review of all EU agreements.
No symbolic gestures. A genuine reassessment of what Britain truly needs—and what it can sever without causing harm.
In Britain itself, something is happening that Brussels couldn’t have foreseen in its worst nightmares: the nation is united. The monarchy is not a relic – it is the living heart of British identity. Within minutes, social media exploded with a unity unseen for years. From Brexit supporters to opponents, from young students to veterans: “Europe has gone too far.” Polls published that evening show that over 82 percent of Britons support Prince William.
Thousands spontaneously gather in front of Buckingham Palace, waving Union Jacks and chanting “God save the King.” Even left-wing politicians, who usually criticize the monarchy, remain silent or offer quiet support.
Ursula von der Leyen made one last desperate attempt to salvage the situation. Her communications team issued a “clarification,” which, however, came across as a joke. It changed nothing. The British government is continuing its review, the public is demanding consequences, and European capitals are feverishly calculating just how costly this attack on the crown will ultimately prove to be. German newspapers are already running headlines like “Von der Leyen’s Waterloo,” while French media are calling it “a historic blunder by Brussels.”
This is no ordinary diplomatic dispute. This is the moment when the British Crown demonstrates that it is still a power – not through elections, but through history, tradition, and the love of a people. Prince William has not only spoken. He has opened a door that Europe can never close again. The question everyone is now asking is: What happens if Britain truly plays its strongest card? The next few hours and days will determine whether the EU survives its biggest bluff in years – or whether Prince William has just signaled the end of an era.
Posted March 31, 2026
O príncipe William acaba de fazer algo que nenhum membro da família real britânica jamais fez na história moderna.
Londres/Bruxelas – É um momento que ninguém em Bruxelas jamais imaginou ser possível. Exatamente 60 minutos atrás, o Príncipe William, herdeiro do trono do Reino Unido, desmantelou publicamente a mulher mais poderosa da Europa diante de câmeras ao vivo e sem qualquer pretensão diplomática. Sem porta-voz, sem comunicado do palácio, sem silêncio polido. Apenas palavras claras e duras que reverberaram por todas as capitais europeias como um terremoto. "Você é uma mulher não eleita", disse William, dirigindo-se diretamente a Ursula von der Leyen – e com isso, expôs não apenas uma pessoa, mas toda a estrutura de poder de Bruxelas. A Europa está em completo choque.Os telefones da Comissão Europeia não param de tocar, reuniões de emergência estão sendo convocadas e os primeiros lobistas alemães e franceses já exigem sua renúncia.
Mas o pior para von der Leyen não é apenas a economia. É o silêncio do Palácio de Buckingham. Enquanto William discursava, o Rei Charles III permaneceu deliberadamente em silêncio. Nenhuma declaração conciliatória, nenhuma retirada diplomática, nenhum "canal não oficial". Esse silêncio não é sinal de fraqueza — é uma decisão consciente no mais alto nível. Fontes do palácio confirmam: o rei não interrompeu o filho. Pelo contrário. As palavras de William são a resposta do próprio monarca. A Casa de Windsor, que acabara de declarar a Europa ilegítima, agora avança unida. "A Coroa decidiu lutar", dizem fontes em Londres.
E William insinuou: “A Grã-Bretanha ainda não jogou sua carta mais forte”.O que é esse mapa? Os rumores já estão circulando. Fontes internas falam de planos secretos para novas alianças comerciais com os EUA, Canadá e países da Commonwealth que poderiam contornar completamente a Europa. Outras fontes sussurram sobre um iminente pronunciamento do Rei Charles, no qual ele nomeará pessoalmente autoridades da UE. Outras ainda relatam documentos internos que mostram como a Grã-Bretanha poderia, se necessário, até mesmo rescindir acordos de cooperação militar e de segurança. Downing Street, sob o comando de Rishi Sunak, já convocou uma reunião de emergência do gabinete. A questão não era "se" deveríamos reagir — a única questão era "com que intensidade". O resultado: uma revisão completa, linha por linha, de todos os acordos da UE.
Questions persist about why mainstream politicians avoid serious discussions about England’s future role and identity. This silence frustrates many Britons seeking clarity amid growing socio-political fragmentation, intensifying demands for leadership that confronts the realities of demographic change head-on.
https://forumworld.feji.io/blog/muslimers-learn-not-to-cause-trouble-with-the-british-vannguyen
Or MUSLIMS LEARN NOT TO MESS WITH BRITONS?!!!