Observem bem: as mesmas pessoas que alegavam maus-tratos israelenses embarcaram no avião turco sem nenhuma dificuldade visível. Foi ao pousar (exatamente quando as câmeras apareceram) que os ferimentos se manifestaram. A medicina moderna ainda não tinha documentado esse fenómeno: o trauma ativado por holofote.
A ativista alemã entrou em maca com a seriedade de quem protagoniza seu próprio funeral. Alguém ao lado dela riu e ela provavelmente não percebeu, estava ocupada demais morrendo.
O francês com as ventosas merece um capítulo à parte em qualquer manual de propaganda barata. Ventosas, não tortura. Ventosas, aquele tratamento milenar que sua avó usava para dor nas costas.
Isso não é ativismo! É uma produção com orçamento bancado por t&rr0rist**, elenco e distribuição garantida pelos principais noticiários do mundo, que publicam sem piscar. O patético não é a performance. Performances ruins existem desde sempre. O patético é a plateia que insiste em fingir que acredita.
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