Mundo da Informação

domingo, 11 de janeiro de 2026

Irão antes da Revolução Islâmica de 1979

https://www.facebook.com/reel/1620609672641902 

Irão antes da Revolução Islâmica de 1979


https://www.facebook.com/reel/712012291774434

Iranian women burn their hijabs in Tehran in protest of the Islamist regime.




Afinal não é só por cá que os meios de comunicação social escondem o que se está a passar no Irão.

(…) “Manifestação em Londres, em frente as instalações da BBC, a reclamar do silêncio da estação televisiva a propósito da revolta popular no Irão.”
Mario Jorge Ferreira

A manifestação é mesmo em frente à BBC, em Londres
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Eugénia Brandão Gomes      10/1/2026


https://www.facebook.com/reel/1221223726770303




https://www.facebook.com/reel/3266979800123278      (destaque para o minuto 1)

This was at the NYC free Iran protest in Washington Square Park.


Many across both Iran and Israel hope for the day when their countries can rebuild peaceful and respectful ties. There is hope for a brighter future for Iran, one free from the oppression of the regime. The world is watching the courage of the brave protesters in Iran, and we stand with those fighting for freedom and human rights.

StandWithUs      10/1/2026



British author J.K. Rowling quote-tweeted a post on X about Iran's ongoing protests that claims Iranians are "rejecting Islam" en masse, a statement that has sparked debate over its accuracy and potential to fuel Islamophobia.

A autora britânica J.K. Rowling compartilhou um tweet com uma publicação do X sobre os protestos em curso no Irão, que afirma que os iranianos estão "rejeitando o Islão" em massa, uma declaração que gerou debate sobre sua precisão e seu potencial para alimentar a Islamofobia.
Roya News English        10/1/2026


O Irão está a ser Islamofóbico?????
Ai, meu Deus....




sábado, 10 de janeiro de 2026

The Largest Oil Producers in the World - Os maiores produtores de petróleo do mundo

 


VGraphs   10/1/2026

Porque o Mundo Muçulmano não intercede pelo Irão como intercede pela Palestina?!

 


🚨 WHY THE SILENCE IS SO LOUD 🇮🇷 An Iranian woman just said what many are not understanding— and it explains a glaring contradiction.

She argues that much of the loudest “free Palestine” activism isn’t actually about universal human rights at all.

Iranian woman: "Let me tell you why all these pro-Palestine, all these pro-human rights people are silent right now. Because 90% of the people supporting Palestine are Muslims and they’re only supporting them because Palestinians are Muslim. So the one reason why they’re not supporting my people is because the country is being controlled by Islamic Republic. So the leaders are Muslim. So for them to support the Iranians would have to go against the Islamic Republic, which means they would have to go against their religion. So they’re silent. So it’s not about human rights anymore. This is about religion. Because us Iranians, we were never Muslims to begin with. Islam was forced on us. Because when the Arabs invaded our country, stole everything, assaulted our women - I don’t want to say the word but you know what they did, it was more than an assault - they forced Islam onto us. We were never Muslims to begin with. We are the descendants of Cyrus..."

Donald Trump For President      10/1/2026


Mulher iraniana: "Deixe-me explicar por que todos esses pró-Palestina, todos esses defensores dos direitos humanos, estão em silêncio agora. Porque 90% das pessoas que apoiam a Palestina são muçulmanas e só a apoiam porque os palestinos são muçulmanos. Então, o único motivo pelo qual não apoiam meu povo é porque o país está sendo controlado pela República Islâmica. Os líderes são muçulmanos. Para apoiarem os iranianos, teriam que ir contra a República Islâmica, o que significa ir contra sua religião. Por isso, estão em silêncio. Não se trata mais de direitos humanos. Trata-se de religião. Porque nós, iranianos, nunca fomos muçulmanos. O Islão nos foi imposto. Quando os árabes invadiram nosso país, roubaram tudo, agrediram nossas mulheres – não quero usar essa palavra, mas vocês sabem o que fizeram, foi mais do que uma agressão – eles nos impuseram o Islão. Nunca fomos muçulmanos. Somos descendentes de Ciro..."


O cilindro de Ciro foi descoberto em 1879, no Templo de Marduk, na Babilónia, pelo arqueólogo assírio Hormuzd Rassam. Pouco depois de Ciro conquistar a Babilónia, em 539 a.C., este cilindro foi fabricado em barro e, enquanto ainda estava molhado, foram impressas, em escrita cuneiforme, 45 linhas de um decreto real emitido por Ciro na sua superfície. O decreto desdenha do último rei babilónico, Nabónido, devido ao seu comportamento ímpio em relação a Marduk, o deus patrono da cidade, e exalta Ciro por ser um libertador de povos, incluindo os babilónios. Embora o texto seja claramente propagandista, valida a descrição de Ciro enquanto libertador transmitida pela Bíblia. No Livro de Ezra, Ciro permitiu o regresso a casa dos judeus que estavam exilados na Babilónia desde o tempo do rei Nabucodonosor. Em Isaías 45:1, Ciro é escolhido por Deus, sendo referido como: “Ciro, Seu ungido, a quem tomou pela mão para derrubar as nações diante dele”.

  Atualizado a 


Ethiopian man who sexually assaulted a 14-year-old gil in UK sentenced to 12 months

 


Read this slowly, because it tells you everything about modern Britain, and in the end, you'll be disgusted.
⁣⁣⁣
An ⁣⁣⁣𝗔𝗳𝗿𝗶𝗰𝗮𝗻 𝗺𝗶𝗴𝗿𝗮𝗻𝘁⁣⁣⁣ staying in a ⁣⁣⁣𝘁𝗮𝘅𝗽𝗮𝘆𝗲𝗿-𝗳𝘂𝗻𝗱𝗲𝗱 𝗵𝗼𝘁𝗲𝗹⁣⁣⁣ s—xually assaulted a ⁣⁣⁣𝟭𝟰-𝘆𝗲𝗮𝗿-𝗼𝗹𝗱 𝗕𝗿𝗶𝘁𝗶𝘀𝗵 𝗴𝗶𝗿𝗹⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
His sentence?
⁣⁣⁣
𝟭𝟮 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀 𝗶𝗻 𝗽𝗿𝗶𝘀𝗼𝗻⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
Now compare that to what happened next.
⁣⁣⁣
British locals — furious after learning a migrant housed in their town had assaulted a child — protested outside the asylum hotel.
⁣⁣⁣
They didn’t assault a child.
They didn’t target civilians.
They protested.
⁣⁣⁣
Their sentences?
⁣⁣⁣
𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀 𝗮𝗻𝗱 𝗳𝗼𝘂𝗿 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣𝗢𝗻𝗲 𝘆𝗲𝗮𝗿 𝗮𝗻𝗱 𝘁𝗲𝗻 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
Longer prison terms than the man who abused a child.
⁣⁣⁣
That is not justice.
That is ⁣⁣⁣𝗶𝗱𝗲𝗼𝗹𝗼𝗴𝘆 𝘄𝗲𝗮𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗮 𝗷𝘂𝗱𝗴𝗲’𝘀 𝗿𝗼𝗯𝗲⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
The Ethiopian national, Hadush Kebatu, arrived in the UK by small boat and was placed in the Bell Hotel in Epping.
Within days, he assaulted a 14-year-old girl and an adult woman.
He was convicted.
He received ⁣⁣⁣𝟭𝟮 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀⁢⁣⁣⁣ and was supposedly awaiting deportation.
⁣⁣⁣
Meanwhile, three English men involved in the protest were hammered by the court.
⁣⁣⁣
One kicked toward an officer.
Another threw an object.
Another shoved a police shield.
⁣⁣⁣
None harmed a child.
All received ⁣⁣⁣𝗹𝗼𝗻𝗴𝗲𝗿 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗰𝗲𝘀⁢⁣⁣⁣ than the migrant whose crime triggered the unrest.
⁣⁣⁣
The judge, Jamie Sawyer, made it explicit. ---
⁣⁣⁣
𝘛𝘩𝘦 𝘤𝘰𝘶𝘳𝘵 𝘸𝘢𝘴 𝘴𝘢𝘵𝘪𝘴𝘧𝘪𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘸𝘢𝘴 𝘳𝘢𝘤𝘪𝘢𝘭𝘭𝘺 𝘮𝘰𝘵𝘪𝘷𝘢𝘵𝘦𝘥 — 𝘢𝘵 𝘭𝘦𝘢𝘴𝘵 𝘪𝘯 𝘱𝘢𝘳𝘵.
⁣⁣⁣
Translation:
⁣⁣⁣𝗣𝗿𝗼𝘁𝗲𝘀𝘁 𝘁𝗵𝗲 𝗽𝗼𝗹𝗶𝗰𝘆 — 𝗴𝗼 𝘁𝗼 𝗽𝗿𝗶𝘀𝗼𝗻⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣𝗔𝗯𝘂𝘀𝗲 𝗮 𝗰𝗵𝗶𝗹𝗱 — 𝗴𝗲𝘁 𝗮 𝘀𝗹𝗮𝗽 𝗼𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝘄𝗿𝗶𝘀𝘁⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
It gets worse.
⁣⁣⁣
Kebatu was later ⁣⁣⁣𝗺𝗶𝘀𝘁𝗮𝗸𝗲𝗻𝗹𝘆 𝗿𝗲𝗹𝗲𝗮𝘀𝗲𝗱⁢⁣⁣⁣ from prison.
Police launched a manhunt.
He was found two days later.
Then quietly deported — with ⁣⁣⁣£𝟱𝟬𝟬 𝗶𝗻 𝘁𝗮𝘅𝗽𝗮𝘆𝗲𝗿 𝗺𝗼𝗻𝗲𝘆⁢⁣⁣⁣ paid to smooth the process.
⁣⁣⁣
You read that right.
The British state paid the child abuser on the way out.
⁣⁣⁣
Meanwhile, British citizens sit in prison cells for being angry about it.
⁣⁣⁣
This is what a ⁣⁣⁣𝘁𝘄𝗼-𝘁𝗶𝗲𝗿 𝗹𝗲𝗴𝗮𝗹 𝘀𝘆𝘀𝘁𝗲𝗺⁢⁣⁣⁣ looks like.
Not equality before the law — ⁣⁣⁣𝗵𝗶𝗲𝗿𝗮𝗿𝗰𝗵𝘆 𝗯𝗲𝗳𝗼𝗿𝗲 𝘁𝗵𝗲 𝗹𝗮𝘄⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
Protect the narrative.
Punish the locals.
Downplay the crime.
Criminalize the reaction.
⁣⁣⁣
And then they wonder why trust is gone.

John Marks       10/1/2026


Leia isto devagar, porque revela tudo sobre a Grã-Bretanha moderna e, no final, você ficará enojado.
⁣⁣⁣
Um ⁣⁣⁣𝗔𝗳𝗿𝗶𝗰𝗮𝗻 𝗺𝗶𝗴𝗿𝗮𝗻𝘁⁣⁣⁣ hospedado em um ⁣⁣⁣𝘁𝗮𝘅𝗽𝗮𝘆𝗲𝗿-𝗳𝘂𝗻𝗱𝗲𝗱 𝗵𝗼𝘁𝗲𝗹⁣⁣⁣ agrediu sexualmente um ⁣⁣⁣𝟭𝟰-𝘆𝗲𝗮𝗿-𝗼𝗹𝗱 𝗕𝗿𝗶𝘁𝗶𝘀𝗵 𝗴𝗶𝗿𝗹⁣⁣⁣.

Sua sentença?

⁣⁣⁣
12 meses de prisão.

⁣⁣⁣
Agora compare isso com o que aconteceu em seguida.

⁣⁣⁣
Moradores britânicos — furiosos após descobrirem que um imigrante alojado em sua cidade havia agredido uma criança — protestaram em frente ao hotel para refugiados.
Eles não agrediram uma criança.

Eles não atacaram civis.

Eles protestaram.
As frases deles?

⁣⁣⁣
𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣𝗧𝘄𝗼 𝘆𝗲𝗮𝗿𝘀 𝗮𝗻𝗱 𝗳𝗼𝘂𝗿 𝗺𝗼𝗻𝘁𝗵𝘀⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣Um jovem e um homem.

⁣⁣⁣
Pena de prisão mais longa do que a do homem que abusou de uma criança.

⁣⁣⁣
Isso não é justiça.

Isso é ⁣⁣⁣𝗶𝗱𝗲𝗼𝗹𝗼𝗴𝘆 𝘄𝗲𝗮𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗮 𝗷𝘂𝗱𝗴𝗲’𝘀 𝗿𝗼𝗯𝗲⁢⁣⁣⁣.
⁣⁣⁣
O cidadão etíope, Hadush Kebatu, chegou ao Reino Unido em um pequeno barco e foi alojado no Bell Hotel em Epping.
Em poucos dias, ele agrediu uma menina de 14 anos e uma mulher adulta.
Ele foi condenado.
Recebeu 12 milhões de dólares e supostamente aguardava deportação.

Enquanto isso, três ingleses envolvidos no protesto foram duramente punidos pelo tribunal.

Um deles chutou um policial.
Outro atirou um objeto.
Outro empurrou um escudo policial.

Nenhum deles feriu uma criança.
Todos receberam penas menores do que o migrante cujo crime desencadeou os distúrbios.

O juiz, Jamie Sawyer, deixou isso explícito.


BREAKING: One of the most incredible, if not comical, stories we've heard in a while. The United Arab Emirates has restricted funding for its citizens who want to study at British universities, due to the UK's decision not to proscribe the Islamist Muslim Brotherhood group.
The exclusion of British universities is linked to anxiety in the UAE over what it sees as the risk of Islamist radicalisation on UK campuses, according to three
people familiar with the matter.

‼️When UK officials queried the absence of British institutions on the June list, UAE officials said the omission had not been an "oversight", according to a person with direct knowledge of the discussions.
"[The UAE] don't want their kids to be radicalised on campus," the person added.‼️

- Published in the Financial Times
ÚLTIMA HORA: Uma das histórias mais incríveis, senão cómicas, que ouvimos nos últimos tempos. Os Emirados Árabes Unidos restringiram o financiamento para seus cidadãos que desejam estudar em universidades britânicas, devido à decisão do Reino Unido de não proibir o grupo islâmico Irmandade Muçulmana.
A exclusão das universidades britânicas está ligada à preocupação  nos Emirados Árabes Unidos com o que consideram o risco de radicalização islâmica nos campus do Reino Unido.

‼️Quando autoridades do Reino Unido questionaram a ausência de instituições britânicas na lista de junho, autoridades dos Emirados Árabes Unidos disseram que a omissão não havia sido um "descuido".
"[Os Emirados Árabes Unidos] não querem que os seus filhos sejam radicalizados no campus".‼️

Publicado no Financial Times

ISGAP - Institute for the Study of Global Antisemitism and Policy  9/1/2026





sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Navios da China, Rússia, Irão e África do Sul em exercício militar

 Navios da China, Rússia e Irão juntaram-se à anfitriã África do Sul para iniciar hoje um exercício militar, em que participam ainda outros países do grupo BRICS+, elevando as tensões geopolíticas com os Estados Unidos.

Segundo o exército sul-africano, esta operação, batizada de "Vontade de Paz 2026" e conduzido pela China, visa "garantir a segurança do transporte marítimo" e "aprofundar a cooperação" entre os membros do bloco, estando previsto que os exercícios decorram até 16 de janeiro.

A frota naval, que conta com navios chineses, russos e iranianos, inclui o contratorpedeiro chinês Tangshan, de 161 metros de comprimento, e conta com a previsão de envio de navios pelos Emirados Árabes Unidos (EAU), enquanto países como o Brasil, Indonésia e Etiópia participam na qualidade de observadores.

Um porta-voz das forças armadas sul-africanas afirmou que não era possível confirmar todos os países participantes, como a Índia, Egito e Arábia Saudita, nos exercícios.

O Ministério da Defesa da África do Sul salientou que este exercício naval "não tem nada a ver com a Venezuela", descartando qualquer ligação com as apreensões de navios ao largo do país da América Latina, que Washington começou em dezembro, antes de destituir o chefe de Estado venezuelano, Nicolas Maduro.

"Este exercício estava em preparação desde 2025 e foi adiado devido à cimeira do G20 que se realizou no mesmo período" em Joanesburgo, África do Sul, acrescentou.

Uma tentativa de apaziguamento sem efeito sobre os Estados Unidos, que boicotaram esta primeira cimeira do grupo dos 20 países mais desenvolvidos realizada em África.

O bloco de países emergentes que são os Brics+ foi acusado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de conduzir políticas "antiamericanas".

Em fevereiro, Trump, afirmou, num decreto, que a África do Sul apoia "maus atores no cenário mundial" e destacou as suas relações com o Irão como uma das razões para os EUA cortarem o financiamento ao país.

De acordo com o investigador do Instituto de Estudos de Segurança de Pretória Priyal Singh, "Washington tem Pretória na mira desde o início da atual administração Trump" e "a imagem veiculada pelos próximos exercícios navais provavelmente será usada pelos decisores políticos em Washington como um exemplo perfeito para mostrar por que as relações bilaterais com a África do Sul devem ser revistas".

A África do Sul há muito afirma seguir uma política externa não alinhada e permanecer neutra, mas a presença russa no extremo sul do continente africano já prejudicou as suas relações com os EUA anteriormente.

Estes exercícios navais devem acrescentar ainda mais tensão as relações entre os EUA e a África do Sul, que é a economia mais avançada da África e uma voz de liderança no continente.

A complexidade do evento é ainda reforçada pela participação da marinha iraniana num período de crescente instabilidade interna e protestos contra a liderança da República Islâmica no país.

O exército sul-africano foi criticado por ter organizado exercícios semelhantes com a Rússia e a China em 2023, que coincidiram com o primeiro aniversário da invasão da Ucrânia pela Russia.

Os membros do grupo BRICS são o Brasil, China, Rússia, Índia e a África do Sul, membros de longa data, enquanto o Irão, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos aderiram ao grupo em 2024.

https://www.noticiasaominuto.com/     9/1/2026