Se alguém não está apto a ser julgado, essa pessoa não está apta a circular livremente na sociedade.“I'm sure the universe is full of
intelligent life. It's just been too intelligent to come here.”
― Arthur C. Clarke
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Se alguém não está apto a ser julgado, essa pessoa não está apta a circular livremente na sociedade.“I'm sure the universe is full of
intelligent life. It's just been too intelligent to come here.”
― Arthur C. Clarke
Onda de violência no norte da Nigéria durante o período pascal provoca, pelo menos, 26 mortos em três ataques distintos nos estados de Benue, Borno e Kaduna. Entretanto, 31 cristãos foram resgatados pela polícia depois de terem sido sequestrados também na sequência de um ataque a duas igrejas.
https://fundacao-ais.pt/090426
Bill Maher disse:
“Eles estão literalmente a tentar exterminar a população cristã de um país inteiro. Onde estão as crianças protestando contra isso? Elas não se importam porque os judeus não estão envolvidos.”
Palavras duras, mas muito precisas.
Algumas causas dominam as ruas, a comunicação social e as redes sociais. Outras — mesmo quando vidas estão a ser destruídas — mal são mencionadas.
E isso deveria incomodar qualquer pessoa que acredite que a indignação deva ser sobre o sofrimento humano — e não sobre atenção seletiva.
Facts About 5/4/2026
Década de 1960. Índia e Paquistão. A fome já não era mais uma previsão — ela estava chegando.
Durante anos, o crescimento da população havia ultrapassado a produção de alimentos. Os especialistas já não faziam suposições. Faziam cálculos. Centenas de milhões de pessoas poderiam morrer. A lógica era simples — e assustadora.
Foi então que um cientista discreto, vindo de Iowa, desembarcou com sacos de sementes e uma ideia que muitos diziam que não daria certo.
Norman Borlaug nasceu em 1914, em uma pequena fazenda perto de Cresco, nos Estados Unidos. Ele conhecia de perto a dureza do campo e o que era passar necessidade. Depois de se doutorar em fitopatologia, aceitou em 1944 uma missão que muitos consideravam um suicídio profissional: ir ao México tentar melhorar o trigo.
O desafio parecia impossível. O solo não ajudava. O clima era instável. E os métodos tradicionais eram lentos demais.
Mas Borlaug não ligava para o que parecia impossível.
Durante anos, trabalhou sob o sol intenso dos campos mexicanos. Criou uma técnica chamada “melhoramento em lançadeira”, que permitia cultivar duas safras por ano em climas diferentes, acelerando o processo. Muitos cientistas riram. Diziam que não dava para acelerar a evolução.
Eles estavam errados.
Borlaug desenvolveu variedades de trigo resistentes a doenças, com produtividade muito maior e capazes de se adaptar a diferentes climas. E, principalmente, criou o trigo semianão — plantas mais baixas e fortes, capazes de sustentar espigas pesadas sem cair.
No final dos anos 1950, a produção de trigo no México triplicou. Um país que antes importava alimentos passou a exportar.
Mas aquilo era só o começo.
Em 1963, uma crise se aproximava do sul da Ásia. Índia e Paquistão enfrentavam uma escassez tão grave que uma fome em massa parecia inevitável.
Borlaug levou suas sementes até lá.
Os obstáculos eram enormes. Burocracia, desconfiança, resistência às mudanças. Muitos o chamavam de ingênuo — até de perigoso.
Mas a fome não espera.
Mesmo com dúvidas, Índia e Paquistão decidiram testar suas sementes.
Em 1965, ele conseguiu enviar centenas de toneladas de trigo para agricultores que tinham todos os motivos para desconfiar.
O que aconteceu depois mudou a história da humanidade.
A produção de trigo no Paquistão saltou de 4,6 milhões de toneladas em 1965 para mais de 7 milhões em 1970. Em poucos anos, o país se tornou autossuficiente.
Na Índia, a produção passou de 12,3 milhões para 20,1 milhões de toneladas no mesmo período. Em 1974, o país já não dependia mais de importações. E no ano 2000, produzia mais de 76 milhões de toneladas de trigo por ano.
Essa transformação ficou conhecida como a Revolução Verde.
Estima-se que ela tenha evitado a morte por fome de até 1 bilhão de pessoas.
Em 1970, Borlaug recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E deixou uma frase que resume tudo:
“Não se pode construir a paz com o estômago vazio.”
Mesmo assim, hoje, poucas pessoas sabem quem ele foi.
Ele passou as últimas décadas tentando levar a Revolução Verde para a África, treinando agricultores e enfrentando dificuldades até o fim da vida.
Trabalhou até os 95 anos.
Norman Borlaug morreu em 2009. De forma discreta — assim como viveu.
Mas suas sementes continuam alimentando biliões de pessoas até hoje.
Agora mesmo.
Pense nisso: cerca de 1 bilião de vidas salvas.
Um garoto do interior que passou décadas com as mãos na terra, enfrentando dúvidas, ignorando críticas e provando que a ciência — silenciosa e persistente — pode vencer um dos maiores inimigos da humanidade: a fome.
Sem buscar fama. Sem buscar riqueza. Sem exigir reconhecimento.
Ele apenas continuou trabalhando.
Porque entendia algo que poucos entendem:
A fome não espera.
A política pouco importa quando pessoas estão morrendo.
E uma única pessoa, com conhecimento e determinação, pode mudar o destino do mundo.
Norman Borlaug provou que alimentar pessoas é uma das formas mais profundas de construir a paz.
E que os maiores heróis… muitas vezes são aqueles que quase ninguém conhece.
O novo sistema europeu de controlo fronteiriço para cidadãos extracomunitários entra hoje plenamente em vigor em toda a União Europeia, após um período faseado de implementação que registou constrangimentos em Portugal, principalmente no aeroporto de Lisboa.
Este novo sistema entrou em funcionamento em 12 de outubro em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen e desde então os tempos de espera nas fronteiras aéreas agravaram-se, principalmente no aeroporto de Lisboa, com os passageiros a terem de esperar, por vezes, várias horas.
A introdução em 10 de dezembro nos aeroportos portugueses da segunda fase do EES, que consiste na recolha de dados biométricos, causou ainda mais constrangimentos no aeroporto de Lisboa.
No final de dezembro, o Governo anunciou medidas de contingência no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para reduzir os tempos de espera na zona das chegadas, nomeadamente a suspensão por três meses do EES, que entretanto voltou a funcionar.
Segundo a Comissão Europeia, o novo EES conclui na quinta-feira a sua fase de implementação e, durante seis meses, foi possível às autoridades de controlo fronteiriço suspender parcial e total o sistema em períodos de maior fluxo de viajantes, mas a partir de hoje a suspensão total deixará de poder ser aplicada.
Na conferência de imprensa diária da Comissão Europeia, realizada na quinta-feira, a porta-voz Arianna Podestà salientou que, "quando o sistema funciona bem", o tempo para registar uma entrada e saída da UE é de cerca de 70 segundos, mas reconheceu que há Estados-membros que têm enfrentado "dificuldades técnicas de implementação".
No entanto, acrescentou que o sistema "prevê flexibilidade para garantir a fluidez nas fronteiras", especialmente no período de verão, em que deverá haver um aumento do controlo fronteiriço.
Nesse período, caso se verifiquem "tempos de espera excessivos", a porta-voz referiu que os Estados-membros podem optar por "suspender o registo dos dados biométricos".
O controlo de passageiros nas fronteiras aeroportuárias é da responsabilidade da PSP, competência que herdou em 2023 do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, enquanto as fronteiras marítimas são controladas pela GNR.
A implementação do sistema é assegurada pelo Sistema de Segurança Interna (SSI), em articulação com a PSP, a GNR, a ANA - Aeroportos de Portugal, as administrações portuárias e a Autoridade Nacional de Aviação Civil.
https://www.noticiasaominuto.com/ 10/4/2026
The nearest hospital was 280 miles away. There were no roads out of town. And the runway lights were dead.
A child in Igiugig, Alaska needed emergency evacuation. A neighbor named Ida Nelson made 32 phone calls. Within minutes, the entire village of 68 people showed up in their pajamas, drove every vehicle to the airstrip, and lined them along the runway with headlights blazing.
The medevac pilot landed safely. The child made it to Anchorage.
Nobody had ever practiced this. Nobody was trained. They just showed up.
O hospital mais próximo ficava a 450 quilómetros de distância. Não havia estradas para sair da cidade. E as luzes da pista de pouso estavam apagadas.
Uma criança em Igiugig, no Alasca, precisava de uma evacuação de emergência. Uma vizinha chamada Ida Nelson fez 32 ligações. Em poucos minutos, toda a vila, com seus 68 habitantes, apareceu de pijama, dirigiu todos os seus veículos até a pista de pouso e alinhou-os ao longo dela com os faróis acesos.
O piloto da aeronave de resgate médico pousou em segurança. A criança chegou a Anchorage.
Ninguém jamais havia praticado isso. Ninguém havia sido treinado. Eles simplesmente apareceram.
Fun Facts 8/4/2026