Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
sábado, 10 de janeiro de 2026
Porque o Mundo Muçulmano não intercede pelo Irão como intercede pela Palestina?!
WHY THE SILENCE IS SO LOUD
An Iranian woman just said what many are not understanding— and it explains a glaring contradiction.
She argues that much of the loudest “free Palestine” activism isn’t actually about universal human rights at all.
Iranian woman: "Let me tell you why all these pro-Palestine, all these pro-human rights people are silent right now. Because 90% of the people supporting Palestine are Muslims and they’re only supporting them because Palestinians are Muslim. So the one reason why they’re not supporting my people is because the country is being controlled by Islamic Republic. So the leaders are Muslim. So for them to support the Iranians would have to go against the Islamic Republic, which means they would have to go against their religion. So they’re silent. So it’s not about human rights anymore. This is about religion. Because us Iranians, we were never Muslims to begin with. Islam was forced on us. Because when the Arabs invaded our country, stole everything, assaulted our women - I don’t want to say the word but you know what they did, it was more than an assault - they forced Islam onto us. We were never Muslims to begin with. We are the descendants of Cyrus..."
Donald Trump For President 10/1/2026
Ethiopian man who sexually assaulted a 14-year-old gil in UK sentenced to 12 months
John Marks 10/1/2026
Leia isto devagar, porque revela tudo sobre a Grã-Bretanha moderna e, no final, você ficará enojado.
Um 𝗔𝗳𝗿𝗶𝗰𝗮𝗻 𝗺𝗶𝗴𝗿𝗮𝗻𝘁 hospedado em um 𝘁𝗮𝘅𝗽𝗮𝘆𝗲𝗿-𝗳𝘂𝗻𝗱𝗲𝗱 𝗵𝗼𝘁𝗲𝗹 agrediu sexualmente um 𝟭𝟰-𝘆𝗲𝗮𝗿-𝗼𝗹𝗱 𝗕𝗿𝗶𝘁𝗶𝘀𝗵 𝗴𝗶𝗿𝗹.
Sua sentença?
12 meses de prisão.
Agora compare isso com o que aconteceu em seguida.
Moradores britânicos — furiosos após descobrirem que um imigrante alojado em sua cidade havia agredido uma criança — protestaram em frente ao hotel para refugiados.
Eles não agrediram uma criança.
Eles não atacaram civis.
Eles protestaram.As frases deles? 𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀. 𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀 𝗮𝗻𝗱 𝗳𝗼𝘂𝗿 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀. Um jovem e um homem. Pena de prisão mais longa do que a do homem que abusou de uma criança. Isso não é justiça. Isso é 𝗶𝗱𝗲𝗼𝗹𝗼𝗴𝘆 𝘄𝗲𝗮𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗮 𝗷𝘂𝗱𝗴𝗲’𝘀 𝗿𝗼𝗯𝗲. O cidadão etíope, Hadush Kebatu, chegou ao Reino Unido em um pequeno barco e foi alojado no Bell Hotel em Epping. Em poucos dias, ele agrediu uma menina de 14 anos e uma mulher adulta.Ele foi condenado. Recebeu 12 milhões de dólares e supostamente aguardava deportação. Enquanto isso, três ingleses envolvidos no protesto foram duramente punidos pelo tribunal. Um deles chutou um policial. Outro atirou um objeto. Outro empurrou um escudo policial. Nenhum deles feriu uma criança. Todos receberam penas menores do que o migrante cujo crime desencadeou os distúrbios. O juiz, Jamie Sawyer, deixou isso explícito.
BREAKING: One of the most incredible, if not comical, stories we've heard in a while. The United Arab Emirates has restricted funding for its citizens who want to study at British universities, due to the UK's decision not to proscribe the Islamist Muslim Brotherhood group.The exclusion of British universities is linked to anxiety in the UAE over what it sees as the risk of Islamist radicalisation on UK campuses, according to three
people familiar with the matter.When UK officials queried the absence of British institutions on the June list, UAE officials said the omission had not been an "oversight", according to a person with direct knowledge of the discussions.
"[The UAE] don't want their kids to be radicalised on campus," the person added.
- Published in the Financial TimesÚLTIMA HORA: Uma das histórias mais incríveis, senão cómicas, que ouvimos nos últimos tempos. Os Emirados Árabes Unidos restringiram o financiamento para seus cidadãos que desejam estudar em universidades britânicas, devido à decisão do Reino Unido de não proibir o grupo islâmico Irmandade Muçulmana. A exclusão das universidades britânicas está ligada à preocupação nos Emirados Árabes Unidos com o que consideram o risco de radicalização islâmica nos campus do Reino Unido. ‼️Quando autoridades do Reino Unido questionaram a ausência de instituições britânicas na lista de junho, autoridades dos Emirados Árabes Unidos disseram que a omissão não havia sido um "descuido". "[Os Emirados Árabes Unidos] não querem que os seus filhos sejam radicalizados no campus".‼️ Publicado no Financial TimesISGAP - Institute for the Study of Global Antisemitism and Policy 9/1/2026
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Navios da China, Rússia, Irão e África do Sul em exercício militar
Navios da China, Rússia e Irão juntaram-se à anfitriã África do Sul para iniciar hoje um exercício militar, em que participam ainda outros países do grupo BRICS+, elevando as tensões geopolíticas com os Estados Unidos.
A frota naval, que conta com navios chineses, russos e iranianos, inclui o contratorpedeiro chinês Tangshan, de 161 metros de comprimento, e conta com a previsão de envio de navios pelos Emirados Árabes Unidos (EAU), enquanto países como o Brasil, Indonésia e Etiópia participam na qualidade de observadores.
Um porta-voz das forças armadas sul-africanas afirmou que não era possível confirmar todos os países participantes, como a Índia, Egito e Arábia Saudita, nos exercícios.
O Ministério da Defesa da África do Sul salientou que este exercício naval "não tem nada a ver com a Venezuela", descartando qualquer ligação com as apreensões de navios ao largo do país da América Latina, que Washington começou em dezembro, antes de destituir o chefe de Estado venezuelano, Nicolas Maduro.
"Este exercício estava em preparação desde 2025 e foi adiado devido à cimeira do G20 que se realizou no mesmo período" em Joanesburgo, África do Sul, acrescentou.
Uma tentativa de apaziguamento sem efeito sobre os Estados Unidos, que boicotaram esta primeira cimeira do grupo dos 20 países mais desenvolvidos realizada em África.
O bloco de países emergentes que são os Brics+ foi acusado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de conduzir políticas "antiamericanas".
Em fevereiro, Trump, afirmou, num decreto, que a África do Sul apoia "maus atores no cenário mundial" e destacou as suas relações com o Irão como uma das razões para os EUA cortarem o financiamento ao país.
De acordo com o investigador do Instituto de Estudos de Segurança de Pretória Priyal Singh, "Washington tem Pretória na mira desde o início da atual administração Trump" e "a imagem veiculada pelos próximos exercícios navais provavelmente será usada pelos decisores políticos em Washington como um exemplo perfeito para mostrar por que as relações bilaterais com a África do Sul devem ser revistas".
A África do Sul há muito afirma seguir uma política externa não alinhada e permanecer neutra, mas a presença russa no extremo sul do continente africano já prejudicou as suas relações com os EUA anteriormente.
Estes exercícios navais devem acrescentar ainda mais tensão as relações entre os EUA e a África do Sul, que é a economia mais avançada da África e uma voz de liderança no continente.
A complexidade do evento é ainda reforçada pela participação da marinha iraniana num período de crescente instabilidade interna e protestos contra a liderança da República Islâmica no país.
O exército sul-africano foi criticado por ter organizado exercícios semelhantes com a Rússia e a China em 2023, que coincidiram com o primeiro aniversário da invasão da Ucrânia pela Russia.
Os membros do grupo BRICS são o Brasil, China, Rússia, Índia e a África do Sul, membros de longa data, enquanto o Irão, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos aderiram ao grupo em 2024.
https://www.noticiasaominuto.com/ 9/1/2026