Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
sábado, 11 de abril de 2026
Latas e garrafas: É aqui que sabe onde pode depositar e receber reembolso
Desde que tenham o símbolo 'Volta', estejam inteiras, sem líquidos, com tampa e com o código de barras, as embalagens serão aceites em qualquer uma das 2.500 máquinas espalhadas pelo país (e 48 quiosques para maior quantidade), junto de supermercados por exemplo.
Como funciona?
Considerado pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, como um dos maiores projetos ambientais de Portugal, o sistema abrange embalagens de plástico ou metal de bebidas de uso único até três litros, com o reembolso da taxa de 10 cêntimos paga na compra de cada embalagem a ser feito através de máquinas instaladas por todo o país.
Os responsáveis pelo SDR avisam que nesta primeira fase ainda haverá embalagens de bebidas, por exemplo garrafas de água, que são aceites nas máquinas e outras, iguais, que não são, apenas porque ainda não têm a marca 'Volta' impressa e explicam que as embalagens que não têm ainda o símbolo do sistema de depósito também não tiveram aplicada a taxa de 10 cêntimos.
Desde que tenham o símbolo 'Volta', estejam inteiras, sem líquidos, com tampa e com o código de barras, as embalagens serão aceites em qualquer uma das 2.500 máquinas espalhadas pelo país (e 48 quiosques para maior quantidade), junto de supermercados por exemplo. A máquina esmaga a embalagem e retribui com o reembolso de 10 cêntimos, sob a forma de um "voucher" convertível em dinheiro.
Em relação à devolução dos 10 cêntimos, a máquina dá um talão que pode ser trocado por dinheiro no estabelecimento em que a embalagem foi comprada ou usá-lo como 'voucher' em compras no mesmo local.
As máquinas do SDR também permitem doar os 10 cêntimos a instituições de solidariedade social, sendo estas, por enquanto: a Caritas Portuguesa, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Liga Para a Proteção da Natureza e a Liga Portugesa dos Direitos do Animal.
Em relação às embalagens compradas em restaurantes, cafés ou cantinas, os estabelecimentos só cobram os 10 cêntimos adicionais se os clientes consumirem fora do local de venda
Até 9 de agosto, o SDR está numa fase de transição e por isso é natural estarem à venda os produtos sem o logótipo, que não são aceites pelas máquinas.
O consumidor não paga os 10 cêntimos a mais por embalagens sem o logótipo Volta.
O sistema SDR já está implementado em vários países europeus, como a Alemanha, Áustria ou Dinamarca, e recolhe anualmente mais de 35 mil milhões de embalagens, envolvendo cerca de 357 milhões de habitantes.
A SDR Portugal dá explicações detalhadas sobre o sistema no seu site oficial.
11/04/2026 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Agenda Global em curso...
🚨REPUGNANTE: Esta é a juíza Tracey Lloyd-Clarke, de Cardiff. Ela condenou o ex-soldado Daffron Williams — um veterano de 41 anos que serviu no Iraque e no Afeganistão e sofre de TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) — a dois anos de prisão (metade da pena a ser cumprida em regime fechado) por postagens no Facebook feitas nos dias tensos após os assassinatos de crianças em Southport.
As suas postagens faziam referência à "guerra civil" e incluíam imagens anti-islâmicas. Ela reconheceu o seu serviço militar, as suas boas referências e os seus problemas de saúde mental... mas ainda assim enviou-o para a prisão por palavras proferidas na internet.
A mesma juíza também condenou outros por postagens em redes sociais durante a repressão pós-distúrbios, incluindo David Morgan, de 24 anos, que recebeu 20 meses por tweets com imagens nazistas e conteúdo racista.
No entanto, quando Rees Newman — condenado pela violação histórica de uma menina menor de 14 anos — compareceu perante ela por violar as exigências de sua liberdade condicional para agressores sexuais, ela suspendeu a sua pena de dois meses de prisão, citando explicitamente a superlotação carcerária.
Um veterano com PTSD vai para a prisão por comentários no Facebook alertando sobre conflitos culturais.
Um violador de crianças é libertado porque as prisões estão superlotadas.
David J Harris Jr 9/4/2026
Os Polícias da Opinião...
Também o tenho no meu Blog. Um must...
ACN - Ajuda à Igreja que Sofre 10/4/2026
O lançamento em Lisboa do livro “Os Mártires do Novo Milénio”, de Robert Royal, trouxe a temática da perseguição aos cristãos para a ordem do dia.
O autor, norte-americano, alertou para a ameaça terrorista que paira nomeadamente em África sobre as comunidades cristãs, ameaça que tem a marca do Islão radical, mas chamou também a atenção para outras realidades menos faladas, como a perseguição na China e os crimes de ódio cada vez mais frequentes na Europa. Os incêndios criminosos de edifícios religiosos em França são apenas um exemplo disso...
𝐍𝐀̃𝐎 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐑𝐄 𝐍𝐀𝐃𝐀 𝐐𝐔𝐄 𝐓𝐄𝐍𝐇𝐀 𝐎 "𝐒𝐄𝐋𝐎 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋" 𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚 𝐚 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋 (حلال). 𝐁𝐨𝐢𝐜𝐨𝐭𝐞 𝐇𝐀𝐋𝐀𝐋
A "certificação halal" é um artifício criado na segunda metade do século passado visando o controle da indústria alimentícia por grupos islâmicos e arregimentar recursos dos não muçulmanos para financiar a propagação do islamismo e da jihad islâmica. Não é uma "norma de higiene" como os adeptos defendem, mas uma forma de forçar os não muçulmanos a se submeterem e financiarem a sua submissão.
O truque é feito deste modo. Empresas islâmicas (recentemente criadas para isso) se aproximam da indústria alimentícia dizendo que os muçulmanos só podem comprar produtos que tenham sido "halal certificados", cobrando taxas vultosas para a certificação. Inicialmente isso visava exportação para países de maioria muçulmana, mas aí vem a conversa mansa que, 'qual o mal de fazer o mesmo aqui também para evitar duas linhas de produção?' As empresas PAGAM pela certificação para estas empresas islâmicas certificadores que desviam parte do dinheiro arrecadado para a "zakat", o dízimo islâmico. Sim, isso mesmo, cada vez que você compra algum produto (carnes, doces e até cosméticos) com este selo, você está pagando um DÍZIMO ISLÂMICO. Quatro motivos para boicotar HALAL 1. O abate é ritualístico, uma oferenda para uma divindade. Você concorda com o abate de animais para satisfazer uma divindade? E, ainda pior, depois comer a carne deste animal, na prática, participando do rito? 2. O abate halal é cruel, proibindo o atordoamento: o animal precisa estar consciente e sentir dor enquanto sangra até a morte. Abater animal em si é algo macabro. Mas avanços tecnológicos criaram processos de atordoamento para que o animal não sinta dor. O ritual Halal proibe isso. 3. Discriminação no Trabalho: Apenas muçulmanos podem abater o animal (reserva de mercado). Ao comprar produtos como o 'selo halal', estamos financiamos um sistema que exclui não muçulmanos do mercado de trabalho.4. Pagamento do zakat ("dízimo islâmico)": Financiando a expansão do Islão.As empresas de alimentos e cosméticos, pagam taxas vultosas a certificadoras islâmicas, e, claro, repassam este custo ao preço final do produto. Ou seja: o consumidor está pagando um "imposto religioso" que financia a construção de mesquitas, a imigração muçulmana e a propagação de uma ideologia político-religiosa com um histórico de perseguição sistemática contra todos aqueles que não aderem à ideologia ou a abandonam. Concluindo, alguns alertas para os cristãos oriundos das suas próprias escrituras: "Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios" (1 Coríntios 10,21)."Não vos coloqueis em jugo desigual com os incrédulos" (2 Coríntios 6,14).O Catecismo da Igreja Católica (§2418) ensina que "é indigno fazer sofrer inutilmente os animais". Financiar a crueldade ritualística (abate halal) fere a piedade cristã.Cristãos que consomem Halal estão a financiar a expansão de quem nega o Evangelho. Ateus que consomem Halal estão cometendo suicídio. Dois artigos sobre o assunto:Lei Islâmica em Ação - infielatento 9/4/2026
Why do feminists support them?David J Harris Jr.
10/4/2026