Mundo da Informação

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Reparação Histórica por parte de Portugal somente pode ser piada...

https://www.facebook.com/reel/1866576124003825 


Esta é a verdade e está totalmente documentada.

A África já era escravagista muito antes dos portugueses lá chegarem.

Aliás a Escravatura Moderna continua em África e na Ásia feita por eles próprios em pleno século XXI.

Existem mais de 50 milhões de escravos na atualidade e ainda continuam a culpar os europeus.

A própria invasão da Europa atual tem por base a escravatura africana  e asiática.

Então, na perspetiva wokista atual, a culpa é toda dos brancos pois os outros são os inocentes. Essa é a narrativa oficial, a real é: ou todos culpados ou nenhum culpado!!!

O que vocês pretendem fazer acerca disso?!!!


Esta falácia visa duas coisas! A condenação do homem branco europeu, que foi um dos participantes nessa atividade por três séculos, ocultar e apagar os outros 11 Séculos, onde os brancos europeus não participaram, e ainda mais grave, eximirem-se da sua enorme e principal responsabilidade, a da captura, pois foram desde sempre os próprios negros a capturar outros negros e a vendê-los já na condição de escravos, para alimentar as rotas do Sahara, do Índico e do Atlântico além de praticarem a escravatura entre eles próprios! É muito importante que toda a História seja contada, e não apenas umas quantas folhas tiradas a gosto do todo, no interesse de criar uma narrativa, e limpar o resto, para fugir às responsabilidades próprias!


E sobre a escravatura moderna, proveniente da imigração ilegal que os atuais dirigentes europeus toleram aos traficantes de pessoas nem uma palavra? É que está a acontecer todos os dias e pode ser impedido! Já o que aconteceu há 500 anos atrás é história, e às vezes, muito mal contada.




As Leis Portuguesas aplicam-se a todos sem exceção

 


𝗖𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗮 𝗟𝗲𝗶 𝗡𝗮̃𝗼 𝗘́ 𝗢𝗽𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹
𝗠𝗼𝘀𝘁𝗿𝗮𝗿 𝗼 𝗥𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗡𝗮̃𝗼 𝗘́ 𝗖𝗮𝗽𝗿𝗶𝗰𝗵𝗼 — 𝗘́ 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮

O caso recente ocorrido num autocarro da Carris, na zona da Mouraria, voltou a trazer para cima da mesa um tema que muitos preferem evitar: o 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗯𝗮́𝘀𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗻𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 que se quer organizada e segura.

Uma passageira foi impedida de entrar por ter o rosto tapado. O caso seguiu para a Polícia de Segurança Pública e gerou um processo interno. E, de repente, aquilo que devia ser simples tornou-se polémico.

Mas a pergunta é direta: 𝗱𝗲𝘀𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗼𝘂 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗼𝗽𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹?

Mostrar o rosto em contextos de transporte 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝘂𝗺 𝗰𝗮𝗽𝗿𝗶𝗰𝗵𝗼 — 𝗲́ 𝘂𝗺𝗮 𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮, 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲. Quem presta um serviço, seja um motorista de autocarro ou um motorista TVDE, tem o direito (e muitas vezes o dever) de saber quem está a transportar.

Falo por experiência própria.

Sou motorista de Uber / Bolt e, há pouco tempo (até contei à minha esposa Ana Luisa Torres), 𝘁𝗶𝘃𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗶𝘁𝘂𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝘀𝗲𝗺𝗲𝗹𝗵𝗮𝗻𝘁𝗲. Ao recolher um casal indostanico, pedi de forma clara e educada que a passageira destapasse o rosto. Inicialmente ignoraram. Reforcei o pedido, expliquei o motivo — inclusive recorrendo a um tradutor que o meu Tesla agora possui através da aplicação Grok — e deixei claro: 𝘀𝗲𝗺 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗮 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮, 𝗮 𝘃𝗶𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝘃𝗮.

Curiosamente, o homem que a acompanhava acabou por demonstrar que percebia algum português. 𝗡𝗼 𝗶𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗼 𝗳𝗲𝘇-𝘀𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗱𝗶𝗱𝗼, mas perante a insistência e a explicação clara, deixou de o fazer. Disse então à mulher, já em português, para retirar o hijab que lhe tapava o rosto.

Resultado? Compreenderam. A passageira retirou o hijab, 𝗼 𝗿𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝘃𝗶𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹 𝗲 𝗮 𝘃𝗶𝗮𝗴𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶𝘂 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, sem conflitos, sem dramas. E pelos vistos não houve também queixas quaisquer, seja autoridades ou plataforma.

Isto prova uma coisa simples: 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝘀𝗮̃𝗼 𝗰𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗹𝗮𝗿𝗲𝘇𝗮 𝗲 𝗮𝗽𝗹𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗳𝗶𝗿𝗺𝗲𝘇𝗮, elas são respeitadas.

O verdadeiro problema começa quando se abre exceções, quando se hesita, quando se tem medo de fazer cumprir aquilo que já está definido. É aí que se instala a confusão, a incoerência e a sensação de injustiça.

Uma sociedade equilibrada não funciona com dois pesos e duas medidas. Funciona com 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗶𝗴𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 — independentemente de quem somos, de onde vimos ou no que acreditamos.

Cumprir regras não é discriminar. 𝗘́ 𝗴𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗮́ 𝗼𝗿𝗱𝗲𝗺, 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮 𝗲 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗺𝘂́𝘁𝘂𝗼.


E quanto mais cedo se perceber isso, melhor para todos.

Jorge Victor Torres      30/4/2026



quarta-feira, 29 de abril de 2026

Se toda a Humanidade vivesse como os portugueses, seriam necessários 2, 9 planetas Terra - Ambiente

 

No 𝗗𝗶𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮, reforçamos que há escolhas que deixam marcas no futuro do planeta!🌏

Portugal é um dos países que mais cedo esgota os seus recursos naturais.​


Valormed        22/4/2026

terça-feira, 28 de abril de 2026

Número de violações e de violência a disparar em toda a Europa. Qual será a razão?!

 






🇩🇪 SHOCKING statistics from Germany reveal that Afghans account for more sexual assault suspects in Germany than 36 other nationalities combined.

This is also seen mirrored in UK statistics that show they are 22x more sexually criminal than any other minority group.
Estatísticas chocantes da Alemanha revelam que os afegãos representam mais suspeitos de agressão sexual no país do que 36 outras nacionalidades juntas.

Isso também se reflete nas estatísticas do Reino Unido, que mostram que eles são 22 vezes mais propensos a cometer crimes sexuais do que qualquer outro grupo minoritário.

VoxPopuli     27/4/2026



Em Portugal, já há uma média de 11 por semana.



Caso em Faro
A Polícia Judiciária (PJ) deteve, no passado dia 24 de abril de 2026, um homem estrangeiro de 32 anos que violou pela segunda vez, uma mulher de mais de 70 anos na sua própria residência, em Faro.

Ocorrências: Os crimes aconteceram em julho de 2025 e março de 2026.
Modus Operandi: O agressor entrava na casa da vítima durante a madrugada, surpreendendo-a enquanto dormia.
Consequências: O trauma foi tão profundo que a idosa sentiu-se obrigada a mudar de residência.
Os nossos idosos estão a entregar animais de estimação pq já têm medo de sair à rua, porém são violados dentro das suas próprias casas, tal é o trauma e a insegurança que muito têm ideias suicidas.
A vida já é difícil em Portugal para todos, especialmente para os nossos idosos, ainda temos um estado que permite 11 violações por semana e penas suspensas, um estado que não protege, é culpa dele e tira a esperança e dignidade aos nossos idosos e crianças.
Média de Casos: Em 2025, registaram-se 578 violações em Portugal, o que equivale a uma média de cerca de 11 violações por semana.
Perante as estatísticas amanhã pode ser a nossa mãe, filha, irmã, esposa, vizinha... política à parte, é urgente enquanto sociedade , consciência e união e exigir que pare esta impunidade e penas suspensas. Exigir a nossa segurança e esperança de volta, é um direito e não há liberdade sem segurança, sem esperança num futuro digno com direitos básicos como habitação e poder sair à rua sem olhar pelo ombro com alto nível de cortisol pq hoje mesmo poderemos ser nós vitimas de violação. A inclusão só funciona se as leis e deveres forem iguais para todos!


Margarida Carvalho     28/4/2026  




Recordar palavras de Miguel Morgado
Não é xenofobia querer regras claras.
É exigir organização, respeito e capacidade de integração.
Um país que não controla quem entra, também não consegue proteger quem cá está — nem quem chega.
👉 A verdadeira questão é simples:
Queremos imigração com regras… ou caos sem controlo?

Paulo Jorge Afonso     28/4/2026






Somente é refugiado aquele que corre risco eminente de vida por causas políticas, religiosas ou ambientais.
Parem de chamar refugiados àqueles que querem uma vida melhor, porque isso todos nós queremos no mundo, e não somos refugiados.
E estes psedo-refugiados somente incluem homens? E então , as mulheres, as crianças e os idosos não temem o suposto perigo?
Isto não é imigração, isto não se trata de refugiados, isto é simplesmente uma invasão, a nova Colonização do século XXI que ficará conhecida também como uma das maiores tragédias da Humanidade e de extinção da população europeia. Por outras palavras, um Genocídio silencioso e silenciado com toda a culpa e conivência dos líderes políticos.
A imigração não é um direito, e somente é possível mediante autorização legal e baseada nas necessidades de um país.
Portugal não está a adequar a Política Migratória à capacidade de acolhimento e de segurança do país.

Maria Antão


Principais Aspectos do Genocídio:
  • Definição Legal: Estabelecido pela Convenção da ONU de 1948 e pelo Estatuto de Roma (Tribunal Penal Internacional), foca na destruição de grupos específicos.
  • Ações Caracterizadoras: Homicídio de membros, imposição de condições de vida insuportáveis, lesões à integridade física/mental e prevenção de nascimentos.
  • Origem Histórica:
     O termo surgiu para descrever os massacres nazistas e o genocídio arménio (1915), que foi uma das primeiras grandes tragédias humanitárias do século XX.





Projeções da População Muçulmana na Europa em 2050

 




Visegrad24      28/4/2026

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Fronteira do Egito com Gaza e fronteira do Egito com Israel. Dúvidas?

 


Why do you think this is?

Porque é que acham que isto é assim?

David J Harris Jr.

   26/4/2026



Esta é a realidade... vídeo

Nenhum país muçulmano está disposto a receber os refugiados atuais da Palestina, apenas a UE se mostrou disponível para os receber. 
Portugal alegou não ter condições para os receber e a UE impôs a Portugal a obrigação de os receber ou pagar a outro país que os receba.
Portanto a UE já não é uma Democracia é uma Oligarquia.


Oligarquia é uma forma de governo ou regime político em que o poder está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de pessoas, famílias, partidos ou elites econômicas, agindo em benefício próprio e não do povo. Originária do grego oligarkhía ("governo de poucos"), o termo caracteriza-se pela desigualdade social e controle restrito.




Gazans living under Hamas rule are beginning to break their silence, describing sexual abuse by multiple men, sexual blackmail for aid or money and abuse by people in positions of power.
Human rights organisations in Gaza say that up to 60,000 women are vulnerable, with reports also indicating a rise in child marriages and pregnancies.
Jusoor News filmed rare video testimonies inside the Strip. The filming was done at great risk because speaking up in Gaza carries severe risk.
In one account told by a male Gazan, whose identity has to remain anonymous for his safety, he described how he found a widow displaced in the war being molested inside a tent by 'a bunch of' Hamas members and was warned to stay silent.
'We were contacted by the wife of a friend. She had asked a Qassam Brigades commander to help her, but he took advantage of her,' he said.
'His behaviour is disgraceful. We investigated the matter and found her in a tent in the Gharabli area where a bunch of Qassam members were taking advantage of her.
'We informed the leadership but we were told we had to keep silent about it.'
The Izz ad-Din al-Qassam Brigades is the military arm of Hamas.
Another Gazan man confirmed that a similar episode had happened with one of his female neighbours, who was blackmailed by 'one of Hamas’s charity organisations… they wanted her to wh*** herself in exchange for a food parcel, or an aid voucher, or 100 shekels'.

Source: Jusoor News

Os habitantes de Gaza que vivem sob o domínio do Hamas estão a começar a quebrar o silêncio, descrevendo abusos sexuais cometidos por vários homens, chantagem sexual em troca de ajuda ou dinheiro e abusos por pessoas em posições de poder.
Organizações de direitos humanos em Gaza afirmam que até 60.000 mulheres estão vulneráveis, com relatos também indicando um aumento nos casamentos infantis e gravidezes.
A Jusoor News filmou depoimentos em vídeo raros dentro da Faixa de Gaza. A filmagem foi feita com grande risco, pois falar em Gaza acarreta sérios riscos.

Num relato feito por um homem de Gaza, cuja identidade precisa permanecer anónima pela sua segurança, ele descreveu como encontrou uma viúva deslocada pela guerra sendo molestada dentro de uma tenda por "um grupo" de membros do Hamas e foi avisado para ficar em silêncio.
"Fomos contatados pela esposa de um amigo. Ela havia pedido ajuda a um comandante das Brigadas Qassam, mas ele se aproveitou dela", disse ele.
"Seu comportamento é vergonhoso." Investigamos o caso e a encontramos numa tenda na área de Gharabli, onde um grupo de membros do Qassam estava a se aproveitar dela.

"Informamos a liderança, mas disseram-nos que tínhamos que manter silêncio sobre o assunto."
As Brigadas Izz ad-Din al-Qassam são o braço militar do Hamas.
Outro homem de Gaza confirmou que um episódio semelhante aconteceu com uma de suas vizinhas, que foi chantageada por "uma das organizações de caridade do Hamas... eles queriam que ela se masturbasse em troca de uma cesta básica, um vale-alimentação ou 100 shekels".

Fonte: Jusoor News

Global Radar     24/4/2026

https://www.facebook.com/reel/719311897904646

Uma briga massiva eclodiu durante um casamento com 300 convidados em Gaza depois que várias tribos começaram a discutir se o Hamas havia cometido um erro ao perpetrar o Massacre de 7 de Outubro ou não.
O Hamas, que ainda não foi desarmado e desmantelado como deveria ter sido de acordo com o acordo de cessar-fogo, estava fornecendo "segurança" durante o casamento.

A massive brawl broke out during a wedding with 300 guests in Gaza after various tribes started arguing about whether Hamas had made a mistake by perpetrating the October 7 Massacre or not.
Hamas, which still hasn’t been disarmed and dismantled as it was supposed to under the ceasefire agreement, was providing “security” during the wedding.