Mundo da Informação

sábado, 2 de maio de 2026

Este mapa oferece um panorama de quão seguro e estável o mundo parece em cada país

 


This map shows how countries compare on the Global Peace Index, which ranks how peaceful or unstable different parts of the world are. Greener countries are generally considered more peaceful, while yellow, orange, and red countries face higher levels of tension, conflict, or insecurity.

The ranking is based on a mix of factors, not just war alone. It looks at things like public safety, crime, political stability, ongoing conflicts, terrorism, and militarisation.

That is why countries can end up with very different scores. Some have stronger institutions and lower violence, while others are dealing with unrest, border tensions, civil conflict, or heavy military pressure.

In simple terms, this post is a snapshot of how safe and stable the world feels from country to country. It helps explain why some places are seen as more peaceful overall, while others face much greater pressure from conflict and insecurity.

Este mapa mostra a comparação entre os países no Índice Global da Paz, que classifica o nível de paz ou instabilidade em diferentes partes do mundo. Os países em verde são geralmente considerados mais pacíficos, enquanto os países em amarelo, laranja e vermelho enfrentam níveis mais altos de tensão, conflito ou insegurança.

A classificação é baseada em uma combinação de fatores, não apenas em guerras. Ela leva em consideração aspetos como segurança pública, criminalidade, estabilidade política, conflitos em andamento, terrorismo e militarização.

É por isso que os países podem apresentar pontuações muito diferentes. Alguns têm instituições mais fortes e menor violência, enquanto outros lidam com agitação social, tensões nas fronteiras, conflitos civis ou forte pressão militar.

Em termos simples, esta publicação oferece um panorama de quão seguro e estável o mundo parece em cada país. Ela ajuda a explicar por que alguns lugares são vistos como mais pacíficos no geral, enquanto outros enfrentam uma pressão muito maior devido a conflitos e insegurança.

Geo All Day

     1/5/2026

Lisboa na Primavera / Ericeira - Turismo e Multiculturalidade

https://www.facebook.com/reel/939050805538088 


A Primavera já chegou a Lisboa, mas o seu momento mais mágico acontece quando os jacarandás florescem e pintam a cidade de roxo. É um espetáculo raro, uma verdadeira explosão de cor que transforma ruas e avenidas num cenário quase irreal, entre Maio e Junho. E, durante umas semanas, Lisboa fica ainda mais inesquecível. 💜 
🇬🇧 Spring has arrived in Lisbon, but its most magical moment comes when the jacarandas bloom and paint the city purple. It’s a rare spectacle, a true explosion of color that transforms streets and avenues into an almost unreal setting, between May and June. And for a few weeks, Lisbon becomes even more unforgettable. 💜
#jacarandas #lisboa #primavera



Lisboa - Calçada, elétrico



Ericeira 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Mais uma igreja ardida na Europa no dia 1 de maio a juntar a milhares de outras que tiveram o mesmo destino, na Europa e não só

https://www.facebook.com/reel/1682147679587052 



“Mais um dia, mais uma igreja a arder na Europa.” ⛪🔥 Hoje foi a Igreja Saint-Cyriaque, em Montenach, França. E ninguém fala disso.
Mas eu pergunto: o que mudou na Europa para começarem a arder igrejas às centenas… enquanto nunca vemos o mesmo acontecer às mesquitas?
Só em 2024 já houve 94 ataques confirmados por fogo contra igrejas cristãs na Europa, com mais de 200 casos ainda sob investigação. Entre 2018 e 2022 registaram-se 102 ataques incendiários classificados como crimes de ódio. E em França, mais de mil igrejas foram vandalizadas ou atacadas nos últimos anos.
IHá um padrão. E há silêncio.
Uma civilização que deixa arder os seus símbolos acaba por deixar arder a sua própria identidade.
🇪🇺✝️



This is insane. Weird how it’s never a mosque

The historic Église Saint-Cyriaque church in Montenach, France, was just set on fire.

Survived both world wars but couldn’t survive diversity.

Isso é insano. Estranho como nunca é uma mesquita.

A histórica igreja Église Saint-Cyriaque em Montenach, França, acaba de ser incendiada.

Sobreviveu às duas guerras mundiais, mas não resistiu à diversidade.

Terrence K Williams

    2/5/2026



Wake up, Europe. While your clueless leaders pat themselves on the back for "diversity" and open borders, churches across the continent are mysteriously bursting into flames like it's some unsolvable Agatha Christie mystery. Who could it be? Bigfoot? UFOs? Maybe NASA needs to send in the astrophysicists because your detectives are clearly stumped. Look at Poland. They didn't betray Jesus or their heritage. They kept Muslim immigration to a bare minimum—basically banned the problematic kind—and what happened? Lowest crime rates in Europe, a booming economy, and actual safety on the streets. No endless "mysterious" arsons, no imported chaos. Everyone with eyes and a brain knows exactly who's behind the torching of churches, the grooming gangs, and the violence in places that rolled out the red carpet. It's not a secret. It's Islam doing what it teaches and has done for centuries: burn churches, kill Christians, dominate, and rape their women. That's not "phobia"—that's pattern recognition.
You can't blame the crocodile for eating your children when you invited it inside as a pet and called anyone warning you a "racist." European authorities aren't just stupid—they're suicidal traitors who keep pretending all religions are the same while churches burn and their people suffer. The real enemy isn't the Muslim acting according to his nature and doctrine. The real enemy is the spineless idiot who opened the door, virtue-signaled, and sold out his own civilization. Be like Poland, as Dominik Tarczyński wisely put it: "Not even one Muslim will come to Poland... We are not going to receive even one Muslim because this is what we promised." Smart leadership. The rest of you are just useful idiots.

Acorde, Europa. Enquanto os seus líderes desavisados ​​se vangloriam da "diversidade" e das fronteiras abertas, igrejas por todo o continente estão misteriosamente a pegar fogo, como se fosse um mistério insolúvel de Agatha Christie. Quem poderia ser? Pé Grande? OVNIs? Talvez a NASA precise enviar os astrofísicos, porque seus detetives estão claramente perplexos. Olhe para a Polónia. Eles não traíram Jesus nem sua herança. Mantiveram a imigração muçulmana no mínimo — basicamente proibiram o tipo problemático — e o que aconteceu? As menores taxas de criminalidade da Europa, uma economia em expansão e segurança real nas ruas. Sem incêndios criminosos "misteriosos" intermináveis, sem caos importado. Todos com olhos e cérebro sabem exatamente quem está por trás da queima de igrejas, das gangues de aliciamento e da violência em lugares que estenderam o tapete vermelho. Não é segredo. É o Islão a fazer o que ensina e faz há séculos: queimar igrejas, matar cristãos, dominar e violar as suas mulheres. Isso não é "fobia" — é reconhecimento de padrões.
Não se pode culpar o crocodilo por devorar seus filhos quando você o convidou para entrar como animal de estimação e chamou de "racista" qualquer um que o alertasse. As autoridades europeias não são apenas estúpidas — são traidoras suicidas que continuam a fingir que todas as religiões são iguais enquanto as igrejas são queimadas e o seu povo sofre. O verdadeiro inimigo não é o muçulmano  a agir de acordo com sua natureza e doutrina. O verdadeiro inimigo é o idiota sem espinha dorsal que abriu a porta, fez demonstrações de virtude e traiu a sua própria civilização. Sejam como a Polónia, como Dominik Tarczyński sabiamente disse: "Nem um único muçulmano virá para a Polônia... Não vamos receber nenhum muçulmano porque foi isso que prometemos." Liderança inteligente. O resto de vocês são apenas idiotas úteis.

Quazar X Nova   2/5/2026


Incêndios criminosos em igrejas





quinta-feira, 30 de abril de 2026

Reparação Histórica por parte de Portugal somente pode ser piada...

https://www.facebook.com/reel/1866576124003825 


Esta é a verdade e está totalmente documentada.

A África já era escravagista muito antes dos portugueses lá chegarem.

Aliás a Escravatura Moderna continua em África e na Ásia feita por eles próprios em pleno século XXI.

Existem mais de 50 milhões de escravos na atualidade e ainda continuam a culpar os europeus.

A própria invasão da Europa atual tem por base a escravatura africana  e asiática.

Então, na perspetiva wokista atual, a culpa é toda dos brancos pois os outros são os inocentes. Essa é a narrativa oficial, a real é: ou todos culpados ou nenhum culpado!!!

O que vocês pretendem fazer acerca disso?!!!


Esta falácia visa duas coisas! A condenação do homem branco europeu, que foi um dos participantes nessa atividade por três séculos, ocultar e apagar os outros 11 Séculos, onde os brancos europeus não participaram, e ainda mais grave, eximirem-se da sua enorme e principal responsabilidade, a da captura, pois foram desde sempre os próprios negros a capturar outros negros e a vendê-los já na condição de escravos, para alimentar as rotas do Sahara, do Índico e do Atlântico além de praticarem a escravatura entre eles próprios! É muito importante que toda a História seja contada, e não apenas umas quantas folhas tiradas a gosto do todo, no interesse de criar uma narrativa, e limpar o resto, para fugir às responsabilidades próprias!


E sobre a escravatura moderna, proveniente da imigração ilegal que os atuais dirigentes europeus toleram aos traficantes de pessoas nem uma palavra? É que está a acontecer todos os dias e pode ser impedido! Já o que aconteceu há 500 anos atrás é história, e às vezes, muito mal contada.




As Leis Portuguesas aplicam-se a todos sem exceção

 


𝗖𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗮 𝗟𝗲𝗶 𝗡𝗮̃𝗼 𝗘́ 𝗢𝗽𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹
𝗠𝗼𝘀𝘁𝗿𝗮𝗿 𝗼 𝗥𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗡𝗮̃𝗼 𝗘́ 𝗖𝗮𝗽𝗿𝗶𝗰𝗵𝗼 — 𝗘́ 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮

O caso recente ocorrido num autocarro da Carris, na zona da Mouraria, voltou a trazer para cima da mesa um tema que muitos preferem evitar: o 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗯𝗮́𝘀𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗻𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 que se quer organizada e segura.

Uma passageira foi impedida de entrar por ter o rosto tapado. O caso seguiu para a Polícia de Segurança Pública e gerou um processo interno. E, de repente, aquilo que devia ser simples tornou-se polémico.

Mas a pergunta é direta: 𝗱𝗲𝘀𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗼𝘂 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗼𝗽𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹?

Mostrar o rosto em contextos de transporte 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝘂𝗺 𝗰𝗮𝗽𝗿𝗶𝗰𝗵𝗼 — 𝗲́ 𝘂𝗺𝗮 𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮, 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲. Quem presta um serviço, seja um motorista de autocarro ou um motorista TVDE, tem o direito (e muitas vezes o dever) de saber quem está a transportar.

Falo por experiência própria.

Sou motorista de Uber / Bolt e, há pouco tempo (até contei à minha esposa Ana Luisa Torres), 𝘁𝗶𝘃𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗶𝘁𝘂𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝘀𝗲𝗺𝗲𝗹𝗵𝗮𝗻𝘁𝗲. Ao recolher um casal indostanico, pedi de forma clara e educada que a passageira destapasse o rosto. Inicialmente ignoraram. Reforcei o pedido, expliquei o motivo — inclusive recorrendo a um tradutor que o meu Tesla agora possui através da aplicação Grok — e deixei claro: 𝘀𝗲𝗺 𝗰𝘂𝗺𝗽𝗿𝗶𝗿 𝗮 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮, 𝗮 𝘃𝗶𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝘃𝗮.

Curiosamente, o homem que a acompanhava acabou por demonstrar que percebia algum português. 𝗡𝗼 𝗶𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗼 𝗳𝗲𝘇-𝘀𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗱𝗶𝗱𝗼, mas perante a insistência e a explicação clara, deixou de o fazer. Disse então à mulher, já em português, para retirar o hijab que lhe tapava o rosto.

Resultado? Compreenderam. A passageira retirou o hijab, 𝗼 𝗿𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝘃𝗶𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹 𝗲 𝗮 𝘃𝗶𝗮𝗴𝗲𝗺 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶𝘂 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, sem conflitos, sem dramas. E pelos vistos não houve também queixas quaisquer, seja autoridades ou plataforma.

Isto prova uma coisa simples: 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝘀𝗮̃𝗼 𝗰𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗹𝗮𝗿𝗲𝘇𝗮 𝗲 𝗮𝗽𝗹𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗳𝗶𝗿𝗺𝗲𝘇𝗮, elas são respeitadas.

O verdadeiro problema começa quando se abre exceções, quando se hesita, quando se tem medo de fazer cumprir aquilo que já está definido. É aí que se instala a confusão, a incoerência e a sensação de injustiça.

Uma sociedade equilibrada não funciona com dois pesos e duas medidas. Funciona com 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗶𝗴𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 — independentemente de quem somos, de onde vimos ou no que acreditamos.

Cumprir regras não é discriminar. 𝗘́ 𝗴𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗮́ 𝗼𝗿𝗱𝗲𝗺, 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮 𝗲 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗺𝘂́𝘁𝘂𝗼.


E quanto mais cedo se perceber isso, melhor para todos.

Jorge Victor Torres      30/4/2026