https://www.facebook.com/reel/2351768851969988
POR ISSO QUE AGORA ESTÁ DIFÍCIL,OS PORRTUGUSES ANDAREM NO MARTIM MONIZ!!! DEIXARAM CHEGAR A ESTE PONTO!!!
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Existem segmentos da polícia portuguesa que não devem nada a polícia londrina (sob o controle de do presidente de câmara muçulmano).
Há uma verdade trágica que corre as redes sociais e as conversas de café, mas que a bolha política insiste em abafar com propaganda barata:
Portugal tem mais de 2 milhões de pessoas a viver no limiar da pobreza.
Mas a realidade nua e crua, aquela que os comentadores de televisão evitam deitar cá para fora, é infinitamente pior.
Se puxarmos o tapete da hipocrisia e olharmos para os dados oficiais do INE e para os relatórios do Balanço Social, tropeçamos num número que devia fazer qualquer governante corar de vergonha: sem as transferências e os apoios sociais do Estado, a taxa de pobreza em Portugal dispararia para uns brutais 43,4%.
Perceberam a gravidade disto?
Quase metade do país está à distância de um único cheque do Governo de cair na miséria absoluta.
Isto não é um Estado Social de que nos debamos orgulhar; isto é uma UCI económica (Unidade de Cuidados Intensivos), onde o país não vive, apenas sobrevive ligado às máquinas da subsidiodependência.
Transformaram Portugal num país de pedintes e dependentes, e querem que celebremos isso como um sucesso.
Como é que permitimos que o país batesse no fundo?
A culpa tem nomes, rostos e siglas partidárias. Isto não foi um acidente de percurso de um partido sozinho.
O descalabro começou com a Geringonça — o governo do PS amparado pela extrema-esquerda do Bloco de Esquerda e do PCP —, que desmantelou as barreiras de entrada e promoveu uma política de portas escancaradas e imigração desregulada.
E desengane-se quem achava que a mudança de governo traria juízo, pois o atual executivo do PSD limita-se a dar continuidade à mesmíssima receita.
Mudam as moscas, mas o prato de subserviência aos interesses de quem quer mão de obra barata continua exatamente igual.
Nenhum país do mundo gera riqueza real ou sobe na cadeia de valor baseando a sua economia na exploração de salários mínimos e na precariedade.
O que assistimos em Portugal foi um crime económico disfarçado de humanitarismo: o dumping social (a estratégia de inundar o mercado com uma quantidade massiva de mão de obra desesperada e sem direitos, com o objetivo deliberado de forçar a descida dos salários e impedir que os trabalhadores locais consigam negociar melhores condições).
Ao abrir as fronteiras sem critérios, planeamento ou fiscalização, o mercado foi inundado.
A lógica do patronato e das grandes empresas passou a ser miserável.
Para quê aumentar os ordenados dos portugueses?
Para quê oferecer condições dignas?
Se um jovem português não aceita trabalhar por 820€ num horário abusivo, o sistema garante que há uma fila de imigrantes, documentados à pressa e sem alternativas, que aceitam. Isto não é integração; é a precarização institucionalizada do mercado de trabalho para alimentar o lucro de meia dúzia.
O impacto destruidor desta política sem regras não se esgota nas grandes fábricas ou nas multinacionais que lucram com a miséria; ele penetra diretamente no coração da economia local, destruindo os pequenos negócios e os trabalhadores por conta própria.
Assistimos hoje a um fenómeno violento de concorrência desleal por desespero (o ato de esmagar os preços de produtos e serviços para valores absurdamente baixos e insustentáveis, impulsionado pela necessidade imediata de sobrevivência de quem aceita qualquer margem apenas para se manter no país ou obter documentação legal).
Milhares de pessoas que entraram em Portugal sem qualquer planeamento, estrutura ou poupanças, apenas à procura de papéis e de uma vida supostamente mais fácil, acabam por se refugiar na economia paralela, oferecendo serviços e trabalhos a metade ou a um terço do valor real de mercado.
Como é que um trabalhador independente português — que paga os seus impostos, as suas licenças, a sua Segurança Social e que enfrenta o custo de vida galopante do nosso país — consegue competir com esta realidade?
É matematicamente impossível.
Setores inteiros da prestação de serviços individuais, das pequenas obras domésticas, das reparações, do comércio de proximidade e dos serviços de estética e bem-estar, estão a ser devastados por uma tabela de preços clandestina e ridícula.
O pequeno empresário em nome individual português, que levou anos a construir uma carteira de clientes e a praticar preços justos que garantissem a dignidade da sua família, vê o seu ganha-pão evaporar-se.
Esta imigração descontrolada destruiu a pequena economia, asfixiou os microempreendedores nativos e substituiu o mercado formal por uma rede de sobrevivência informal que empobrece toda a sociedade.
E como é que o sistema disfarça esta horda de pessoas que entra e que, muitas vezes, não encontra colocação real no mercado?
Entra em cena a grande lavandaria estatística do Estado operada pelo IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional).
Estamos a queimar milhões e milhões de euros vindos dos fundos da União Europeia em cursos de formação profissional inúteis e estágios semi-remunerados de fachada.
Esta indústria do subsídio nunca funcionou quando era apenas para os portugueses — servindo historicamente para maquilhar os gráficos do desennemprego e entreter desempregados crónicos com competências que o mercado real rejeita —, e agora bateu no fundo do ridículo.
Hoje, estes fundos europeus servem para financiar estágios e cursos para milhares de imigrantes que nem sequer entendem a nossa língua.
Criou-se uma rede de subsídio e dependência que serve apenas para fixar pessoas que, na verdade, não querem ou não conseguem trabalhar na economia real.
O Estado finge que forma, os formadores fingem que ensinam, os formandos recebem o cheque para garantir a permanência no país, e Bruxelas paga a conta de um teatro absurdo que não gera um único cêntimo de produtividade.
Quem é que paga a fatura desta engenharia social criminosa?
Exatamente a esmagadora maioria da população portuguesa: os cidadãos comuns, aqueles que têm apenas o ensino básico ou secundário e que formam a espinha dorsal da nossa força de trabalho.
A classe média foi aniquilada em Portugal.
Hoje, quem trabalha honestamente está a ser esmagado por uma tenaz implacável.
Por um lado, enfrentamos uma carga fiscal sufocante que castiga e confisca o fruto de quem tenta subir na vida pelo próprio mérito.
Por outro lado, sofremos uma estagnação salarial violenta provocada pelo excesso de oferta de mão de obra barata e subsidiada.
O resultado está à vista de todos.
O português que estudou, que cumpre as regras e que paga os seus impostos, vê-se empurrado para o mesmo nível de subsistência.
Entretanto, o custo de vida e o preço da habitação explodiram para valores obscenos devido à pressão demográfica descontrolada. Como é que um jovem com o ensino secundário compete no mercado de arrendamento quando o próprio sistema habitacional foi destruído?
Não compete.
É empurrado para fora do seu próprio país.
Criou-se a ilusão estatística de que o país está bem porque as taxas de desemprego estão baixas.
Mas que emprego é este que orgulha os nossos políticos?
É o emprego que não permite pagar um teto.
É o emprego que obriga famílias inteiras a viver amontoadas em quartos.
É o emprego que mantém o trabalhador dependente do abono de família e da caridade do Estado para conseguir pôr comida na mesa ao fim do mês.
Transformaram Portugal num laboratório de salários de miséria que serve apenas os interesses de elites económicas e de partidos que vivem do voto dos dependentes do sistema.
Condenaram a população nativa — especialmente os mais jovens e os trabalhadores menos qualificados — à emigração forçada ou a uma vida de pobreza remediada.
Está na hora de deixar a passividade de lado e de exigir responsabilidades a quem assinou este desastre: do PS ao PSD, passando pela extrema-esquerda.
Um país que canibaliza os seus próprios trabalhadores e que queima fundos europeus para subsidiar a miséria em vez de gerar riqueza, não é um país soberano — é um país em liquidação total.
Acordem, antes que seja tarde demais.
Quase metade do país está à distância de um único cheque do Governo de cair na miséria absoluta.
Isto não é um Estado Social de que nos debamos orgulhar; isto é uma UCI económica (Unidade de Cuidados Intensivos), onde o país não vive, apenas sobrevive ligado às máquinas da subsidiodependência.
Transformaram Portugal num país de pedintes e dependentes, e querem que celebremos isso como um sucesso.
Como é que permitimos que o país batesse no fundo?
A culpa tem nomes, rostos e siglas partidárias. Isto não foi um acidente de percurso de um partido sozinho.
O descalabro começou com a Geringonça — o governo do PS amparado pela extrema-esquerda do Bloco de Esquerda e do PCP —, que desmantelou as barreiras de entrada e promoveu uma política de portas escancaradas e imigração desregulada.
E desengane-se quem achava que a mudança de governo traria juízo, pois o atual executivo do PSD limita-se a dar continuidade à mesmíssima receita.
Mudam as moscas, mas o prato de subserviência aos interesses de quem quer mão de obra barata continua exatamente igual.
Nenhum país do mundo gera riqueza real ou sobe na cadeia de valor baseando a sua economia na exploração de salários mínimos e na precariedade.
O que assistimos em Portugal foi um crime económico disfarçado de humanitarismo: o dumping social (a estratégia de inundar o mercado com uma quantidade massiva de mão de obra desesperada e sem direitos, com o objetivo deliberado de forçar a descida dos salários e impedir que os trabalhadores locais consigam negociar melhores condições).
Ao abrir as fronteiras sem critérios, planeamento ou fiscalização, o mercado foi inundado.
A lógica do patronato e das grandes empresas passou a ser miserável.
Para quê aumentar os ordenados dos portugueses?
Para quê oferecer condições dignas?
Se um jovem português não aceita trabalhar por 820€ num horário abusivo, o sistema garante que há uma fila de imigrantes, documentados à pressa e sem alternativas, que aceitam. Isto não é integração; é a precarização institucionalizada do mercado de trabalho para alimentar o lucro de meia dúzia.
O impacto destruidor desta política sem regras não se esgota nas grandes fábricas ou nas multinacionais que lucram com a miséria; ele penetra diretamente no coração da economia local, destruindo os pequenos negócios e os trabalhadores por conta própria.
Assistimos hoje a um fenómeno violento de concorrência desleal por desespero (o ato de esmagar os preços de produtos e serviços para valores absurdamente baixos e insustentáveis, impulsionado pela necessidade imediata de sobrevivência de quem aceita qualquer margem apenas para se manter no país ou obter documentação legal).
Milhares de pessoas que entraram em Portugal sem qualquer planeamento, estrutura ou poupanças, apenas à procura de papéis e de uma vida supostamente mais fácil, acabam por se refugiar na economia paralela, oferecendo serviços e trabalhos a metade ou a um terço do valor real de mercado.
Como é que um trabalhador independente português — que paga os seus impostos, as suas licenças, a sua Segurança Social e que enfrenta o custo de vida galopante do nosso país — consegue competir com esta realidade?
É matematicamente impossível.
Setores inteiros da prestação de serviços individuais, das pequenas obras domésticas, das reparações, do comércio de proximidade e dos serviços de estética e bem-estar, estão a ser devastados por uma tabela de preços clandestina e ridícula.
O pequeno empresário em nome individual português, que levou anos a construir uma carteira de clientes e a praticar preços justos que garantissem a dignidade da sua família, vê o seu ganha-pão evaporar-se.
Esta imigração descontrolada destruiu a pequena economia, asfixiou os microempreendedores nativos e substituiu o mercado formal por uma rede de sobrevivência informal que empobrece toda a sociedade.
E como é que o sistema disfarça esta horda de pessoas que entra e que, muitas vezes, não encontra colocação real no mercado?
Entra em cena a grande lavandaria estatística do Estado operada pelo IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional).
Estamos a queimar milhões e milhões de euros vindos dos fundos da União Europeia em cursos de formação profissional inúteis e estágios semi-remunerados de fachada.
Esta indústria do subsídio nunca funcionou quando era apenas para os portugueses — servindo historicamente para maquilhar os gráficos do desennemprego e entreter desempregados crónicos com competências que o mercado real rejeita —, e agora bateu no fundo do ridículo.
Hoje, estes fundos europeus servem para financiar estágios e cursos para milhares de imigrantes que nem sequer entendem a nossa língua.
Criou-se uma rede de subsídio e dependência que serve apenas para fixar pessoas que, na verdade, não querem ou não conseguem trabalhar na economia real.
O Estado finge que forma, os formadores fingem que ensinam, os formandos recebem o cheque para garantir a permanência no país, e Bruxelas paga a conta de um teatro absurdo que não gera um único cêntimo de produtividade.
Quem é que paga a fatura desta engenharia social criminosa?
Exatamente a esmagadora maioria da população portuguesa: os cidadãos comuns, aqueles que têm apenas o ensino básico ou secundário e que formam a espinha dorsal da nossa força de trabalho.
A classe média foi aniquilada em Portugal.
Hoje, quem trabalha honestamente está a ser esmagado por uma tenaz implacável.
Por um lado, enfrentamos uma carga fiscal sufocante que castiga e confisca o fruto de quem tenta subir na vida pelo próprio mérito.
Por outro lado, sofremos uma estagnação salarial violenta provocada pelo excesso de oferta de mão de obra barata e subsidiada.
O resultado está à vista de todos.
O português que estudou, que cumpre as regras e que paga os seus impostos, vê-se empurrado para o mesmo nível de subsistência.
Entretanto, o custo de vida e o preço da habitação explodiram para valores obscenos devido à pressão demográfica descontrolada. Como é que um jovem com o ensino secundário compete no mercado de arrendamento quando o próprio sistema habitacional foi destruído?
Não compete.
É empurrado para fora do seu próprio país.
Criou-se a ilusão estatística de que o país está bem porque as taxas de desemprego estão baixas.
Mas que emprego é este que orgulha os nossos políticos?
É o emprego que não permite pagar um teto.
É o emprego que obriga famílias inteiras a viver amontoadas em quartos.
É o emprego que mantém o trabalhador dependente do abono de família e da caridade do Estado para conseguir pôr comida na mesa ao fim do mês.
Transformaram Portugal num laboratório de salários de miséria que serve apenas os interesses de elites económicas e de partidos que vivem do voto dos dependentes do sistema.
Condenaram a população nativa — especialmente os mais jovens e os trabalhadores menos qualificados — à emigração forçada ou a uma vida de pobreza remediada.
Está na hora de deixar a passividade de lado e de exigir responsabilidades a quem assinou este desastre: do PS ao PSD, passando pela extrema-esquerda.
Um país que canibaliza os seus próprios trabalhadores e que queima fundos europeus para subsidiar a miséria em vez de gerar riqueza, não é um país soberano — é um país em liquidação total.
Acordem, antes que seja tarde demais.
WHISTLEBLOWER.Pt 17/5/2026
A pensão média de velhice em Portugal é de 610 euros, se um homem recebe em média cerca de 800 euros, uma mulher recebe cerca de metade...
Jorge Victor Torres 18/5/2026
Rua do Benformoso
Já se está a tornar, digamos que uma mistura de árabes com faveladas do Brasil e uns africanos à mistura, o chamado multiculturalismo para destruir a Europa... ninguém dúvida.
Mary White 14/5/2026
https://www.facebook.com/reel/1447430763246694
Não passo a mão na cabeça de baderneiro. Se não respeita Portugal e prefere a bagunça, o caminho de volta é o mesmo. Respeitem a nossa imagem! 🇵🇹🇧🇷‼️
Não passo a mão na cabeça de baderneiro. Se não respeita Portugal e prefere a bagunça, o caminho de volta é o mesmo. Respeitem a nossa imagem! 🇵🇹🇧🇷‼️
A ESPECIALISTA DO PSD QUER TUDO PARA OS IMIGRANTES E OS PORTUGUESES QUE PAGUEM OS SERVIÇOS!
É inacreditável o que se ouve na televisão por parte de comentadores que parecem viver numa realidade completamente desligada da vida dos portugueses. No debate com André Ventura na CNN, a comentadora Helena Matos (ligada ao PSD) tentou defender o indefensável, deixando qualquer contribuinte de cabelo em pé!
Segundo esta visão da "elite" comentadora, os imigrantes vêm para cá e os descontos deles servem "para eles próprios". Então e o resto? Quem é que paga a fatura dos serviços públicos que estão colapsados?
Vamos à realidade que o português comum sente na pele todos os dias:
Não podemos aceitar que tratem Portugal como um paraíso de portas abertas onde os de fora usufruem de tudo e os portugueses trabalham uma vida inteira para pagar a conta das políticas erradas destes partidos. André Ventura disse e muito bem aquilo que milhões de portugueses sentiram ao ouvir esta aberração: basta de governar para os outros e esquecer quem realmente sustenta este país!
Partilha se estás farto que gozem com o teu esforço!
Adelaide Carreira 17/5/2026
Muito grave: Hoje, 2 Argelinos à solta esfaquearam e apedrejaram o dono do Circo Cardinalli para assaltarem a caixa, numa sessão com crianças em Ferreira do Alentejo! A GNR pediu autorização ao Tribunal para os prender: a Procuradora Eunice Miranda, de Almodôvar soltou-os porque eles não voltam ao circo !!! Malta, isto agora virou lei marcial?! É!? Salvem-se !!!
São os valores da Civilização Cristã Ocidental que estão em causa.
A identidade da nossa comunidade precisa de ser defendida.
Seja em Portugal ou junto das nossas comunidades Portuguesas no estrangeiro.
Não podemos ser escravos da islamização do Ocidente.
A identidade da nossa comunidade precisa de ser defendida.
Seja em Portugal ou junto das nossas comunidades Portuguesas no estrangeiro.
Não podemos ser escravos da islamização do Ocidente.
José de Carvalho 17/5/2026
A bem de uma falsa igualdade aceitamos por todo o mundo ocidental leis que depois nos impedem de sermos nós próprios. Os crucifixos proibidos em França e as procissões no Canadá sao só o inicio.
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