Blog de Geografia
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Mundo da Informação
domingo, 15 de março de 2026
sábado, 14 de março de 2026
Democracia no Reino Unido?
https://www.facebook.com/reel/1902549370387408
The Indian Restaurant that refuses to give in to Muslim violence and intimidation was attacked again last night.Last night Muslims surrounded the business, issuing death and ra*pe threats because it would not serve halal food
Today, the man protecting his family was the one arrested.
This is Sadik Khan London
Golu Reaction Tv 14/3/2026
Demagogia - Estamos todos no mesmo Barco?!
”Black women cannot be racist to White women. I’m black, I can’t be racist”.
sexta-feira, 13 de março de 2026
250 mil violações no Reino Unido nos últimos 25 anos sobretudo por muçulmanos ( mais de 90%) dos casos - Os negacionistas vão dizer que é Islamofobia
Is Islam a threat to humanity?
“250,000 WHITE British girls have been raped in the last 25 years, OVER 90% by Muslims”
Lord Pearson in the House of Lords.
David J Harris Jr. 13/3/2026
Muslim Helena Bowe, 40, is suing police after she says officers required her to remove her hijab for a booking photo following her arrest.
Bowe is seeking $250,000 in damages, arguing the requirement violated her religious beliefs.
According to Bowe, removing her hijab in front of male officers and cameras goes against her faith.
The booking photo was taken at the Patrick T. Sullivan Public Safety Complex in Ferndale, where detainees are photographed during the booking process.
Bowe claims the situation forced her to violate her religious beliefs and is now pursuing legal action against the officers involved.
Helena Bowe, uma muçulmana de 40 anos, está a processar a polícia após alegar que os agentes a obrigaram a remover o hijab para a foto de registro após sua prisão.
Bowe pede uma indenização de US$ 250.000, argumentando que a exigência violou as suas crenças religiosas.
Segundo Bowe, remover o hijab na frente de policiais homens e cameras vai contra a sua fé.
A foto de registro foi tirada no Complexo de Segurança Pública Patrick T. Sullivan, em Ferndale, onde os detidos são fotografados durante o processo de registro.
Bowe afirma que a situação a forçou a violar as suas crenças religiosas e agora está a mover uma ação judicial contra os polícias envolvidos.
Bowe is seeking $250,000 in damages, arguing the requirement violated her religious beliefs.
According to Bowe, removing her hijab in front of male officers and cameras goes against her faith.
The booking photo was taken at the Patrick T. Sullivan Public Safety Complex in Ferndale, where detainees are photographed during the booking process.
Bowe claims the situation forced her to violate her religious beliefs and is now pursuing legal action against the officers involved.
Helena Bowe, uma muçulmana de 40 anos, está a processar a polícia após alegar que os agentes a obrigaram a remover o hijab para a foto de registro após sua prisão.
Bowe pede uma indenização de US$ 250.000, argumentando que a exigência violou as suas crenças religiosas.
Segundo Bowe, remover o hijab na frente de policiais homens e cameras vai contra a sua fé.
A foto de registro foi tirada no Complexo de Segurança Pública Patrick T. Sullivan, em Ferndale, onde os detidos são fotografados durante o processo de registro.
Bowe afirma que a situação a forçou a violar as suas crenças religiosas e agora está a mover uma ação judicial contra os polícias envolvidos.JoelPatrick 13/3/2026
Abdulraziq Mohammed, de 33 anos, imigrante ilegal do Sudão, levou uma menina de cinco anos e a abusou sexualmente. Ele levou a menina, que estava brincando do lado de fora, para o seu quarto numa casa compartilhada em Winson Green, Birmingham, em 30 de março do ano passado. A mãe da menina e uma amiga começaram uma busca frenética antes que a mãe ouvisse choro vindo de dentro da propriedade. Olhando por uma janela aberta, a amiga viu Mohammed e a criança com os shorts abaixados. Quando ela tentou entrar para resgatar a menina, Mohammed a socou, fazendo-a cair na rua.
Membros do público entraram à força na casa, resgataram a criança e detiveram Mohammed até a chegada da polícia. No Tribunal da Coroa de Birmingham, ele foi considerado culpado de cárcere privado com a intenção de cometer um crime sexual, abuso sexual de uma menina menor de 13 anos e agressão à mulher que tentou intervir.
Mohammed, um cidadão sudanês, foi condenado a 11 anos de prisão com uma licença estendida de quatro anos, elevando a sua sentença total para 15 anos. O tribunal ouviu que o sofrimento teve um impacto duradouro na vítima e na sua mãe, que agora sofre de ansiedade, ataques de pânico e noites sem dormir.Prevenir é melhor que remediar.Makes you wonder what he’s done in his own country to young poor girls
Isso nos faz pensar o que ele fez no seu próprio país com as pobres meninas.
“A floresta estava diminuindo, mas as árvores continuavam a votar no machado, pois o machado era esperto e convenceu as árvores de que, como seu cabo era de madeira, ele era um deles.”
Cherev Gidon 12/3/2026
quinta-feira, 12 de março de 2026
Aumento da Taxa de Mortalidade Infantil em Portugal
Ministra da Saúde pede a mães estrangeiras que procurem serviços de saúde
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu hoje que há distritos mais problemáticos onde se regista maior mortalidade infantil e instou as mães estrangeiras a procurar os serviços de saúde.
Segundo a DGS, Portugal registou em 2024 aumentos nos óbitos de fetos com mais de 22 semanas de gestação e nos óbitos de crianças nascidas vivas que faleceram com menos de um ano.
A taxa de mortalidade fetal - óbitos de fetos com idade gestacional igual ou superior a 22 semanas - aumentou de 3,9 óbitos por 1.000 nascimentos, em 2022 e em 2023, para 4,1 óbitos por 1.000 nascimentos em 2024, correspondendo, respetivamente, a 325 óbitos em 2022, 340 óbitos em 2023 e 346 óbitos em 2024, segundo o Relatório da Mortalidade fetal e Infantil 2022-2024.
Ana Paula Martins, que falava aos jornalistas depois de ter inaugurado formalmente a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, frisou que a taxa de mortalidade infantil em Portugal continua ao nível dos melhores indicadores da Europa e da OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico), e que representa uma das grandes "conquistas civilizacionais" de Portugal.
E "continuamos a ter essa taxa, apesar de do ponto de vista sociodemográfico haver fatores" que a influenciam, como o nível de pobreza, disse a ministra.
"Mas isso não nos pode deixar descansados. Sabemos que há concelhos, e distritos, que merecem vigilância adicional", acrescentou.
A governante lembrou que há dois anos tinham sido feitas recomendações (por uma comissão criada na DGS exatamente para avaliar os óbitos das crianças) e disse que estão a ser seguidas.
Ana Paula Martins falou de fatores de risco, para as crianças e para as mães, enfatizou que é preciso "não baixar a guarda" no sentido de que as mulheres tenham "vigilância da gravidez", e questionada pelos jornalistas reconheceu que as mulheres estrangeiras estão entre as mais vulneráveis.
Segundo a ministra, o aumento da taxa não tem relação com problemas de falta de profissionais nas urgências.
Também questionada pelos jornalistas sobre criticas sindicais à centralização das urgências de ginecologia e obstetrícia em Loures a ministra disse que pelo trabalho desenvolvido pelas duas unidades locais, Loures e Vila Franca, "tudo aponta para que a urgência concentrada no Hospital Beatriz Ângelo tenha todas as condições para se iniciar de maneira tranquila" na próxima semana.
Ana Paula Martins frisou que a maternidade em Vila Franca de Xira vai continuar a ter todos os serviços que tinha, e que as crianças continuam a nascer ali e as consultas também se mantêm da mesma forma, sendo só partilhada, noutro local, a urgência.
A concentração de urgências, disse, permite a segurança clínica, com equipas mais concentradas e reforçadas, e permite previsibilidade.
"Vamos iniciar este processo, vai ser acompanhado, avaliado, e estamos aqui para fazer os ajustamentos que forem necessários", assegurou.
Lusa 12/3/2026
