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The forest is his playground. 🌳🔥🤯
Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você. Carl Sagan
Em 2024, a Europa deu no total 4 milhões e 600 mil autorizações e Portugal 1 milhão e 200 mil somente nesse ano.
Em Portugal, em 2025 houve 23540 pessoas com ordem de saída do nosso país mas apenas saíram 770.
O peso das migrações ilegais, que não param de aumentar, é bem evidente neste gráfico.
By Sic notícias
Esperam-se que mais de 30 milhões de muçulmanos sejam deportados da Europa até 2030
“Foram efetuadas 23.134 notificações para abandono voluntário do território nacional, tendo ainda sido instaurados 298 processos de expulsão administrativa e proferidas 91 decisões”, lê-se no documento hoje aprovado pelo Conselho Superior de Segurança Interna e entregue no parlamento.
Em 2024, tinham sido 444 os estrangeiros notificados para abandono voluntário do país e 195 os imigrantes com processos administrativos de expulsão.
Esta subida de notificações para que estrangeiros abandonem Portugal ocorre quando ainda não está em vigor a lei que permite acelerar o afastamento de imigrantes em situação irregular, aprovada pelo Governo a 19 de março e que deu entrada na Assembleia da República para discussão na segunda-feira.
Relativamente aos afastamentos, o RASI referente a 2025 indica que foram afastadas 252 pessoas do território nacional, 70 no âmbito de expulsões administrativas, 22 em sede de procedimento de condução à fronteira e 160 em cumprimento de decisão judicial de pena acessória de expulsão.
Em relação ao controlo de fronteiras, o relatório dá conta que foram concedidos 3.152 vistos (-24,7%) em postos de fronteira, tendo sido a maioria concedida em postos de fronteira marítimos, e registadas 2.140 recusas de entrada em Portugal, todas em postos de fronteira aérea.
Segundo o documento, a falta de documentação válida comprovando a finalidade e as condições de estada (1.197) e a falta de visto ou de título de residência válido (400) constituíram os principais fundamentos da recusa de entrada no país e, entre as nacionalidades, o Brasil destaca-se com 749 recusas de entrada, seguido por Angola com 396.
O RASI sublinha que as polícias realizaram no ano passado 4.627 ações de inspeção e fiscalização a imigrantes residentes no país, mais 3.547 do que em 2024, que incidiram em vários ramos de atividade económica como estabelecimentos hoteleiros e de restauração, estaleiros de obras e explorações agrícolas.
Nestas fiscalizações as autoridades identificaram 1.006 cidadãos em situação ilegal (mais 855 do que em 2024), num universo de 85.840 cidadãos identificados, refere o documento, salientando que a maioria dos cidadãos identificados em situação ilegal registou-se em ações na via pública.
No ano passado aumentaram em 251,3% os crimes relativos à imigração ilegal, que abrangem seis tipologias criminais, designadamente o auxílio à imigração ilegal, o casamento de conveniência, a violação da medida de interdição de entrada, a associação de auxílio à imigração ilegal e a angariação de mão-de-obra ilegal, num total de 1.205.
Entre as seis tipologias criminais associadas à imigração ilegal a que mais cresceu foram os casamentos por conveniência, que passaram de 12 em 2024 para 60 em 2025, num aumento de 400%.
As novas leis do retorno, discutidas em Portugal e na UE, implicam um difícil balanço entre direitos individuais e os poderes do Estado na gestão migratória
O quarto relatório da Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido conclui que a implementação da vacinação no país foi uma "conquista extraordinária", mas admite que "várias pessoas sofreram danos como resultado da vacinação".
Este é o quarto relatório da investigação que analisa como é que o Reino Unido lidou com a pandemia de coronavírus, com foco na distribuição da vacina. De acordo com o documento, as vacinas "foram implementadas, produzidas e distribuídas para a maioria da população em tempo recorde".
No entanto, segundo este novo estudo, "embora a maioria das pessoas tenha aceitado a oferta de vacinação, houve menor adesão em comunidades localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e em algumas comunidades de minorias étnicas".
Nesse sentido, "governos e serviços de saúde devem trabalhar com as comunidades para reconstruir a confiança e promover uma melhor compreensão e confiança nas vacinas".
A presidente da investigação, Heather Hallett, reconhece que "várias pessoas sofreram danos como resultado da vacinação".
"Esta foi uma pequena minoria em comparação com a escala geral do programa de vacinação, mas não menos importante para os indivíduos afetados e para as suas famílias", nota.
Por isso, o relatório aponta ser "imperativo" que exista um programa governamental de apoio suficiente para ajudar essa minoria de pessoas e os seus familiares que sofreram lesões graves após a vacinação.
"Não conseguimos saber quando, mas haverá outra pandemia", assegura ainda Heather Hallett. "As minhas recomendações, consideradas no seu conjunto, deverão significar que o Reino Unido estará mais bem preparado para essa pandemia", enfatiza.
O relatório dá conta de que décadas de pesquisa e preparação globais foram fundamentais para a resposta do Reino Unido à vacinação contra a Covid-19.
A presidente da Comissão de Inquérito apresentou ainda algumas recomendações, nomeadamente quanto à necessidade de estratégias de vacinação direcionadas e a melhoria da avaliação da adesão e da distribuição das vacinas.
Em 2021, foram administradas aproximadamente 132 milhões de vacinas em Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales. Este tornou-se o maior programa de vacinação da história do Reino Unido.
Em junho de 2022, 87% da população britânica com mais de 12 anos já tinha sido vacinada com duas doses.
https://www.facebook.com/watch?v=1250098413903930
https://www.facebook.com/watch?v=911914761680137
Nunca deixe ninguém se aproximar demais de você numa situação hostil 🚨
O olhar do predador revela a intenção!!!
This map shows the five countries Iran has accused of helping facilitate the recent air campaign against it by allowing access to airspace, bases, or logistical support. According to Iranian state media, Tehran is now seeking $270 billion in reparations from Bahrain, Saudi Arabia, Qatar, the UAE, and Jordan.
The claim is tied to Iran’s argument that these countries were not neutral observers, but active enablers of the operation carried out by the U.S. and Israel. That makes this more than just a financial demand. It is also a political message aimed at reshaping how responsibility for the conflict is framed across the region.
Whether anything like this is ever paid is a completely different question. But the demand itself shows how far the fallout of the war could spread beyond the main battlefield. In simple terms, this map is about how regional alliances, access, and geography can turn nearby states into part of a much bigger conflict.
A Missão Permanente da República Islâmica do Irão junto às Nações Unidas (ONU) apresentou uma reclamação de indemnização contra cinco países da região: Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Jordânia. Teerão responsabiliza diretamente essas nações por sua participação e facilitação da guerra travada pelos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano.
O Representante Permanente do Irão, Amir Saeid Iravani, denunciou esses Estados por se envolverem em atos internacionalmente ilícitos, violando suas obrigações soberanas e princípios fundamentais do direito internacional. Segundo a declaração oficial, essa cumplicidade ativa na agressão regional gera uma responsabilidade internacional inescapável que obriga os envolvidos a reparar integralmente os danos causados por suas ações.
A exigência de Teerão inclui indenização integral por todos os danos materiais e morais resultantes das hostilidades. O diplomata iraniano enfatizou que o uso de territórios regionais ou de recursos logísticos para apoiar a ofensiva de Washington e Tel Aviv constitui uma violação da segurança coletiva e, portanto, os países envolvidos devem arcar com as consequências financeiras e jurídicas de seu alinhamento com as potências agressoras.
Esta ação judicial perante a ONU marca uma nova fase na estratégia de defesa da República Islâmica, que busca estabelecer um precedente quanto à responsabilidade dos Estados que facilitam ataques externos contra nações vizinhas. A exigência de indemnização soma-se às acusações anteriores do Irão sobre a perda de soberania desses governos devido à influência do eixo imperialista no Oriente Médio.
A agressão que começou em 28 de fevereiro, perpetrada pelos EUA e por Israel sob o pretexto de uma “mudança de governo”, resultou em 3.375 mortes, incluindo 383 menores, após 39 dias de ataques.
A ofensiva não só teve como alvo instalações-chave como o terminal da Ilha de Kharg, o aeródromo de South Pars, a ponte B1 Karaj-Teerão e a escola Shajareh Tayyebeh, mas também devastou uma vasta rede de outras infraestruturas vitais em todo o país. Essas perdas massivas paralisaram os serviços de energia, saúde e transporte, violando direitos fundamentais da nação persa.
operamundi.uol.com.br 14/4/2026
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Guerra vai continuar até que o Irão seja indenizado,
diz conselheiro militar