Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Fastest-growing religion in each European country, based on recent demographic trends rather than overall majority
Fastest-growing religion in each European country, based on recent demographic trends rather than overall majority.
Religião que cresce mais rapidamente em cada país europeu, com base em tendências demográficas recentes e não na maioria absoluta.This map highlights the fastest-growing religion in each European country, based on recent demographic trends rather than overall majority. Growth is influenced by factors such as migration, conversion rates, birth rates, and changing religious identification.
While Christianity remains the dominant faith across much of Europe, Islam shows the fastest growth in several Western, Northern, and Southern European countries, while smaller traditions like Nordic paganism and Hinduism appear in specific regions due to cultural revival or diaspora communities.
Geo All Day 7/1/2026
Este mapa destaca a religião que mais cresce em cada país europeu, com base em tendências demográficas recentes, e não na maioria geral. O crescimento é influenciado por fatores como migração, taxas de conversão, taxas de natalidade e mudanças na identificação religiosa.
Portugal Desigual | Um retrato das desigualdades de rendimentos e da pobreza no país
Quão desigual é o país? A pobreza e as desigualdades estão a diminuir ou a agravar-se? Qual o impacto das políticas públicas na redução da pobreza e das desigualdades? Como se compara Portugal com os restantes países da União Europeia? As respostas no projeto Portugal Desigual, que resulta da análise atualizada de dados da pobreza e das desigualdades nacionais.
Juntos há 40 anos Portugal e Espanha na UE
https://commission.europa.eu/topics/enlargement/together-eu/40-years-together_pt
https://commission.europa.eu/index_pt
Há quarenta anos, Espanha e Portugal aderiram à União Europeia, tornando-a culturalmente mais rica e politicamente mais forte. A sua adesão contribuiu para a criação de milhões de novos postos de trabalho, a modernização das economias e o aprofundamento das relações comerciais dentro e fora da Europa. A mobilidade dos estudantes e as viagens reforçaram as ligações entre os cidadãos. Ao longo destes quarenta anos, os europeus beneficiaram de mais direitos, melhor saúde e maiores liberdades.
Espanha e Portugal reforçaram a democracia e promoveram o progresso social. Alargaram a perspetiva mundial da Europa, em especial relativamente à América Latina, a África e ao Mediterrâneo.
A UE, Espanha e Portugal tornaram-se mais fortes juntos.
Como este alargamento mudou positivamente a UE
Ao longo dos últimos quarenta anos, este alargamento trouxe benefícios claros e duradouros para toda a União.
- A economia da UE ficou mais forte
- O comércio dentro e fora da UE aumentou
- As regiões em toda a Europa ficaram mais bem interligadas
- A alimentação europeia ficou mais segura e diversificada
- As oportunidades de investigação, inovação e estudo cresceram
- A Europa melhorou a sua capacidade de resposta a crises
- A UE ganhou maior influência global
Violência na Síria - Quando são Muçulmanos contra Muçulmanos o Mundo Silencia
Síria: civis fogem de Alepo e exército isola zonas de maioria curda
Confrontos em Alepo obrigaram moradores a fugir de bairros curdos; pelo menos nove mortos. Violência após impasse nas negociações para integrar forças curdas no exército
Moradores de Alepo deixaram Ashrafieh e Sheikh Maqsud durante uma pausa nos combates, levando pertences e à procura de zonas mais seguras.
Iniciados na terça-feira, os confrontos são os mais graves dos últimos meses entre forças governamentais e as Forças Democráticas Sírias lideradas pelos curdos.
Pelo menos nove pessoas terão morrido, incluindo civis, e ambos os lados trocam acusações pelo bombardeamento de zonas residenciais.
A violência surge numa altura em que estagnaram as conversações sobre um acordo de março para integrar as forças curdas no exército nacional. Apesar de reuniões em Damasco, responsáveis admitem poucos progressos, deixando civis apanhados entre forças rivais numa cidade já marcada por anos de guerra.
Quais são os países da UE com as taxas de abandono escolar mais elevadas e porquê?
As dificuldades do curso e as expectativas não satisfeitas são frequentemente fatores-chave, mas as questões de saúde mental podem também ser responsáveis por uma parte significativa.
Um novo relatório a nível da UE revela que as más escolhas iniciais são a principal razão para o abandono do ensino.
Os dados do Eurostat revelam que a grande maioria (43%) ocorre quando os estudantes se apercebem de que o curso é demasiado difícil ou não corresponde às suas expectativas, um valor que sobe para 50% nos estudos pós-secundários.
Globalmente, 14% dos cidadãos da UE com idades compreendidas entre os 15 e os 34 anos abandonaram a escola, a universidade ou a formação pelo menos uma vez na vida.
As taxas de abandono escolar variam muito em todo o bloco. Os Países Baixos lideram o ranking, com cerca de um em cada três (32%) estudantes que abandonaram precocemente os estudos. Segue-se a Dinamarca, com 27%, e o Luxemburgo, em terceiro lugar, com 25%.